Quando falamos sobre instituições de saúde, a gestão financeira é um ponto delicado. Tão importante quando prestar uma assistência de qualidade aos pacientes é cuidar da saúde das finanças, uma vez que esses pontos são diretamente interligados.
A gestão financeira de hospital apresenta peculiaridades complexas em toda a cadeia de custos, sendo que pontos como fluxo de caixa e folha de pagamento dos serviços de saúde requerem muita atenção dos gestores.
Qualquer tomada de decisão tem o potencial de interferir na qualidade do serviço prestado pelo hospital e eles precisam estar em perfeito funcionamento. Foi pensando nisso que desenvolvemos este artigo.
Se você também se preocupa com a complexidade da gestão hospitalar e gostaria de se tornar um expert no assunto, continue conosco e fique por dentro de 7 dicas práticas a serem implementadas na sua instituição de modo efetivo. Boa leitura!
Considerando que os custos dos hospitais variam entre diretos e indiretos, é fundamental identificá-los e classificá-los de modo a organizar todas as informações em relatórios padronizados do setor financeiro.
Os custos diretos estão diretamente relacionados aos produtos e serviços hospitalares, que são proporcionais à quantidade consumida no hospital. É o caso, por exemplo, do fornecimento de medicamentos.
Já os custos indiretos não dependem diretamente do serviço hospitalar prestado e podem ser representados por investimentos que contribuem para que o atendimento aconteça. Custos dos setores de administração, comercial, finanças e nutrição ou até mesmo a energia elétrica para executar determinada cirurgia representam custos indiretos.
Dessa maneira, é possível obter uma previsibilidade financeira muito mais segura, além de agregar os diversos tipos de custo às despesas operacionais para que os serviços de saúde sejam precificados adequadamente quando fornecidos ao mercado.
Um fluxo de caixa bem controlado diz tudo sobre a gestão financeira de hospital. Cuidados especiais são necessários em instituições de saúde em relação à entrada e saída de dinheiro, que devem ser especificados por categorias e valores.
É o caso, por exemplo, de eventos operacionais que impactam o fluxo de caixa. A aquisição de novos equipamentos ou planos de expansão da equipe clínica devem ser antecipados e minimamente controlados para que a gestão financeira seja efetiva.
A terceira dica diz respeito ao controle da folha de pagamento, outro ponto relativamente peculiar quando abordamos a gestão financeira de hospital.
Nessas instituições, a equipe de prestação de serviço varia significativamente, abrangendo desde colaboradores, que requerem controle dos encargos trabalhistas até a contratação de profissionais, como pessoas jurídicas, o que exige outro tipo de acompanhamento.
Além disso, os benefícios fiscais podem ser aproveitados quando não há atrasos no pagamento de tributos, o que torna ainda mais importante o acompanhamento da folha de pagamento e custos como 13º salário, INSS, FGTS e férias.
Não adianta: todas as dicas que separamos para este artigo requerem atenção especial no âmbito hospitalar — e a negociação de prazos de pagamentos com os fornecedores não é diferente.
Afinal, problemas na compra ou aquisição de equipamentos, aparelhos e insumos hospitalares interferem na qualidade do serviço de saúde, e o setor financeiro deve estar atento a qualquer necessidade de renegociação.
É comum que ocorram, por exemplo, atrasos de pagamento por parte da operadora de saúde. Nesse contexto, é muito importante ter jogo de cintura para lidar com imprevistos, remanejando o planejamento em tempo hábil e evitando falhas na infraestrutura hospitalar.
Já que explicamos a importância de atentar ao prazo de pagamentos dos fornecedores, outro ponto fundamental é acompanhar e avaliar o risco de inadimplência, definindo se vale a pena ou não continuar lidando com a cadeia de operadoras do hospital.
Nesse cenário, é interessante gerenciar o índice de inadimplência fazendo um cadastro com uma completa avaliação das operadoras para mapear possíveis atrasos de pagamento e reduzir a inadimplência.
Uma das melhores formas de otimizar a previsibilidade da gestão financeira de hospital é fazer análises periódicas dos resultados. O que isso significa? Basicamente, analisar o desempenho e eficiência do gerenciamento de finanças principalmente a partir de indicadores.
Desse modo, é possível mensurar em que contexto a instituição de saúde está inserida, além de estimar com mais precisão o futuro do financeiro e organizacional do hospital para períodos determinados.
O ideal é que cada instituição estabeleça seus indicadores econômico-financeiros de acordo com o porte e operação. Os relatórios contábeis também são excelentes ferramentas para auxiliar na análise de resultados periodicamente, bem como na identificação de possíveis necessidades de aprimoramento das práticas gerenciais.
Conduzir a operação financeira de um empreendimento na área hospitalar é um grande desafio. Para tanto, a tecnologia e informatização podem ser excelentes aliadas em todos os pontos explanados anteriormente. A partir da adoção de sistemas de gestão financeira, é possível:
É fato que a variabilidade dos serviços fornecidos em hospitais envolve aspectos importantes, como o emprego de alta tecnologia, cirurgias, alimentação, suprimento de farmácia, dentre outros, o que torna a administração e gerenciamento desse tipo de organização extremamente complexa.
É imprescindível, portanto, que o planejamento da gestão financeira de hospital seja impecável. O trabalho dos colaboradores do setor deve estar alinhado com o propósito da instituição, considerando a importância de manejar todas as movimentações financeiras a fim de auxiliar no uso racional dos recursos e evitar os desperdícios.
O que você achou deste conteúdo? Conseguiu compreender como uma boa gestão financeira de hospital pode fazer toda a diferença na previsibilidade da instituição? Comece adotando algumas dessas práticas e veja como o processo se torna mais fluido e eficaz no dia a dia.
Se quiser aprofundar ainda mais seus conhecimentos, leia nosso artigo sobre como acertar na escolha de fornecedores de equipamentos médicos!
Quando procuramos um serviço buscamos pelo melhor possível. Porém, pela interferência de alguns fatores, nem sempre acabamos escolhendo o melhor, e como diz o ditado, “o barato sai caro”. Contudo, quando falamos de equipamentos médicos, falamos de saúde e de vidas. Portanto, deve-se fazer a melhor escolha de produtos.
É preciso pesquisar bem e conhecer as empresas que atuam no mercado. Para isso, vamos lhe ajudar apontando quais são as melhores marcas de alguns segmentos no mercado de equipamentos hospitalares.
Nesse segmento é importante a excelente resolução na qualidade das imagens e impressões para um diagnóstico preciso. Por isso, a belga e líder mundial na área, AGFA está há 140 anos investindo no desenvolvimento de equipamentos cada vez mais modernos e eficientes para sistemas digitais e analógicos direcionados principalmente para o mercado de pré-impressão e impressão, healthcare e filmes industriais. Confira os produtos de radiografia digital AGFA.
Nesse setor podemos destacar a Mindray, que desde 1991 é uma das principais fornecedoras globais de dispositivos e soluções médicas. Firmemente empenhados em sua missão de “compartilhamento de tecnologias médicas com o mundo”, estão dedicados à inovação nos campos de monitoramento de pacientes e suporte de vida. Confira os produtos Mindray.
Também no segmento de monitoramento de pacientes, a Masimo vem se destacando globalmente com o desenvolvimento e fabricação de tecnologias inovadoras para o monitoramento não invasivo de pacientes e uma ampla gama de sensores.
A Bonjin se tornou nos últimos anos um dos maiores fabricantes mundiais de motores para ortopedia, neurocirurgia e cirurgia cardíaca. Com a tecnologia avançada do motor alemão, eles asseguram maior potência e estabilidade nos procedimentos cirúrgicos. Confira os motores Bojin.
A Fluke Biomedical lidera o mercado mundial de fabricação de produtos de teste e simulação biomédica, incluindo produtos de teste de segurança elétrica, simuladores de paciente, analisadores de desempenho e sistemas de teste e documentação de desempenho, totalmente integrados e automatizados.
Esses equipamentos da Fluke são indispensáveis em um centro médico. Por isso, preze pela qualidade das marcas na hora de escolher os equipamentos para o seu hospital. A avançada tecnologia e qualidade podem fazer a diferença na hora de salvar vidas.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Além desses segmentos e produtos mencionados acima, você encontrará os melhores produtos para o seu hospital.
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A cada ano cerca de 140 mil pessoas morrem de doenças do coração no Brasil, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Isso quer dizer que um em cada três adultos que morrem no Brasil, são por conta de problemas cardíacos. Entretanto, 90% dessas mortes poderiam ser prevenidas com um simples exame: o eletrocardiograma (ECG).
O Eletrocardiograma é um exame simples e muito eficaz, que avalia a atividade elétrica do músculo cardíaco detectando alterações que podem indicar doenças cardiovasculares. Ele registra em gráficos impulsos elétricos oriundos do coração. Os gráficos são comparados com um padrão, indicando o estado de normalidade ou de alteração dos músculos e nervos do coração.
Ele é um exame tecnicamente muito simples, com um equipamento de baixo custo e versátil na instalação e translado, o que o torna um exame seguro, barato e altamente eficaz no diagnóstico de doenças cardíacas, desde condições normais de nascença até outras muito graves, como os infartos, crescimento de cavidades e disritmias, por exemplo.
Contudo, o ECG exige uma boa interpretação de resultados, pois seus dados por si não apontam automaticamente o problema do paciente. Dessa forma, a análise de ECG é tão importante quanto a realização do exame, e sua rapidez pode significar a vida do paciente, pois, quanto mais cedo são descobertos os riscos de doenças cardíacas, mais fácil será tratá-las.
No exame são utilizados doze eletrodos, colocados nas pernas, braços e tórax, que captam a atividade elétrica do coração até chegar a pele. Os dados obtidos são enviados para um aparelho (eletrocardiógrafo) que as registra os dados em um papel ou outro sistema conectado, como um computador. Através da análise do traçado é possível saber qual a sequência de batimentos, se a atividade cardíaca está em ritmo normal, rápido ou lento.
Graças ao avanço da tecnologia foi possível a evolução do método de diagnóstico baseado nas necessidades dos médicos, permitindo a diversificação do exame, que em sua forma original – há quase 100 anos – é feito com o paciente deitado em repouso. Hoje em dia, sistemas computadorizados incrementam informações ao eletro, dando maior precisão.
Isto torna o ECG um exame, que junto a uma boa interpretação, dos mais precisos – afastando a possibilidade de doenças cardiológicas em 90% – e com melhor custo-benefício. Portanto, é necessário que os hospitais sejam modernizados e os profissionais estejam aptos a utilizar a tecnologia para auxiliar o trabalho.
Em um centro médico – seja ele hospitalar ou clínico – equipamentos de diagnóstico cardíaco, como o eletrocardiograma, são indispensáveis, pois podem evitar até 90% das mortes por doenças cardíaca. A avaliação desses pacientes com antecedência é essencial para salvar vidas. A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
No Brasil, uma das principais causas de óbito ainda é a morte por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Estudos recentes mostram que mesmo com o avanço do diagnóstico cardíaco, até 30% dos óbitos sem causa aparente foram diagnosticados após a morte por IAM. Calcula-se que 40% dos pacientes acometidos por IAM falecem após a primeira hora de evolução do infarto e mais de 50% morrem sem atendimento hospitalar especializado.
O método analítico de diagnóstico do cateterismo cardíaco ainda é um dos mais precisos para se confirmar a presença de obstrução das artérias coronárias ou avaliar o funcionamento das valvas e do próprio miocárdio, músculo do coração, mas – por ser um método invasivo – causa insegurança em alguns pacientes. Os riscos do exame são mínimos, porém existem, como o sangramento no local de acesso do cateter, edema agudo de pulmão e/ou arritmias, infarto agudo do miocárdio e derrame cerebral (AVC). Esse risco mínimo é proveniente de pacientes que já apresentam algum problema cardíaco, renal ou coágulo nas artérias.
Outras alternativas para a avaliação cardíaca são a tomografia e ressonância magnética, exames que produzem imagens de alta qualidade a partir de um equipamento que analisa o corpo inteiro de uma pessoa por meio de várias radiografias produzidas dentro de um túnel, de modo a separá-lo em diferentes “fatias” de imagens. Desse modo, a ressonância magnética tornou-se o mais moderno e perfeito exame de diagnóstico por imagem, fornecendo imagens em alta definição dos órgãos internos, tornando mais preciso o diagnóstico. Contudo, o exame deixa o paciente exposto à radiação – pouca – oriunda do equipamento, por isso o exame é feito por partes, evitando assim que o paciente sofra algum efeito causado por essa exposição.
O Exame de Eletrocardiograma (ECG) é um diagnóstico diferente que permite a avaliação elétrica da atividade cardíaca (eletricidade que ele produz e transmite na pele), registrada em gráficos que são comparados com gráficos padrão e que indicam, assim, o estado de normalidade ou de alteração dos músculos e nervos do coração. Apesar de ser de execução muito simples, o eletrocardiograma é um exame muito importante na cardiologia, pois ele permite diagnosticar desde condições normais de nascença até outras muito graves, como os infartos, crescimento de cavidades e disritmias, por exemplo.
Em um centro médico – seja ele hospitalar ou clínico – equipamentos de diagnóstico cardíaco são indispensáveis, pois, como dito no início, cerca de 30% das mortes sem causa aparente depois são diagnosticadas como mortes por IAM. A avaliação desses pacientes com antecedência é essencial para salvar vidas. A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
