Ômicron e Influenza H3N2: entenda quais as diferenças

Apesar das similaridades em alguns sintomas e no momento em que os casos começaram a se elevar, a ômicron e a influenza H3N2 são diferentes. A principal diferença é que a primeira refere-se a uma variante do coronavírus, que tornou-se uma pandemia em 2020 e começou a ser controlado com o avanço da vacinação.

Enquanto isso, a influenza H3N2 é um vírus da gripe e começou a circular no Brasil aproximadamente em outubro. Apesar de ter uma taxa de mortalidade menor do que a ômicron, 3 estados já confirmaram estado de epidemia. Tudo isso eleva o risco de contágio e pode saturar os espaços de saúde ao adoecer boa parte da população.

Deseja saber mais sobre as diferenças entre a ômicron e a influenza H3N2? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas no assunto!

Influenza H3N2

Conforme citado, a influenza H3N2 é uma variante do vírus da gripe, que causa sintomas comuns de resfriados e pode ser transmitido por meio de gotículas liberadas no ar. Assim, a prevenção contra esse problema ocorra também com o uso de máscara, distanciamento físico e higienização das mãos.

O paciente tem de 3 a 5 dias para apresentar os primeiros sintomas, caso tenha sido contaminado. E ainda, há casos de transmissão assintomática — tal qual as variantes do coronavírus podem atuar. Seja como for, saiba que os principais sintomas da INfluenza H3N2 são:

  • coriza;
  • tosse;
  • dor de cabeça;
  • dor no corpo;
  • dor de garganta;
  • febre;
  • fraqueza;
  • etc.

Diferentemente do que muitos podem imaginar, essa doença também é letal. Felizmente, as vacinas disponíveis contra o vírus da Influenza podem prevenir esse problema e minimizar os sintomas que podem aparecer. Entretanto, a cobertura vacinal ainda é considerada baixa, o que reduz o nível de proteção.

Ômicron

Enquanto isso, a taxa de vacinados contra a covid-19 — cujos estudos preliminares mostram eficácia também na defesa da ômicron — é mais elevada. Por isso, o risco de internação por essa variante tende a ser menor, além de haver menos ataque ao pulmão. De qualquer forma, ela pode levar ao surgimento de alguns sintomas, como:

  • febre;
  • coriza;
  • dor de cabeça;
  • dor de garganta;
  • dores musculares;
  • tosse;
  • etc.

Influenza H3N2 x ômicron

Percebeu a semelhança nos sintomas de ambas doenças? A principal diferença com relação a isso é que o vírus da gripe costuma evoluir muito mais rápido, enquanto a ômicron faz isso lentamente. Além disso, a maneira como cada uma se comporta no organismo apresenta diferenças.

De qualquer maneira, só é possível saber qual dos dois vírus atingiu o paciente após a realização de um teste. Seja qual for o resultado, é indispensável seguir as tradicionais recomendações médicas para evitar o contágio. Caso contrário, é possível colocar a vida de outras pessoas em risco e elevar a taxa de ocupação dos hospitais.

Então, conseguiu entender mais sobre a ômicron e a influenza H3N2? Para evitar o problema, é fundamental seguir as medidas preventivas, como o uso de máscaras e a vacinação. Se ainda assim houver o contágio, faça o teste para garantir o isolamento seguro.

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    Ecografia Transesofágica

    Usada para o diagnóstico de lesões em válvulas, essa ecografia é semelhante as outras que são menos invasivas,  entretanto funciona mais como um exame complementar, se baseando em ultrassons para conseguir imagens em movimento do coração e dos vasos sanguíneos. O aparelho é colocado dentro do esôfago, por trás do músculo cardíaco, e assim obtém imagens nítidas da região cardiovascular.

    Cintilografia miocárdica

    A Cintilografia miocárdica é indicada para casos em que o ECG é difícil de ser interpretado, para localizar a zona de isquemia e diferenciá-la de um infarto, para confirmar a revascularização depois de uma cirurgia de bypass e para indicar o prognóstico de uma doença coronária. Esse teste é realizado em duas etapas: primeiro, é injetado um contraste na veia do paciente enquanto ele está deitado e depois é realizado um procedimento parecido porém com o paciente em estado de estresse cardíaco.

    Cateterismo cardíaco

    O Cateterismo é feito em pacientes que vão fazer revascularização ou procedimentos de dilatação das coronárias, que tem estenose da válvula aórtica, que apresentam manifestações de doença isquêmica, que foram submetidos a cirurgia de revascularização, com insuficiência cardíaca, com arritmias graves ou com dores no peito desconhecidas. Para realizar o procedimento, é introduzido um cateter (sonda) através da artéria, que é dirigido para a aorta e as coronárias. Se for preciso, é colocado um contraste nas coronárias, para obter imagens através de um raio-x que irá mostrar se as coronárias estão abertas ou obstruídas.

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    O ECG

    O Eletrocardiograma é um exame já muito conhecido que avalia a atividade do músculo cardíaco e detecta alterações que podem indicar doenças cardiovasculares. Ele faz parte do check-up cardiológico que deve ser realizado em pessoas com histórico familiar de doenças no coração a partir dos 30/35 anos (podendo ser mais tarde para pacientes que realizam atividades físicas regularmente).
    O doutor Carlos Alberto Pastore, em entrevista ao blog do Dr. Drauzio Varella, explicou como esse exame é feito: “O eletrocardiograma é realizado com a pessoa em repouso. É um exame tecnicamente muito simples, mas sua interpretação requer algum cuidado. Graças a Deus, os cardiologistas estão percebendo que esse recurso do consultório pode dar informações muito boas, se bem avaliadas.
    Para executá-lo, utilizam-se doze eletrodos colocados nas pernas, braços e no tórax, na região do precórdio. Eles captam a atividade elétrica do coração que passa para os tecidos vizinhos e chega até a pele. Essa informação é enviada para um aparelho (eletrocadiógrafo) que as registra num papel. Analisando seu traçado, é possível saber se há sequência de batimentos, se o ritmo é normal e a atividade cardíaca, rápida ou lenta.”

    Qual é a importância de obter resultados rápidos?

    Apesar de ser considerado um exame simples, o ECG exige uma boa interpretação de resultados, pois seus dados por si só não apontam automaticamente o problema do paciente. Dessa forma, as análises de ECG são tão importantes quanto a realização dos exames, e a sua rapidez pode significar muitas vezes salvar a vida de pacientes, pois quanto mais cedo são descobertos os riscos de doenças cardíacas, mais fácil será de tratá-las.
    O doutor Carlos menciona a tecnologia como uma grande aliada na interpretação desses resultados: ” Nos últimos vinte anos, a informatização ajudou muito a interpretar os dados obtidos no eletrocardiograma, um exame que existe há aproximadamente cem anos. Eu diria até que uma boa consulta clínica e um eletrocardiograma bem interpretado permitem afastar a possibilidade de doença cardiológica em 90% dos casos” 
    Portanto, além de uma prevenção por parte do paciente, é necessário que os hospitais sejam modernizados, e os profissionais  estejam aptos a utilizar a tecnologia para auxiliar o seu trabalho.

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