O stress é fruto da rotina corrida enfrentada por grande parte das pessoas. Um levantamento da Isma-BR (International Stress Management Association), associação que estuda o stress, mostrou que 70% da população economicamente ativa do Brasil sofre com as consequências desse problema.
O trabalho é o maior causador desse transtorno, isso porque a concorrência, pressão e cobranças excessivas tornam-se motivos de tensão no ambiente corporativo, afetando a saúde física e emocional.
Neste post, vamos mostrar por que o stress atinge atualmente tantas pessoas e quais os males que ele pode causar. Acompanhe e veja também o que fazer para prevenir e diminuir o excesso de tensão no dia a dia!
Não há como negar que o stress é o mal da sociedade contemporânea. As razões para isso podem ser sociais, como o aumento das taxas de desemprego, mas também têm uma forte relação com o estilo de vida atual.
A Isma-BR fez uma pesquisa que aponta que nove em cada dez brasileiros no mercado de trabalho sofrem com os sintomas de ansiedade, uma das consequências dessa tensão constante. As pessoas estão sempre correndo contra o relógio para dar conta de todos os compromissos, trabalham em excesso, enfrentam pressão, prazos apertados e cobrança por resultados. Além disso, não conseguem equilibrar vida pessoal e profissional.
A tecnologia, que deveria ser uma aliada, entrega uma avalanche diária de informações, deixando qualquer um bastante agitado.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros sofrem com ansiedade e 5,8% com depressão. No caso dos profissionais da saúde, a questão é ainda mais alarmante. Uma pesquisa da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto apontou que 40% deles sofrem com stress e depressão.
É necessário se conscientizar sobre o stress porque ele não é um problema passageiro. Pode trazer consequências para a saúde física e emocional e causar afastamentos no trabalho. De acordo como INSS, o stress será um dos principais motivos para faltas e afastamentos até 2020.
Confira a seguir as principais consequências causadas por esse problema.
O stress é sentido no trabalho, pois o profissional fica desmotivado, tem dificuldade de concentração ou até mesmo de raciocínio. Dessa forma, não executa suas funções como deveria.
Além disso, o stress deixa o corpo mais cansado e pode atrapalhar o sono, o que também contribui para um baixo desempenho nas atividades laborais. Tudo isso acaba gerando mais tensão e ansiedade, pois o indivíduo tem consciência de que não está cumprindo seu papel e pode até mesmo ser dispensado.
O stress que sentimos em uma situação de perigo é uma reação natural do organismo e deixa o corpo em alerta, pronto para o combate. Nessa situação, libera hormônios, que atuam no cérebro, musculatura e circulação sanguínea.
Mas quando essa tensão é constante, essa reação do organismo é bastante prejudicial. O aumento do hormônio cortisol, por exemplo, pode levar ao ganho de peso, alterações na pressão arterial e no coração, como crises de angina que acarretam o infarto.
A pessoa pode também sentir:
Sem contar que a tensão vivida no dia a dia afeta em cheio o sistema imunológico. Por isso, o indivíduo pode ficar doente com mais facilidade, perceber as unhas fracas e queda de cabelo. Pode provocar ainda distúrbios de sono e alergias na pele.
Além de afetar o corpo, o stress afeta o cérebro, causando nervosismo, irritação e desequilíbrio emocional. Mas não é só: dificulta a atenção e a memorização, deixa o pensamento acelerado e pode causar esquecimento, impactando negativamente no trabalho e em atividades corriqueiras. Ademais, o quadro pode levar a crises de ansiedade, de pânico e até depressão.
O stress não pode ser negligenciado ou tratado com uma simples irritação. Quando a pessoa começa a sentir os sintomas físicos e emocionais, é importante tomar algumas atitudes para reduzir a sobrecarga.
Confira o que você pode fazer para diminuir e também prevenir o excesso de tensão.
A prática da atividade física e esportiva, além de melhorar o sistema cardiorrespiratório e contribuir para a perda de peso, ajuda a aliviar as tensões. Isso porque o corpo libera endorfina, hormônio que traz a sensação de bem-estar. Ao realizá-lo, você assume o compromisso de cuidar de si mesmo, o que eleva a autoestima.
É essencial, diante de tantos compromissos, aprender a gerenciar o tempo de trabalho. Estipule as prioridades, se concentre em cada atividade e tente evitar as distrações. Em muitos casos, é preciso saber falar “não” de vez em quando para que você consiga cumprir suas obrigações sem atropelos. O importante é conseguir respirar e manter um equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Muitos profissionais querem dar conta de tudo sozinhos. Acreditam que outra pessoa não fará tão bem o trabalho como eles, mas, com isso, podem se estressar. Então, tenha mais confiança na sua equipe e aprenda a delegar tarefas. Você terá um dia mais produtivo e tranquilo.
O trabalho é importante, mas é necessário aproveitar a vida. Assim, separe um período do dia para não pensar em nada e escute uma música que você goste, faça meditação, assista a um filme, pratique um hobby. É necessário também se divertir com a família e amigos, nunca adiar as férias e também viajar quando possível. Tudo isso reduz os níveis de cortisol e deixa seu corpo e mente relaxados.
É fundamental estar atento ao stress que, em grande parte dos casos, surge no ambiente de trabalho. O transtorno não se trata de uma irritação ou nervosismo passageiro e afeta todo o organismo. Em casos mais graves, não hesite em procurar ajuda médica. Importante ressaltar também que as empresas devem estar atentas a seus colaboradores e oferecer apoio quando necessário.
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Apesar das similaridades em alguns sintomas e no momento em que os casos começaram a se elevar, a ômicron e a influenza H3N2 são diferentes. A principal diferença é que a primeira refere-se a uma variante do coronavírus, que tornou-se uma pandemia em 2020 e começou a ser controlado com o avanço da vacinação.
Enquanto isso, a influenza H3N2 é um vírus da gripe e começou a circular no Brasil aproximadamente em outubro. Apesar de ter uma taxa de mortalidade menor do que a ômicron, 3 estados já confirmaram estado de epidemia. Tudo isso eleva o risco de contágio e pode saturar os espaços de saúde ao adoecer boa parte da população.
Deseja saber mais sobre as diferenças entre a ômicron e a influenza H3N2? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas no assunto!
Conforme citado, a influenza H3N2 é uma variante do vírus da gripe, que causa sintomas comuns de resfriados e pode ser transmitido por meio de gotículas liberadas no ar. Assim, a prevenção contra esse problema ocorra também com o uso de máscara, distanciamento físico e higienização das mãos.
O paciente tem de 3 a 5 dias para apresentar os primeiros sintomas, caso tenha sido contaminado. E ainda, há casos de transmissão assintomática — tal qual as variantes do coronavírus podem atuar. Seja como for, saiba que os principais sintomas da INfluenza H3N2 são:
Diferentemente do que muitos podem imaginar, essa doença também é letal. Felizmente, as vacinas disponíveis contra o vírus da Influenza podem prevenir esse problema e minimizar os sintomas que podem aparecer. Entretanto, a cobertura vacinal ainda é considerada baixa, o que reduz o nível de proteção.
Enquanto isso, a taxa de vacinados contra a covid-19 — cujos estudos preliminares mostram eficácia também na defesa da ômicron — é mais elevada. Por isso, o risco de internação por essa variante tende a ser menor, além de haver menos ataque ao pulmão. De qualquer forma, ela pode levar ao surgimento de alguns sintomas, como:
Percebeu a semelhança nos sintomas de ambas doenças? A principal diferença com relação a isso é que o vírus da gripe costuma evoluir muito mais rápido, enquanto a ômicron faz isso lentamente. Além disso, a maneira como cada uma se comporta no organismo apresenta diferenças.
De qualquer maneira, só é possível saber qual dos dois vírus atingiu o paciente após a realização de um teste. Seja qual for o resultado, é indispensável seguir as tradicionais recomendações médicas para evitar o contágio. Caso contrário, é possível colocar a vida de outras pessoas em risco e elevar a taxa de ocupação dos hospitais.
Então, conseguiu entender mais sobre a ômicron e a influenza H3N2? Para evitar o problema, é fundamental seguir as medidas preventivas, como o uso de máscaras e a vacinação. Se ainda assim houver o contágio, faça o teste para garantir o isolamento seguro.
O nosso post foi útil para você entender mais sobre esses vírus? Assine a newsletter da Medicalway e continue por dentro das atualizações!
BI-RADS é a sigla da expressão Breast Image Reporting and Data System, método desenvolvido pelo Colégio Americano de Radiologia (ACR), que padroniza laudos de mamografia para reduzir riscos de má interpretação entre médicos diferentes e serviços de saúde, bem como propiciar a comparação de resultados anteriores. Portanto, o BI-RADS funciona como uma forma de averiguar a existência de achados (benignos ou malignos) na mamografia.
Agora que você já sabe o que é classificação BI-RADS, para que serve e como funciona, conheça o significado de cada tipo, como interpretá-los e as melhores condutas a seguir!
Entenda o significado das numerações do BI-RADS na mamografia e na ultrassonografia.
Quando o exame é inconclusivo ou incompleto.
Inconclusivo. Aqui estão os:
Quando a mamografia não apresenta nenhuma alteração. O exame é completamente normal. As mamas são simétricas e não foram visualizadas massas, distorções de arquitetura ou calcificações suspeitas.
“Mamas normais”, ou seja, não há alterações nos seios — sendo o resultado mais almejado.
Quando é visualizado alguma alteração na mamografia, mas que tem características completamente benignas, ou seja, não é câncer, nem se transformará na doença
· Fibroadenomas calcificados.
· Linfonodos intra-mamários.
· Calcificações vasculares.
· Lipomas.
· Hamartomas.
· Calcificações de origem secretória.
· Implantes de silicone.
· Cicatriz cirúrgica.
Quando as alterações encontradas provavelmente são benignas, mas não é possível ter 100% de segurança. A conduta sugerida é repetir a mamografia a cada 6 meses. Após 2 anos, a lesão permanecer igual, pode ser classificada como BI-RADS 2.Por outro lado, se em algum momento do seguimento a lesão mudar de características e se tornar mais suspeita, a classificação deve ser mudada para BI-RADS 4 e a lesão deve ser biopsiada.
Quando as alterações encontradas tem características suspeitas malignidade, mais o câncer só pode ser confirmado após a paciente ser submetida à biópsia da lesão para que o diagnóstico correto e estabelecido a conduta de tratamento.
Pode ser um câncer de mama. Designa desde lesões com baixo risco de ser câncer (menor que 10%) — como cistos, lesões sólidas levemente circunscritas aparentando ser fibroadenomas, abcesso mamário etc. — até aquelas com alto risco (maior que 50%) de malignidade. Compreende as subdivisões:
Altíssimo risco de ser um câncer mamário — superior a 95%. Aqui as massas são irregulares, mal definidas e podem apresentar novos grupamentos de calcificações pleomórficas.
Lesão maligna preexistente. Nesse caso, já há um diagnóstico histológico de câncer e o exame de imagem servirá para controle do tratamento. É comum em laudos de exames de pacientes em tratamento contra o câncer de mama ou que já a terapia.
Na prática, ela mostra ao médico solicitante se a lesão em questão é a mesma que motivou o tratamento ou se é um novo tumor, com características diferentes do diagnosticado anteriormente.
Vimos que o BI-RADS é um método praticado internacionalmente e que classifica lesões mamárias. Agora, veja as melhores condutas a seguir após observar o laudo.
Repetir a mamografia e, a critério médico, também solicitar uma ultrassonografia.
Seguir a rotina de acompanhamento escolhido para cada paciente, como repetir o exame no período mais indicado para ela, baseando-se em seu histórico e outros critérios.
A conduta é semelhando à anterior, mas a frequência dos exames podem ser maiores.
Repetir a mamografia a cada seis meses durante dois anos para verificar a existência de mudanças relacionadas ao exame anterior. Pode-se solicitar, ainda, que uma ultrassonografia seja feita semestralmente.
Realizar uma biópsia como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf). Se o resultado de exame for cito ou histopatológico benigno, ainda assim, deve ser feito um controle mamográfico semestral.
Aqui há duas possibilidades:
Requer estudo histopatológico — como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf).
Requer biópsia como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf).
Aqui, a conduta é intrinsecamente dependente de vários fatores, sendo individualizada para cada paciente, pois trata-se de uma pessoa que tem ou já teve câncer de mama.
Esperamos que nosso post com todas as informações importantes sobre classificação BI-RADS seja útil em seu dia a dia no consultório.
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A via aérea difícil (VAD) consiste nas situações em que o paciente não consegue ser intubado e/ou ventilado como deveria. Naturalmente, esse tipo de acontecimento causa pânico nos profissionais envolvidos, já que isso eleva os riscos de mortalidade.
Por motivos como esses, é indispensável entender mais sobre em que consiste a via aérea difícil e como esse quadro ocorre. Desde já, saiba que situações como essas são mais comuns na sala de emergência, em intubações que exigem sequências rápidas em gestantes e em cirurgias eletivas.
Então, quer aprender mais sobre a via aérea difícil? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas sobre a temática!
Conforme mencionado e como o próprio nome sugere, uma via aérea difícil consiste na situação clínica em que o profissional da saúde tem dificuldades na ventilação e/ou intubação de pacientes. Assim, a via aérea difícil pode se encaixar em determinado contexto, segundo a Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA), como:
Em situações como as descritas, é necessário repetir o processo, mudar os equipamentos utilizados, como as lâminas ou até mesmo introduzir itens alternativos. E ainda, pode ser necessário contar com o uso de outros elementos para auxiliar a laringoscopia.
Além desses procedimentos citados, é necessário conhecer os fatores de risco para entender as condições do paciente e garantir que as devidas precauções sejam tomadas. Além disso, essa identificação também é útil para que não haja mais erros nas técnicas utilizadas. Então, os critérios que ajudam a perceber isso são:
Existem dois exames que podem ser utilizados em caso de via aérea difícil: o videolaringoscópio ao laringoscópio tradicional. O primeiro trata-se de um equipamento moderno que faz o procedimento com mais segurança e precisão, por isso ele é a melhor opção.
Isso é especialmente útil em situações emergenciais que pedem intubações rápidas, evitando que o VAD ocorra. Enquanto isso, o laringoscópio tradicional apresenta limitações que não são recomendadas especialmente no caso de via aérea difícil.
Diante dos riscos envolvidos, é indispensável conhecer técnicas recomendadas para acessar uma via aérea difícil. Por exemplo:
Conseguiu tirar suas principais dúvidas sobre a via aérea difícil? Entender mais sobre o assunto contribui para um cuidado mais adequado com o paciente em situações como essas. É o caso de seguir as técnicas e o exame recomendado.
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