Equipamento médico asiático: por que ele apresenta alta qualidade?

Quem trabalha no setor de gestão e compras de grandes clínicas e hospitais conhece um dos principais problemas enfrentados na área: a defasagem tecnológica de equipamentos médico-hospitalares no Brasil.

Para driblar essa situação, muitos gestores têm investido na compra de equipamento médico asiático, principalmente por meio da importação de itens da China. Mas será que essa é uma boa ideia? Quais as vantagens desses produtos? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

Equipamento médico asiático: como é o mercado da saúde nesses países?

Como dissemos na introdução, a China é um dos principais países exportadores de equipamentos médicos para o Brasil. E isso não é por acaso — afinal, as diferenças em relação à tecnologia entre o nosso país e o asiático são muito grandes.

Primeiro, precisamos compreender que os equipamentos médicos são divididos entre os de alta tecnologia agregada e os produtos convencionais. O primeiro grupo engloba os produtos que necessitam de mais tecnologia e pesquisa, enquanto o segundo está relacionado aos itens mais simples, como gazes e seringas.

O Brasil se especializou na produção desse segundo grupo, enquanto os países asiáticos têm investido fortemente em pesquisas e inovações para os produtos com alta tecnologia agregada.

Para se ter uma ideia, na China são vários os programas promovidos pelo governo. O Healthy China 2030, por exemplo, visa transformar a saúde chinesa nos próximos anos por meio de um investimento de cerca de 2,3 trilhões de dólares.

Investidores de todo o mundo também estão apostando no mercado de saúde chinês que, de acordo com os dados da Revista Exame, deverá crescer em média 12% ao ano até 2020.

Quais as vantagens dos equipamentos médicos asiáticos?

Depois de ler o tópico anterior, já é possível notar que existem algumas vantagens dos equipamentos médicos asiáticos — principalmente os chineses em comparação com os nacionais —, não é mesmo?

Veja as que merecem maior destaque.

Preços competitivos

Mesmo com as taxas de importação e os trâmites legais, os equipamentos médicos asiáticos ainda conseguem ter preços mais competitivos que os de outros países.

Isso se deve principalmente aos benefícios dos governos asiáticos, como redução de impostos, incentivos para o capital de giro e demais tipos de parceiras para estimular as empresas a exportarem para outros mercados. O Brasil é visto como um país estratégico para as operações chinesas e, por isso, as empresas que desejam exportar para nós contam com mais facilidades.

Inovação tecnológica

Infelizmente, como mostramos no tópico anterior, o incentivo às inovações tecnológicas não é muito grande no nosso país. Ainda é muito burocrático e caro estudar as tendências do mercado e criar tecnologia nacional para atender ao mercado.

Em contrapartida, os governos dos países asiáticos, em especial a China, possuem programas de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias, principalmente na área médica.

Essa parceria é essencial para reduzir os custos desses estudos, permitindo que as empresas tenham acesso à tecnologia de ponta em seus produtos. Um exemplo é o grupo chinês Biobase, que tem colaborado com a Academia de Ciências de Shandong e também com o Instituto de Biossenssores para a criação de máquinas de desenvolvimento de células-tronco.

Pós-venda

Muitas indústrias de equipamentos médicos têm notado a necessidade de melhorar o seu pós-venda e a relação com os consumidores. Isso também tem acontecido com a indústria chinesa.

Nesse contexto, muitas empresas estão se dedicando a formar redes de serviços nos países importadores, criando também uma rede de relacionamento que facilita no caso de assistência técnica e demais necessidades dos compradores.

Qualidade

Houve um tempo em que produtos chineses eram sinônimo de baixo preço e qualidade inferior. Porém, hoje o cenário está se modificando, principalmente pela ação do governo chinês que entendeu a necessidade de investir em mais inovações tecnológicas para continuar exportando produtos competitivos.

Por isso, as empresas chinesas têm buscado automações e incorporado tecnologias avançadas nos seus processos produtivos. Um exemplo é o plano “Feito na China 2025”, que visa ajudar a indústria a escalar na cadeia de valor em dez setores chaves — entre eles está a produção de equipamentos médicos.

Como fazer a importação de equipamentos médicos asiáticos?

Depois de ler todos esses dados, já se convenceu de que investir nos equipamentos médicos asiáticos é uma boa opção para o seu hospital, clínica ou centro de diagnósticos? Saiba que é preciso seguir alguns trâmites legais para garantir que tudo estará de acordo com as leis brasileiras.

Anvisa

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por regulamentar todos os equipamentos médico-hospitalares permitidos no Brasil que tenham finalidade: médica, laboratorial, odontológica ou fisioterápica, usados direta ou indiretamente para terapias, diagnósticos, monitorização ou reabilitação.

A legislação busca proteger a saúde da população, fiscalizando e controlando todos os equipamentos médicos usados no país, sejam eles nacionais ou importados.

Assim, dependendo da finalidade e da indicação do equipamento, é preciso seguir algumas regras e, no caso da importação, a Anvisa precisa autorizar o procedimento. As normas para isso estão estipuladas na Resolução da Diretoria Colegiada RCD nº 81 de 05/11/2008.

Empresas

Outro cuidado que precisa ser seguido é conferir se a empresa fabricante possui um acordo comercial com o nosso governo para inserir os seus produtos no mercado nacional.

Mesmo que seja apenas uma importadora, esse cadastro é obrigatório, já que a Anvisa exige uma comprovação de qualidade. Por isso, é essencial que a empresa ofereça todas as informações necessárias sobre o equipamento em questão, como certificados de qualidade e de testes.

O órgão, inclusive, dispõe de um manual para a regularização de equipamentos médicos. Você poderá conferi-lo antes de comprar qualquer item asiático.

CFDA e órgãos reguladores do país de origem

Essa é a sigla para China Food and Drugs Administration. Esse é o órgão regulador da China, que age de forma semelhante à Anvisa aqui no Brasil. Cada país possui uma entidade nesse sentido, que baliza as formas de produção de equipamentos, testes de qualidade e outros pontos fundamentais para a segurança dos usuários.

Por isso, é muito importante conferir se o equipamento médico que você deseja importar é aprovado pelos órgãos reguladores. Embora cada país tenha a suas próprias regras, ser aprovado no CFDA ou outro órgão ajuda a conferir certo grau de qualidade e segurança ao item, tornando mais simples o processo de importação.

Como você viu, o equipamento médico asiático está ganhando cada vez mais mercado por ter alta tecnologia, preços competitivos e boa qualidade. Por isso, é sempre importante que o gestor fique atento às novidades do setor médico hospitalar e também aos lançamentos dos principais produtores mundiais.

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    Conheça os 7 principais avanços tecnológicos na medicina

    A transformação digital vem impactando a vida e o cotidiano das pessoas, em especial profissionalmente. Na saúde, não seria diferente — os avanços tecnológicos na medicina trazem benefícios tanto para profissionais quanto para pacientes.

    A tecnologia aplicada à saúde vai muito além de equipamentos eletrônicos modernos e aplicativos digitais. A chamada Saúde 4.0 tem um caráter fortemente preventivo e traz a medicina para o dia a dia dos pacientes, por meio de inovações como a IoT, o Big Data e a Inteligência Artificial.

    No Brasil, as inovações em medicina são tantas, que foi criada a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, a ABIIS. Segundo o seu presidente, existem mais de 500 mil tecnologias médicas em uso atualmente.

    No post de hoje, reunimos 7 dos avanços tecnológicos médicos que você deve acompanhar, pois impactam diretamente a vida de quem atua na área e também a saúde dos pacientes. Confira!

    1. Telemedicina

    Trata-se da relação médico—paciente a distância e envolve uma série de ações desempenhadas remotamente.

    Pacientes em cidades sem assistência podem ter acesso a médicos especialistas e exames altamente específicos. Por meio de uma plataforma, um médico pode visualizar os exames de um paciente de qualquer lugar, emitindo um laudo mesmo sem estar presente. O monitoramento de um paciente também pode ser realizado por um especialista a distância (teleassistência).

    Além disso, a telemedicina permite a redução de custos para clínicas e hospitais.

    2. Cirurgias robóticas assistidas

    A cirurgia robótica já é uma realidade e vem garantindo procedimentos mais seguros e menos invasivos aos pacientes. São estruturas robóticas comandadas por um especialista, que tem a sensação de ver o corpo por dentro, graças a câmeras que geram imagens tridimensionais.

    Os braços robóticos não estão sujeitos a nenhum tipo de tremor, além de possibilitarem rotação de 360 graus, conferindo muito mais precisão aos movimentos e permitindo a realização de procedimentos de alta complexidade em áreas delicadas do corpo.

    No entanto, embora o uso de inteligência artificial reduza bastante as falhas humanas, a experiência de um cirurgião no comando da estrutura é indispensável, cabendo a ele o poder de decisão.

    3. Prontuário eletrônico

    Com eles, todos os dados cadastrais e informações clínicas dos seus pacientes ficam armazenados em uma só base de dados, podendo ser acessados por diversos profissionais a qualquer hora e lugar, facilitando a integração e o trabalho de uma equipe multidisciplinar.

    Resultados de exames, histórico, medicações, tratamentos e sintomas são atualizados em tempo real.

    Os prontuários eletrônicos permitem a automação de processos e diminuem o tempo de atendimento, garantindo mais produtividade ao médico e à equipe de atendimento. Além disso, reduzem a margem de erro, garantindo diagnósticos mais precisos.

    4. Impressão de órgãos 3D

    A bioimpressão de órgãos 3D pode parecer coisa de filme de ficção científica, mas já é real. No lugar de tinta comum, esse tipo de impressão utiliza biotintas, que contêm células, proteínas e outros elementos biológicos em sua composição.

    Embora os cientistas ainda tratem do assunto com cautela, órgãos artificiais como rins, pâncreas e coração já estão em desenvolvimento. As dúvidas ficam por conta do tempo de vida útil deles no corpo humano.

    Tudo indica que, dentro de alguns anos, essa será uma solução para reduzir as filas de transplantes e talvez seja um caminho para a cura de doenças crônicas, como o diabetes e as doenças renais.

    5. IoT médica

    A chamada internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) refere-se à conexão de objetos do dia a dia com a internet. No campo da medicina, tem grande importância no monitoramento de pacientes, especialmente portadores de doenças crônicas.

    Por meio dos wearables — dispositivos vestíveis dotados de sensores —, é possível coletar informações como pressão arterial, níveis de glicose no sangue, frequência cardíaca, entre outros.

    Um paciente diabético pode, por exemplo, usar uma geladeira com controle de acesso à alimentação.

    Essa tecnologia traz o controle e monitoramento clínico para fora dos consultórios, ou seja, para o dia a dia dos pacientes. Dessa forma, aumenta a responsabilidade do indivíduo sobre seu estado de saúde e, consequentemente, a conscientização.

    Para os médicos, representa o acesso aos dados mais reais possíveis, coletados durante a realização de atividades rotineiras, permitindo um controle muito mais eficiente. As informações extraídas no consultório podem ser mascaradas pela síndrome do jaleco branco, por exemplo.

    Por isso, os avanços tecnológicos médicos têm um papel fundamental na prevenção e promoção de saúde e bem-estar.

    6. Diagnósticos personalizados

    Atualmente, a grande maioria dos tratamentos e medicamentos são desenvolvidos com base em dados obtidos de pessoas com características comuns, por exemplo, homens brancos, de uma determinada faixa etária, em geral, americanos.

    No entanto, esses mesmos tratamentos são aplicados, pelo mundo inteiro, em pacientes com genética completamente diferente.

    Graças ao uso da realidade aumentada, e também às facilidades de armazenamento e compartilhamento de informações pela internet, hoje é possível obter dados muito mais precisos sobre os pacientes e suas patologias, levando a diagnósticos mais personalizados.

    7. Medicamentos personalizados

    Seguindo esse raciocínio, em pouco tempo, teremos uma base muito mais completa para o desenvolvimento de tratamentos mais específicos e com resultados muito mais eficazes.

    Assim como os diagnósticos, com base em dados mais precisos sobre cada paciente, os medicamentos personalizados aparecem como uma forte tendência.

    Além da evolução dos métodos diagnósticos, os avanços tecnológicos impactam também na produção dos medicamentos, reduzindo os custos e o tempo de desenvolvimento e fabricação.

    Avanços tecnológicos como a internet das coisas e a computação em nuvem vêm permitindo o aumento da interação e conectividade nas mais diversas atividades profissionais. E as inovações não param por aí: além de tornar as intervenções mais precisas e pontuais, a tecnologia vem sendo utilizada para reabilitação, por meio do uso de jogos e realidade virtual, por exemplo.

    Assim como tudo que envolve tecnologia, a medicina vem mudando rapidamente. Por isso, acompanhar os avanços tecnológicos na medicina, é primordial para profissionais da área entenderem suas aplicações e melhorarem o seu desempenho no trabalho.

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    Equipamentos de ultrassom: entenda como escolher os melhores

    Os equipamentos de ultrassom representam um grande avanço na medicina diagnóstica. Dessa maneira, trata-se de um item obrigatório em hospitais e centros de imagem. Mas, para conseguir realizar diagnósticos e tratamentos mais precisos, é importante contar com aparelhos de qualidade.

    Assim, os profissionais devem ter muito critério na escolha do equipamento. A questão é que há diferentes modelos de ultrassom no mercado — o que deixa muitos profissionais confusos na hora de selecionar o melhor.

    Preparamos este post para que você consiga entender os detalhes desses equipamentos. Continue a leitura e saiba mais sobre sua importância para a Medicina, os tipos existentes e o que considerar para adquirir o modelo mais adequado às suas necessidades.

    Qual a importância do ultrassom?

    A ultrassonografia é um exame diagnóstico preliminar que apresenta grande eficácia, pois permite a identificação de muitas doenças e acompanhamento da evolução de diversos tratamentos. Por isso, esses equipamentos são extremamente necessários em uma clínica de diagnóstico por imagem ou hospital, visto que podem identificar, de forma rápida, qualquer problema que o paciente tenha sem submetê-lo inicialmente a um procedimento invasivo.

    O aparelho de ultrassom é do tipo operador dependente, ou seja, o médico especialista realiza o exame de forma manual, analisando a região corporal de queixa do paciente ou na qual o profissional suspeite de algum problema. Desse modo, é um diagnóstico obtido por meio de medições e comparações com outras regiões da área analisada.

    O exame auxilia, inclusive, a realização de uma biópsia guiada a fim de fazer a confirmação de alguma patologia. Como exemplo, podemos mencionar a ultrassonografia de mamas, que pode ser feita após a mulher detectar algo diferente em seu corpo. Por meio do exame, o médico consegue avaliar se está tudo bem ou se existe algum problema, como um câncer.

    Em caso de suspeita da doença, pode ser necessário fazer um acompanhamento, com a realização do exame mais uma vez para detectar se houve uma evolução. Já em caso de gravidade, o médico solicita a realização de uma biópsia e, dependendo do resultado, rapidamente a mulher já pode ser encaminhada para o tratamento — que pode incluir cirurgia, quimioterapia ou radioterapia.

    Como o equipamento pode otimizar o trabalho do profissional de saúde?

    Os equipamentos de ultrassom auxiliam o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde. Como exemplo, pode-se citar o trabalho de anestesistas, que utilizam o equipamento para guiar a agulha ao local correto. Dessa maneira, as chances de aplicar a injeção de anestesia no ponto errado diminuem consideravelmente. O equipamento traz, portanto, segurança para o paciente e profissional.

    Outra especialidade que se beneficia com a tecnologia do ultrassom é a dos cirurgiões vasculares. Eles utilizam o equipamento na hora de realizar procedimentos como o acesso venoso — o ultrassom guia a agulha para acessar a vascularização com maior precisão e rapidez.

    Quais são os principais tipos?

    Quer entender melhor quais são os tipos de equipamentos de ultrassom? Confira a seguir.

    Portátil

    É um tipo de equipamento bastante versátil, pois pode ser configurado para atender às mais diversas áreas, como:

    • medicina interna;
    • ginecologia/obstetrícia;
    • vascular;
    • cardiologia.

    O ultrassom portátil, geralmente, é utilizado pelo profissional em mais de um local de atendimento, já que tem o formato laptop e conta com uma bateria. Assim, é muito fácil transportá-lo de uma clínica a outra ou até mesmo dentro do ambiente hospitalar para ser utilizado nos leitos, UTI, centro cirúrgico etc.

    Fixo/Transportável

    Da mesma forma que o equipamento portátil, o ultrassom fixo/transportável também é indicado para diferentes especialidades. A diferença é que deve ser utilizado em apenas um local ou ambiente hospitalar, visto que não conta com uma bateria, necessitando, assim, de um nobreak para fazer sua ligação na rede elétrica.

    Como escolher o melhor equipamento de ultrassom?

    Quando se trata da aquisição de equipamentos médicos, estamos falando de um investimento alto por conta de toda a tecnologia envolvida nesses produtos. Por isso, é fundamental saber como fazer a escolha correta e evitar prejuízos.

    Em primeiro lugar, é preciso considerar quais os tipos de exame que a clínica, consultório ou hospital vai realizar e selecionar os modelos que atendam essa necessidade. Assim, o fornecedor pode apresentar os transdutores recomendados para utilização, além de algum software opcional para outros exames que possam ser incluídos na configuração do aparelho.

    Outros aspectos que devem ser levados em conta na escolha do equipamento são:

    • ergonomia da máquina, como ajuste de altura e rotação do painel;
    • tela touch screen acoplada ao painel para uma maior produtividade;
    • tamanho do monitor.

    Além de atender às necessidades do profissional, é importante verificar a relação custo-benefício, bem como o pós-venda (manutenções, disponibilidade de peças e suporte técnico). É necessário também que o fornecedor tenha um estoque de peças e equipamentos perto de você. Dessa forma, caso surja algum problema técnico, a empresa rapidamente consegue dar o suporte sem atrapalhar as atividades da sua clínica ou hospital e o atendimento aos pacientes.

    Diferenciais da Medicalway

    A Medicalway, por exemplo, se destaca não só na tecnologia dos equipamentos, como também na assistência pós-venda. Isso porque conta com estoque de equipamentos e peças, além de um suporte bastante ágil. Os técnicos são deslocados em um menor tempo possível para realizar o atendimento no local.

    Além disso, a empresa atualmente é importadora da Mindray, nada menos que a principal fabricante de equipamentos médicos da China e que ocupa o sexto lugar no mundo em número de vendas de ultrassom. São aparelhos robustos e com recursos exclusivos, como o doppler — extremamente sensível e rápido, otimizando diagnósticos, tratamentos e o trabalho do profissional.

    Para ter precisão no diagnóstico de diversas doenças, clínicas, centros de imagens e hospitais devem contar com equipamentos de ultrassom de alta qualidade e que apresentem as tecnologias mais recentes. Para não errar na escolha, é imprescindível selecionar um fabricante de referência, que trabalhe com as melhores marcas mundiais e ofereça um pós-venda completo.

    Está interessado em saber mais detalhes sobre as características e indicações dos diferentes tipos de ultrassom? Entre em contato com a Medicalway e tire todas as suas dúvidas!

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    Parâmetros de monitores: conheça suas possibilidades de configuração

    Uma das atividades mais críticas e importantes na rotina de consultórios e hospitais é o acompanhamento dos parâmetros de monitores. Afinal, para que o serviço completo de cuidado à saúde seja fornecido com qualidade, o monitoramento de sinais vitais e outros parâmetros mais específicos é crucial.

    Nesse contexto, os gestores devem atentar frequentemente ao desempenho de tais monitores para a eficácia global, assegurando que esses dispositivos sejam bem escolhidos de acordo com os objetivos da prática médica.

    Mas e você, conhece os principais tipos de monitores e quais são os parâmetros mais importantes? Gostaria de aprofundar seus conhecimentos sobre as possibilidades disponíveis e o que considerar no momento de escolha?

    Então, continue conosco e faça uma ótima leitura do conteúdo completo que preparamos!

    Saiba a utilidade dos monitores no tratamento e diagnóstico dos pacientes

    Entre os monitores disponíveis, os mais básicos coletam dados do estado geral e dos sinais vitais dos pacientes, sendo que existem parâmetros mais avançados que não somente coletam dados, mas direcionam tratamentos.

    É o caso, por exemplo, do débito cardíaco e da capnografia. A partir da análise desses parâmetros, é possível estabelecer o diagnóstico e uma conduta terapêutica adequada devido à obtenção de informações mais específicas do estado geral do paciente.

    Conheça os principais tipos de monitores

    Para que você compreenda este artigo de uma maneira mais didática, vamos separar os monitores de acordo com o tipo, sendo que os mais comuns são os pré-configurados e os modulares.

    Monitores pré-configurados

    Os monitores pré-configurados podem alcançar até um certo nível de parâmetro e, normalmente, apresentam, como módulos operacionais, o débito cardíaco e a capnografia.

    Eles são mais utilizados para centros de UTI que não requerem o monitoramento de tantos parâmetros, mas precisam acompanhar e manter o paciente estável.

    Monitores modulares

    Já os monitores modulares são mais utilizados em centros que necessitam de acompanhamentos mais específicos e críticos e da análise de parâmetros mais avançados.

    Exemplos dessas condições são determinados ambientes, como centros cirúrgicos, que requerem o monitoramento de parâmetros, como o nível de consciência em relação aos desfechos, o desenvolvimento de uma pneumonia e o comportamento fisiológico de agentes anestésicos.

    Outros tipos de monitores

    Além dos monitores pré-configurados e modulares, existem os mistos, que nada mais são do que os dispositivos pré-configurados com a inserção de alguns módulos. Eles podem ser utilizados em UTI e manter 1 ou 2 módulos para rodar, por exemplo, a quantidade de 10 leitos.

    Além disso, os monitores mistos englobam os parâmetros básicos, como eletrocardiograma, respiração, saturação, pressão não invasiva e temperatura, rodando, ainda, com 2 módulos de capnografia.

    Uma vez que normalmente nem todos os pacientes precisam utilizar todos esses módulos, os monitores mistos são empregados. Vale salientar que as tecnologias em saúde vêm se aprimorando constantemente, sendo importante que os gestores acompanhem as novas possibilidades de equipamentos e dispositivos.

    Veja quais são os parâmetros de monitores

    Antes de compreendermos quais são os diferentes parâmetros de monitores, é importante elucidar o que são os módulos. Já mencionamos, neste conteúdo, a inserção de determinados módulos. Mas, afinal, o que isso significa?

    Definição de módulos

    Podemos considerar que os parâmetros vêm inseridos dentro de uma caixa que é literalmente encaixada dentro do monitor e todo o processo de leitura acontece pela transmissão dos dados na tela.

    No caso de monitores multiparamétricos, esses módulos podem ser intercambiáveis entre si e com outros monitores, desde que sejam do mesmo fabricante.

    Principais parâmetros e possibilidades de configuração

    De maneira geral, os monitores básicos têm 5 parâmetros. São eles:

    • eletrocardiograma;
    • respiração;
    • saturação;
    • pressão não invasiva;
    • temperatura.

    Além disso, existe uma vasta lista de parâmetros, fornecidos pela Medicalway, que buscam atender diferentes complexidades de tratamento. Confira alguns parâmetros provenientes dessa lista:

    • gases anestésicos;
    • débito cardíaco;
    • saturação de oxigênio;
    • nível de consciência;
    • pressão invasiva;
    • capnografia.

    Descubra como escolher o melhor monitor para o seu consultório ou hospital

    Pois bem, conhecer os tipos de monitores e parâmetros mais analisados é de suma importância, mas de nada adianta reconhecer essa necessidade se você não souber fazer a escolha de equipamentos adequados, certo?

    Para tanto, elencamos alguns pontos que requerem atenção ao adquirir tais dispositivos para o seu consultório ou hospital. Continue acompanhando este artigo e saiba como fazer a escolha mais adequada.

    Nível de complexidade da assistência à saúde

    É fundamental considerar o nível de complexidade do ambiente hospitalar ou do consultório em que o monitor será instalado, além de verificar a quantidade de leitos e quais as condições de uso do monitor pelos profissionais da saúde.

    Se analisarmos, por exemplo, uma UTI cardíaca, é bem possível que os principais parâmetros requeridos sejam pressão invasiva e débito cardíaco.

    Qualidade do equipamento

    Uma das maneiras mais eficazes de se mensurar a qualidade dos fornecedores de dispositivos, como os monitores, é fazendo uma análise concisa e frequente do período pós-venda. É fundamental analisar determinados fatores, como a periodicidade de manutenção e treinamentos e se os sensores são substituídos rapidamente.

    Ademais, o nível de qualidade deve ser acompanhado com cautela. Vale ressaltar que os parâmetros analisados são críticos, e se algum monitor de baixa qualidade for implantado, podem ocorrer, por exemplo, interpretações erradas de eletrocardiogramas, o que leva a condutas equivocadas.

    Variedade de parâmetros em relação à complexidade do tratamento

    Como podemos ver, os parâmetros de monitores são responsáveis pela indicação de estados vitais e sensíveis, como o estado hemodinâmico, o nível de consciência e as transmissões neuromusculares. Assim, a complexidade é um aspecto que deve ser levado em conta.

    Quanto mais complexo for o paciente no centro cirúrgico, mais ele precisará utilizar agentes anestésicos, como o sistema TNM e o BIS (Índice Bispetral), sendo essencial saber para onde a conduta clínica está sendo direcionada.

    Por outro lado, o paciente que fica longos períodos na UTI necessita do parâmetro de débito cardíaco. Se a equipe optar por obter os parâmetros por métodos não invasivos, é preciso escolher algum módulo de pico que seja menos agressivo. Deve-se saber, portanto, o que exatamente será utilizado.

    A MedicalWay atende desde dispositivos com parâmetros de monitores básicos, como equipamentos mais simples de triagem, até os monitores mais complexos e avançados com alta qualidade de padrões hemodinâmicos. Além disso, os módulos mais avançados contam com a análise de eletromiografia, pneumonia, agentes anestésicos e saturação venosa de oxigênio.

    Que tal entrar em contato conosco e conhecer, com mais detalhes, nossas tecnologias e condições de mercado? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!

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