A mesa hospitalar é o equipamento ideal para refeições em hospitais e clínicas de repouso. Isso por si só é motivo para que a gestão de instituições de saúde redobre a atenção quanto à escolha do equipamento, já que a alimentação pode contribuir para a recuperação e a melhor qualidade de vida dos pacientes.
Apesar disso, muitos sentem uma dificuldade especial de se alimentar em hospitais, seja pela condição de saúde em que se encontram ou pela associação do senso comum de que comida de hospital é desagradável. Independentemente da razão, oferecer o máximo de conforto durante esse momento é indispensável para estimular o apetite, facilitar o deslocamento e muito mais.
Então, sentiu curiosidade e quer entender mais sobre as características da mesa hospitalar, seus benefícios e quais critérios utilizar na escolha? Continue a leitura e fique por dentro do assunto!
Conforme mencionado, a mesa hospitalar é um item indispensável para oferecer uma refeição mais confortável aos pacientes de hospitais e clínicas médicas, permitindo que o paciente se sente na cama enquanto faz a refeição de forma tranquila, independente e segura — o que é especialmente útil para quem está em recuperação médica.
A mesa hospitalar pode ter seu material feito de plástico pulverizado em aço de alta qualidade, ser 100% de plástico, entre outros materiais. O fato é que esse objeto costuma ficar próximo ao leito do paciente e dispor de rodas para facilitar o seu deslocamento.
Considerando o quadro de saúde dos pacientes, a parte superior da mesa hospitalar normalmente conta com uma tampa de madeira e revestimento liso, o que facilita a limpeza e a estabilidade durante a refeição, tornando o momento mais cômodo para as diversas condições do paciente.
A mesa hospitalar é indispensável para que pacientes que passam mais tempo nos hospitais e clínicas médicas possam ter uma estadia mais confortável e digna enquanto recebem o tratamento adequado.
Considerar isso ganha ainda mais relevância nos tempos atuais, em que muitos podem negligenciar o atendimento médico por pensar na falta de conforto, na humanização e na funcionalidade que pode existir nesses espaços, tornando a estadia frustrante. Assim, é preciso que as instituições provem o contrário e coloquem as necessidades dos pacientes no centro de todo o processo de decisão.
Diante do que foi mencionado, é inegável o quanto uma mesa hospitalar pode ajudar a preencher os requisitos desejados e citados. Entenda mais sobre a importância desse objeto a seguir.
É natural que os pacientes em hospitais e clínicas por si só já passem por situações desconfortáveis, seja por dores físicas ou o medo e ansiedade, por exemplo, que afetam a mente. Então, é importante que instituições de saúde priorizem o conforto da maneira que puderem, como na mesa hospitalar.
É natural que a mesa hospitalar seja utilizada por inúmeros pacientes e profissionais da saúde por vez. Assim, investir na mesa hospitalar de qualidade e com alta durabilidade é extremamente benéfico para que o item suporte limpeza constante e diferentes pesos.
Conforme mencionado, alguns modelos de mesa hospitalar contam com rodas que permitem o seu deslocamento fácil e cômodo para os pacientes, que podem ter certa autonomia no processo de alimentação, e para os profissionais de saúde, que normalmente cuidam de muitos enfermos dentro de um mesmo plantão.
Quer dizer, existem mesas hospitalares com rodas silenciosas, fáceis de instalar, estáveis e firmes, fáceis de transferir, anti-enrolamento, com eixo de roda longa etc. Escolha a que mais se adapta às necessidades e ao interesse da sua instituição e aproveite os benefícios oferecidos.
Você consegue imaginar as consequências para o paciente se as refeições caírem em cima da cama durante a alimentação, por não estarem em uma superfície firme, como a mesa hospitalar? Além do desperdício de alimentos, a situação poderia causar desconforto para o paciente e, em casos mais graves, ocasionar queimaduras e piorar o quadro dos enfermos.
E ainda, a situação descrita certamente levaria a prejuízos na reputação da instituição, que teria sua imagem associada com o descaso da segurança dos pacientes no momento da refeição. Para evitar problemas como o mencionado, a mesa hospitalar é a melhor escolha.
Nem todos os pacientes se sentem confortáveis de receber a refeição dos enfermeiros ou até mesmo dos acompanhantes, preferindo ter autonomia durante esse momento. Com a mesa hospitalar, que oferece estabilidade e segurança na refeição, é possível ter liberdade e independência com mais facilidade.
Afinal, muito mais do que uma exigência dos pacientes, lembre-se de que oferecer autonomia também faz parte do processo de recuperação e tratamento, já que, em muitos casos, é necessário recuperar certos movimentos aos poucos.
É fundamental ter uma superfície plana para apoiar os alimentos de forma cômoda para o paciente durante a refeição e que também facilite a manutenção e a limpeza, já que ambientes hospitalares são mais suscetíveis ao aparecimento de bactérias, germes e demais doenças. Nesse sentido, a mesa hospitalar, de forma geral, conta com as características que facilitam esse processo.
Diante da relevância da mesa hospitalar, é preciso fazer uma escolha precisa para evitar frustrações. Para isso, leve em consideração os seguintes aspectos:
Os critérios acima são fundamentais para que sua instituição de saúde faça a melhor escolha da mesa hospitalar e possa aproveitar os benefícios destacados. Assim, os pacientes e profissionais da saúde se sentem muito mais valorizados.
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A aplicação de anestesias em pequenos animais pode ser aplicada em várias situações como forma de reduzir a dor do paciente por um determinado período, por exemplo, nos processos cirúrgicos, procedimentos ambulatoriais, realização de exames, entre outros. No entanto, é importante ter em mente que cada animal possui especificidades que precisam de ser levadas em conta no momento de escolher o tipo mais apropriado e fazer com que a intervenção seja um sucesso.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!
É importante ter em mente que existe um tipo de anestesia mais apropriado para cada situação:
Por meio dela ocorre a persa da sensibilidade da dor sem a perda da consciência do paciente. Os medicamentos utilizados têm a função de bloquear os impulsos nervosos da região a ser operada, sendo comumente usada em procedimentos menos invasivos.
Nesse tipo, o anime perde a consciência totalmente. Isso porque, o fármaco suprime temporariamente a sensação integral da dor. É muito usada nos casos de amputação de membros, cirurgias ortopédicas e castração.
Usa fármacos com a finalidade de bloquear a transdução, transmissão e a modulação do estímulo nociceptivo da medula espinhal. Quando aplicados localmente no tecido nervoso, bloqueiam a conduta nervosa de maneira reversível. Por ser utilizada em bloqueio periférico dos membros, infusão contínua, anestesia epidural etc.
As anestesias em pequenos animais podem ser administradas pelas seguintes vias:
Para que o procedimento seja executado de maneira tranquila e segura, é importante estar atento aos cuidados pré-operatório, que envolve uma avaliação clínica detalhada para averiguar o histórico e estado de saúde do animal (pulmão, coração e região a ser operada), coletar amostrar de sangue e urina. Nesse momento, os profissionais qualificados também vão verificar qual o protocolo mais apropriado para o caso em questão. Outros cuidados que devem ser prestados nessa hora pelo dono do animal são:
Agora que você entende quais são os principais tipos de anestesias em pequenos animais, as vias de administração e cuidados pré-operatórias, também é importante contar com equipamentos de qualidade, já que isso é essencial para que os procedimentos sejam feitos de forma segura e eficaz, com resultados bastantes positivos.
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As posições cirúrgicas sofreram alterações ao longo dos anos e visam expor adequadamente o campo cirúrgico, facilitando a visualização dos médicos e demais profissionais. Os resultados são salutares: diminuem o tempo de uma cirurgia e os riscos para o paciente.
A escolha da posição ideal é sempre do cirurgião responsável em conjunto com o anestesiologista. Isso porque, enquanto o primeiro precisa ter o campo visual e de manejo adequados, o segundo é o responsável pelo acompanhamento dos sinais vitais e o conforto do paciente — o que auxilia, inclusive, em sua recuperação.
Trata-se da forma como o paciente é disposto na mesa da sala cirúrgica para a realização do procedimento cirúrgico. Já vimos que a posição adequada beneficia os médicos e o paciente. Agora você conhecerá os tipos de posições cirúrgicas.
A posição cirúrgica ideal para o paciente é sempre aquela que permita que:
Os riscos relacionados aos procedimentos cirúrgicos que um paciente pode enfrentar são diminuídos ao estar na posição adequada. Isso acontece devido ao desenvolvimento e aprimoramento das posições facilitando a biodinâmica e a ergonomia do paciente.
A posição cirúrgica ideal facilita o funcionamento do sistema vascular evitando trombose, edemas e outras complicações, daí sua fundamental importância. Além disso, elas permitem uma evolução satisfatória na recuperação do paciente, já que as dores relacionadas à má postura ou ao agravamento de lesões preexistentes são reduzidas.
A seguir, confira os tipos de posições cirúrgicas e quando são usadas!
É o posicionamento mais comum. No entanto, é preciso dar atenção especial ao posicionamento das pernas, para que as articulações dos joelhos não fiquem muito distendidas. A cabeça e a coluna cervical precisam ficar relaxadas. Além disso, deve-se posicionar os braços de forma que sejam evitados danos aos nervos.
É a escolha das cirurgias na coluna. O tórax deve ficar apoiado nos coxins com grande abertura, permitindo a respiração normal e reduzindo a pressão intra-abdominal. A cabeça é posicionada de uma maneira que mantenha a coluna cervical posição neutra. Os joelhos ficarão ligeiramente flexionados e bem acomodados. O uso de travesseiros recortados lateralmente garantem o fácil acesso ao anestesiologista, para uma anestesia segura.
Aqui, o paciente deve permanecer fixado para evitar seu deslocamento. Para o conforto, deve ser utilizado um acolchoamento para pernas e calcanhares. A pessoa pode ficar sobre as articulações motorizadas da mesa, garantindo o acesso ideal à área do tórax ou dos rins.
Neste caso, joelhos e pernas precisam ficar relaxados, ou seja, sem serem distendidos. O dorso e a pederneira devem ser subidos gradualmente, alternando-as. Com o paciente sentado, deve haver nova avaliação visando eliminar pressões que surgiram durante o posicionamento.
Esta é a posição de escolha para cirurgias urológicas e ginecológicas, pois a pélvis fica livre, além de garantir uma maior superfície de suporte para a panturrilha e apoio ao joelho. Além disso, os calcanhares ficam livres, enquanto os pés e os joelhos ficam alinhados ao ombro oposto.
Em cirurgias proctológicas e ginecológicas, após serem anestesiados em posição supina, os pacientes são colocados nesta posição. O tórax é colocado sobre coxins com grande abertura visando a redução da pressão intra-abdominal e não prejudicar a respiração.
Esperamos que o texto tenha explicado adequadamente a importância de acomodar o paciente em uma posição cirúrgica ideal e todas as informações a respeito desse assunto.
Agora, complemente sua leitura com este texto: Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma.
Existe uma variedade de tipos de filtros usados em hospitais. Eles são utilizados para reduzir o risco de contaminação cruzada entre os pacientes. No decorrer do tratamento, algumas pessoas precisam utilizar a ventilação mecânica e o filtro HME é um dos mais indicados para evitar a transferência de microrganismos patogênicos de uma pessoa para o equipamento e do instrumento hospitalar para outra pessoa.
Os médicos e enfermeiras recebem orientações quanto ao manuseio e uso do material e nos hospitais existem protocolos a ser seguidos. Isso para que todas as pessoas possam receber o melhor tratamento e para que possam melhorar rapidamente. Neste post iremos abordar algumas questões relativas ao filtro HME.
Quer saber mais sobre o uso desse instrumento hospitalar? Continue a sua leitura!
Os Heat and Moisture Exchangers, mas conhecidos como filtros HME são chamados aqui no Brasil de Trocadores de Calor e Umidade. Definidos pela American Society for Testing and Materials, os umidificadores podem ser classificados em três categorias. Entre elas podemos citar:
Uma curiosidade é que os filtros HME podem ser comparados com as vias respiratórias superiores de um humano. Afinal, eles conseguem reter o calor e a umidade e em seguida, dispersá-los aquecendo e umidificando os gases inspirados pelo paciente.
Com a capacidade de umidificar e aquecer o gás inspirado pelo paciente, os HME (trocadores de calor e umidade) são equipamentos instalados entre o conector em “Y” do circuito do ventilador e o tubo endotraqueal. Alguns destes dispositivos possuem barreira que atua como filtro microbiológico.
Algumas contraindicações do uso são para pacientes hipersecretivos, retentores de gás carbônico e para aqueles que possuem franco sangramento no pulmão. Mas, vale ressaltar que este equipamento é muito importante para evitar a infecção cruzada.
Os filtros HME estão disponíveis para venda em empresas especializadas nesses equipamentos. Antes de adquirir os materiais para o seu hospital, faça uma pesquisa de preços e verifique se os itens se encaixam nas normas técnicas. Saiba que a Medicalway é uma empresa especializada e que ela comercializa equipamentos médicos e hospitalares.
Os materiais ofertados pela empresa são indicados para centros cirúrgicos, UTIs, centros de imagem (ultrassom), e o melhor de tudo é que a empresa está presente no mercado há 18 anos. Sem contar que ela importa produtos de ótima qualidade para depois revendê-los aos hospitais e clínicas que necessitam.
Então, agora que você já sabe que o filtro HME é muito utilizado em hospitais e possui a informação de que a Medicalway é uma empresa que oferece esse tipo de material, não deixe de fazer orçamentos dos equipamentos. Você vai se surpreender com o valor e a qualidade dos itens.
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