Entenda como funciona o uso de ultrassom em UTI e centro cirúrgico

Rapidez e versatilidade: dois fatores imprescindíveis para equipamentos hospitalares. Dentro das instituições de saúde, os métodos de diagnóstico e observação têm uma importância singular. Afinal, o tempo é um fator determinante para identificar e tratar as condições clínicas dos pacientes.

Nesse contexto, o ultrassom em UTI e centro cirúrgico se faz presente como um dos equipamentos mais utilizados. Ele traz informações rápidas, por exemplo, no caso de emergências, o que permite traçar o plano de tratamento em menos de 5 minutos.

Mais do que conhecer sobre o funcionamento geral desse equipamento, é fundamental estar por dentro das novas tecnologias e diferentes aplicações para cada setor do hospital, de modo a otimizar o seu uso e manutenção.

Se você se interessa por esse assunto e quer fazer a diferença na gestão de equipamentos do seu hospital, continue conosco e aprofunde seus conhecimentos sobre os principais tipos, funcionamento e vantagens da utilização do ultrassom em UTI e centro cirúrgico. Boa leitura!

Funcionamento e mecanismo do ultrassom

Antes de abordarmos os tipos de ultrassom mais utilizados em hospitais, vamos compreender, de maneira geral, como esses equipamentos funcionam.

Sabemos que o primeiro passo para realizar o exame é a aplicação do gel na superfície corporal da área a ser examinada. Mas para que serve o gel? Basicamente, é ele que conduz o ultrassom do transdutor para a pele, auxiliando na propagação das ondas sonoras.

Já o transdutor é o dispositivo que encosta na pele e emite as ondas sonoras por meio da transformação de energia voltaica em vibração e pode ser representado por diversos formatos, de acordo com o objetivo do exame.

Assim, acontece a propagação das ondas sonoras pelos tecidos da região do corpo determinada, sendo que as reflexões das ondas ocorrem de maneira diferente por cada tipo de estrutura corporal.

O transdutor, então, recebe o eco (que nada mais é do que o reflexo da onda sonora) e calcula automaticamente o tempo gasto entre a emissão e recepção das ondas. Ou seja, quanto mais tempo gasto, mais longe se encontra a estrutura refletida.

Os dados obtidos são processados internamente pelo equipamento e a imagem é exibida em uma tela, sendo que o médico pode manipular em tempo real todas essas informações.

Tipos de ultrassom

Os equipamentos de ultrassom podem ser portáteis ou transportáveis, dependendo da estrutura da UTI e centro cirúrgico. Confira:

Ultrassom portátil

O próprio nome já revela a comodidade e a versatilidade que o ultrassom portátil fornece. Ele é leve, prático e eficiente e, além de beneficiar a obtenção de diagnósticos, é vantajoso para o paciente que muitas vezes nem precisa se locomover para ser examinado.

Ultrassom transportável

Os ultrassons transportáveis são maiores e normalmente dependem de instalação técnica. Apesar de serem considerados como equipamentos de ultrassom mais tradicionais, ainda são bastante utilizados em UTI e centro cirúrgico, dependendo das especificidades e porte do hospital.

Aplicações do ultrassom em UTI e centro cirúrgico

Já mencionamos que o ultrassom é um equipamento versátil que possibilita a obtenção de diagnósticos em tempo hábil, principalmente, em situações emergenciais de UTI e centro cirúrgico. Para saber como o aparelho pode ser útil, na prática, é importante mapear as situações clínicas em que ele pode ser utilizado.

Ultrassom em UTI

Quando a estrutura hospitalar conta com um aparelho de ultrassom dentro da UTI, é possível agilizar diferentes rotinas e identificar rapidamente quadros clínicos específicos. Veja:

  • descobrimento de ascites;
  • derrame pleural ou derrame pericárdico;
  • fluxo transcraniano (muito utilizado para verificar possível morte cerebral);
  • auxílio visual para punções;
  • auxílio visual para colocação de acesso central.

Ultrassom em centro cirúrgico

Já no centro cirúrgico, as funções requeridas são ainda mais urgentes e podem fazer toda a diferença nos resultados dos procedimentos. Nesse setor, o ultrassom auxilia nas seguintes atividades:

  • suporte para a equipe de anestesia realizar bloqueios anestésicos;
  • indicação de intubação correta;
  • visualização de derrames pleurais e pericárdicos;
  • visualização da profundidade e posicionamento de nódulos em determinadas cirurgias;
  • cirurgias vasculares guiadas;
  • situações pós-cirúrgicas imediatas.

Além disso, de forma geral, o ultrassom em centro cirúrgico também auxilia visualmente o procedimento de punções e a colocação de acessos, quando necessário.

Manutenção e cuidados com o ultrassom

Assim como qualquer outro equipamento hospitalar, a vida útil do aparelho de ultrassom depende da periodicidade de manutenções preventivas e cuidados constantes. Por apresentar uma série de componentes sensíveis à poeira e ao gel, a limpeza diária é imprescindível.

Além de garantir que os exames sejam eficientes para o melhor diagnóstico possível, a manutenção é importante para evitar que o fluxo de pedidos de exame fiquem travados ou sobrecarregados devido a uma possível lentidão ou dano no equipamento.

Precauções no manuseio e acondicionamento de transdutores

Deve-se ter cuidado ao manusear e guardar os transdutores, pois são eles as fontes de emissão sonora para a formação da imagem e as partes mais sensíveis e vulneráveis a danos.

A verificação das placas de contato dos transdutores também é importante. Elas precisam estar em perfeito funcionamento para evitar sombras que não estejam presentes na imagem captada do paciente.

Assim, evita-se que a imagem fique ofuscada, com linhas alteradas ou sem formação, obtendo diagnósticos com muito mais precisão e acuidade.

Vantagens de utilização do ultrassom

As vantagens são significativas tanto para a equipe de profissionais da saúde, quanto para os pacientes. O ultrassom utiliza radiação não ionizante, sendo, portanto, minimamente invasivo e bastante seguro na maioria dos casos.

Além de possibilitar que o paciente seja tratado rapidamente em casos de emergência, com o uso desse aparelho é possível evitar, por exemplo, o risco de erros relacionados a outros procedimentos, como perfurações na colocação de acessos.

Ainda, quando em determinada cirurgia alguma área de nervos precisa ser bloqueada, o ultrassom consegue visualizar com clareza, o que permite mais segurança para o procedimento cirúrgico.

Prático, acessível e sem riscos à saúde do paciente. Diante de todo o conteúdo exposto, podemos concluir que tanto a utilização quanto a manutenção de ultrassom em UTI e centro cirúrgico é de grande importância na estrutura hospitalar.

Vale ressaltar que a qualidade do equipamento deve ser excelente, produzindo imagens em ótima resolução para a obtenção de exames mais fidedignos e rápidos. Com a inserção de novas tecnologias, não há dúvidas de que o ultrassom terá cada vez mais aplicações no futuro da medicina.

Para tanto, lidar com fornecedores que disponibilizem tecnologias de qualidade com acompanhamento pós-venda e suporte técnico ágil faz toda a diferença. Que tal entrar em contato conosco? Podemos tirar todas as suas dúvidas e atender possíveis necessidades relacionadas ao assunto!

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    Radiologia digital: o que muda para o paciente e para a gestão?

    Os avanços na tecnologia acontecem em grande velocidade, gerando impacto na sociedade e na dinâmica das empresas. Os estabelecimentos de saúde também estão incluídos nesse processo, passando por uma ampla modernização e contando com uma série de benefícios da informatização. A radiologia digital é um exemplo de tecnologia que promove vantagens para médicos, gestores de saúde e pacientes. Esse recurso é uma alternativa à radiologia convencional, oferecendo mecanismos mais rápidos e sustentáveis.

    Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a radiologia digital e os impactos que ela gera no estabelecimento de saúde. Quer aprender mais sobre o assunto e conhecer as mudanças que a radiologia digital traz para o paciente e para a gestão? Continue acompanhando e entenda!

    O que é radiologia digital?

    A radiologia digital faz a captação das imagens com o uso de sensores digitais de raios X. A imagem é enviada diretamente para um computador, podendo ser gerenciada pelo profissional para melhor visualização.

    Essa tecnologia conta com avançadas funcionalidades para proporcionar qualidade, precisão e eficácia. Na década de 1970, começaram os primeiros usos experimentais da radiologia digital. Essa tecnologia passou por um grande aprimoramento e avanços (como a implementação de computador no processo e o surgimento dos recursos em nuvem) e se inseriu no mercado posteriormente.

    A radiologia convencional usa filmes radiográficos e a imagem é revelada em uma chapa, com o auxílio de produtos químicos. Ela foi descoberta entre o final do século 19 e início do 20.

    Qual o diferencial da radiologia digital em relação à convencional?

    A radiologia digital apresenta diversos fatores que a diferenciam da radiologia analógica. As radiações são geradas por um tubo padrão e coletadas pelos sensores digitais. A energia absorvida é transformada em carga elétrica. Essa carga é registrada, digitalizada e processada em escala cinza. Os dados são processados por um software especializado para a formação da imagem utilizada para fins clínicos. Depois, a imagem é armazenada.

    Na radiologia convencional, o filme radiográfico tem que passar por revelação, com o auxílio de reagentes na câmara escura. Caso o profissional deseje passar o material para o computador, é necessário escanear a imagem.

    Com isso, é possível perceber que a radiologia digital realiza o processo de geração da imagem em segundos. Já a convencional tende a ter uma maior demora para a geração de resultado.

    Os diagnósticos tendem a ser mais precisos na radiologia digital, porque a imagem gerada é de maior qualidade e pode ser ampliada, manipulada e ter a escala de cores invertida. Com isso, o médico pode fazer uma análise mais minuciosa e oferecer um diagnóstico certeiro.

    A radiologia digital demanda equipamentos como computador, máquina digital de raios X, digitalizadores e software para o processamento de imagem. A convencional pede a câmara escura, o aparelho de raios X, scanner e computador.

    Como a radiologia digital contribui para a gestão?

    A radiologia digital contribui de diversas formas para a gestão. Veja mais a seguir!

    Redução de custos

    Os equipamentos e sensores digitais apresentam um preço um pouco mais elevado que a tecnologia analógica. Porém, se você considerar que com esses dispositivos vai poder dispensar custos com reagentes químicos, mão de obra e sala de revelação, a radiologia digital se mostra mais barata. Ou seja, você terá um investimento inicial, mas, em longo prazo, há um excelente retorno financeiro e diminuição de custos com os processos.

    Melhora no armazenamento de dados

    As perdas de chapas de raios X podem acontecer no processo analógico. No geral, elas possuem um tamanho grande, não cabendo dentro da bolsa. Assim, o paciente se desloca com o exame nas mãos, em um envelope e pode perdê-lo por algum esquecimento ou distração. Na dinâmica hospitalar, o que se percebe da logística das chapas de raios X é que ela é mais trabalhosa, assim como nos prontuários de papel.

    Com a radiologia digital, esses problemas são eliminados. As imagens geradas são armazenadas com segurança no computador, podendo ser colocadas em prontuários eletrônicos em nuvem, o que fortalece as barreiras de proteção do documento. Riscos de extravio e dificuldades de logística são completamente eliminados.

    Agilidade na geração de imagens

    Conforme mencionamos, as imagens no processo analógico demoram um pouco para serem reveladas, necessitando do uso de agentes químicos. Na radiologia digital, a imagem é gerada em segundos, sendo transmitida com velocidade para o computador.

    Isso otimiza a gestão hospitalar e aumenta a capacidade de atendimento do estabelecimento de saúde. Além disso, é bom lembrar que em certos quadros, poucos minutos podem fazer grande diferença no prognóstico do paciente.

    Sustentabilidade

    A revelação do raios X convencional demanda o uso de reagentes químicos que precisam de descarte especializado e rigoroso, pois podem agredir ao meio ambiente. Além disso, a chapa formada, quando já não é mais necessária, também precisa de um recolhimento especial, não podendo ser encaminhadas para o lixo comum.

    O resultado disso é que o descarte dos materiais de raios X convencional se torna caro e dispendioso, sendo trabalhoso para os gestores de hospitais. Esse cenário também gera dificuldades para os pacientes descartarem seus exames já utilizados ou antigos.

    A radiologia digital dispensa o processo de revelação de imagem, enviando os dados diretamente para o computador. Assim, a gestão não precisa se preocupar com reagentes químicos e descartes especiais. Caso seja necessária uma impressão, ela pode ser feita em papel comum, de fácil descarte e reciclagem.

    A radiologia digital é uma moderna tecnologia que proporciona vários benefícios para gestores e pacientes. Ela otimiza o fluxo de trabalho, agiliza processos na clínica e permite que o paciente imprima o exame na própria casa, sem a necessidade de realizar diversas viagens ao estabelecimento para pegar o exame.

    A linha Agfa Healthcare pode ser de grande ajuda para o seu estabelecimento de saúde na implementação da radiologia digital. A Agfa é líder no segmento de imagem e está há 140 anos no mercado. Ela oferece excelentes dispositivos para radiologia digital, como softwares de processamento de imagens, equipamentos de radiografia digital, retrofits, digitalizadores e impressoras digitais.

    Gostou de aprender sobre radiologia digital e saber o que muda para o paciente e para a gestão? Aproveite e conheça os produtos da linha Agfa Healthcare para potencializar os processos na sua clínica!

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    Saiba como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde

    Saiba como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde, como a qualidade de um serviço tem forte ligação com a gestão de uma empresa. Assim, para garantir eficácia nos processos, é necessário buscar meios adequados, como as metodologias ágeis.

    Apesar de ter origem na área de desenvolvimento de softwares, esse conjunto de práticas pode ser aplicado a qualquer tipo de negócio, inclusive em clínicas e hospitais. Com isso, você tem mais organização nos departamentos, equipes mais integradas, redução de erros e pode oferecer uma melhor experiência a seu paciente.

    Quer conhecer as vantagens das metodologias ágeis na área da saúde e descobrir como aplicá-las? Continue a leitura e confira também os principais métodos.

    Por que utilizar metodologias ágeis na área da saúde?

    Em hospitais, clínicas e laboratórios, existem vários processos que envolvem o atendimento ao paciente. São diferentes setores e profissionais que precisam trabalhar de maneira coordenada para tornar o serviço padronizado, eficaz, seguro, de qualidade e também evitar desperdícios de materiais e retrabalho.

    Para dar conta de toda essa complexidade, inclusive com o uso cada vez maior de tecnologias, é importante que o gestor adote metodologias ágeis. Trata-se de um conjunto de práticas para abordagem focada no paciente com uma definição clara dos fluxos de trabalho e maior interação entre as equipes.

    Os principais benefícios ao aplicar as metodologias ágeis na área da saúde são:

    • redução de erros e de riscos de infecção;
    • gestão de estoques, com controle no uso de materiais, medicamentos e outros insumos, evitando perda de produtos que vencem ou a falta de algum item;
    • feedbacks constantes, o que agiliza as auditorias internas e permite mudanças rápidas por conta de falhas;
    • diminuição do índice de problemas em equipamentos com maior controle das manutenções;
    • processos integrados, que facilitam a tomada rápida de decisão;
    • aumento na retenção de talentos;
    • atendimento padronizado e de melhor qualidade ao paciente.

    Quais os principais métodos?

    Existem diferentes métodos ágeis que você pode adotar na área da saúde. A seguir, vamos mostrar como funciona o Kanban e o Lean e dar exemplos de como eles podem melhorar as ações em um hospital. Confira!

    Kanban

    Kanban é uma metodologia formada por checklists que proporciona uma visão geral de todos os processos, encadeando os fluxos de trabalho. Na saúde, ela pode ser adotada para aprimorar a gestão do atendimento ao paciente.

    Em linhas gerais, o método tem como regra: uma tarefa não pode ter continuidade sem que a anterior tenha sido finalizada. Para isso, é necessário montar um mapa visual (quadro fixado na parede) com as etapas que devem ser seguidas por toda a equipe.

    Em um hospital, o Kanban pode auxiliar no controle da entrada e saída do paciente, o que permite saber qual o tempo em que ele está recebendo o atendimento médico e, portanto, ocupando um leito.

    Com isso, há compartilhamento de informações entre os profissionais, pois no quadro, além do nome e da localização do paciente, há a indicação do tempo médio em que ele vai permanecer internado de acordo com a gravidade do seu estado de saúde.

    Nesse cenário, a equipe de enfermagem sabe como agir em relação aos internados, quais medidas deve tomar, como a realização de exames, e até quando terá o leito disponível. Também fica mais atenta às situações emergenciais, porque tem a sinalização de cada paciente, o que facilita a tomada rápida de decisão.

    Lean

    A metodologia ágil Lean foi desenvolvida para aplicação nas indústrias, mas pode trazer vantagens também na área da saúde. Busca objetividade, eficiência e redução de desperdícios.

    Com isso, o trabalho das equipes fica mais organizado e focado, há mais transparência na comunicação entre os profissionais e redução de custos da instituição.

    A adaptação da metodologia original recebeu o nome de Lean Healthcare. Ela se volta para o que pode ser eliminado para otimizar a produtividade no hospital, como:

    • superprodução — eliminar o que está sendo feito em excesso, ou seja, sem uma real necessidade;
    • transporte — o deslocamento de profissionais, pacientes, materiais e equipamentos pode receber ajustes para ser mais rápido;
    • movimentação — reorganização do fluxo das equipes em busca de materiais ou medicamentos;
    • tempo — reduzir a espera por atendimentos, resultados de exames, utilização de leitos e outros procedimentos;
    • defeitos — trabalhar para eliminar problemas de comunicação ou erros em procedimentos;
    • processamento — garantir melhor fluidez nas atividades, evitando retrabalhos ou aborrecimentos aos pacientes;
    • inventário — qualquer prejuízo com materiais, medicamentos ou até com o uso inadequado de equipamentos.

    Quais os passos para aplicar essa estratégia?

    Se você busca trazer mais eficiência para os processos de sua clínica ou hospital, deve estar curioso para saber como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde. Descubra os passos que você deve seguir.

    Escolha do método

    Pesquise sobre os métodos ágeis existentes e escolha aquele que vai trazer mais vantagens para a gestão da sua instituição.

    Comunicação em todos os níveis da organização

    Para que você tenha um bom resultado com a aplicação dessa estratégia, é preciso que todas as equipes participem da implementação. É necessário mostrar como funciona a metodologia, o que muda no trabalho de cada um e os ganhos que essa mudança vai proporcionar.

    Foco no processo de transição

    Quando aplica uma das metodologias ágeis na área da saúde, você acaba alterando a cultura da organização. Sendo assim, não tenha pressa com relação a resultados. É preciso ter foco no processo de transição e realizar os ajustes necessários.

    Avaliação constante das mudanças implementadas

    Mesmo depois que a metodologia já fizer parte da rotina do hospital, é necessário realizar avaliações e reuniões constantes e pedir o feedback dos profissionais. É válido, inclusive, realizar uma pesquisa de satisfação com os pacientes a fim de saber se houve melhora na qualidade dos serviços prestados.

    Se você busca integrar os profissionais, garantir a sustentabilidade financeira da instituição e oferecer um atendimento com foco no paciente, adote uma das metodologias ágeis na área da saúde. Você melhora a qualidade dos serviços e fideliza o público, organizando e padronizando seus processos.

    Já que estamos falando em otimizar a rotina da sua clínica, descubra também os 6 benefícios do software médico!

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    Software médico: descubra 6 benefícios para sua clínica

    Cada vez mais, os impactos da tecnologia na medicina são atestados pelas inovações da saúde 4.0. O que muitos médicos ainda não perceberam, porém, é que esses avanços também já chegaram à área de gestão. Afinal, a utilização de um software médico pode trazer muitos benefícios.

    Se você ainda não está certo de que vale a pena investir em uma ferramenta com essa, ou tem dúvidas sobre como escolhê-la, não se preocupe: este post foi feito para você!

    Para te ajudar a entender como implementar um software em sua clínica, listamos aqui as principais vantagens que a adoção de um software médico pode trazer para a sua clínica. Então, continue lendo e confira!

    O que é um software médico?

    Basicamente, trata-se de um sistema de computador desenvolvido especificamente para clínicas, hospitais e consultórios. Assim, ele conta com funcionalidades e ferramentas pensadas justamente para as demandas desses locais, agilizando sua rotina e os processos de trabalho.

    Os softwares médicos podem ser desde simples ferramentas para o agendamento de consultas até sistemas de gestão completos. De todo modo, devem seguir as normas elaboradas pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).

    Entre suas funcionalidades podem estar o controle financeiro e de fluxo de caixa, a gestão de compras e de estoque, além do armazenamento e a análise de dados dos pacientes, com a emissão de gráficos e relatórios. Além disso, pode haver integração com outros softwares específicos, como prontuários eletrônicos, agenda, plataformas de assinatura digital etc.

    Quais são os principais benefícios de ter um bom software?

    Administrar agendas e o cadastro de pacientes por meio de fichas ou usar planilhas para o controle das finanças são atitudes do passado. Hoje, o uso de aplicativos e softwares médicos trazem inúmeros benefícios para o dia a dia de uma clínica. Vejamos, a seguir, os principais deles!

    1. Agilidade nos atendimentos

    Um software de agenda médica, por exemplo, pode agilizar bastante o atendimento e reduzir a espera no consultório. Com ele, os dados do paciente são cadastrados uma única vez, sendo facilmente encontrados a cada consulta — algo bem diferente do que acontecia com as pilhas de fichas de papel arquivadas em ordem alfabética.

    Antigamente, bastava o paciente dar um sobrenome diferente ou surgir algum erro na grafia do seu nome e, pronto, ficava bem difícil encontrar a sua ficha, ainda mais com uma sala de espera lotada.

    Agora, além dessa busca ser facilitada, os dados podem ser acessados pelo médico durante a própria consulta, pelo prontuário eletrônico. Mais que isso: se for on-line, o software ainda permite o acesso e edição de qualquer lugar com acesso à internet.

    2. Organização otimizada

    Além de agilizar o atendimento, dar fim às fichas cadastrais e prontuários de papel representa uma otimização da organização tanto das informações em si, que podem ser facilmente acessadas e lidas sem chance de não entendimento da caligrafia, quanto do próprio espaço de armazenamento.

    Arquivos em formato digital e armazenados em nuvem não requerem espaço físico para serem guardados, o que libera o ambiente da clínica e o torna mais agradável ao paciente. Além disso, esse armazenamento virtual mantém os dados mais seguros, sem risco de perda, extravio ou dano, como pode ocorrer com uma ficha física.

    Também vale lembrar que o uso de prontuários eletrônicos, por exemplo, melhora todo o fluxo de trabalho dentro da clínica, uma vez que a comunicação entre a recepção, o consultório, a sala de exames, curativos, ou quaisquer outros profissionais envolvidos é feita via sistema.

    3. Melhoria na gestão da clínica

    Com os processos operacionais e de atendimento mais organizados, sobra mais tempo para atuar na gestão da clínica. Sem contra que, dependendo do software utilizado, ele próprio já funciona como uma ferramenta de gestão.

    Um sistema integrado pode controlar as contas a pagar e catalogar todos os procedimentos e seus valores, permitindo a identificação daqueles que são mais lucrativos. Além disso, ao centralizar os dados financeiros facilita-se muito a gestão administrativa e o controle de estoque, o relacionamento com fornecedores, a emissão de relatórios, o controle de convênios e formas de pagamento etc.

    Dessa forma, um médico pode ter acesso a informações como o número de consultas realizadas ou a quantidade de cancelamentos, por exemplo, o que lhe ajuda a identificar pontos de melhoria e a tomar decisões mais estratégicas no futuro.

    4. Mais segurança para as informações

    Essa é outra grande vantagem dos softwares médicos: já que são regulamentados pelo CFM, eles devem ter a mesma segurança que é aplicada aos bancos e sigilo absoluto dos dados.

    Assim, esses sistemas realizam backups diários, apresentam certificação digital SSL e utilizam criptografia para garantir toda a segurança e privacidade das informações. Além disso, é possível estabelecer controles de acesso e diferentes níveis de permissão para cada usuário.

    No caso do armazenamento em nuvem, o sistema conta ainda com a manutenção garantida pelo fornecedor, e em caso de perda acidental é possível recorrer à recuperação automática, já que cópias de segurança são feitas quase em tempo real.

    5. Maior mobilidade de acesso

    A possibilidade de acesso remoto às informações de um paciente pode agilizar bastante a rotina corrida de um médico, que nem sempre está no seu consultório. Afinal, utilizando um software médico on-line, é possível visualizar o cadastro ou prontuário de um paciente de qualquer lugar, por celular ou tablet.

    Além disso, como os smartphones continuam se tornando mais populares, essa tecnologia ainda vem mudando a relação médico-paciente. Hoje, uma clínica se beneficia desse comportamento ao enviar SMS para confirmar consultas, por exemplo, ou lembretes quanto à marcações de rotina, mensagens de aniversário, entre outras.

    6. Redução de custos

    Embora todo sistema tenha um custo de implementação, é notável o seu retorno financeiro em forma de aumento da produtividade, liberação de funcionários para tarefas mais estratégicas, redução de custos (como de telefone ou papel), melhora da experiência do paciente e muitos outros que trazem resultados consistentes para o seu negócio. Em outras palavras, a adoção de um software médico representa uma grande economia para a clínica.

    Como escolher o melhor software para a minha clínica?

    Na hora de escolher um sistema para a sua clínica ou consultório, é importante ter em mente alguns pontos, principalmente em relação às suas necessidades, objetivos e ao orçamento disponível para essa empreitada. Vale pensar, por exemplo, nos processos que você deseja informatizar, além de avaliar se você já tem a infraestrutura necessária — ou seja, se os equipamentos da sua clínica têm a configuração compatível com a instalação.

    Nesse sentido, para escolher o melhor software médico é preciso avaliar:

    • se o custo se encaixa no seu orçamento;
    • se ele atende às suas principais demandas e objetivos;
    • se é possível importar informações para esse sistema;
    • se ele é fácil de utilizar ou exige treinamento;
    • quantas pessoas utilizarão o software;
    • se ele pode ser acessado por tablets e smartphones;
    • a qualidade do suporte técnico oferecido;
    • a reputação do fornecedor.

    O software médico da iClinic, por exemplo, é líder de mercado e muito simples de usar. Ele oferece agenda on-line e prontuário personalizável, descomplicando a gestão e facilitando o dia a dia de todos que atuam em uma clínica, desde a recepcionista até o próprio médico!

    Enfim, como vimos, um software médico figura entre os avanços tecnológicos que vêm mudando a medicina e o atendimento em saúde. Então, se a sua clínica deseja acompanhar o mercado, não pode ficar fora dessa revolução. Pense nisso!

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