Posição cirúrgica: entenda o que são e a importância

As posições cirúrgicas sofreram alterações ao longo dos anos e visam expor adequadamente o campo cirúrgico, facilitando a visualização dos médicos e demais profissionais. Os resultados são salutares: diminuem o tempo de uma cirurgia e os riscos para o paciente.

A escolha da posição ideal é sempre do cirurgião responsável em conjunto com o anestesiologista. Isso porque, enquanto o primeiro precisa ter o campo visual e de manejo adequados, o segundo é o responsável pelo acompanhamento dos sinais vitais e o conforto do paciente — o que auxilia, inclusive, em sua recuperação.

O que são posições cirúrgicas?

Trata-se da forma como o paciente é disposto na mesa da sala cirúrgica para a realização do procedimento cirúrgico. Já vimos que a posição adequada beneficia os médicos e o paciente. Agora você conhecerá os tipos de posições cirúrgicas.

Qual posição cirúrgica é a ideal para cada paciente e sua importância?

A posição cirúrgica ideal para o paciente é sempre aquela que permita que:

  • permita o menor tempo cirúrgico possível — significando menos administração de anestésicos;
  • o paciente permaneça de forma confortável durante o procedimento;
  • gere um pós-operatório menos doloroso e traumático;
  • não cause escaras devido ao tempo de cirurgia;
  • evite riscos pós-cirúrgicos (como trombose) etc.

Qual a importância das posições cirúrgicas na redução de complicações e riscos?

Os riscos relacionados aos procedimentos cirúrgicos que um paciente pode enfrentar são diminuídos ao estar na posição adequada. Isso acontece devido ao desenvolvimento e aprimoramento das posições facilitando a biodinâmica e a ergonomia do paciente.

A posição cirúrgica ideal facilita o funcionamento do sistema vascular evitando trombose, edemas e outras complicações, daí sua fundamental importância. Além disso, elas permitem uma evolução satisfatória na recuperação do paciente, já que as dores relacionadas à má postura ou ao agravamento de lesões preexistentes são reduzidas.

Quais são as posições cirúrgicas?

A seguir, confira os tipos de posições cirúrgicas e quando são usadas!

Posição supina 

É o posicionamento mais comum. No entanto, é preciso dar atenção especial ao posicionamento das pernas, para que as articulações dos joelhos não fiquem muito distendidas. A cabeça e a coluna cervical precisam ficar relaxadas. Além disso, deve-se posicionar os braços de forma que sejam evitados danos aos nervos.

Posição prona

É a escolha das cirurgias na coluna. O tórax deve ficar apoiado nos coxins com grande abertura, permitindo a respiração normal e reduzindo a pressão intra-abdominal. A cabeça é posicionada de uma maneira que mantenha a coluna cervical posição neutra. Os joelhos ficarão ligeiramente flexionados e bem acomodados. O uso de travesseiros recortados lateralmente garantem o fácil acesso ao anestesiologista, para uma anestesia segura.

Posição lateral

Aqui, o paciente deve permanecer fixado para evitar seu deslocamento. Para o conforto, deve ser utilizado um acolchoamento para pernas e calcanhares. A pessoa pode ficar sobre as articulações motorizadas da mesa, garantindo o acesso ideal à área do tórax ou dos rins. 

Posição de cadeira de praia

Neste caso, joelhos e pernas precisam ficar relaxados, ou seja, sem serem distendidos. O dorso e a pederneira devem ser subidos gradualmente, alternando-as. Com o paciente sentado, deve haver nova avaliação visando eliminar pressões que surgiram durante o posicionamento.

Posição dorso sacral / litotômica

Esta é a posição de escolha para cirurgias urológicas e ginecológicas, pois a pélvis fica livre, além de garantir uma maior superfície de suporte para a panturrilha e apoio ao joelho. Além disso, os calcanhares ficam livres, enquanto os pés e os joelhos ficam alinhados ao ombro oposto.

Posição genucubital / sobre cotovelos e joelhos

Em cirurgias proctológicas e ginecológicas, após serem anestesiados em posição supina, os pacientes são colocados nesta posição. O tórax é colocado sobre coxins com grande abertura visando a redução da pressão intra-abdominal e não prejudicar a respiração. 

Esperamos que o texto tenha explicado adequadamente a importância de acomodar o paciente em uma posição cirúrgica ideal e todas as informações a respeito desse assunto.

Agora, complemente sua leitura com este texto: Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma.

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    O desfibrilador é um aparelho médico utilizado para restabelecer os batimentos do coração em casos de arritmia ou parada cardíaca. Esse aparelho é um gerador de energia com duas placas que são colocadas no tórax do paciente para reanimar o seu coração com descargas elétricas, ele deve ser utilizado por médicos especialistas que estão prontos para realizar o trabalho de forma rápida e eficaz. O modelo Beneheart D6 da Mindray se destaca por possibilitar 4 modos de operação, confira:

    BeneHeart D6

    O BeneHeart D6 é um desfibrilador-monitor bifásico profissional que atende às necessidades de profissionais da medicina em hospitais e clínicas de todo o mundo. Um dos seus maiores diferenciais é o seu design compacto, durável e ergonômico que o torna em um dispositivo perfeito para ser usado durante emergências. Além disso, ele possui uma potente capacidade de energia, com baterias para suportar monitoramento contínuo de longa duração e choques durante o transporte sem fonte de alimentação externa. Conheça os seus 4 modos operacionais:

    1. Monitoramento de ECG

    Nesse modo de operação, o D6 permite o monitoramento de ECG  por meio de conjuntos de 3 e 5 derivações de ECG, almofadas externas e pás de eletrodos multifuncionais. Se os dois conjuntos de ECG e as pás/almofadas estiverem conectados, as curvas de ECG configuradas serão exibidas na área de curvas. Sendo assim, será possível medir a atividade elétrica do coração em curvas e números.

    2. Desfibrilador manual

    No modo Desfibrilador manual, o D6 possibilita acesso às curvas de ECG, deixando que o profissional decida se irá utilizar  a desfibrilação ou a cardioversão, qual será a energia adequada, e que ele carregue o equipamento e aplique o choque. As mensagens de texto na tela fornecem informações relevantes para guiá-lo pelo processo de desfibrilação. Ao operar a desfibrilação manual, você pode selecionar até três parâmetros entre SpO2, PNI CO2, PI e Temp, além de ECG.

    3. AED

    Ao entrar no modo AED, o equipamento começa a analisar o ritmo cardíaco do paciente, e ao detectar um ritmo de choques, o equipamento envia uma mensagem e inicia automaticamente o carregamento. Se não for detectado um ritmo de choques, a mensagem “Choque não recomendado” será mostrada.
    Ao operar no modo AED, os recursos do D6 são limitados aos essenciais para o desempenho da desfibrilação externa semi-automática. Apenas os sinais de ECG obtidos por meio das almofadas serão exibidos. Os alarmes definidos anteriormente e as medições agendadas serão pausados por tempo indefinido e a entrada de informações do paciente será desativada.

    4. Marca-Passo

    No modo marca-passo, o ECG do paciente é monitorado por meio do conjunto de derivações do ECG e os pulsos do marca-passo são enviados por meio das pás de eletrodos multifuncionais. Um marcador branco é mostrado na curva de ECG sempre que um pulso de marca-passo for enviado ao paciente. Durante o marca-passo, os parâmetros, exceto Resp, continuam sendo monitorados e os alarmes de parâmetro permanecem ativos. Os pulsos do marca-passo são fornecidos por meio das almofadas de eletrodo de várias funções. No entanto, as pás não podem ser usadas para monitorar o ECG e fornecer os pulsos do marca-passo simultaneamente.
    A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Além do BeneHeart D6, vendemos outros desfibriladores da Mindray como o Beneheart D3 e o BeneHeart D1.
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