O que podemos esperar do mercado de equipamentos médicos?

Acompanhar os recentes avanços no mercado de equipamentos médicos é muito importante para conseguir mais eficiência operacional e qualidade no seu hospital. Há uma série de inovações que podem melhorar o fluxo de processos na instituição hospitalar e promover melhorias na assistência oferecida aos pacientes.

Neste conteúdo especial, vamos mostrar as principais tendências no setor, para que a sua clínica não fique para trás. Para isso, vamos falar do estado atual do mercado de equipamentos médicos e também apresentar quais são as possibilidades para os próximos anos.

Ficou interessado? Continue acompanhando e saiba mais sobre o assunto!

Como está o mercado de equipamentos médicos?

Vamos apresentar o panorama atual do mercado de equipamentos médicos. Veja mais a seguir!

Crescimento da oferta de equipamentos médicos

O envelhecimento da população traz novas necessidades para a área da saúde, exigindo a amplificação do arsenal de recursos para lidar com patologias e questões associadas à maturidade da população. Além disso, diversas tecnologias vêm sendo incorporadas nos segmentos da saúde, gerando pesquisas com elevado potencial de proporcionar um melhor atendimento para a população mundial.

Os equipamentos médicos têm um papel decisivo nesses processos, sendo fundamentais para auxiliar os profissionais da saúde na manutenção da vida e preservação da integridade dos pacientes.

Novas tecnologias

As tecnologias avançam continuamente e novas possibilidades surgem a cada dia. No mercado de equipamentos médicos, podemos notar que há tendências promissoras.

A telemedicina, por exemplo, já é uma realidade. Ela é a realização de práticas médicas a distância, seja a emissão de laudos ou acesso a resultados de exames, por exemplo. Ela permite ampliar o acesso à medicina, viabilizando que pessoas de regiões mais remotas possam ter acesso a especialistas e recursos que se concentram em capitais ou grandes centros de referência em saúde.

Outro recurso que vem ganhando espaço na área de equipamentos é a inteligência artificial, que são os dispositivos capazes de realizar algumas das funções cognitivas humanas, como mensurar, tomar decisões e resolver problemas. Para isso, os aparelhos se baseiam em redes neurais artificiais que proporcionam o aprendizado das máquinas (conhecido como machine learning).

A robótica também já é utilizada na área de aparelhos para medicina, sendo importante para a realização de procedimentos cirúrgicos. Ela permite melhorar a precisão do cirurgião e viabiliza a realização de procedimentos menos invasivos.

Mudanças na gestão

As novas tecnologias no mercado de equipamentos médicos geram impactos sobre a gestão hospitalar. Elas exigem um aumento da eficiência no controle de manutenções, demandando o estabelecimento de cronogramas que envolvam todos os equipamentos e gerando a necessidade de priorização de uma abordagem preventiva nesse quesito.

A tecnologia insere um maior dinamismo para a gestão hospitalar, facilitando processos e promovendo novas possibilidades, como a supervisão de atendimento a distância. Ela permite ampliar o acesso a um corpo de profissionais mais qualificado para confirmação de diagnóstico, esclarecimento de dúvidas e fornecimento de um tratamento mais efetivo.

Ou seja, ela incrementa o hospital com um maior arsenal de saberes. Em termos de gestão, os dispositivos médicos geram a necessidade de administração das interações com médicos de fora, por exemplo.

Os equipamentos médicos baseados em cloud computing também oferecem mais segurança e integridade para o manejo de informação, evitando a perda de dados, invasões no sistema e quebras de sigilo médico.

O que é possível esperar para os próximos anos?

É possível esperar várias modificações para o mercado de equipamentos biomédicos para os próximos anos. Veja mais a seguir!

Expansão do mercado

Segundo pesquisa da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, divulgada pelo portal Saúde Business, em 2018 o mercado de dispositivos médicos movimentou R$ 10,5 bilhões no Brasil. Com os avanços em pesquisas, a oferta de equipamentos hospitalares se amplia e a rede de hospitais pode contar com um parque tecnológico diversificado e que proporciona mais precisão e eficácia em diagnósticos e tratamentos.

Dados da mesma pesquisa apontam que em 2018 a alta da área de dispositivos médicos foi de 13,5%. Com a modernização e atualização constante da medicina, é essencial que os hospitais busquem incrementar seu parque tecnológico para oferecer tratamentos mais eficazes e para acompanhar as inovações que surgem nesse contexto.

Tendências em equipamentos

Uma importante tendência em equipamentos é a de integração de uma ampla variedade de dispositivos, o que é conhecido como Internet das Coisas. Ela amplia a rede de comunicação para o intercâmbio de informações e facilita a coleta de dados.

Isso ajuda a rotina de pacientes e também proporciona um arsenal de registros que contribuem para o monitoramento, análise e para as reflexões dos médicos. Em telemedicina, a Internet das Coisas possibilita conectar os equipamentos analógicos às plataformas, para facilitar o envio de informações sem necessitar de uploads manuais.

Melhoria da qualidade de vida do paciente

Os equipamentos médicos proporcionam melhora da qualidade de vida dos pacientes. A tecnologia permite ao médico fazer mais procedimentos com agilidade e precisão, além de possibilitar que o profissional tenha mais recursos disponíveis para oferecer um bom tratamento. Com isso, o médico tem mais tempo para se dedicar a um atendimento humanizado e a realizar uma avaliação profunda da pessoa que está sendo cuidada.

Além disso, o mercado conta com dispositivos que podem promover mais bem-estar para o paciente. Um exemplo é o biossensor transdérmico para diabéticos. Ele coleta dados sobre os níveis de glicose no sangue e evita que o paciente tenha que utilizar agulhas diariamente nessa aferição.

As pesquisas avançam e os equipamentos são aprimorados para proporcionar tratamentos menos invasivos e que minimizem a dor e o desconforto. Há também dispositivos inteligentes que possibilitam fazer uma análise mais eficaz dos processos para que o tratamento seja conduzido de forma a proporcionar uma recuperação mais rápida.

O mercado de equipamentos médicos está em constante atualização. Com o lançamento de novas tecnologias, a tendência é otimizar processos e promover uma maior humanização do cuidado. Os desafios da gestão hospitalar podem ser facilitados com o apoio de recursos modernos e projetados para terem melhor performance e eficiência operacional.

Há uma série de possibilidades para incrementar o hospital e construir um parque tecnológico que ofereça o que há de melhor para a vida do paciente. Se você gostou de aprender mais sobre o mercado de equipamentos médicos, aproveite e entre em contato com a Medicalway e conheça nossos produtos e serviços!

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    Veja também
    Médicos no LinkedIn: 7 dicas para gerir a conta com credibilidade

    Médicos no LinkedIn: 7 dicas para gerir a conta com credibilidade. Quando pensamos em redes sociais, logo vem à mente um local para postar fotos, entreter-se e interagir com amigos e familiares. Contudo, é possível se valer desses canais com objetivos profissionais, como é o caso dos médicos no LinkedIn, que podem destacar seu currículo, aproximar-se de gestores hospitalares, clínicas e outros profissionais nessa plataforma.

    No entanto, apesar dos benefícios dessa rede social, é preciso saber como gerenciar a conta de forma a ter credibilidade e sem ferir as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM).

    Para tratar desses pontos, desenvolvemos este post. Continue a leitura, entenda a importância de marcar presença no LinkedIn, Médicos no LinkedIn: 7 dicas para gerir a conta com credibilidade, dicas para aproveitar de forma adequada todas as funcionalidades da plataforma e erros que não podem ser cometidos!

    Importância de ter um perfil no LinkedIn

    O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo. Logo, é um canal interessante para os médicos que querem impulsionar a carreira, visto que, ao ter um perfil nessa plataforma, é possível:

    • realizar networking com outros médicos, pesquisadores e profissionais de áreas variadas;
    • firmar parcerias;
    • ficar por dentro de oportunidades profissionais e de dicas e ferramentas de gestão;
    • acompanhar novidades e tendências do mercado, como tecnologias e equipamentos médicos;
    • ter informação sobre eventos da área de medicina, como congressos da sua especialidade;
    • publicar conteúdo relevante de sua área e tornar-se autoridade no assunto na web.

    7 dicas para médicos no LinkedIn

    Os médicos no LinkedIn precisam utilizar as melhores estratégias para aproveitar as vantagens da rede social e alcançar a credibilidade no ambiente digital. Confira abaixo as principais dicas.

    1. Tenha um perfil completo

    É importante incluir seus cursos de formação, títulos de especialista e também as experiências profissionais mais relevantes. Outras atividades, como a realização de intercâmbios e a participação ou divulgação de trabalhos em congressos, também são bem-vindas. Aproveite a rede para colocar o domínio de tecnologias, especialmente da área médica, e também de idiomas.

    2. Utilize palavras-chave

    Na hora de preencher essas informações, utilize palavras-chave que sejam relacionadas ao seu segmento profissional. Dessa forma, o algoritmo da rede social entende quais são as melhores vagas e postagens para recomendar para o seu perfil. Além disso, isso permite que outros profissionais e instituições de saúde encontrem sua conta com mais facilidade.

    3. Escolha uma foto adequada

    A credibilidade dos médicos no LinkedIn também está relacionada à foto escolhida para o perfil. Sabemos que redes sociais como o Facebook e o Instagram têm uma característica mais despojada, porém nessa plataforma é diferente: escolha uma imagem que represente você no ambiente profissional.

    É possível também inserir uma imagem que represente a identidade visual da sua clínica ou consultório para relacionar seu nome à marca do seu negócio.

    3. Interaja com outros usuários

    No entanto, não adianta preencher o perfil e inserir uma foto, mas não participar da rede. Por isso, acompanhe o que é publicado e interaja com outros usuários, comentando e compartilhando os posts.

    Dessa maneira, além de ficar informado e atualizado sobre o mercado, é uma estratégia para fazer networking, trocando ideias e conhecimento com outros profissionais.

    4. Participe de grupos da sua área

    O LinkedIn tem grupos de temas variados, então pesquise aqueles da sua especialidade ou de áreas em que você tem interesse. É uma forma de acompanhar os conteúdos, fazer contatos e também ficar por dentro das tendências da saúde e de seu nicho profissional.

    5. Siga contas que tenham a ver com seus interesses profissionais

    No Facebook, seguimos contatos de pessoas próximas, como amigos e familiares, mas nessa plataforma a ideia é outra. É importante que os médicos no LinkedIn façam conexões que tenham relação com seus objetivos profissionais.

    Então a dica é selecionar os contatos para aproveitar o melhor da rede social: convide outros médicos e profissionais de saúde, gestores hospitalares e de clínicas médicas e também pesquisadores de áreas de seu interesse.

    6. Publique conteúdos relevantes

    O médico ganha destaque profissional no LinkedIn quando passa também a publicar conteúdos (posts e artigos). Você pode escrever sobre temas da sua área, de promoção de saúde, campanhas de conscientização ou de assuntos que são tendências, trazendo informação e também discussões de qualidade na rede.

    Aqui, a principal dica é sempre revisar com cuidado o texto para evitar erros ortográficos ou gramaticais que podem prejudicar sua imagem.

    Estabeleça uma meta de publicação, como um artigo ou dois posts por semana, para ganhar mais notoriedade em seu segmento. É uma maneira de seu nome ficar relacionado como autoridade em sua especialidade.

    Erros que não podem ser cometidos nessa rede social

    Os médicos no LinkedIn podem fazer contatos profissionais e se destacar em sua área, porém é preciso ter atenção para não cometer erros ao usar essa plataforma.

    O principal cuidado é seguir as normas de marketing e publicidade médica do Código de Ética Médica e da Resolução CFM nº 1.974/11. A ideia é não utilizar esse canal com uma intenção promocional, assim, o recomendado é publicar artigos que tenham um caráter educativo e que traga esclarecimentos sobre temas de saúde aos outros usuários.

    O que isso quer dizer? Que o médico não pode publicar, por exemplo, que sua clínica está oferecendo descontos ou quais são as formas de pagamento para realizar um determinado tratamento.

    Acompanhe abaixo o que diz o CFM sobre questões ligadas à divulgação médica:

    • nas informações pessoais e nas postagens, é obrigatório colocar o número de registro médico e a especialidade;
    • no caso de postagens que sejam referentes à sua clínica, é obrigatório inserir o nome do responsável técnico e também seu número de registro profissional;
    • é proibido divulgar imagens ou textos que transmitam a ideia de exclusividade para algum procedimento ou tratamento;
    • a entidade também proíbe divulgação de garantias em tratamentos médicos, por isso não insira imagens de antes e depois dos pacientes, mesmo que elas autorizem.

    Os médicos no LinkedIn podem destacar sua atuação no mercado e fazer contatos profissionais importantes. O recomendado é sempre manter as informações atualizadas, participar ativamente da rede e ter um cuidado redobrado com as regras do CFM.

    Gostou das dicas deste post? Então, aposto que vai gostar de saber também qual é a importância do marketing médico para seu sucesso profissional!

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    Big Data em medicina: veja seus benefícios e como está sendo usada

    A tecnologia proporciona condições para potencializar processos nos hospitais, facilitando práticas e conduzindo a melhores oportunidades de tratamento. O Big Data em medicina permite fortalecer a estrutura de análise e tratamento de informação, gerando avaliações precisas e diversos benefícios para a prestação de serviços de cuidado. Trata-se de tecnologias complexas e avançadas, que aos poucos estão se inserindo na rotina dos estabelecimentos de saúde brasileiros.

    Preparamos este conteúdo especial com diversas informações sobre o Big Data em medicina. Venha com a gente para aprender mais sobre o assunto!

    O que é Big Data e como ele funciona?

    O Big Data é um processo de extração de informação a partir de um volume elevado de dados, que podem estar disponíveis de forma estruturada ou não. Para fazer isso, é necessário utilizar softwares e ferramentas específicos, com a aplicação de filtros de pesquisa e análise. As informações podem ser usadas de forma estratégica em estudos, avaliações e tomadas de decisão.

    Na medicina, o Big Data representa um grande potencial para alimentar estudos epidemiológicos, para intervenções em pandemias e para a avaliação de perfis de saúde em hospitais. Com isso, é possível adotar propostas coerentes com as demandas e necessidades, gerando estratégias e decisões efetivos.

    É possível notar que o uso de Big Data em saúde cresceu nos últimos tempos. Nos Estados Unidos, a tecnologia é mais difundida. Aqui no Brasil, vemos algumas iniciativas com esse recurso. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu alguns estudos na área. Um exemplo é o observatório da dengue, que associava dados do Twitter e de estudos geográficos da cidade de Belo Horizonte. Outro estudo realizado pela universidade, em parceria com pesquisadores do Catar e da Alemanha, foi a avaliação de comportamento de pessoas em grupos de perda de peso nas redes sociais.

    Como o Big Data pode ser utilizado na área da medicina?

    O Big Data pode ser utilizado em corporações de diversas modalidades, facilitando avaliações mercadológicas e tomadas de decisão. Na saúde, a ferramenta possibilita maximizar a qualidade das análises e intervenções.

    Há várias formas de utilizar essa avançada tecnologia na medicina. O Big Data pode ser aplicado em instituições, associado ao prontuário eletrônico, para o mapeamento epidemiológico do público atendido. Isso permite delinear perfis, definir prioridades e estabelecer políticas de prevenção e intervenção. Por exemplo, se um hospital percebe pelo sistema que há um grande volume de pacientes com doenças associadas ao tabagismo, é possível criar grupos para auxiliar esse público no abandono do cigarro.

    As redes sociais também podem ser utilizadas pelo Big Data para estudos e avaliações, com a identificação de demandas e necessidades do público. Na pandemia de coronavírus, as análises de redes sociais por meio do Big Data podem contribuir para a identificação de vulnerabilidades da comunidade e de problemas psicológicos associados ao isolamento. O sistema fornece informações e realiza o cruzamento de dados. Assim, os profissionais da saúde podem fazer avaliações e análises precisas.

    O Big Data também pode ajudar no acompanhamento da adesão do público à telemedicina, o que é essencial, especialmente, diante do cenário de pandemia. Isso porque o sistema engloba dados estruturados e não estruturados, contribuindo para estudos, monitoramento e intervenção.

    Quais são os benefícios que o Big Data em medicina pode trazer?

    O Big Data proporciona diversas oportunidades e vantagens para a medicina. Ele auxilia na melhora das análises e contribui para estudos precisos e intervenções certeiras. Vamos mostrar, a seguir, quais são esses benefícios. Veja mais!

    Precisão

    O Big Data permite analisar os dados com velocidade e precisão de diversas fontes. É um monitoramento contínuo, que acompanha o fluxo das dinâmicas sociais e de saúde. Isso evita coletas de dados com grande taxa de variação e incoerência. Basicamente, o sistema tem a capacidade de monitorar em tempo real, permitindo identificar padrões, acompanhar oscilações e evitar cruzamentos de informações inconsistentes.

    Agilidade

    Conforme mencionamos, essa tecnologia reúne informação de diversos canais, com grande velocidade. É muito mais rápido do que um colaborador avaliar uma fonte de cada vez. O bloco temporal demandado no processo manual seria longo e os dados rapidamente poderiam se alterar devido ao dinamismo do público.

    Como o Big Data integra e sistematiza os dados, é possível evitar procedimentos de grande lentidão e dedicar maior atenção às análises. Com estatísticas consistentes e rapidamente moduladas, a equipe acompanha em tempo real o cenário e a realidade de saúde dos pacientes da instituição.

    Diminuição de custos

    O Big Data em medicina abre a possibilidade de avaliar com constância, auxiliando a prever alguns padrões e a tomar medidas preventivas. Isso significa também criar condições para minimizar erros e políticas de baixa adesão dos pacientes. Com informação sistematizada e precisa em mãos, a equipe pode planejar estratégias mais moduladas às necessidades do público, o que gera um manejo mais inteligente do fluxo de trabalho, do estoque, da logística e da gestão hospitalar no geral.

    Eficiência no monitoramento

    É possível notar que o Big Data permite criar um fluxo de trabalho mais eficiente no hospital. Ele possibilita formar uma dinâmica da informação mais ágil, coerente e consistente, minimizando os desencontros e equívocos.

    Com isso, a equipe pode fazer análises cuidadosas e empregar diversos conhecimentos técnicos e em saúde para a criação de estratégias funcionam para a resolução de dificuldades e lacunas. O resultado é elevação da produtividade, um melhor rendimento e uma equipe que tem as informações certas em mãos para intervir adequadamente.

    Personalização do atendimento

    A personalização do atendimento é outro ponto positivo que o Big Data proporciona. Como há mais informação sobre o público e as características da região, é possível conhecer melhor quais são as demandas. Com isso, é possível planejar e delinear estratégias que se encaixam melhor a esse corpo de demandas. Assim, esse cenário é propício para a promoção de uma melhor experiência do paciente e para a fidelização.

    Tomada de decisão mais precisa

    Conforme destacamos, os dados coletados de um grande volume de canais são agrupados e sistematizados, gerando informação precisa, em tempo real e com grande efetividade. Dessa forma, a equipe pode empregar os conhecimentos da área médica em associação a essas informações, com análises de qualidade e intervenções que alcançam os alvos com exatidão. Assim, as tomadas de decisões são baseadas em um corpo sólido de dados, gerando atitudes e estratégias que atendem melhor às demandas.

    O Big Data em medicina proporciona condições para ampliar as possibilidades do hospital e para potencializar a eficiência de atendimento. Aqui no Brasil, as iniciativas com essa tecnologia ainda são tímidas, mas a tendência é promover a ampliação do uso desse recurso.

    Neste post, mostramos o quanto o Big Data em medicina contribui para a agilidade, assertividade e qualidade das estratégias, gerando um fluxo de análises e intervenções de maior produtividade e eficácia. Gostou de aprender sobre o assunto? Confira também o nosso conteúdo especial sobre tecnologia na saúde!

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    Entenda a importância do controle da qualidade em ressonância magnética

    A ressonância magnética é um exame indispensável para a realização de uma série de diagnósticos. Ela se baseia em um mecanismo em que o aparelho gera um campo magnético que altera a trajetória dos prótons de hidrogênio presentes nas moléculas de água no organismo. Quando o campo cessa, os prótons voltam à trajetória natural, liberando energia que a máquina converte em imagem.

    Essa tecnologia é complexa e qualquer falha que ocorre no equipamento pode prejudicar o processo, gerando diagnósticos e intervenções equivocados. Dessa forma, o controle da qualidade em ressonância magnética é muito importante para o sucesso dos procedimentos no hospital.

    No controle de qualidade, há uma série de medidas envolvidas, como a seleção criteriosa dos equipamentos e a constante testagem das máquinas. Quer aprender mais sobre o tema para potencializar as práticas de exame por imagem no hospital? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!

    O que são os equipamentos de ressonância magnética de campo aberto e fechado?

    Os aparelhos de ressonância magnética de campo fechado são aqueles em que o paciente entra dentro da máquina para a efetivação do exame. Eles se caracterizam por ter um melhor desempenho.

    Porém, os dispositivos de campo fechado podem ter alguns entraves. Os pacientes claustrofóbicos ou com quadro de obesidade elevada podem ter dificuldade em se ajustar ao procedimento. Para isso, existem os equipamentos de campo aberto, que permitem minimizar o desconforto da pessoa acolhida, mas tendem a ter um desempenho inferior em relação à outra modalidade.

    O ideal é contar com os dois modelos para que todo o público possa ser atendido apropriadamente. Para isso, é possível buscar fornecedores com melhores condições de pagamento para criar uma estrutura robusta no hospital.

    Por que é importante observar o controle da qualidade em ressonância magnética?

    O controle da qualidade em ressonância magnética é realizado, principalmente, por meio da escolha de equipamentos e monitores de alta performance e também pelas testagens e manutenções preventivas frequentes. Veja a seguir os principais motivos para investir nesse controle!

    Redução de custos

    Realizar manutenção corretiva é muito mais caro do que manter um controle de qualidade regular. Os consertos de emergência demandam custos não planejados com peças, reparos e remuneração de técnico, com substituições de componentes sem possibilidade de pesquisa por preços melhores. Isso significa despesas elevadas para o hospital, o que pode ser ainda mais complexo com o fato de que o aparelho de ressonância magnética e qualquer de seus componentes são grandes investimentos.

    Um controle de qualidade regular e com uma avaliação cuidadosa na aquisição de equipamentos permite gerenciar o processo com mais tranquilidade. As manutenções preventivas periódicas garantem bom desempenho à máquina, evitando falhas e equívocos.

    Resultados precisos

    É natural que o uso frequente e regular do equipamento provoque um certo desgaste com o passar do tempo. O controle da qualidade em ressonância magnética garante revisões periódicas do dispositivo. Qualquer coisa que sair do padrão ou representar um desempenho inferior é rapidamente corrigida. Assim, é possível garantir resultados de maior precisão e efetividade.

    Diminuição de riscos

    Equipamentos de exame de imagem emitem radiações que podem ter consequências sobre os pacientes e gerar alguns efeitos prejudiciais se forem aplicados com recorrência. Um dispositivo descalibrado ou já desgastado pelo uso e sem revisões pode gerar riscos maiores para a pessoa examinada e também para o técnico. Com o controle de qualidade, o aparelho é monitorado e avaliado com constância, passando por manutenções preventivas regulares, o que minimiza riscos e erros.

    Maior satisfação do paciente

    A satisfação do paciente é um elemento muito relevante no controle de qualidade. Pense no impacto gerado por uma ressonância falha, como uma repetição de exame, gerando desgaste, ou pior, um diagnóstico e prescrições equivocados. Problemas como esses podem resultar em graves consequências e na motivação do paciente para buscar os serviços de outra instituição.

    O controle da qualidade em ressonância magnética garante um acompanhamento cuidadoso dos dispositivos. Dessa forma, as repetições e erros são evitados ao máximo.

    Agilidade nos exames

    Os exames de ressonância magnética se caracterizam por serem demorados. O controle de qualidade faz todos os ajustes necessários para que o dispositivo opere com máxima eficiência. Além disso, esse controle zela pela capacitação da equipe. Dessa forma, o profissional utiliza o tempo com o máximo de efetividade.

    Outro fator que deve ser destacado é que os riscos de um dano ao equipamento durante o uso são prevenidos. Basicamente, as revisões são feitas de forma periódica, evitando estragos e prejuízos à agenda.

    Confiança da equipe

    Os colaboradores dedicaram vários anos em estudos e esforços para a aquisição do conhecimento necessário para atender aos pacientes. O emprego dos conhecimentos corretos deve ser associado a condições apropriadas de trabalho. Isso inclui equipamentos de elevado desempenho.

    Um aparelho de ressonância magnética que passa por controle de qualidade é um dispositivo confiável, que gera resultados fidedignos. Dessa forma, a equipe pode trabalhar com confiança no parque tecnológico e na instituição.

    O que avaliar na escolha do equipamento?

    É essencial fazer uma profunda pesquisa de mercado para adquirir um bom equipamento. Então, procure conversar com o fornecedor e esclarecer todas as suas dúvidas sobre o dispositivo. Um aparelho de ressonância magnética é um grande investimento, por isso, avalie bem antes de fechar negócio.

    Procure também uma máquina que atenda às necessidades do hospital, sendo moderna, funcional, precisa e de qualidade. Há maquinários que podem ter recursos além do necessário, o que pode gerar desperdícios. Dessa forma, analise bem as demandas da instituição antes de fechar a compra.

    O controle da qualidade em ressonância magnética é imprescindível para o bom desempenho do hospital no mercado. Dispositivos de alta performance e que passam por revisão regular são mais ágeis, precisos e efetivos. Realize uma boa pesquisa e busque fornecedores experientes e consolidados no mercado de equipamentos médicos.

    A Medicalway é uma empresa com tradição, já há 18 anos no mercado. Comercializamos equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Nossos produtos apresentam elevada qualidade e ótima relação custo-benefício. Temos um excelente serviço pós-venda, com esclarecimento de dúvidas e manutenções, auxiliando nossos clientes na consolidação de uma boa trajetória em suas instituições de cuidado e saúde.

    Gostou de aprender sobre o controle da qualidade em ressonância magnética? Aproveite e confira a nossa página de monitores de ressonância e veja dispositivos de ótimo desempenho!

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