Medtronic é a nova parceira da Medicalway

A Medicalway, empresa especializada em venda e aluguel de produtos hospitalares, tem o prazer de anunciar sua nova parceria com a Medtronic

Esta colaboração promete trazer inovações significativas e reforçar o compromisso da Medicalway com a qualidade e a excelência no atendimento à saúde. 

Neste artigo, conheça mais detalhes desta parceria e os novos produtos do nosso portfólio! 

Quem é a Medtronic?

A Medtronic é uma empresa global de tecnologias médicas, estabelecida em 1949. Com sede em Dublin, Irlanda, a Medtronic é reconhecida mundialmente por suas inovações na área da saúde, oferecendo soluções que melhoram significativamente a vida dos pacientes.

A empresa atua em mais de 150 países e conta com um portfólio diversificado que abrange desde dispositivos cardíacos a sistemas de monitoramento e gerenciamento da dor.

Por que os equipamentos da Medtronic são diferentes do que existe no mercado

Os equipamentos Medtronic se destacam no mercado por várias razões, incluindo sua tecnologia de ponta, durabilidade e eficiência.

Tecnologia de ponta

A Medtronic investe significativamente em pesquisa e desenvolvimento para assegurar que seus produtos estejam sempre à frente das últimas inovações tecnológicas. 

Seus dispositivos são projetados para oferecer as ferramentas mais avançadas para diagnósticos e tratamentos médicos, permitindo aos profissionais de saúde realizarem cuidados mais precisos e eficazes.

Durabilidade e eficiência dos produtos

Além da tecnologia, a durabilidade e a eficiência são características marcantes dos produtos Medtronic. Os dispositivos são projetados para durar, minimizando a necessidade de substituições frequentes e reduzindo os custos operacionais para as instituições de saúde.

Medtronic e Medicalway: uma parceria de sucesso

Esta união combina a experiência da Medicalway em distribuição e locação de equipamentos hospitalares com a inovação tecnológica da Medtronic

Juntas, as empresas estão comprometidas em fornecer soluções de saúde de alta qualidade que atendem às necessidades específicas de clínicas e hospitais.

Conheça os equipamentos da Medtronic que temos no nosso portfólio

A Medicalway agora oferece uma variedade de equipamentos Medtronic, que incluem soluções para diversas áreas médicas. Vamos conhecer esses produtos inovadores:

Nellcor™

Oxímetros para todos os tipos de pacientes, possibilitando a monitorização em tempo real da saturação de oxigênio nos mais diversos ambientes.

Fabricados com tecnologia Nellcor™, possuem gerenciamento de alarme e leitura precisa em condições de baixa saturação e movimento do paciente, facilitando a interpretação dos resultados.

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BIS™- Monitor de nível de consciência

Monitor do nível de consciência para atender às necessidades dos médicos e dos pacientes submetidos à anestesia ou sedação, favorecendo a prevenção do despertar intra-operatório e a titulação anestésica individualizada de forma segura e eficaz. Apresenta sensores para todos os tipos de paciente.

Características técnicas

  • Índice biespectral monitorização do nível de consciência com faixa de operação de 0 a 99;
  • Indicador de qualidade de sinal (SQI);
  • Potencial eletromiográfico (EMG) na faixa de 30 a 55 decibéis;
  • Detecção automática de artefatos;
  • Eletroencefalograma (EEG) de 2 ou 4 canais;
  • Razão de supressão (SR) com faixa de operação de 0 a 100%;
  • Aproximadamente 1,6kg com cabo;
  • Alimentação: 100-240 VAC (Bivolt Automático), 50/60 Hz;
  • Tendências: 72 horas de armazenamento de informações;
  • Portas USB A e B permitindo a gravação de dados de tendências;

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INVOS™ – Monitor da perfusão cerebral

A Medtronic possui um monitor da perfusão cerebral/somática em tempo real e não-invasivo para atender às necessidades dos médicos e dos pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos ou internações prolongadas. 

Apresenta sensores para todos os tipos de paciente, identifica a oxigenação sanguínea da microvasculatura cerebral/somática, favorecendo a detecção precoce da isquemia, permitindo intervenções de maneira segura e eficaz.

Características técnicas

Monitor

  • 4,95 kg
  • Dimensões: 29 cm L x 24 cm A x 19 cm P
  • Tendências gráficas: 24 horas a 2 amostras por minuto

Especificações

  • Intervalo de rSO2: 15 – 95 (atualizado a cada 5 a 6 segundos)
  • Intervalo dos limites do alarme: Alto: 20 – 95; baixo: 15 – 90
  • Frequência: 50/60 Hz
  • Tensão de entrada: 100 – 240 VAC – bivolt automático
  • Porta USB: Memória do flash do USB 2.0
  • Bateria de Reserva: 12VCC; aproximadamente 20 minutos
  • Corrente: 1,0 A – 0,5 A ( a um nível máximo de 100 e 240 volts respectivamente)
  • Fusível: F2,5A 250V
  • Memória: 28 casos de 24 horas cada

Entradas e saídas

  • Porta de saída digital: permite o estabelecimento de comunicações em tempo real e de dados digitais armazenados com outros dispositivos como, por exemplo, um PC.
  • Porta de saída do VGA: fornece sinais de vídeo normais para uma tela externa.

 

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Warmtouch ™

Unidade de Aquecimento WarmTouch™ permite a manutenção da normotermia através da otimização da temperatura de pacientes hipotérmicos ou não com o fornecimento de calor por ar por convecção através das mantas térmicas (registradas na ANVISA com diferentes números e vendidas separadamente).

O WarmTouch™ produz melhor aquecimento ocupando menos espaço, facilidade de manipulação e transporte. A disponibilidade de 4 diferentes opções de temperaturas (37º, 40º, 45 º e 47º C) e a circulação do ar ambiente traz ao corpo clínico um melhor manejo da temperatura dos pacientes.

Características

  • Design intuito facilita a rápida ação da equipe.
  • Equipamento permite o aquecimento rápido do paciente, com incremento de 23 °C para 37 °C em menos de 6 minutos;
  • Acompanha o carrinho de transporte (5022900) para uma facilidade no manejo e transporte do equipamento;
  • Filtro HEPA de alta eficiência 99,97%

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McGrath™ – Videolaringoscópio

Quando a visualização é mais clara, o gerenciamento da via aérea é realizado com mais confiança. Com um design aprimorado, a próxima geração do videolaringoscópio McGRATH® MAC é a solução para todos os tipos de intubações.

Uma melhor visualização das vias aéreas conduz a uma maior chance de sucesso na primeira tentativa. O videolaringoscópio McGRATH® MAC combina as suas habilidades em laringoscopia com a nossa tecnologia inovadora.

Desenvolvido com uma tela integrada, oferece maior visibilidade da anatomia permitindo uma rápida, precisa e segura inserção do tubo endotraqueal, garantindo ao médico e ao paciente a melhor intubação.

Inspirado na prática clínica

  • Combina visualização indireta com a técnica tradicional de laringoscopia
  • Versátil
  • Para via aérea difícil e de rotina, desde pacientes pediátricos até adultos
  • Conveniente
  • Portátil e com um único cabo, possui vários tamanhos de lâminas
  • Consistente
  • Apresenta um design resistente para ambientes hospitalares dinâmicos

Características técnicas

  • Videolaringoscópio: 180mm x 68mm x 110mm
  • Peso: 200g
  • Bateria de lítio 3,6V (250 minutos de duração com indicador do tempo restante na tela)
  • Fonte de luz: LED de alta intensidade
  • Display colorido de LED com 2,5”
  • Câmera: CMOS
  • Materiais termoplásticos duráveis de nível médico com centro estrutural reforçado com liga metálica
  • Permite opções para limpeza, desinfecção e esterilização de todo viedeolaringoscópio
  • Lâminas de uso único por paciente
  • Estéreis, embalagem unitária, em papel cirúrgico
  • Polímero óptico de grau médico
  • Design fino e com revestimento anti-embaçamento
  • Opção angulada para vias aéreas difíceis e extremas
  • Não contém látex

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Shiley™ – Cânulas de traqueostomia

As cânulas de traqueostomia flexíveis Shiley™, são a nova geração de cânulas da Medtronic, desenvolvidas para otimizar os resultados no atendimento de pacientes crônicos.

Proporcionam flexibilidade e conforto máximo ao paciente em ventilação mecânica ou ventilação espontânea para simplificar o atendimento com qualidade e confiabilidade. 

Características

  • O exclusivo cuff TaperGuard™ oferece vedação ideal minimizando fugas de ar e microaspirações
  • Com cânula interna descartável (1 por embalagem)
  • Padronização de códigos para os tamanhos Jackson e ISO
  • Informações gravadas a laser na alça de fixação: modelo, diâmetro interno (D.I.), diâmetro externo (D.E.), comprimento, COM OU SEM cuff
  • Conector universal de 15 mm sem a necessidade de uso da cânula interna
  • Esterilizada em óxido de etileno

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Entre em contato com a Medicalway para mais informações sobre equipamentos e serviços de compra e aluguel

A nova parceria entre a Medicalway e a Medtronic representa um passo significativo na melhoria dos cuidados de saúde no Brasil. 

Combinando a inovação tecnológica da Medtronic com a expertise da Medicalway em distribuição e locação de equipamentos hospitalares, estamos prontos para oferecer soluções de saúde que realmente fazem a diferença. 

Não perca a oportunidade de melhorar a qualidade dos cuidados em sua instituição com os produtos de alta tecnologia da Medtronic

Contate-nos agora e saiba mais!

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    Saiba como identificar a via aérea difícil antes da intubação

    Saiba como identificar a via aérea difícil antes da intubação. Na intubação orotraqueal, duas situações são consideradas como via aérea difícil: a dificuldade de ventilar e a intubação difícil.

    No primeiro caso, a saturação da ventilação pulmonar não é mantida dentro dos padrões normais, nem com máscara ou oxigênio. No segundo, é preciso ter mais de três tentativas de intubação sem sucesso.

    No entanto, alguns passos podem ajudar a identificar a condição o quanto antes. Veja, a seguir, quais são eles!

    Posicione o paciente da forma correta

    Identificar a via aérea difícil depende da posição correta do paciente. Isso é indispensável mesmo em situações complexas, como a de pacientes em parada cardíaca.

    Esse posicionamento ideal é chamado de snif position. Ela é determinada quando o ângulo da mandíbula se iguala em altura com a parte superior do tórax. Assim, o tragus fica nivelado com o manúbrio esternal e há possibilidade de inclinar a cabeça para trás. É possível contar com o uso de lençóis e travesseiros para ajustar a posição.

    Estime a distância interincisivos

    A distância interincisivos é estimada entre 3 dedos, ou aproximadamente 5cm. Esse espaço significa que é possível acomodar a lâmina entre os dentes superiores e inferiores.

    Ele deve ser respeitado por questões de conforto, segurança e eficiência da intubação. O paciente que não apresenta o correto distanciamento pode ter problemas na articulação da mandíbula.

    Avalie a extensão entre cabeça e pescoço

    Outro ponto importante é a avaliação da extensão livre entre cabeça e pescoço. Ela comprova a possibilidade de assumir a posição olfativa, a mais recomendada para alinhar os eixos laríngeo, faríngeo e oral durante a intubação.

    É preciso segurar um marcador verticalmente na testa, com a cabeça e o pescoço inclinados para trás. Com o marcador no mesmo lugar, a cabeça deve ser flexionada para baixo. Assim, a distância será marcada. Em casos de suspeita de traumatismo raquimedular, essa manobra não é indicada.

    Utilize dispositivos especiais para via aérea difícil

    Alguns dispositivos são especiais para a via aérea difícil. Por exemplo, a máscara laríngea, o fibroscópio e o bougie devem ficar sempre ao alcance, para o caso de uma atitude extrema para salvar a vida do paciente.

    Em casos de falha, o kit de crico também deve estar disponível. O videolaringoscópio é outro dispositivo que, quando usado de maneira correta e pontual, ajuda na precisão da técnica. Diante da possibilidade de complicações mesmo com esse auxílio, considere chamar outro médico para averiguar a situação do paciente.

    Atente-se à protusão mandibular

    Um dos principais preditores associados a uma intubação difícil é a protusão mandibular. Ela deve apresentar mobilidade de articulação, o que atesta a possibilidade de deslocamento durante a laringoscopia.

    Quando reduzida, ela pode comprometer ainda mais a intubação. É essencial realizar o teste da mordida do lábio superior, que comprova se a protusão é adequada ou se prediz visões laringoscópicas ruins.

    Identificar a via aérea difícil corretamente pode salvar vidas. Embora seja um cenário perturbador, essas dicas podem ajudar a normalizá-lo para garantir o cuidado adequado com a saúde do paciente. Sem praticá-las, o paciente fica sem ventilação, e as consequências são catastróficas.

    Este artigo foi útil para você? Conheça mais sobre produtos e serviços que ajudam a manejar situações complexas como essa!

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    Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma

    Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma. A sala de cirurgia é um ambiente essencial para procedimentos médicos, como você já sabe. Ela precisa contar com instrumentação correta, torre de equipamentos, carrinho de medicamentos, cesto de materiais usados e um aparato essencial: a mesa cirúrgica.

    Hoje, a tecnologia permite que ela seja muito mais moderna e flexível — o que melhora a disposição do paciente e garante uma performance ainda mais precisa por parte do profissional médico. No entanto, é preciso escolher o modelo certo para bons resultados.

    Que tal aprender um pouco mais sobre o que levar em conta nesse momento? Nosso artigo ensina tudo o que você precisa saber. Confira!

    O que é uma mesa cirúrgica?

    A mesa cirúrgica, também conhecida como mesa operatória, é utilizada para posicionar o paciente para procedimentos cirúrgicos. Ela tem um tampo, que se divide em seções.

    Dessa maneira, o paciente pode ficar sentado ou deitado. Ela ainda conta com uma base central, repleta de mecanismos que contribuem para o ajuste de altura e a inclinação do tampo.

    Existem modelos com diferentes configurações e finalidades para que a intervenção prevista seja extremamente assertiva. Mas também para que o paciente fique, na medida do possível, mais confortável e tranquilo com a situação.

    Como ela funciona?

    A mesa cirúrgica funciona por meio de um sistema de acionamento. Ele pode ser de dois tipos diferentes:

    Sistema elétrico

    Nesse caso, a mesa é equipada com um motor elétrico. Todos os movimentos são realizados com a ajuda de um atuador, acionado via telecomando.

    Sistema hidráulico

    Aqui, a mesa utiliza fonte de energia hidráulica para funcionar. Para isso, é preciso acionar um pedal na base.

    Ainda é possível encontrar mesas que combinam os dois acionamentos. Por exemplo, quando a elevação do tampo é feita por sistema elétrico e o ajuste do apoio de cabeça pelo sistema hidráulico.

    Quais são os principais tipos de mesa cirúrgica existentes?

    De acordo com o tipo de cirurgia que será realizado, o profissional pode optar por alguns tipos de mesa cirúrgica específicos. As características variam da seguinte forma:

    Universais

    As mesas universais são mais usadas em cirurgia geral ou digestiva, e ainda nas que são menores e mais rápidas. São versáteis e adequadas para várias especialidades cirúrgicas: cardiovascular, vesicular, plástica, entre outras.

    Especializadas

    As mesas especializadas, por sua vez, são desenvolvidas de acordo com especialidades médicas. Assim, acessórios específicos podem ser acoplados conforme a necessidade. É o caso das mesas de cirurgia ginecológicas, ortopédicas e oftalmológicas.

    Em ambulatório, a mesa móvel é mais comum. Elas contam com rodas para facilitar questões de urgência e transporte de pacientes.

    Por que a mesa cirúrgica é tão importante?

    A importância da mesa cirúrgica é indispensável dentro de qualquer centro hospitalar, mas não apenas para garantir a segurança dos procedimentos cirúrgicos. Veja só no que mais ela auxilia!

    Ajuda a posicionar adequadamente o paciente

    Cada tipo de cirurgia exige um posicionamento diferente do paciente. É por esse motivo que a pesa tem o tampo móvel e dividido em várias partes.

    Ao desdobrá-los e reposicioná-los, fica mais fácil garantir ao médico mais mobilidade para a cirurgia. Além de deixar o paciente com o apoio adequado, inclusive para a anestesia.

    Agiliza o procedimento cirúrgico

    Os procedimentos cirúrgicos também acontecem com maior agilidade diante do uso da mesa cirúrgica correta. O paciente não precisa se mover ou ser reposicionado pelos profissionais durante o momento.

    Além disso, a mesa conta com perneiras, braçadeiras, apoios para a cabeça, entre outros — o que permite o ângulo certo para intervenções precisas e rápidas.

    Facilita o trabalho dos cirurgiões

    Com a mesa cirúrgica, o trabalho dos cirurgiões fica muito mais fácil. Afinal, o ambiente já fica devidamente apropriado para o trabalho.

    A mesa pode ser encontrada em tamanhos variados, o que facilita sua adaptação aos ambientes, e se adaptam aos acessórios que os médicos precisam utilizar, como suporte para soro, estrutura de tração, entre outros.

    Garante conforto e eficiência

    Por fim, a mesa ainda garante conforto para o médico, mas principalmente para o paciente. É um equipamento eficiente, que suporta todos os tipos físicos, de crianças e adultos.

    Como escolher a mesa cirúrgica certa?

    Agora que você já conhece cada detalhe de uma mesa cirúrgica, é hora de descobrir o que levar em conta para fazer a escolha certa. Acompanhe as principais dicas.

    Considere a especialidade

    Em primeiro lugar, é fundamental que você considere a sua especialidade para comprar o melhor tipo de mesa. Dentro da modalidade, há também procedimentos nos quais você pode se especializar mais uma vez, então foque no que você mais realiza para ter um equipamento de ajuste fácil e preciso.

    Observe a sala disponível

    O tamanho da mesa deve ser definido de acordo com o tamanho da sala disponível para cirurgia. Não é preciso adquirir uma opção muito compacta se há espaço suficiente, a menos que a especialidade exija isso.

    Confira qual é o melhor tipo de acionamento

    Conforme explicamos, o sistema de acionamento da mesa cirúrgica pode ser elétrico, hidráulico ou híbrido. É fundamental que você confira se existem recursos suficientes na sala para suportá-los.

    Por exemplo, o acionamento elétrico exigirá tomadas próximas à mesa. Sem esse tipo de referência, você poderá ter complicações para usá-la.

    Verifique as posições

    Uma boa mesa cirúrgica deve possibilitar, pelo menos, as sete principais posições exigidas em procedimentos cirúrgicos. São elas:

    • decúbito dorsal (paciente de costas para a mesa);
    • decúbito ventral (paciente de barriga para baixo);
    • decúbito lateral (paciente posicionado ao lado contrário da intervenção cirúrgica);
    • Trendelenburg (adequada para intervenções abdominais);
    • anti-Trendelenburg (adequada para intervenções na cabeça e no pescoço);
    • posição litotômica (posição de parto);
    • posição sentada (paciente sentado em posição ângulo de 90°).

    Como você pode ver, a mesa cirúrgica é um equipamento indispensável em qualquer centro clínico ou hospitalar. Ela interfere no bem-estar do paciente durante a cirurgia, mas também permite que o médico trabalhe com mais precisão e agilidade, de modo a otimizar os resultados do procedimento e assegurar uma boa recuperação mais tarde.

    Para acertar na compra, conte com um fornecedor como a Medicalway, que trabalha com um portfólio completo de modelos e marcas. Aproveite para conhecer nossas opções!

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    Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas!

    Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas! O ventilador pulmonar é um equipamento muito utilizado no ambiente hospitalar. Enquanto a versão de transporte é destinada para quem precisa de suporte respiratório em trajetos ou períodos curtos, a versão para UTI visa estabilizar a respiração de pacientes com doenças cardiorrespiratórias crônicas, recém-operados, vítimas de traumas, entre outros.

    Ambos são extremamente importantes para a manutenção da saúde dos pacientes. Inclusive, eles têm sido usados com frequência no tratamento contra a Covid-19, uma vez que o vírus afeta diretamente o pulmão e a capacidade respiratória. Entretanto, é fundamental escolher um equipamento de qualidade para garantir o ajuste ao quadro médico, de acordo com o problema e o paciente.

    Neste artigo, vamos falar sobre o que levar em conta ao escolher o ventilador de UTI ideal. Confira as dicas importantes que separamos!

    1. Atente-se às aplicações do ventilador de UTI

    A primeira questão a ser observada na escolha do ventilador de UTI é a aplicação. Existem diversos tipos de finalidades práticas, conforme a especialidade clínica e os pacientes — neonatal, pediátrico ou adulto.

    Essa definição é essencial para a elaboração da especificação e a seleção de modelos. Isso porque os ventiladores são desenvolvidos e vendidos de acordo com a faixa de peso que podem atender.

    Em geral, ela varia de 3 a 200kg. A seguir, vale a pena pensar a quais setores os ventiladores serão destinados. Na UTI, seu nível de complexidade e sofisticação é maior, pois a permanência do paciente no setor costuma ser mais longa.

    2. Veja quais são as modalidades ventilatórias

    Nas intubações de longa duração, é muito importante que o ventilador de UTI conte com modalidades ventilatórias que auxiliem no desmame do paciente. Este é um processo em que o equipamento identifica o seu estímulo, para que ele faça esforço pulmonar por conta própria e recupere de vez sua capacidade.

    Essas são as principais modalidades encontradas no ventilador:

    • SIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada;
    • PSIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada a pressão;
    • SPONT: ventilação espontânea;
    • BiLevel/Duo-Level/BIPAP: ventilação em dois níveis de pressão;
    • PAV+: ventilação assistida proporcional plus;
    • SPN PPS: ventilação pressão de suporte proporcional;
    • APRV: ventilação com alívio de pressão;
    • CPAP: ventilação espontânea contínua assistida;
    • PSV: ventilação de suporte de pressão;
    • VCV: ventilação controlada a volume;
    • PCV: ventilação controlada a pressão;
    • PRVC: pressão regulada com volume controlado.

    3. Observe os modos de controle

    Durante o ciclo de respiração, gases são trocados o tempo todo pelo organismo — desde os tecidos dos órgãos até as menores células. O ventilador pulmonar tem o objetivo de substituir o movimento natural da respiração, ou seja, o ciclo respiratório deve ser restaurado por completo.

    Para acompanhar se essa questão está em ordem, é preciso observar os modos de controle do equipamento. Eles trabalham em conjunto com as modalidades ventilatórias e podem ser: espontâneo e controlado ou assistido, espontâneo, assistido, assistido ou controlado ou controlado.

    Eles demonstram a capacidade de esforço do paciente em retomar o controle da respiração. Enquanto a modalidade supre as necessidades de guiar esse processo, o modo pode mudar ao longo dele, de acordo com a resposta que o corpo fornece e que é registrado pelo monitoramento.

    4. Prefira um uso simples e objetivo

    Você encontrará muitos equipamentos sofisticados e repletos de funções. Isso é ótimo para assegurar um bom desempenho e o suporte adequado para o paciente. No entanto, administrar essas funções deve ser algo simples e objetivo.

    É preciso ter em mente que pacientes que precisam de apoio respiratório requerem intervenção imediata. Eles não podem esperar por estabilidade. Se o dispositivo de monitoramento for muito complexo, o atendimento não será satisfatório.

    Portanto, procure por alternativas que sejam simples e objetivas para mexer e ler registros. Assim, diante de qualquer irregularidade, será possível iniciar os devidos procedimentos ou fazer outros encaminhamentos.

    5. Confira se o equipamento é certificado

    Como todo equipamento médico, é de suma importância conferir se o ventilador de UTI é certificado. Somente essa comprovação assegura a efetividade do aparelho, bem como a segurança do paciente durante a realização dos procedimentos médicos.

    Entre as certificações mais importantes, estão o registro de boas práticas emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a confirmação dos requisitos exigidos pelo ISO 13485. Em alguns casos, pode ser que você precise de autorização de comercialização, em especial para manter peças para manutenção disponíveis em estoque.

    Compre apenas marcas reconhecidas no mercado. E, é claro, de fornecedores confiáveis, que trabalhem unicamente com equipamentos originais e atualizados.

    6. Analise as formas de monitoramento

    É importante ressaltar que ventiladores pulmonares de UTI precisam de formas de monitoramento mais elaborados. Somente assim será possível realizar um ajuste seguro da ventilação.

    Um exemplo disso é a monitorização de frequência respiratória e volume corrente, ou ainda a medida da pressão de pico inspiratório ou pressão expiratória.

    Também é indispensável acompanhar a apresentação de curvas de volume, pressão e fluxo. Isso deve ser feito com a ajuda de um monitor, que registra também vazamentos, esforço excessivo do paciente, assincronia entre respiração e equipamento, entre outros. Assim, sempre que necessário, a modalidade respiratória poderá ser trocada.

    7. Tenha atenção a ventiladores de UTI neonatal

    Quando se trata do atendimento neonatal, lembre-se de que os pacientes têm, em média, apenas 400g. Portanto, é fundamental encontrar equipamentos que consigam atender a partir de 250g. Embora muitos já venham com essa capacidade, nem todos contam com a função de controle e monitoramento tão específica.

    Portanto, é um fator a ser observado com muita atenção. Do contrário, não será possível captar a evolução do paciente de maneira direcionada.

    Além disso, os modelos para neonatal devem ter modalidade ventilatória de alta frequência. Esse é um grande diferencial para essa modalidade, que tem um atendimento mais delicado e com altos níveis de urgência.

    O ventilador pulmonar de UTI é um dos equipamentos mais importantes para contribuir na recuperação de pacientes. Portanto, siga sempre essas indicações para ter um modelo moderno e de uso simples à disposição.

    A Medicalway trabalha com variedades e soluções consideradas as melhores do mercado. Identifique as necessidades de seu ambiente hospitalar e confira quais de nossas opções podem atendê-las adequadamente!

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