O que é a máscara laríngea e em quais ocasiões ela deve ser utilizada? Seja para a aplicação de anestesias convencionais ou para o acesso das vias áreas para ventilação mecânica durante a internação de pacientes em UTI, a máscara laríngea (ML) é indispensável para o uso médico.
O item é desenvolvido especialmente para o manuseio da região entre a laringe, ficando na parte superior da epiglote, responsável pelo correto funcionamento do sistema digestivo e por permitir que o alimento transite pelo local correto.
Desse modo, é preciso que o processo realizado com a máscara laríngea seja breve, para que não haja uma broncoaspiração. Isso ocorre quando a traqueia é vedada pelo mau funcionamento da epiglote, e um sólido ou líquido desce em direção à laringe, obstruindo a traqueia e impedindo a passagem de ar pelos pulmões.
Então, para um correto uso da máscara laríngea, é preciso conhecer a fundo o assunto. Continue conosco e saiba mais informações!
Como você pôde perceber, a incorreta aplicação da máscara pode oferecer sérios riscos. Assim, é preciso aprender a seguir os passos corretos:
Conforme mencionado, a máscara laríngea deve ser utilizada para acessar as vias aéreas. Isso pode ocorrer quando a região apresentar falhas no funcionamento ou em situações em que o paciente precisa ser entubado e ventilado. É o caso de adultos em quadros graves internados em UTI e que precisam do auxílio de aparelhos para respiração.
A princípio, esse grupo é ventilado a partir da introdução de um tubo endotraqueal na traqueia. Porém, a longo prazo, esse equipamento pode comprometer a laringe e a traqueia dos pacientes. Para evitar isso, os médicos devem realizar uma traqueostomia percutânea dilatacional (TPD). Durante esse procedimento e/ou até para aplicação da anestesia geral, a máscara laríngea deve ser fixada na garganta.
Outra circunstância a que os médicos devem ficar atentos quanto ao uso da ML é nas ocasiões em que todas as alternativas de ventilação do paciente foram esgotadas e é necessário utilizar um item que auxilie na recuperação das vias aéreas. Outras ocasiões incluem cirurgias eletivas, ambulatoriais, otorrinolaringológicas e em cantores e locutores profissionais.
Existem as máscaras descartáveis, que como o próprio nome sugere deve ter uso único. Outro tipo de ML é a reutilizável, cujo material é isento de látex para evitar problemas de saúde — como alergias graves, uma reação cada vez mais comum. Sua fabricação leva um silicone especial nos padrões médicos.
Entretanto, mesmo com a permissão de reúso dessa ML, para que os pacientes tenham a máxima qualidade no atendimento, ela deve ser descartada após 2 anos do primeiro ou na 40ª vez, período em que as características do produto já estão desgastadas.
Como você viu, é importante ficar de olho nos critérios de uso da ML para garantir maior segurança aos pacientes. Além disso, existem outras recomendações que devem ser seguidas. Afinal de contas, diante das utilidades do produto, como a ventilação imediata — devido à confecção em tubo flexível, que se adapta com facilidade à hipofaringe do paciente — e a fácil manipulação, é natural que a máscara laríngea seja muito procurada nos ambientes médicos.
Apesar disso, é preciso conhecer os diferentes tipos de máscaras e as orientações para cada situação de uso, o que exige manuseios diferentes. Nesse sentido, existe uma tabela que melhor orienta o uso da ML, de acordo com alguns critérios. Por exemplo:
Saber dessas informações e levar isso em consideração é essencial para maior segurança no uso da ML pelos profissionais. Além disso, ao inserir a máscara laríngea, procure se certificar de:
Percebeu como o uso da máscara laríngea é essencial para o melhor cuidado das vias aéreas do paciente e o quanto isso exige o correto manuseio do produto? Siga as recomendações, incluindo as dos fabricantes da máscara, quanto à desinfecção, descarte e aplicação para maior segurança de todos os envolvidos no processo.
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Para que seu hospital realize cirurgias de modo eficiente, é essencial saber quais equipamentos de centro cirúrgico são obrigatórios.
Assim, você terá à disposição as tecnologias mais recentes do setor, construindo um fluxo de trabalho seguro para o paciente e para os profissionais de saúde.
Confira abaixo 4 aparelhos que não podem faltar em sua sala cirúrgica!
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Acompanhar os recentes avanços no mercado de equipamentos médicos é muito importante para conseguir mais eficiência operacional e qualidade no seu hospital. Há uma série de inovações que podem melhorar o fluxo de processos na instituição hospitalar e promover melhorias na assistência oferecida aos pacientes.
Neste conteúdo especial, vamos mostrar as principais tendências no setor, para que a sua clínica não fique para trás. Para isso, vamos falar do estado atual do mercado de equipamentos médicos e também apresentar quais são as possibilidades para os próximos anos.
Ficou interessado? Continue acompanhando e saiba mais sobre o assunto!
Vamos apresentar o panorama atual do mercado de equipamentos médicos. Veja mais a seguir!
O envelhecimento da população traz novas necessidades para a área da saúde, exigindo a amplificação do arsenal de recursos para lidar com patologias e questões associadas à maturidade da população. Além disso, diversas tecnologias vêm sendo incorporadas nos segmentos da saúde, gerando pesquisas com elevado potencial de proporcionar um melhor atendimento para a população mundial.
Os equipamentos médicos têm um papel decisivo nesses processos, sendo fundamentais para auxiliar os profissionais da saúde na manutenção da vida e preservação da integridade dos pacientes.
As tecnologias avançam continuamente e novas possibilidades surgem a cada dia. No mercado de equipamentos médicos, podemos notar que há tendências promissoras.
A telemedicina, por exemplo, já é uma realidade. Ela é a realização de práticas médicas a distância, seja a emissão de laudos ou acesso a resultados de exames, por exemplo. Ela permite ampliar o acesso à medicina, viabilizando que pessoas de regiões mais remotas possam ter acesso a especialistas e recursos que se concentram em capitais ou grandes centros de referência em saúde.
Outro recurso que vem ganhando espaço na área de equipamentos é a inteligência artificial, que são os dispositivos capazes de realizar algumas das funções cognitivas humanas, como mensurar, tomar decisões e resolver problemas. Para isso, os aparelhos se baseiam em redes neurais artificiais que proporcionam o aprendizado das máquinas (conhecido como machine learning).
A robótica também já é utilizada na área de aparelhos para medicina, sendo importante para a realização de procedimentos cirúrgicos. Ela permite melhorar a precisão do cirurgião e viabiliza a realização de procedimentos menos invasivos.
As novas tecnologias no mercado de equipamentos médicos geram impactos sobre a gestão hospitalar. Elas exigem um aumento da eficiência no controle de manutenções, demandando o estabelecimento de cronogramas que envolvam todos os equipamentos e gerando a necessidade de priorização de uma abordagem preventiva nesse quesito.
A tecnologia insere um maior dinamismo para a gestão hospitalar, facilitando processos e promovendo novas possibilidades, como a supervisão de atendimento a distância. Ela permite ampliar o acesso a um corpo de profissionais mais qualificado para confirmação de diagnóstico, esclarecimento de dúvidas e fornecimento de um tratamento mais efetivo.
Ou seja, ela incrementa o hospital com um maior arsenal de saberes. Em termos de gestão, os dispositivos médicos geram a necessidade de administração das interações com médicos de fora, por exemplo.
Os equipamentos médicos baseados em cloud computing também oferecem mais segurança e integridade para o manejo de informação, evitando a perda de dados, invasões no sistema e quebras de sigilo médico.
É possível esperar várias modificações para o mercado de equipamentos biomédicos para os próximos anos. Veja mais a seguir!
Segundo pesquisa da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, divulgada pelo portal Saúde Business, em 2018 o mercado de dispositivos médicos movimentou R$ 10,5 bilhões no Brasil. Com os avanços em pesquisas, a oferta de equipamentos hospitalares se amplia e a rede de hospitais pode contar com um parque tecnológico diversificado e que proporciona mais precisão e eficácia em diagnósticos e tratamentos.
Dados da mesma pesquisa apontam que em 2018 a alta da área de dispositivos médicos foi de 13,5%. Com a modernização e atualização constante da medicina, é essencial que os hospitais busquem incrementar seu parque tecnológico para oferecer tratamentos mais eficazes e para acompanhar as inovações que surgem nesse contexto.
Uma importante tendência em equipamentos é a de integração de uma ampla variedade de dispositivos, o que é conhecido como Internet das Coisas. Ela amplia a rede de comunicação para o intercâmbio de informações e facilita a coleta de dados.
Isso ajuda a rotina de pacientes e também proporciona um arsenal de registros que contribuem para o monitoramento, análise e para as reflexões dos médicos. Em telemedicina, a Internet das Coisas possibilita conectar os equipamentos analógicos às plataformas, para facilitar o envio de informações sem necessitar de uploads manuais.
Os equipamentos médicos proporcionam melhora da qualidade de vida dos pacientes. A tecnologia permite ao médico fazer mais procedimentos com agilidade e precisão, além de possibilitar que o profissional tenha mais recursos disponíveis para oferecer um bom tratamento. Com isso, o médico tem mais tempo para se dedicar a um atendimento humanizado e a realizar uma avaliação profunda da pessoa que está sendo cuidada.
Além disso, o mercado conta com dispositivos que podem promover mais bem-estar para o paciente. Um exemplo é o biossensor transdérmico para diabéticos. Ele coleta dados sobre os níveis de glicose no sangue e evita que o paciente tenha que utilizar agulhas diariamente nessa aferição.
As pesquisas avançam e os equipamentos são aprimorados para proporcionar tratamentos menos invasivos e que minimizem a dor e o desconforto. Há também dispositivos inteligentes que possibilitam fazer uma análise mais eficaz dos processos para que o tratamento seja conduzido de forma a proporcionar uma recuperação mais rápida.
O mercado de equipamentos médicos está em constante atualização. Com o lançamento de novas tecnologias, a tendência é otimizar processos e promover uma maior humanização do cuidado. Os desafios da gestão hospitalar podem ser facilitados com o apoio de recursos modernos e projetados para terem melhor performance e eficiência operacional.
Há uma série de possibilidades para incrementar o hospital e construir um parque tecnológico que ofereça o que há de melhor para a vida do paciente. Se você gostou de aprender mais sobre o mercado de equipamentos médicos, aproveite e entre em contato com a Medicalway e conheça nossos produtos e serviços!
Hospitais, maternidades e clínicas obstétricas que buscam oferecer um atendimento integral à gestante devem estar preparados para a realização da cardiotocografia (CTG). O exame avalia a vitalidade do bebê e indica o sofrimento fetal, trazendo alertas como a necessidade da antecipação do parto, por exemplo.
O procedimento, normalmente realizado ao final da gestação, é rápido, indolor e não invasivo. É feito com um equipamento denominado cardiotocógrafo e muito útil principalmente em gestações de alto risco.
Quer entender melhor como funciona a cardiotocografia e sua importância para a saúde da mãe e do bebê? Acompanhe nosso post e descubra por que disponibilizar esse exame é fundamental em instituições de saúde que fazem o atendimento a gestantes!
A cardiotocografia (CTG) tem por finalidade fazer um registro da atividade cardíaca fetal. O registro é feito em papel, na forma de traçado, e também observa as contrações uterinas e os movimentos fetais.
A interpretação do exame é realizada por meio de uma análise do traçado resultante da atividade cardíaca fetal e de sua variabilidade — ou seja, espera-se que a frequência cardíaca fetal varie junto com movimentos e contrações uterinas. Os padrões esperados de variabilidade são bem documentados e, assim, detectam as alterações com mais facilidade.
A CTG é um exame prático — pois não precisa da presença do operador ao lado da gestante —, relativamente barato e que traz resultados bastante confiáveis.
Para realizar o exame, a gestante pode ficar sentada ou deitada. Ela permanece confortável, pois o procedimento é indolor e não invasivo. São utilizados dois cintos com sensores na barriga da mãe: um para captar os batimentos cardíacos do feto e outro para descobrir a frequência e a intensidade das contrações uterinas. Se for uma gestação múltipla, há um sensor especial para cada coração.
O equipamento utiliza um estímulo sonoro na barriga da gestante, com uma fonte com frequência de 500 a 1.000 Hz, com o objetivo de verificar a reação do bebê.
Os dados obtidos são transmitidos para um papel ou para um monitor, em um gráfico, e depois são interpretados pelo médico. O exame pode ajudar a fazer uma avaliação do feto no final da gravidez ou durante o trabalho de parto — para averiguar se o bebê está em sofrimento, por exemplo.
A cardiotocografia (CTG) é fundamental para garantir que a gestação transcorre bem nas últimas semanas. Isso porque o resultado do exame, quando mostra algum desvio, pode indicar insuficiência na oxigenação cerebral do bebê. Essa deficiência pode ser causada por vários fatores, como:
Desse modo, baseado no resultado da CTG, o obstetra pode definir o melhor momento e método para fazer o parto.
O exame deve ser realizado, por exemplo, quando a gestante sente que o bebê não está se mexendo ou está se movimentando pouco. Assim, o médico poderá entender o que está acontecendo. A cardiotocografia é indicada também para:
O exame de CTG é comumente solicitado no final da gravidez, após 38 semanas em gestações que transcorrem normalmente, durante o trabalho de parto ou a qualquer momento (em gestações acima de 30 semanas), desde que haja necessidade de avaliar a vitalidade fetal.
Assim, a frequência com a qual o procedimento deve ser realizado é a seguinte:
A cardiotocografia pode detectar sinais de sofrimento fetal. São eles:
Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), 30 milhões de bebês nascem prematuros no mundo, com baixo peso ou ficam doentes e necessitam de cuidados especiais.
A gestação de alto risco é uma realidade que pode ser causada doenças maternas, como hipertensão, diabetes ou infecções, pelo uso de álcool e drogas ou ainda ocorrer devido à obesidade, gestação múltipla, estresse ou por conta de outras doenças, como renais ou da tireoide. Há ainda situações de gravidez de risco por conta de um pré-natal mal executado.
Independentemente da causa, para prevenir esse quadro é fundamental realizar o pré-natal, com todos os exames, como ultrassonografias e a cardiotocografia (se necessário). A mãe deve seguir as recomendações médicas, ter uma alimentação saudável, hidratar-se bem e realizar atividade física com moderação.
Para que o acompanhamento da gestante seja seguro, ainda mais em casos de risco, é importante que a maternidade ou clínica médica tenha à disposição o exame de cardiotocografia. Esse é um procedimento de baixo custo que pode salvar vidas.
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