Preservação de equipamentos hospitalares: 7 cuidados essenciais

Para que um hospital ofereça serviços de qualidade é fundamental — além de contar com uma equipe de saúde competente — que todos os aparelhos estejam nas melhores condições. Afinal, o trabalho desse setor envolve a saúde das pessoas. Dessa maneira, um ponto que merece atenção para uma boa gestão é a preservação dos equipamentos hospitalares.

O maquinário de um hospital conta com tecnologia avançada, por isso apresenta peças delicadas, como chips e outros componentes, que precisam de atenção constante para evitar problemas. Dessa forma, garantir os cuidados necessários aos equipamentos aumentará a vida útil desses aparelhos, garantindo um atendimento completo ao paciente.

Quer conhecer os 7 principais cuidados para a preservação de equipamentos hospitalares? Acompanhe este post!

1. Transporte adequado

Se você se preocupa com a preservação de equipamentos hospitalares, deve tomar cuidado no transporte do maquinário pela unidade de saúde. É importante avaliar o melhor trajeto para essas peças, bem como a inclinação e a textura do piso, a altura de portas e a largura de corredores por onde ele passará.

Ao transportar o equipamento de modo inadequado, há o risco de danificar algum componente, o que pode significar um custo mais elevado de manutenção. A nossa dica é fazer movimentações somente quando necessário e escolher horários com menor fluxo de funcionários e pacientes para evitar qualquer imprevisto.

2. Manuseio correto

Operar o equipamento de forma correta também é muito importante para evitar qualquer dano, além de ser essencial para aumentar a vida útil dos aparelhos. Desse modo, certifique-se que a equipe de técnicos possui capacitação específica para manusear o aparelho e sabe identificar qualquer falha de funcionamento.

Ao fazer isso, você garante que a manutenção dos equipamentos será feita o quanto antes, evitando a paralisação dos serviços do hospital. Profissionais treinados também são essenciais quando se trata da segurança do paciente no momento da realização de um exame, por exemplo.

3. Condições adequadas de funcionamento

Para adquirir um equipamento hospitalar é feito um investimento alto, já que se trata de tecnologia de ponta para auxiliar em tratamentos e diagnósticos de saúde. No entanto, o gestor pode pôr tudo a perder se não levar em conta a estrutura do local onde ficará esse aparelho.

Cada máquina tem uma necessidade específica. Por isso, em primeiro lugar, consulte as especificações do manual. Em caso de dúvida, não hesite em entrar em contato com o fornecedor.

É importante planejar todos os detalhes relativos às condições ambientais — como temperatura, umidade, fluxo de ar e luminosidade adequada. Assim, você garante um bom desempenho dos equipamentos, evita manutenções desnecessárias e faz valer o investimento realizado.

4. Higienização em dia

A higienização também é fundamental para a preservação dos equipamentos hospitalares. Além disso, esse também é um cuidado necessário para a segurança dos pacientes e dos profissionais que operam os aparelhos.

Por isso, é importante fazer a sua descontaminação de forma periódica. Essa descontaminação consiste em limpeza, desinfecção e esterilização. Acompanhe os detalhes de cada etapa:

  • limpeza: é importante seguir as instruções do fabricante. Porém, de modo geral, usa água e sabão neutro para a remoção das sujeiras nas superfícies externas do aparelho;
  • desinfecção: consiste no uso de produtos específicos para a eliminação de microrganismos que podem causar alguma forma de contaminação;
  • esterilização: é a descontaminação mais completa, capaz de eliminar, inclusive, os esporos bacterianos (que são mais resistentes). Assim, garante o uso seguro do equipamento hospitalar.

4. Calibração periódica

A calibração é a análise do desempenho do equipamento hospitalar — com a coleta de dados que serão comparados a uma unidade de medição padrão, por isso deve ser realizada de forma periódica. É importante que todas as informações coletadas sejam registradas.

Trata-se, na verdade, de um teste para garantir que o aparelho funcione de acordo com as especificações de fábrica e siga as regulamentações e normas vigentes.

Ao adotar esse procedimento, você consegue fazer os ajustes necessários nos aparelhos, impedindo que eles apresentem falhas ou tenham o seu funcionamento interrompido — afetando de forma negativa toda a rotina hospitalar.

A calibração, dependendo do aparelho, pode ser realizada pelos técnicos do próprio hospital, pelo suporte do fornecedor ou pelo laboratório certificado para esse fim.

5. Manutenção preventiva

Para que você consiga antecipar o surgimento de qualquer falha nos aparelhos é essencial ter um cronograma com as manutenções preventivas que precisa fazer. Podemos comparar essas manutenções com as revisões feitas nos automóveis.

O serviço de engenharia do hospital deve fazer essa checagem cumprindo um roteiro para avaliar todos os componentes do maquinário, com o objetivo de analisar produtividade, desempenho e segurança. O procedimento também avalia as condições ambientais, que devem ser adequadas para evitar qualquer dano futuro aos equipamentos.

É preciso destacar também que esse serviço pode ser contratado juntamente com a compra do equipamento, ou seja, com o próprio fornecedor. Assim, além de conseguir uma melhor negociação, o hospital não precisa arcar com os custos de ter uma equipe própria para isso e tem a certeza de que a manutenção será realizada por especialistas — que receberam treinamento diretamente do fabricante.

Agora você entende por que é importante ter um planejamento para as manutenções preventivas, não é mesmo? Ao fazer isso, a prática não atrapalhará a rotina de atendimento e os pacientes.

6. Manutenção corretiva

Todos os cuidados para a preservação de equipamentos médicos que elencamos acima têm o objetivo de reduzir a ocorrência de manutenção corretiva — feita quando existe alguma falha ou algum problema já instalado. Nesse caso, são realizados os reparos necessários para que o equipamento volte a funcionar normalmente.

É claro que chega um momento em que será necessária a substituição do aparelho, assim como acontece com as tecnologias de qualquer segmento. No entanto, é necessário que haja um planejamento de ações para prolongar o tempo de uso dessas máquinas.

Com essa prática, o gestor passa a ter uma previsão de quando deverá fazer esse tipo de troca. Assim, é possível ter um controle de gastos de curto, médio e longo prazo — o que colabora para o equilíbrio financeiro da instituição.

Os cuidados com a preservação de equipamentos hospitalares garantem que eles funcionarão de forma adequada e por mais tempo. Uma dica é ter atenção desde a aquisição desse maquinário, verificando a reputação do fornecedor para que você compre um produto em boas condições e que atenda às regulamentações.

Gostou das nossas dicas para prolongar a vida útil dos equipamentos? Quer mais informações sobre boas práticas para a gestão hospitalar? Confira outro post sobre os benefícios de automação de processos em estabelecimentos de saúde!

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    Filtro HME: saiba o que é e como avaliar

    Existe uma variedade de tipos de filtros usados em hospitais. Eles são utilizados para reduzir o risco de contaminação cruzada entre os pacientes. No decorrer do tratamento, algumas pessoas precisam utilizar a ventilação mecânica e o filtro HME é um dos mais indicados para evitar a transferência de microrganismos patogênicos de uma pessoa para o equipamento e do instrumento hospitalar para outra pessoa.

    Os médicos e enfermeiras recebem orientações quanto ao manuseio e uso do material e nos hospitais existem protocolos a ser seguidos. Isso para que todas as pessoas possam receber o melhor tratamento e para que possam melhorar rapidamente. Neste post iremos abordar algumas questões relativas ao filtro HME.

    Quer saber mais sobre o uso desse instrumento hospitalar? Continue a sua leitura!

    Como fica a filtração, aquecimento e umidificação do sistema respiratório quando se utiliza o filtro HME?

    Os Heat and Moisture Exchangers, mas conhecidos como filtros HME são chamados aqui no Brasil de Trocadores de Calor e Umidade. Definidos pela American Society for Testing and Materials, os umidificadores podem ser classificados em três categorias. Entre elas podemos citar:

    • umidificadores hidrofóbicos – Operam como uma barreira, porém possuem baixa produção de umidificação;
    • umidificadores com condensadores higroscópios – Apenas executam a troca de umidade e calor, e não possuem atributos para a filtração antimicrobiana;
    • umidificadores mistos – Como o próprio nome já diz, este modelo é uma junção do hidrofóbico com o higroscópico e apresenta propriedade cabível para a produção de umidade e calor. Vale salientar que ele possui membrana eletrostática, que é uma excelente barreira microbiológica. Por conta disso, recebe a nomenclatura de HMEF.

    Uma curiosidade é que os filtros HME podem ser comparados com as vias respiratórias superiores de um humano. Afinal, eles conseguem reter o calor e a umidade e em seguida, dispersá-los aquecendo e umidificando os gases inspirados pelo paciente.

    Como funciona o filtro HME e como avaliar a eficácia dele?

    Com a capacidade de umidificar e aquecer o gás inspirado pelo paciente, os HME (trocadores de calor e umidade) são equipamentos instalados entre o conector em “Y” do circuito do ventilador e o tubo endotraqueal. Alguns destes dispositivos possuem barreira que atua como filtro microbiológico.

    Algumas contraindicações do uso são para pacientes hipersecretivos, retentores de gás carbônico e para aqueles que possuem franco sangramento no pulmão. Mas, vale ressaltar que este equipamento é muito importante para evitar a infecção cruzada.

    Como adquirir um filtro HME?

    Os filtros HME estão disponíveis para venda em empresas especializadas nesses equipamentos. Antes de adquirir os materiais para o seu hospital, faça uma pesquisa de preços e verifique se os itens se encaixam nas normas técnicas. Saiba que a Medicalway é uma empresa especializada e que ela comercializa equipamentos médicos e hospitalares.

    Os materiais ofertados pela empresa são indicados para centros cirúrgicos, UTIs, centros de imagem (ultrassom), e o melhor de tudo é que a empresa está presente no mercado há 18 anos. Sem contar que ela importa produtos de ótima qualidade para depois revendê-los aos hospitais e clínicas que necessitam.

    Então, agora que você já sabe que o filtro HME é muito utilizado em hospitais e possui a informação de que a Medicalway é uma empresa que oferece esse tipo de material, não deixe de fazer orçamentos dos equipamentos. Você vai se surpreender com o valor e a qualidade dos itens.

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    Ultrassom portátil: confira o que é e como funciona

    Tanto na medicina clínica quanto na hospitalar, o ultrassom portátil auxilia os médicos a fazer diagnósticos instantâneos. Isso mesmo! Assim, ao invés de fazer um pedido de exame e encaminhar o paciente à sala de ultrassom (no hospital) ou a um laboratório especializado, o que pode demorar dias, o médico faz o exame no mesmo instante em que atende o paciente. 

    Assim, o resultado — para que o próprio médico solicitante analise os resultados e obtenha as respostas esperadas — fica pronto no momento da consulta. Esse tipo de aparelho já era utilizado por médicos angiologistas, para fazer o ultrassom venoso em busca de problemas como varizes, por exemplo. Agora, ele está sendo utilizado para uma infinidade de diagnósticos. Acompanhe o texto e veja como funciona um ultrassom portátil, seus diferenciais e como adquirir um exemplar!

    O que é um ultrassom portátil?

    Trata-se de um equipamento que podemos considerar como sendo “de bolso”, devido ao seu tamanho e facilidade de uso — com imagens mostradas em smartphones e tablets. Dessa forma, os médicos podem utilizá-lo em qualquer lugar (sem a necessidade daquele aparelho enorme que necessita de uma sala própria para ser fixado). Com isso, o médico pode levar consigo aparelho de ultrassom portátil entre os consultório, clínicas e hospitais em que atende, algo que até pouco tempo era impensável.

    Como um ultrassom portátil funciona?

    Para seu funcionamento, o aparelho de ultrassonografia portátil une inteligência artificial, semicondutores e computação em nuvem para analisar as imagens capturadas. Para utilizá-lo, basta ter um aplicativo instalado e, a seguir, conectá-lo ao celular ou tablet. As imagens de alta resolução aparecerão diretamente na tela.

    Antes de usar, é recomendável envolvê-lo em plásticos, os quais serão descartados imediatamente após o uso, contribuindo para a higiene e ganho de tempo. Além da facilidade de operar, o ultrassom portátil ainda é prático, rápido e higiênico, já que a consulta completa é feita na mesma sala e num único dia.

    Quais os diferenciais de um ultrassom portátil?

    Um grande diferencial do ultrassom de bolso é fazer o diagnóstico rápido de sangramento interno (inclusive em salas de cirurgias), desenvolvimento de tumores, entre outros problemas. O dispositivo só requer uma conexão interna para enviar as imagens nas telas de tablets e celulares. Os outros diferenciais complementares são:

    • dar o diagnóstico instantaneamente, inclusive de hemorragias e tumores agressivos que requerem tratamento muito rápido;
    • poder ser transportado para quaisquer lugares;
    • varredura em menos de 20 segundos;
    • não requerer uma sala especial etc.

    Quais as vantagens de ter um ultrassom portátil?

    Além dos diferenciais citados, que já são grandes vantagens, a seguir, você conferirá os outros benefícios do ultrassom portátil!

    Visualizar o comprometimento do pulmão de pacientes Covid-19

    O ultrassom portátil permite examinar os pulmões dos pacientes infectados com coronavírus instantâneamente, o que pode decidir a necessidade ou não da intubação. A outra alternativa (tomografia computadorizada) é muito mais cara e mais demorada. Durante o exame, o médico observa a membrana pleura. Se aparecerem linhas horizontais equidistantes (linhas A) o pulmão estará livre de fluidos. Entretanto, se houver acúmulo de líquido no órgão, as linhas verticais dispersas aparecerão (linhas B).

    Agilizar diagnósticos nos atendimentos de urgência

    Com o aparelho de ultrassonografia portátil, é possível examinar em qualquer lugar, inclusive no centro cirúrgico, e diagnosticar — em tempo real:

    • traumatismos de articulações e músculos;
    • entupimento de veias e artérias;
    • inflamações infiltrativas;
    • tumores malignos;
    • hemorragias;
    • fraturas etc

    Cabe lembrar, que tudo isso é feito instantaneamente, o que pode salvar a vida de um paciente que necessite de uma cirurgia de emergência. Alguns modelos, podem examinar acessos e bloqueios guiados, músculo esquelético, tireoide, entre outros lugares.

    Outras vantagens do ultrassom portátil

    Além das grandes vantagens apresentadas, citamos outras:

    • instalação muito simples, requerendo apenas uma tomada 220V;
    • baixo custo se comparado ao modelo tradicional;
    • qualidade e confiabilidade comprovada;
    • facilidade e economia na manutenção;
    • menor radiação.

    Como adquirir um ultrassom portátil para o hospital?

    Para comprar um ultrassom portátil para o hospital, é necessário que a equipe médica e administrativa avaliem quais os modelos mais adequados à unidade hospitalar, pois existem várias opções. Na Medicalway, por exemplo, são comercializados os ultrassons portáteis da Mindray, cujos modelos podem ser conferidos na página “Ultrassons Mildray“.

    E então, gostou de conhecer todas as informações importantes sobre o ultrassom portátil, suas vantagens e como adquirir um para o seu hospital?

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    Por que o videolaringoscópio é mais adequado para intubação de via aérea do projeto

    O videolaringoscópio é um aparelho utilizado para verificação das vias aéreas de um indivíduo. O procedimento de videolaringoscopia consiste na introdução do equipamento — que possui lâminas com tamanhos adequados a cada necessidade e uma câmera — por meio do trato respiratório superior do paciente, com o intuito de visualizar em tempo real as condições e impedimentos que possam existir nos canais respiratórios.

    Dessa forma, em casos de necessidade de intubação por meio de vias aéreas difíceis (VAD), ou seja, vias que possam estar obstruídas por conta de uma formação anatômica atípica, algum corpo estranho localizado nesse espaço, conteúdo desconhecido ou outro motivo circunstancial, o uso do videolaringoscópio é considerado ideal dentre as opções para o procedimento.

    Neste artigo, vamos mostrar por quais motivos a videolaringoscopia se apresenta como a melhor alternativa para intubações através de vias aéreas difíceis. Continue a leitura para saber mais!

    Diferenciais do videolaringoscópio

    O equipamento hospitalar videolaringoscópio é uma variação avançada do laringoscópio, também utilizado para verificação do trato respiratório. Isso porque o primeiro é composto de uma sonda com câmera de inspeção, que permite visualizar em tempo real as características e condições das vias aéreas. As imagens são exibidas em uma tela que pode estar acoplada ao item ou em uma estação localizada próxima aos profissionais, a depender do tipo do aparelho.

    Além disso, é de fácil manuseio, já que possui um punho com formato anatômico adequado à necessidade de conduzi-lo por espaços críticos e que, porventura, estejam obstruídos, o que permite que o profissional médico responsável pelo procedimento se sinta seguro quanto a seus movimentos e possa realizá-los com firmeza.

    Por conta dessa facilidade em lidar com o aparelho e pelas imagens em tempo real transmitidas em tela, o aparelho é indicado em situações de rotina ou em que existem dificuldades para a intubação, como em casos emergenciais ou cirúrgicos, já que evita que as tentativas sejam frustradas e causem danos maiores ao paciente.

    Tipos de equipamento

    Dentre os videolaringoscópios, existem algumas opções que são propícias a cada situação ou realidade dos hospitais e clínicas. Já existe no mercado uma gama de equipamentos de ponta, cada vez mais tecnológicos e que podem auxiliar em procedimentos extremamente complexos e que exigem precisão nas ações, como é o caso das intubações traqueais por vias áreas difíceis, que tornaram-se bastante frequentes devido à pandemia de Covid-19.

    Portátil

    Esses equipamentos são leves e adequados ao manuseio rápido, podendo ser utilizados sem aplicação de força, já que por meio da câmera de inspeção, conduzem de forma precisa pelos caminhos livres no trato respiratório. Contêm um visor acoplado — que pode ser retirado com facilidade —, o que otimiza a visualização do procedimento.

    Workstation

    O aparelho é conectado a uma estação de trabalho, por meio da qual é possível gerenciar o exame com relatórios médicos, com gravação, fotografia e gráficos, além de possibilitar a conexão — com utilização de tecnologia Wi-Fi — a médicos ou outros profissionais que estejam em outra localidade. Essa funcionalidade permite também adequação a métodos de trabalho dentro da telemedicina, modalidade de atendimento que cresceu exponencialmente por conta da pandemia.

    É mais adequado utilizar o videolaringoscópio para procedimentos médicos rotineiros e complexos — como a intubação por vias aéreas —, porque seu uso garante precisão nas ações e diminui as chances de danos ao trato respiratório dos pacientes.

    A Medicalway possui videolaringoscópios que contemplam a mais alta tecnologia no mercado e que trazem em sua composição itens formulados com que o que há de mais inovador na área, em modelos portáteis ou com workstation.

    Se você se interessou em conhecer esses equipamentos de altíssima tecnologia, entre em contato conosco para saber mais detalhes!

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