O workflow é um termo que, traduzido, significa “fluxo de trabalho”. Seu conceito principal é melhorar a organização do fluxo de informações de uma instituição por meio da automatização de processos.
Essa automatização constitui em uma série de etapas e regras estabelecidas que buscam a sincronização das atividades de departamentos para melhorar os processos internos e facilitar e o fluxo de informações.
Na área hospitalar, o fluxo de informações é dinâmico e necessita de agilidade e atenção. Essas informações envolvem processos organizacionais complexos, como: fichas de pacientes, agendamento de consultas e cirurgias, repasse de atividades, entre outros. Geralmente, esse conteúdo é armazenado em um considerável volume de papéis. Por isso, faz-se necessário o uso de ferramentas adequadas para evitar e perda de informações e desorganização das atividades internas.
Por esta razão, o workflow é uma ferramenta essencial para manter as atividades e informações organizadas de uma forma segura, ágil e eficiente.
O workflow atua no controle e automatização de processos. Ou seja, é realizado o gerenciamento das atividades internas, visando a sincronia de informações e aumento da produtividade dos colaboradores.
A abordagem utilizada é baseada na arquitetura cliente-servidor. Essa arquitetura é uma tecnologia que utiliza sistemas da computação para manutenção de informações (servidor) para responder o cliente quando há um pedido, diretamente em seu e-mail, por exemplo.
Ou seja, o método do workflow atua diretamente com a tecnologia para facilitar o fluxo de informações, tanto interna quanto externa.
Essa tecnologia permite alocar e maximizar os recursos para melhorar os serviços de saúde de forma prática e eficiente. Como exemplo:
Com a automatização dos processos, os atendimentos passam a ser mais controlados e segmentados, tornando a atividade do colaborador mais eficiente. O workflow no atendimento ajuda o colaborador a visualizar a resolução de problemas, otimizando o tempo.
Com o controle das atividades, o workflow melhora a organização e distribuição das funções dos colaboradores como um todo. A sincronia e fluxo das informações passam a ser mais dinâmicos, tornando cada atividade mais clara e responsiva àquela pessoa ou departamento.
O workflow auxilia no agendamento de consultas e outros atendimentos médico, como: cirurgias e internamentos pelo meio online. A gestão da agenda é mais otimizada, organizada e segura, já que as informações são armazenadas em sistemas computacionais.
Analisar as despesas e corte de gastos é uma tarefa complexa para ser realizada manualmente. Com o workflow é possível visualizar e ter uma gestão financeira mais eficaz. Nesse método é mais fácil identificar os locais em que há maior necessidade de análise, corte e aumento de investimento.
O workflow utiliza da tecnologia de sistemas de computação para auxiliar nos processos internos. Com isso, quando surge a necessidade de tomar alguma decisão urgente, o colaborador consegue visualizar qual é a melhor ação a tomar.
Existem diversas etapas para encaminhar e aprovar o paciente a alguma cirurgia. Geralmente, quando o processo não está bem alinhado podem surgir alguns problemas, como: erros de documentação ou agendamentos equivocados. Com o workflow automatizado, o repasse das informações é validado e efetuado somente se elas estiverem completas.
Os benefícios que o workflow traz para hospitais e clínicas são essenciais para quem deseja melhorar o fluxo de atividades internas. Por meio da automatização, as atividades se tornam menos complicadas para o colaborador. Por isso, a tecnologia é uma aliada, sendo o pilar para que todas as atividades sejam otimizadas.
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No Brasil, uma das principais causas de óbito ainda é a morte por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Estudos recentes mostram que mesmo com o avanço do diagnóstico cardíaco, até 30% dos óbitos sem causa aparente foram diagnosticados após a morte por IAM. Calcula-se que 40% dos pacientes acometidos por IAM falecem após a primeira hora de evolução do infarto e mais de 50% morrem sem atendimento hospitalar especializado.
O método analítico de diagnóstico do cateterismo cardíaco ainda é um dos mais precisos para se confirmar a presença de obstrução das artérias coronárias ou avaliar o funcionamento das valvas e do próprio miocárdio, músculo do coração, mas – por ser um método invasivo – causa insegurança em alguns pacientes. Os riscos do exame são mínimos, porém existem, como o sangramento no local de acesso do cateter, edema agudo de pulmão e/ou arritmias, infarto agudo do miocárdio e derrame cerebral (AVC). Esse risco mínimo é proveniente de pacientes que já apresentam algum problema cardíaco, renal ou coágulo nas artérias.
Outras alternativas para a avaliação cardíaca são a tomografia e ressonância magnética, exames que produzem imagens de alta qualidade a partir de um equipamento que analisa o corpo inteiro de uma pessoa por meio de várias radiografias produzidas dentro de um túnel, de modo a separá-lo em diferentes “fatias” de imagens. Desse modo, a ressonância magnética tornou-se o mais moderno e perfeito exame de diagnóstico por imagem, fornecendo imagens em alta definição dos órgãos internos, tornando mais preciso o diagnóstico. Contudo, o exame deixa o paciente exposto à radiação – pouca – oriunda do equipamento, por isso o exame é feito por partes, evitando assim que o paciente sofra algum efeito causado por essa exposição.
O Exame de Eletrocardiograma (ECG) é um diagnóstico diferente que permite a avaliação elétrica da atividade cardíaca (eletricidade que ele produz e transmite na pele), registrada em gráficos que são comparados com gráficos padrão e que indicam, assim, o estado de normalidade ou de alteração dos músculos e nervos do coração. Apesar de ser de execução muito simples, o eletrocardiograma é um exame muito importante na cardiologia, pois ele permite diagnosticar desde condições normais de nascença até outras muito graves, como os infartos, crescimento de cavidades e disritmias, por exemplo.
Em um centro médico – seja ele hospitalar ou clínico – equipamentos de diagnóstico cardíaco são indispensáveis, pois, como dito no início, cerca de 30% das mortes sem causa aparente depois são diagnosticadas como mortes por IAM. A avaliação desses pacientes com antecedência é essencial para salvar vidas. A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
A medicina tradicional chinesa teve sua origem na China antiga mas evoluiu com o decorrer dos anos, sendo ainda praticada hoje em dia e até mesmo inspirando diversas práticas em países do ocidente, sendo usada junto com a medicina tradicional.
A TMC procura diagnosticar e prevenir as doenças ao mesmo tempo em que mantém o corpo sadio, sua definição oficial consiste em: “um completo sistema medicinal que possui um entendimento profundo das leis e padrões na natureza e aplica isso no corpo humano”. Ou seja, ela evita ao máximo os tratamentos invasivos, buscando sempre alternativas mais naturais que se baseiam na filosofia chinesa. Confira algumas características!
A medicina chinesa utiliza a inspeção, o odor, o som, o questionamento e o toque para diagnosticar uma doença. Nela, o médico geralmente não toca o paciente, ele apenas observa e inspeciona qual pode ser a causa do problema. Mas, a sua maior diferença está no fato de que ela considera todos os fatores da sua vida de forma holística para diagnosticar o paciente. Assim, o médico faz perguntas sobre a sua dieta, o seu estilo de vida e avalia a sua saúde mental, pois acredita que tudo está relacionado e deve ser levando em conta na hora de pensar na saúde física. Além disso, ela leva em consideração fatores individuais de cada um para chegar no melhor diagnóstico e tratamento.
Os tratamentos da medicina chinesa são diferentes, pois o seu conceito também é diferente daquilo que estamos acostumados. O papel do médico aqui não é apenas curar, mas também instruir os seus pacientes para que eles entendam como ficaram doentes e como podem voltar a se sentir bem. Dessa forma, ele se foca não apenas na solução do problema, mas, principalmente, na sua prevenção. Alguns dos tratamentos mais conhecidos são: fisioterapia, acupuntura e cupping, todos eles são eficazes para diversos problemas de saúde.
Apesar de ser segura e reconhecida pela OMS, a medicina chinesa não substitui os tratamentos mais específicos e completos, o ideal é aliar as suas práticas a outras já conhecidas. Além disso, vale a pena estudar mais sobre essa modalidade e o seu conceito de prevenção, pois esse tipo de medicina comprova que uma boa qualidade de vida está diretamente ligada a uma melhora da saúde física e mental.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Representamos a MINDRAY da China, que une as melhores técnicas da Medicina Tradicional Chinesa para aprimorar a nossa medicina brasileira. Acompanhe o nosso blog para saber mais sobre medicina, e acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
Já falamos aqui no blog sobre as inovações tecnológicas na área da medicina, mas você sabe como essas inovações estão acontecendo na área da cardiologia?
A principal causa de mortalidade no Brasil são as doenças cardiovasculares, sendo assim as inovações tecnológicas nessa área se tornam muito importantes no nosso país, podendo mudar a qualidade de vida da população. Confira algumas:
A Angioplastia coronária com implante de stents é um tratamento já conhecido e utilizado para tratar a Doença Arterial Coronariana, onde é inserido um stent para manter a artéria aberta para sustentar o fluxo sanguíneo após o procedimento. A novidade aqui é o uso de stents bioabsorvíveis.
Esses novos tipos de stents são feitos com plástico biológico que, por causa de uma reação química, começa a se transformar em água e CO2 6 meses após ser implantado. Dessa forma, o paciente, que antes ficava com o stent permanentemente no seu corpo, poderá viver sem nenhum sinal da cirurgia. Com essa inovação, o stent é completamente absorvido pelo organismo em 2 anos, isso faz com que o paciente não precise mais tomar o medicamento antiagregante plaquetária e passe a ter menos riscos de ter formações de coágulos no local do stent.
O intuito do uso de tecnologia na área da cardiologia é fazer com que os procedimentos se tornem cada vez menos invasivos. Assim, a robótica passou a ser utilizada para aumentar a precisão dos movimentos humanos na hora da cirurgia, diminuindo as possibilidades de erros cometidos por médicos. Nesse procedimento, o cirurgião utiliza um controle para movimentar os braços do robô e uma microcâmera, que capta imagens em 3d, é inserida no tórax do paciente. Dessa forma, a cirurgia passa a ter muito mais precisão, e o paciente se beneficia de um pós-operatório mais rápido e menos dolorido.
Considerada um dos maiores avanços na área da cirurgia cardiovascular, a Sala Híbrida surgiu para unir o trabalho de profissionais com o objetivo de garantir um procedimento menos invasivo para os pacientes. Nela, além dos equipamentos normais de cardiologia, há também aparelhos para tomografia e ressonância magnética, ou seja, é possível aliar as ações do cirurgião com o trabalho de radiologistas de forma colaborativa. Procedimentos realizados nessas salas são então considerados híbridos e podem possibilitar uma recuperação mais rápida e menores riscos de infecção para todos os pacientes.
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