Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas!

Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas! O ventilador pulmonar é um equipamento muito utilizado no ambiente hospitalar. Enquanto a versão de transporte é destinada para quem precisa de suporte respiratório em trajetos ou períodos curtos, a versão para UTI visa estabilizar a respiração de pacientes com doenças cardiorrespiratórias crônicas, recém-operados, vítimas de traumas, entre outros.

Ambos são extremamente importantes para a manutenção da saúde dos pacientes. Inclusive, eles têm sido usados com frequência no tratamento contra a Covid-19, uma vez que o vírus afeta diretamente o pulmão e a capacidade respiratória. Entretanto, é fundamental escolher um equipamento de qualidade para garantir o ajuste ao quadro médico, de acordo com o problema e o paciente.

Neste artigo, vamos falar sobre o que levar em conta ao escolher o ventilador de UTI ideal. Confira as dicas importantes que separamos!

1. Atente-se às aplicações do ventilador de UTI

A primeira questão a ser observada na escolha do ventilador de UTI é a aplicação. Existem diversos tipos de finalidades práticas, conforme a especialidade clínica e os pacientes — neonatal, pediátrico ou adulto.

Essa definição é essencial para a elaboração da especificação e a seleção de modelos. Isso porque os ventiladores são desenvolvidos e vendidos de acordo com a faixa de peso que podem atender.

Em geral, ela varia de 3 a 200kg. A seguir, vale a pena pensar a quais setores os ventiladores serão destinados. Na UTI, seu nível de complexidade e sofisticação é maior, pois a permanência do paciente no setor costuma ser mais longa.

2. Veja quais são as modalidades ventilatórias

Nas intubações de longa duração, é muito importante que o ventilador de UTI conte com modalidades ventilatórias que auxiliem no desmame do paciente. Este é um processo em que o equipamento identifica o seu estímulo, para que ele faça esforço pulmonar por conta própria e recupere de vez sua capacidade.

Essas são as principais modalidades encontradas no ventilador:

  • SIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada;
  • PSIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada a pressão;
  • SPONT: ventilação espontânea;
  • BiLevel/Duo-Level/BIPAP: ventilação em dois níveis de pressão;
  • PAV+: ventilação assistida proporcional plus;
  • SPN PPS: ventilação pressão de suporte proporcional;
  • APRV: ventilação com alívio de pressão;
  • CPAP: ventilação espontânea contínua assistida;
  • PSV: ventilação de suporte de pressão;
  • VCV: ventilação controlada a volume;
  • PCV: ventilação controlada a pressão;
  • PRVC: pressão regulada com volume controlado.

3. Observe os modos de controle

Durante o ciclo de respiração, gases são trocados o tempo todo pelo organismo — desde os tecidos dos órgãos até as menores células. O ventilador pulmonar tem o objetivo de substituir o movimento natural da respiração, ou seja, o ciclo respiratório deve ser restaurado por completo.

Para acompanhar se essa questão está em ordem, é preciso observar os modos de controle do equipamento. Eles trabalham em conjunto com as modalidades ventilatórias e podem ser: espontâneo e controlado ou assistido, espontâneo, assistido, assistido ou controlado ou controlado.

Eles demonstram a capacidade de esforço do paciente em retomar o controle da respiração. Enquanto a modalidade supre as necessidades de guiar esse processo, o modo pode mudar ao longo dele, de acordo com a resposta que o corpo fornece e que é registrado pelo monitoramento.

4. Prefira um uso simples e objetivo

Você encontrará muitos equipamentos sofisticados e repletos de funções. Isso é ótimo para assegurar um bom desempenho e o suporte adequado para o paciente. No entanto, administrar essas funções deve ser algo simples e objetivo.

É preciso ter em mente que pacientes que precisam de apoio respiratório requerem intervenção imediata. Eles não podem esperar por estabilidade. Se o dispositivo de monitoramento for muito complexo, o atendimento não será satisfatório.

Portanto, procure por alternativas que sejam simples e objetivas para mexer e ler registros. Assim, diante de qualquer irregularidade, será possível iniciar os devidos procedimentos ou fazer outros encaminhamentos.

5. Confira se o equipamento é certificado

Como todo equipamento médico, é de suma importância conferir se o ventilador de UTI é certificado. Somente essa comprovação assegura a efetividade do aparelho, bem como a segurança do paciente durante a realização dos procedimentos médicos.

Entre as certificações mais importantes, estão o registro de boas práticas emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a confirmação dos requisitos exigidos pelo ISO 13485. Em alguns casos, pode ser que você precise de autorização de comercialização, em especial para manter peças para manutenção disponíveis em estoque.

Compre apenas marcas reconhecidas no mercado. E, é claro, de fornecedores confiáveis, que trabalhem unicamente com equipamentos originais e atualizados.

6. Analise as formas de monitoramento

É importante ressaltar que ventiladores pulmonares de UTI precisam de formas de monitoramento mais elaborados. Somente assim será possível realizar um ajuste seguro da ventilação.

Um exemplo disso é a monitorização de frequência respiratória e volume corrente, ou ainda a medida da pressão de pico inspiratório ou pressão expiratória.

Também é indispensável acompanhar a apresentação de curvas de volume, pressão e fluxo. Isso deve ser feito com a ajuda de um monitor, que registra também vazamentos, esforço excessivo do paciente, assincronia entre respiração e equipamento, entre outros. Assim, sempre que necessário, a modalidade respiratória poderá ser trocada.

7. Tenha atenção a ventiladores de UTI neonatal

Quando se trata do atendimento neonatal, lembre-se de que os pacientes têm, em média, apenas 400g. Portanto, é fundamental encontrar equipamentos que consigam atender a partir de 250g. Embora muitos já venham com essa capacidade, nem todos contam com a função de controle e monitoramento tão específica.

Portanto, é um fator a ser observado com muita atenção. Do contrário, não será possível captar a evolução do paciente de maneira direcionada.

Além disso, os modelos para neonatal devem ter modalidade ventilatória de alta frequência. Esse é um grande diferencial para essa modalidade, que tem um atendimento mais delicado e com altos níveis de urgência.

O ventilador pulmonar de UTI é um dos equipamentos mais importantes para contribuir na recuperação de pacientes. Portanto, siga sempre essas indicações para ter um modelo moderno e de uso simples à disposição.

A Medicalway trabalha com variedades e soluções consideradas as melhores do mercado. Identifique as necessidades de seu ambiente hospitalar e confira quais de nossas opções podem atendê-las adequadamente!

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    Quais equipamentos de UTI que não podem faltar em um hospital?

    O bom funcionamento do hospital depende diretamente da qualidade de seus equipamentos. Sejam eles mais simples ou ultra tecnológicos, é fundamental que os colaboradores consigam manusear e comandar os diferentes tipos de equipamentos com maestria para evitar quaisquer atrasos ou erros de procedimentos.

    Quando tratamos sobre os equipamentos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), isso se faz ainda mais imprescindível. Nesse caso, a maioria dos procedimentos realizados são potencialmente críticos e requerem um alto grau de confiabilidade, uma vez que a falta, avaria ou inutilização podem colocar em risco a vida dos pacientes internados.

    Para tanto, é importante saber quais são os equipamentos fundamentais de UTI que não podem faltar em um hospital a partir de um planejamento e gestão hospitalar que deve ser seguido de maneira rigorosa.

    Pensando nessas e em outras questões, resolvemos elaborar um artigo direcionado e completo para sanar todas as suas dúvidas em relação ao assunto. Confira!

    Como acontece a aquisição de equipamentos hospitalares?

    Podemos dizer que existem duas opções para a aquisição de equipamentos hospitalares que estão disponíveis no mercado de acordo com as características de cada hospital — seja público ou privado.

    Em hospitais privados, acontece a Compra Direta de equipamentos nacionalizados ou de importação direta por linhas de crédito disponíveis para tais aquisições, locação e comodato.

    Já em hospitais públicos, a compra acontece por diversas modalidades de licitação, podendo ser nacionais ou de importação direta, locação e comodato. Nesse caso, o processo sempre acontece via licitação pública.

    Quais são os principais fatores devem ser considerados para a estrutura de uma UTI?

    Deve-se levar em conta o número de pacientes de modo a definir o número de leitos e o nível de complexidade — se a unidade de internação abrange, por exemplo, a área de cardiologia, transplante, traumas, neurologia, atendimento geral e a possibilidade de longo prazo de permanência.

    Além disso o planejamento da disposição dos leitos deve ser feito obedecendo às RDCs em vigor, como a RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva.

    Quais os equipamentos essenciais para uma UTI?

    Continue conosco e conheça quais são equipamentos essenciais para UTI, a função de cada um deles e o que é preciso considerar para adotar decisões adequadas.

    Eletrocardiógrafo

    O eletrocardiógrafo é designado para coletar, amplificar e desenhar um sinal cardíaco, representando um sinal biológico presente no paciente. A diferença de potencial é coletada de acordo com a atividade cardíaca e representada de forma gráfica.

    Oxímetro

    A oximetria consiste na mensuração da quantidade de oxigênio no sangue por meio de dispositivos denominados oxímetros. Eles são capazes de fazer essa medida apenas com o contato direto com áreas como pulso, lobo da orelha ou sobre algum dedo.

    O funcionamento se baseia na leitura da frequência cardíaca e quantidade de oxigênio no sangue das artérias por um sensor luminoso. Além de verificar a concentração de oxigênio, o oxímetro ainda mede outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca.

    Monitor multiparamétrico

    O monitor multiparamétrico demonstra as informações de determinado paciente sobre sua estabilidade ou chance de risco no UTI, identificando de maneira contínua se há alguma aceleração ou desaceleração dos batimentos cardíacos.

    Esse aparelho é indispensável em qualquer hospital, público ou privado. Além do monitoramento cardíaco, ele pode controlar determinadas funções como queda de saturação do oxigênio e alterações na pressão arterial.

    Ventilador pulmonar

    Considerando o caráter de urgência, o ventilador pulmonar é especialmente importante em ambientes de UTI, pois é considerado um equipamento de suporte à vida. Ele oferece uma ventilação artificial e promove suporte ventilatório temporário (completo ou parcial) a pacientes que estejam incapazes de respirar por vias normais.

    Estativa

    As estativas consistem em carrinhos móveis e rotativos, servindo de prateleiras para armazenar demais equipamentos hospitalares. Dessa forma, acessórios como tubos de suporte, sensores e cabos de alimentação podem ser dispostos em disposição ergonômica.

    O que considerar no momento de escolha dos equipamentos de UTI?

    A estrutura hospitalar é formada por estratégias de planejamento que devem considerar tanto a manutenção quanto a reposição dos equipamentos de UTI, sendo que acompanhar a condição dos aparelhos proporciona maior longevidade e diagnósticos mais precisos.

    Portanto, é importante considerar o número de leitos da UTI e realizar projetos que incluam descritivos adequados, permitindo conhecer os equipamentos que serão utilizados de acordo com a capacidade de atendimento.

    Esses descritivos também podem ser realizados por meio de testes e demonstrações, o que garante a escolha do melhor custo-benefício e nível de complexidade necessário de cada equipamento.

    Outro ponto primordial que deve ser levado em conta é a capacidade de precisão e acuidade dos equipamentos de UTI, o que otimiza o tempo, a obtenção de resultados e diagnósticos e a segurança dos tratamentos terapêuticos.

    O serviço de pós-venda é realmente importante?

    Como mencionamos anteriormente, a manutenção dos equipamentos da UTI consiste em uma prática fundamental, principalmente, quando consideramos a urgência dos procedimentos clínicos e tempo de utilização.

    As calibrações, assim como o registro das intervenções efetuadas são aspectos que devem estar no planejamento da manutenção para que operacionalidade seja efetiva. Afinal, se algum equipamento tem sua função prejudicada, isso pode afetar diretamente o risco de vida dos pacientes internados.

    Nesse contexto, o serviço de pós-venda com suporte técnico qualificado se faz protagonista nessa questão. O fornecimento de serviços e soluções que atendam cada instituição de maneira personalizada pode fazer toda a diferença na prestação do cuidado à saúde.

    Compreendeu como o processo de escolha, aquisição, manutenção e recebimento de equipamentos de UTI é complexo e depende de diversos fatores? É importante manter contato com empresas que forneçam serviços especializados, proporcionando acesso a equipamentos médicos de alta tecnologia no segmento da saúde.

    Se você se interessou sobre o conteúdo deste artigo e gostaria de saber mais a respeito, que tal entrar em conosco? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas a respeito dos equipamentos de UTI e como adquiri-los de maneira efetiva, focando na produtividade e eficiência da instituição de saúde!

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    Fornecedor de equipamentos médicos: como acertar na escolha?

    Um hospital ou uma clínica médica não podem parar suas atividades, por isso, todos os setores devem estar com a infraestrutura em ordem para evitar contratempos ou riscos à saúde e segurança dos pacientes. Nesse sentido, é fundamental ser criterioso com a escolha do fornecedor de equipamentos médicos.

    Estamos falando de produtos altamente tecnológicos e que exigem um investimento alto. Por isso, é tão importante que o gestor hospitalar saiba como selecionar as melhores empresas, evitando dores de cabeça no futuro.

    Neste post, vamos ajudá-lo nessa escolha. Acompanhe e veja algumas dicas para que você encontre bons fornecedores desse setor e construa parcerias de sucesso!

    Avalie a qualidade dos equipamentos

    A medicina está em constante evolução, e a tecnologia, cada vez mais presente nas técnicas cirúrgicas, diagnósticos por imagem e em itens voltados para o cuidado do paciente. Dessa maneira, é importante que o fornecedor de equipamentos médicos acompanhe essa inovação e forneça produtos de alta tecnologia.

    Por isso, antes de fechar a compra, peça demonstração dos produtos e solicite à empresa os detalhes técnicos, como a tecnologia empregada e a origem dos equipamentos — a escolha por empresas que comercializam produtos de fornecedores mundiais de renome pode fazer a diferença no atendimento da sua clínica ou hospital.

    Além da tecnologia dos equipamentos, verifique, ainda, a diversidade da linha de produtos. Desse modo, você consegue adquirir mais itens de um mesmo fornecedor — além de economizar tempo, consegue condições melhores de preços e pagamentos.

    Veja a relação custo-benefício

    Não é segredo para ninguém que os equipamentos do segmento médico têm um custo mais elevado, principalmente pela alta tecnologia empregada. No entanto, antes de escolher o seu fornecedor, considere a relação custo-benefício do produto.

    Em primeiro lugar, faça uma pesquisa de mercado e compare os preços com a qualidade dos produtos oferecidos. Selecione as empresas que você considera que trabalham com valores competitivos e pesquise sobre:

    • tecnologia empregada;
    • durabilidade dos equipamentos;
    • gastos com manutenção.

    Condições de pagamento

    Verifique, ainda, a possibilidade de negociação e até de financiamento para que você tenha tranquilidade para fazer essa aquisição.

    Considere o tempo de mercado do fornecedor de equipamentos médicos

    Hoje, a concorrência é grande em qualquer segmento, por isso, é natural ficar perdido na hora de escolher uma empresa. A dica, nesse caso, é considerar o tempo de mercado do fornecedor.

    É um indicativo de solidez do negócio e também do bom atendimento prestado. Assim, você fica tranquilo ao adquirir o equipamento médico, porque tem a garantia de que a empresa é séria e vai oferecer todo o suporte necessário.

    Verifique a reputação e a experiência da empresa

    Além do tempo de mercado, verifique, ainda, a reputação do fornecedor de equipamentos médicos. Com o mundo conectado, você pode obter essas informações diretamente no seu computador de forma bastante rápida. Basta pesquisar na Internet e conferir se há reclamações contra a empresa.

    É uma maneira de descobrir se o fornecedor preza por um atendimento de excelência, se os produtos realmente são de qualidade, se há comprometimento com os prazos, como é o pós-venda etc.

    Peça referências

    É importante conhecer a experiência de outros clientes com o fornecedor em questão. Por isso, se possível, peça referências para gestores de outras clínicas médicas ou hospitais.

    Nessa conversa, você consegue descobrir, por exemplo, se a empresa honra com o que foi combinado, as possibilidades de negociação e o atendimento oferecido, caso surja algum problema.

    Participe de eventos desse segmento

    Uma maneira de conhecer de perto os fornecedores e os produtos oferecidos é participando de feiras e eventos voltados para esse segmento. Você terá a oportunidade de conversar com os representantes da empresa, conhecer de perto a tecnologia comercializada e tirar todas as suas dúvidas.

    Busque por diferenciais

    Você precisa encontrar um fornecedor de equipamentos médicos que vá facilitar a rotina dos seus serviços e elevar a qualidade do atendimento, certo? Então, busque empresas com alguns diferenciais, como:

    Padrão internacional

    A tecnologia empregada nos equipamentos deve ser atual, por isso, procure por empresas que trabalham com grandes fornecedores e marcas conceituadas, ou seja, que prezam por um padrão internacional de qualidade.

    Dessa maneira, você adquire um produto altamente diferenciado — o que vai aprimorar seus serviços médicos e causar uma boa impressão nos seus pacientes.

    Praticidade

    É importante que a empresa facilite a vida do gestor. Por isso, ganha pontos quem trabalha não só com os equipamentos médicos, mas também com os acessórios específicos desses produtos.

    Essa praticidade facilita a aquisição desses itens, visto que você já conhece o fornecedor, recebe a orientação necessária e não precisa perder tempo fazendo uma pesquisa.

    Comprometimento

    Você precisa ter certeza de que a empresa se compromete com o que foi acertado na venda, como a entrega no prazo. Afinal, estamos falando de equipamentos médicos — indispensáveis para o andamento dos trabalhos de uma clínica ou hospital.

    Por isso, valorize fornecedores que tenham uma postura transparente com o cliente, ou seja, que não vão deixar você na mão, prejudicando seu trabalho e o atendimento aos pacientes.

    Atendimento no pós-venda

    Em qualquer segmento de negócio, é muito comum encontrarmos empresas que oferecem um atendimento de primeira na pré-venda, mas abandonam os clientes assim que a venda é concretizada.

    No caso de equipamentos médicos, isso é inadmissível, já que a sua clínica ou hospital não podem parar suas atividades por uma falha técnica, por exemplo. Dessa forma, um ponto que merece atenção é o pós-venda.

    Confirme se há um atendimento depois da aquisição do produto — com um suporte técnico qualificado e ágil — para que você não tenha problemas no futuro. Empresas com sedes em diferentes localidades são uma garantia de um atendimento mais rápido.

    São vários os fatores que você precisa avaliar antes de escolher um fornecedor de equipamentos médicos. Faça uma pesquisa minuciosa e selecione uma empresa que acompanhe as novidades tecnológicas do setor, que tenha solidez no mercado e ofereça um atendimento diferenciado.

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