Parceria de Sucesso: A Aquisição de Equipamentos Médicos pela Santa Casa de Porto Alegre para o Hospital Nora Teixeira

A Medicalway tem o orgulho de anunciar a importante parceria com a Santa Casa de Porto Alegre, que resultou na entrega de equipamentos de última geração para o novo Hospital Nora Teixeira (HNT). Esta colaboração reforça nossa posição como fornecedores estratégicos e confiáveis de tecnologia médica avançada.

Hospital Nora Teixeira: Um Novo Conceito em Saúde

O Hospital Nora Teixeira (HNT) oferece um conceito inovador em saúde, combinando tecnologia de ponta, conforto e humanização no atendimento. Integrado à Cidade da Saúde e conectado a outras unidades da Santa Casa, o HNT simboliza o que há de mais moderno na medicina. Ele também desempenha um papel vital na sustentabilidade financeira da Santa Casa, especialmente por meio do atendimento a pacientes particulares e convênios.

A criação do HNT é um exemplo de empreendedorismo social, liderado pelo casal Alexandre Grendene e Nora Teixeira, e representa um marco de solidariedade e inovação para o sistema de saúde gaúcho.

Equipamentos Entregues

Para atender às necessidades do Bloco Cirúrgico Família Celso Rigo, foram entregues diversos equipamentos da Mindray, que garantem precisão, segurança e modernidade no atendimento hospitalar:

  • 5 Aparelhos de Anestesia Wato EX 65 Pró
  • 10 Monitores ePM 12M com AA e BIS
  • 10 Monitores uMEC-12
  • 5 Bombas de Infusão eSP TCI
  • 4 Torres de Vídeo HD3
  • 1 Ultrassom M6 com função cardíaca

Estes dispositivos de ponta foram cuidadosamente escolhidos para atender o segmento premium do hospital, garantindo que o HNT continue a ser referência em tecnologia médica e excelência nos cuidados aos pacientes.

Impacto nas Operações do Hospital

As soluções fornecidas impactam diretamente as operações do Hospital Nora Teixeira. Com a aquisição de equipamentos tecnológicos de última geração da Mindray, o hospital se posiciona como líder no segmento premium, oferecendo um padrão elevado de atendimento que combina inovação e humanização.

entrega HNT

Entrega de equipamentos médicos Mindray

Sessões de Treinamento

Para assegurar a perfeita utilização dos novos equipamentos, a Medicalway realizou 72 horas de treinamento, além de acompanhar os primeiros procedimentos cirúrgicos no novo bloco operatório do hospital, Família Celso Rigo.

Nossos especialistas, Edson e Ricardo, foram responsáveis por treinar as equipes. O feedback foi extremamente positivo, destacando a facilidade de manuseio dos equipamentos e sua intuitividade, sem comprometer a eficiência e a qualidade.

Treinamentos HNT

Envolvimento das equipes nos treinamentos

Medicalway: Inovação e Excelência no Atendimento

Sempre atenta às tendências do mercado, a Medicalway se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia, fabricados por importantes fornecedores mundiais, como a Mindray.

Nosso objetivo, que já é uma realidade, é disponibilizar as melhores tecnologias, preços competitivos, financiamentos acessíveis, além de acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil. Estamos também em fase final de implantação da certificação RDC da Anvisa, o que comprova nosso alto padrão de qualidade e torna-se um diferencial valioso para nossos clientes.

A Mindray: Inovação como Pilar

A inovação faz parte da Mindray desde a fundação da empresa, há 30 anos, acreditando que ela é a chave para tornar o melhor da saúde acessível a todas as pessoas. Na era da transformação médica, a Mindray explora continuamente oportunidades para aperfeiçoar novas tecnologias, adaptar estilos de gestão e compartilhar ideias inovadoras. Isso permite que profissionais de saúde atendam melhor seus pacientes com facilidade e excelência.

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    PACS: o que é, como funciona e quais os benefícios?

    PACS: o que é, como funciona e quais os benefícios? O avanço da tecnologia tem proporcionado várias ferramentas capazes de otimizar, simplificar e agregar qualidade nos serviços de saúde e atendimento aos pacientes. Entre elas, está o Sistema de Comunicação e Arquivamento de Imagens, também conhecido como PACS. A ferramenta foi desenvolvida com o intuito de armazenar imagens e realizar a integração entre as áreas dos hospitais, clínicas e centros de diagnóstico, dando apoio à obtenção do exame, à elaboração de laudos, ao diagnóstico e ao acompanhamento.

    Devido à sua importância e todos os benefícios proporcionados por esse sistema, elaboramos este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Confira!

    Como funciona o sistema PACS?

    O PACS apresenta diversidade de dispositivos e modalidades, como ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética. Além disso, propicia a integração entre setores que tenham comunicação, visualização, manuseamento e arquivamento de imagens médicas.

    De formas simples, o PACS consiste na execução das seguintes fases:

    • os aparelhos em exames de diagnósticos captam as imagens da região do corpo a ser avaliada;
    • os registros são encaminhados pelo equipamento a um servidor de imagens, por meio de protocolo de transferência, que estabelece em que formato estarão, por exemplo, DICOM;
    • então, os dados enviados são armazenados em um banco de dados do próprio do servidor ou em um mecanismo de dados externos, como o arquivamento em nuvem;
    • após arquivadas, as informações são disponibilizadas para o acesso em estações de trabalho (offline) ou sistemas via web, por exemplo, plataformas para a aplicação da telemedicina;
    • por fim, as informações podem ser obtidas por profissionais de saúde ou pacientes, desde que estejam autorizados para fazer o download, imprimir ou salvar os dados.

    Para que ele serve?

    Antes do surgimento do PACS, as instituições de ensino passavam por alguns desafios quando o assunto eram realização de exames e elaboração de laudos e diagnósticos, podendo gerar problemas para os pacientes, que muitas vezes precisavam refazer os procedimentos, quanto para os profissionais, que em alguns casos não tinham dados precisos em mãos para propor o melhor tratamento.

    Sendo assim, um dos principais objetivos do PACS é eliminar esses problemas, facilitando a transferência de informações e imagens, devido ao seu armazenamento rápido e à otimização do acesso aos dados por intermédio de um visualizador DICOM, que é um formato padrão internacional para arquivos de imagens médicas e informações, por exemplo, histórico do paciente.

    Quais são os benefícios do PACS?

    Diversos benefícios podem ser usufruídos mediante a implementação do PACS. Veja a seguir quais são os principais!

    Promove o acesso ágil às imagens e laudos dos pacientes

    Os profissionais podem acessar os arquivos com as imagens e informações de qualquer dispositivo da intuição quando for preciso, antes ou ao decorrer da consulta e demais procedimentos.

    Diminui de custos

    Cobrir os gastos de uma instituição de saúde não é uma tarefa tão simples. Por isso, minimizar qualquer custo reduzido representa mais recursos no fim do mês para aplicar em novos aparelhos, capacitação da equipe e demais pontos de melhoria.

    Por intermédio do PACS, as imagens podem ser visualizadas em tela, o que elimina a necessidade de impressão. Dessa forma, grande parte do capital que é gasto com essa função pode ser diminuído.

    Gera maior segurança

    O PACS proporciona muita segurança armazenando as informações e exames dos pacientes de forma criptografada. Assim, somente os médicos e profissionais da saúde que têm login e senha podem acessar os dados. Isso significa um grande passo para a proteção e também privacidade, tendo em vista que não permite que os exames sejam adulterados ou violados.

    Leva ao aumento da padronização e qualidade dos procedimentos

    O sistema leva à padronização da linguagem e a maneira como as imagens são compartilhadas nas unidades de saúde. Assim, a ferramenta pode ser entendida com facilidade e usada por diferentes profissionais, o que minimiza a burocracia ou aumenta a eficiência.

    Isso porque cada pessoa pode colaborar com o banco de dados de forma direta, ou indiretamente, com diagnósticos e práticas adequadas no tratamento do paciente. O resultado é bastante positivo para integração entre os profissionais de saúde, dados mais completos e aprimoramento dos processos desenvolvidos.

    Reduz a possibilidade de perda de laudos

    Após a elaboração do documento, o médico deve arquivar as imagens e os documentos para o próximo atendimento ao cliente. Quando isso é realizado fisicamente, esse conteúdo pode se perder com mais facilidade.

    No PACS, os arquivos são armazenados digitalmente, em um sistema seguro. Então, além de impedir que essas informações sejam perdidas, ele torna a função de encontrá-las quando preciso, por pessoas autorizadas, menos complicada e burocrática.

    Permite a mobilidade das informações

    Por intermédio do PACS, os exames de imagem podem ser visualizados não somente por computadores, mas também por dispositivos móveis, como smartphones, notebook e tablets, o que simplifica o dia a dia dos gestores e demais integrantes da equipe de profissionais da saúde.

    Essa mobilidade surgiu a partir da hora em que o arquivamento de informações passou a ser realizado na nuvem, cenário que supera obstáculos e possibilita, inclusive, a geração de laudos a distância. Dessa forma, o histórico de exames de um paciente fica sempre acessível, o que otimiza o monitoramento da sua condição de saúde, além de melhorar a avaliação que o público tem da unidade de saúde.

    Proporciona a otimização do diagnóstico

    A qualidade da resolução das imagens digitais emitidas pelo PACS contribui para a agilidade e a rapidez com que um médico consegue analisar um resultado de exame, elaborar um diagnóstico e estabelecer o tratamento mais apropriado.

    Dessa forma, todo mundo sai beneficiado: o centro de diagnóstico que vai ser cada vez mais requerido por seus parceiros, os profissionais de saúde que ganham a confiança dos pacientes, bem com o público que receber o diagnóstico e tratamento adequado para ter seu problema revolvido e ter mais saúde, qualidade de vida e bem-estar.

    Como você pôde perceber, o PACS proporciona uma série de vantagens, além de otimizar o fluxo dos processos. Por relativamente simples e com um bom custo-benefício, a ferramenta tem superado as expectativas e se tornado praticamente fundamental para as instituições de saúde.

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    Cardioversores e desfibriladores: entenda as diferenças entre eles

    Cardioversores e desfibriladores: entenda as diferenças entre eles. Apesar de usados para fins similares e de serem muito confundidos um com o outro, os desfibriladores e cardioversores são diferentes. Não entender as diferenças entre eles pode resultar no uso indevido dos equipamentos e gerar consequências leves ou graves para médicos e pacientes.

    Um exemplo disso são os choques simultâneos e queimaduras de segundo ou primeiro grau que podem ser ocasionados. Além das consequências negativas, isso também pode evitar com que os pacientes tenham suas funções cerebrais e cardíacas preservadas pelo uso correto dos instrumentos, que mostram a comprovação dos resultados em 85% dos pacientes.

    Com isso, dá para ter uma pequena noção da importância de diferenciar desfibriladores e cardioversores para realizar o correto manuseio de cada um, certo? Então, continue conosco e saiba mais sobre o assunto!

    Desfibriladores

    O desfibrilador atua no corpo por meio de correntes elétricas não sincronizadas no músculo cardíaco. Assim, o procedimento terapêutico pode reverter arritmias graves, como a fibrilação ventricular e a taquicardia ventricular sem pulso, que podem ocasionar uma parada cardiorrespiratória, ao despolarizar as fibras musculares do miocárdio.

    Esse estímulo terapêutico pode ser realizado tanto no tórax quanto diretamente no músculo cardíaco, como é o caso de cirurgias, em que as pás do equipamento são coladas diretamente no coração para o disparo do choque.

    A ação do desfibrilador deve acontecer rapidamente após a redução ou a parada cardíaca para que os batimentos cardíacos sejam restabelecidos a tempo e os sinais possam retornar. Caso contrário, há maiores riscos de que o enfermo tenha maiores sequelas e chances de morte.

    Cardioversores

    A cardioversão é responsável por normalizar o impulso do coração quando a fluidez do sangue do corpo passa por algum tipo de descontrole e o ritmo cardíaco é alterado, levando a arritmias. Para isso, a cardioversão administra choques elétricos de forma direta e sincronizada sobre o tórax, de modo que o miocárdio seja despolarizado simultaneamente.

    Nesse sentido, é necessário que haja o monitoramento do paciente pelo próprio aparelho cardioversor e que o botão de sincronismo esteja ligado. Assim, a carga elétrica é liberada no período refratário de despolarização cardíaca para que o impulso cardíaco se restaure de forma coordenada, com apenas uma fonte de energia.

    Dessa maneira, os cardioversores são aliados em tratamentos hospitalares, tendo uma taxa de efetividade de até 100%, quando usados em combinação com medicamentos, e de 60% a 70%, como substituição aos arrítmicos.

    Porém, antes de iniciar o procedimento e definir a arritmia cardíaca, é preciso observar em que circunstâncias o paciente se encontra e se existe alguma instabilidade hemodinâmica, em que a pressão arterial está anormal. Entre algumas dessas circunstâncias, estão:

    • desmaios;
    • dor torácica;
    • diminuição da pressão arterial;
    • dispneia;
    • diminuição do nível de consciência.

    Desfibriladores x cardioversores

    Como você pôde perceber, cardioversores e desfibriladores possuem funções parecidas. Apesar disso, a diferença entre eles é que enquanto um pode ser aplicado em qualquer momento, desde que o paciente apresente sinais de que precisa do equipamento, o outro exige um tempo específico para correto uso.

    Em outras palavras, a desfibrilação é aplicada em momentos de parada ou redução cardíaca — situações essas que representam alto risco de vida — para que o ritmo seja retornado. Assim, se um adulto estiver com os batimentos abaixo de 60 a 100 por minuto, é recomendada a aplicação do choque.

    Por outro lado, os cardioversores precisam ocorrer de forma sincronizada com o complexo QRS, que é o grupo de ondas que traduzem as atividades ventriculares, em que a cardioversão deve ocorrer na função R, quando o coração está inflado e pode ser restabelecido. Caso contrário, o choque não é descarregado.

    Enquanto isso, a função Q é o início da atividade ventricular e o S é quando ela está na parte inferior. A cardioversão ainda deve agir de forma conjunta com pulsos para despolarização do miocárdio. Assim, pode-se dizer que, nesse caso, mesmo com risco de vida, o paciente encontra-se em um quadro mais tênue, e o médico tem mais tempo para fazer uma intervenção na tentativa de reverter a situação.

    Quando cada um desses equipamentos deve ser aplicado?

    Conforme mencionamos, existem algumas situações que exigem ações rápidas e emergenciais com o auxílio do desfibrilador. É o caso de paradas ou reduções cardíacas, que podem ocorrer durante ou após uma cirurgia, ou após um trauma.

    Por isso, de acordo com as circunstâncias, existe uma lei que obriga os ambientes que agrupem pessoas a manterem um desfibrilador automático externo por perto, desde que:

    • o evento contenha mais de 2 mil pessoas;
    • o transporte tenha capacidade para mais de 100 pessoas;
    • no local circulem mais de 2 mil pessoas por dia.

    Para isso, é recomendado que pelo menos uma pessoa que circule nesses locais saiba como utilizar o equipamento corretamente. Enquanto isso, por normalmente não ser usada em situações emergenciais, a cardioversão costuma ser utilizada em situações de agendamento dentro de uma clínica ou hospital, quando mesmo o coração do paciente batendo, seu funcionando não está adequado.

    Qual aparelho deve ser usado em cada procedimento?

    A cardioversão precisa de um desfibrilador capaz de realizar o sincronismo, como o cardioversor, que precisa fazer a captação dos sinais vitais do paciente e garantir que haja a sincronia com a chamada fase R no complexo QRS.

    Além disso, o equipamento também deve ter a quantidade de joules adequada, já que em alguns casos apenas equipamentos com joules acima de 200, como o de 360, permite que o procedimento seja realizado com eficácia. Para isso, é necessário que os médicos ou demais responsáveis pelo uso do aparelho confiram as características do paciente e, a partir disso, definam a quantidade de choque necessária.

    Quais são os tipos de desfibriladores e cardioversores?

    Os tipos de desfibriladores e cardioversores são:

    • cardioversor;
    • cardioversor implantável;
    • desfibrilador externo automático (DEA).

    É muito importante saber diferenciar cardioversores e desfibriladores para um correto manuseio, assegurando maiores chances de eficácia do tratamento nos pacientes e garantido a segurança tanto para os enfermos quanto para os médicos e demais responsáveis pelo seu uso.

    Quer conhecer os nossos modelos de cardioversores? Entre em contato conosco!

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    Quais são os 7 principais equipamentos de um CTI?

    Quais são os 7 principais equipamentos de um CTI? Considerando que um Centro de Terapia Intensiva (CTI) comporta pacientes com níveis de gravidade de média para alta, além de exigirem cuidados 24 horas por dia, conhecer com detalhes os principais equipamentos de CTI é especialmente indispensável para ajudar na recuperação desses enfermos e diminuir as chances de erros.

    Afinal de contas, diferentemente do que o senso comum pode pensar, o CTI não significa necessariamente o fim da linha para os pacientes e esse espaço pode proporcionar justamente o contrário, a partir da eficácia e uso adequado dos equipamentos de CTI, que podem atuar na substituição de algum órgão vital comprometido ou em falência, e no acompanhamento dos dados.

    Sendo assim, continue conosco e conheça os principais equipamentos de CTI.

    1. Monitor multiparamétrico de sinais vitais

    Também chamado de monitor cardíaco, o monitor multiparamétrico fica localizado em cima do leito do paciente. O equipamento acopla o monitoramento da pressão arterial invasiva, no caso de pacientes mais graves — em que o cateter é inserido na parte dorsal do pé, nas artérias radial ou femoral — ou pressão arterial não invasiva — que pode ser mensurada pelo método automatizado ou auscultatório.

    O monitor acopla ainda um oxímetro de pulso para deslocar o enfermo para outros setores, e outro conectado que é responsável por monitorar a saturação de oxigênio do paciente.

    Existe ainda o eletrocardiógrafo, que são os fios colocados no tórax para verificar os traçados que sinalizam as atividades elétricas do coração e permite observar a frequência cardíaca, a velocidade e o ritmo dos batimentos.

    2. Ventilador pulmonar

    É um dos principais equipamentos de CTI e ajudam a promover a ventilação artificial temporariamente parcial ou total dos enfermos que estão com incapacidade respiratória, como em casos graves da COVID-19. Nessa situação, por exemplo, o ventilador pulmonar ajuda a manter o paciente vivo. Em casos menos graves, o equipamento pode combater infecções.

    O ventilador pulmonar funciona ao administrar a quantidade de entrada e saída de ar do pulmão, para controlar a mistura de gases, evitando taxas anormais de gás carbônico e de oxigênio. Para melhor eficácia com o uso de aparelho, é recomendado priorizar marcas de renome no mercado e um aparelho que atende tanto a crianças quanto a adultos.

    3. Desfibrilador cardíaco

    Quando as atividades elétricas do coração estão anormais, pode ocorrer arritmias cardíacas ou uma parada cardiorrespiratória. Nesse sentido, o desfibrilador cardíaco atua ao disparar fortes descargas elétricas no coração para que ele volte ao ritmo normal e salve vidas, tornando-se um equipamento indispensável no CTI.

    Para um melhor uso do desfibrilador, é importante escolher o equipamento com uma marca que tenha boa capacidade de armazenamento de dados, design compacto e ergonômico para facilitar o manuseio e diferentes modos de operação, como marca-passo, desfibrilação manual, monitoramento e AED.

    4. Cardioversor

    O cardioversor é muitas vezes confundido com o desfibrilador cardíaco, já que suas funcionalidades e modos de atuação são semelhantes. Porém, esse equipamento específico aplica uma corrente elétrica no músculo de forma sincronizada, diferentemente do anterior.

    Além disso, o cardioversor precisa ser usado o mais rápido possível, assim que o paciente apresentar anormalidade grave na frequência cardíaca, para que haja maiores chances de reversão do quadro.

    5. Bomba de infusão

    A bomba de infusão é responsável pela entrega de medicamentos — como insulina. analgésicos, quimioterápicos, hormônios e antibióticos — e nutrientes ao corpo do paciente no CTI de forma mais controlada e segura, aumentando a precisão de quantidades pequenas de volume, se assim necessário, e intervalos automatizados.

    Dessa maneira, os enfermos em ambientes hospitalares, casas de repouso ou até em casa podem ter suas necessidades garantidas, de modo que a potência de um medicamento e seus efeitos, por exemplo, sejam administrados e sentidos no corpo do paciente aos poucos, diminuindo os efeitos colaterais.

    6. Eletrocardiógrafo

    O já mencionado EEG realiza uma avaliação cardiológica a partir de atividades elétricas do coração, verificando o funcionamento do músculo, possíveis bloqueios, irregularidades e até partes que podem apresentar anormalidade no deslocamento.

    Para isso, o equipamento mostra o ritmo cardíaco de forma gráfica, possibilitando o diagnóstico de vários problemas de saúde, como:

    • infarto agudo do miocárdio;
    • arritmias;
    • fibrilação ventricular;
    • taquicardia ventricular;
    • desvio do eixo cardíaco;
    • bradicardia acentuada;
    • isquemia aguda do miocárdio.

    Sendo assim, não hesite em escolher a tecnologia que garanta a melhor qualidade e confiabilidade na sinalização dos resultados, além de ter telas com alta resolução e ser um equipamento prático no transporte. Afinal, um diagnóstico errado ou equivocado pode comprometer a saúde do paciente e ainda prejudicar a reputação do hospital e dos profissionais envolvidos no procedimento.

    7. Cateteres e sondas

    Cateteres e sondas são outros equipamentos de CTI indispensáveis para um melhor cuidado com os pacientes. As sondas são tubos introduzidos em alguma cavidade ou canal do organismo para transporte de nutrientes e até mesmo identificação de corpos estranhos ou situação anormal.

    Nesse sentido, existem diferentes tipos de sondas hospitalares:

    • sonda gástrica: aspira resíduos gástricos, atua no controle de medicamentos, evita hemorragias e distensões abdominais, e serve para coletar materiais para exames;
    • sonda uretral: é utilizada para diagnosticar inconformidades no trato urinário e auxiliar pacientes incapazes de urinar, tendo retenção urinária, por exemplo;
    • sonda nasoenteral: é introduzida do nariz até o intestino do paciente com única funcionalidade de transportar a alimentação.

    Os cateteres têm funções semelhantes às sondas, como o transporte de medicamentos e alimentos. O uso de ambos, assim como dos demais equipamentos de CTI, exigem atenção e adoção de medidas preventivas. É o caso de:

    • priorizar a escolha de sondas e cateteres que previnam conexões incorretas;
    • investir na capacitação para o uso correto dos materiais;
    • garantir boas condições de iluminação antes de reconectar ou conectar dispositivos e tubos.

    Ou seja, os equipamentos de CTI são desenvolvidos levando em conta tecnologias que podem não apenas aumentar o tempo de vida do paciente, mas também ajudar na recuperação, desde que os profissionais envolvidos entendam a complexidade do uso de cada dispositivo e o ambiente de trabalho priorize equipamentos com a máxima qualidade.

    Quer saber como a Medicalway pode ajudar você nisso? Entre em contato conosco e encontre nossos equipamentos de CTI!

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