Prontuário Eletrônico do Paciente: 10 benefícios do PEP para o hospital

Prontuário Eletrônico do Paciente: 10 benefícios do PEP para o hospital. O avanço da tecnologia trouxe para o mercado, independentemente da área de atuação, diversas ferramentas capazes de automatizar e agilizar os dados, processos, rotinas, além de reduzir custos e demais benefícios que podem fazer toda a diferença. No caso da saúde, o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), está inserido nessa modernização e progresso.

Trata-se de um formato de prontuário que veio para gerar assertividade no preenchimento correto das informações relacionadas ao atendimento clínico e à segurança dos profissionais e pacientes.

Quer entender melhor o que é o Prontuário Eletrônico do Paciente e suas principais vantagens? Então, continue a sua leitura!

O que é o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP)?

O Prontuário Eletrônico do Paciente, conhecido como PEP, é um modelo de prontuário em que os profissionais da saúde conseguem inserir informações relevantes sobre o paciente, como anamnese, exames, diagnósticos, medicamentos, tratamentos, entre outros, de um determinado paciente, de maneira padronizada.

Sendo assim, ele consegue armazenar todo o histórico médico de um indivíduo ao longo dos atendimentos realizados, o que auxilia de forma correta e precisa nas decisões que serão tomadas em relação aos procedimentos que serão administrados para solucionar um problema.

A regulamentação do uso do PEP aconteceu no Brasil em 2002, quando o Conselho Federal de Medicina estabeleceu as suas normas gerais por meio da Resolução 1.638. No ano de 2007, o CFM aprovou a utilização de sistemas informatizados para o arquivamento de dados de prontuário por intermédio da Resolução 1.821.

Quais são os benefícios do PEP?

O PEP pode gerar uma série de benefícios para as unidades de saúde (clínicas, consultórios, hospitais e demais), bem como para os profissionais da saúde e pacientes. Veja alguns deles a seguir!

1. Acessibilidade

Pelo fato de todos os dados serem arquivados de forma digital, o PEP disponibiliza uma mobilidade interessante, já que com apenas acesso à internet, é possível acessar todas as informações de qualquer lugar e em qualquer horário, permitindo interações dinâmicas e atendimento a pacientes em clínicas diferentes, sem ter que ficar carregando vários documentos.

2. Segurança

Outra vantagem é a segurança dos dados, principalmente quando falamos em sua inserção e transmissão. Antes do PEP, as prescrições eram realizadas por letras ilegíveis, de difícil compreensão, além das possibilidades de rasuras. Tudo isso é eliminado com a digitalização.

Pelo fato de grande parte desses prontuários eletrônicos serem acessados por meio de um software médico com armazenamento em nuvem, os dados ficam protegidos em casos de furtos, acidentes, eventos da natureza e demais, sem afetar a integridade dos registros.

3. Confidencialidade

Em relação à confidencialidade, o Prontuário Eletrônico do Paciente também produz uma boa resposta, tendo em vista que somente os usuários autorizados conseguem ter acesso aos documentos. Além disso, ocorre um monitoramento e registro de todas alterações feitas, o que combate de forma eficiente quaisquer possibilidades de adulterações ou fraudes.

4. Aumento da produtividade

O PEP viabiliza um fácil acesso por intermédio de mecanismos de pesquisa e filtros que podem levar a dados específicos, como exames, consultas, medicamentos ou tratamentos.

Tudo isso leva à melhoria do atendimento, tendo em vista que os colaboradores conseguem encontrar informações detalhadas a respeito do paciente em um único local, economizando tempo com essa função que vai influenciar diretamente na sua produtividade.

5. Redução dos custos

O PEP possibilita desde a minimização de desperdício de medicamentos que seriam prescritos sem necessidades até a diminuição do uso de materiais de escritório, como pastas, impressões, tintas, papéis etc. Ademais, há a redução da área física usada para o armazenamento de documentos, que poderá ser utilizada para outras finalidades, ou pagamento com empresas terceirizadas para guardar os arquivos.

6. Economia de tempo

Quando um registro é feito no sistema eletrônico, ao invés dos profissionais da saúde perder muito tempo preenchendo papéis, os dados podem ser inseridos em tempo real, o que economia tempo no trabalho do médico e, também, do administrativo.

É possível também realizar pedidos de imagens, vincular trabalhos para outros setores de maneira instantânea, montar prescrições e enviá-las diretamente para a farmácia, bem como outras práticas que levam a um serviço muito mais prático e eficaz.

7. Eliminação de erros

O dia a dia das clínicas, consultórios, hospitais e demais estabelecimentos de saúde é muito corrido, o que leva ao risco do acometimento de erros que podem causar sérios danos, desde o atraso do atendimento até o comprometimento da saúde e tratamento dos pacientes. Pelo fato do PEP ser digital, esses riscos são afastados, eliminando problemas provocados por essas falhas, além de facilitar a consulta de dados nos momentos de fundas.

8. Integração das informações

Os estabelecimentos médicos que ainda usam os prontuários tradicionais não podem contar com a centralização e integração que o PEP proporciona, onde todos os dados sigilosos são reunidos em um único local, proporcionando um acesso rápido, seguro e preciso, o que garante um atendimento de qualidade.

9. Personalização

Outro benefício é que o PEP pode ser personalizado conforme a área da saúde a que se destina ou às informações mais comuns e relevantes no dia a dica de certo médico ou consultório.

Além disso, a ferramenta pode ser adaptada considerando as necessidades e demandas do local. Dessa forma, as funções básicas podem ser customizadas para atender da melhor forma e garantir um serviço de qualidade.

10. Aprimoramento na experiência do cliente

Devido a todos os benefícios proporcionados pelo PEP, é possível proporcionar um atendimento mais ágil e que permite com que seja possível dar uma maior atenção às necessidades dos pacientes.

Isso acontece por vários motivos, como os já apresentados, além da maioria dos prontuários eletrônicos possibilitarem com que vários modelos sejam salvos, não sendo necessários preencher praticamente os mesmos campos todos os dias.

Tudo isso leva à aproximação entre os profissionais da saúde e pacientes, o que gera um relacionamento pautado em confiança, onde o médico consegue realizar o seu trabalho de forma mais segura, com foco no melhor tratamento às pessoas, o que leva à um nível maior de satisfação e fidelização.

Agora que você entende melhor o que é o Prontuário Eletrônico do Paciente e todos os benefícios que ele pode proporcionar, não há dúvidas da importância do seu uso no hospital e, assim, promover melhorias na gestão e nos serviços realizados.

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    Conheça os 7 principais avanços tecnológicos na medicina

    A transformação digital vem impactando a vida e o cotidiano das pessoas, em especial profissionalmente. Na saúde, não seria diferente — os avanços tecnológicos na medicina trazem benefícios tanto para profissionais quanto para pacientes.

    A tecnologia aplicada à saúde vai muito além de equipamentos eletrônicos modernos e aplicativos digitais. A chamada Saúde 4.0 tem um caráter fortemente preventivo e traz a medicina para o dia a dia dos pacientes, por meio de inovações como a IoT, o Big Data e a Inteligência Artificial.

    No Brasil, as inovações em medicina são tantas, que foi criada a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, a ABIIS. Segundo o seu presidente, existem mais de 500 mil tecnologias médicas em uso atualmente.

    No post de hoje, reunimos 7 dos avanços tecnológicos médicos que você deve acompanhar, pois impactam diretamente a vida de quem atua na área e também a saúde dos pacientes. Confira!

    1. Telemedicina

    Trata-se da relação médico—paciente a distância e envolve uma série de ações desempenhadas remotamente.

    Pacientes em cidades sem assistência podem ter acesso a médicos especialistas e exames altamente específicos. Por meio de uma plataforma, um médico pode visualizar os exames de um paciente de qualquer lugar, emitindo um laudo mesmo sem estar presente. O monitoramento de um paciente também pode ser realizado por um especialista a distância (teleassistência).

    Além disso, a telemedicina permite a redução de custos para clínicas e hospitais.

    2. Cirurgias robóticas assistidas

    A cirurgia robótica já é uma realidade e vem garantindo procedimentos mais seguros e menos invasivos aos pacientes. São estruturas robóticas comandadas por um especialista, que tem a sensação de ver o corpo por dentro, graças a câmeras que geram imagens tridimensionais.

    Os braços robóticos não estão sujeitos a nenhum tipo de tremor, além de possibilitarem rotação de 360 graus, conferindo muito mais precisão aos movimentos e permitindo a realização de procedimentos de alta complexidade em áreas delicadas do corpo.

    No entanto, embora o uso de inteligência artificial reduza bastante as falhas humanas, a experiência de um cirurgião no comando da estrutura é indispensável, cabendo a ele o poder de decisão.

    3. Prontuário eletrônico

    Com eles, todos os dados cadastrais e informações clínicas dos seus pacientes ficam armazenados em uma só base de dados, podendo ser acessados por diversos profissionais a qualquer hora e lugar, facilitando a integração e o trabalho de uma equipe multidisciplinar.

    Resultados de exames, histórico, medicações, tratamentos e sintomas são atualizados em tempo real.

    Os prontuários eletrônicos permitem a automação de processos e diminuem o tempo de atendimento, garantindo mais produtividade ao médico e à equipe de atendimento. Além disso, reduzem a margem de erro, garantindo diagnósticos mais precisos.

    4. Impressão de órgãos 3D

    A bioimpressão de órgãos 3D pode parecer coisa de filme de ficção científica, mas já é real. No lugar de tinta comum, esse tipo de impressão utiliza biotintas, que contêm células, proteínas e outros elementos biológicos em sua composição.

    Embora os cientistas ainda tratem do assunto com cautela, órgãos artificiais como rins, pâncreas e coração já estão em desenvolvimento. As dúvidas ficam por conta do tempo de vida útil deles no corpo humano.

    Tudo indica que, dentro de alguns anos, essa será uma solução para reduzir as filas de transplantes e talvez seja um caminho para a cura de doenças crônicas, como o diabetes e as doenças renais.

    5. IoT médica

    A chamada internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) refere-se à conexão de objetos do dia a dia com a internet. No campo da medicina, tem grande importância no monitoramento de pacientes, especialmente portadores de doenças crônicas.

    Por meio dos wearables — dispositivos vestíveis dotados de sensores —, é possível coletar informações como pressão arterial, níveis de glicose no sangue, frequência cardíaca, entre outros.

    Um paciente diabético pode, por exemplo, usar uma geladeira com controle de acesso à alimentação.

    Essa tecnologia traz o controle e monitoramento clínico para fora dos consultórios, ou seja, para o dia a dia dos pacientes. Dessa forma, aumenta a responsabilidade do indivíduo sobre seu estado de saúde e, consequentemente, a conscientização.

    Para os médicos, representa o acesso aos dados mais reais possíveis, coletados durante a realização de atividades rotineiras, permitindo um controle muito mais eficiente. As informações extraídas no consultório podem ser mascaradas pela síndrome do jaleco branco, por exemplo.

    Por isso, os avanços tecnológicos médicos têm um papel fundamental na prevenção e promoção de saúde e bem-estar.

    6. Diagnósticos personalizados

    Atualmente, a grande maioria dos tratamentos e medicamentos são desenvolvidos com base em dados obtidos de pessoas com características comuns, por exemplo, homens brancos, de uma determinada faixa etária, em geral, americanos.

    No entanto, esses mesmos tratamentos são aplicados, pelo mundo inteiro, em pacientes com genética completamente diferente.

    Graças ao uso da realidade aumentada, e também às facilidades de armazenamento e compartilhamento de informações pela internet, hoje é possível obter dados muito mais precisos sobre os pacientes e suas patologias, levando a diagnósticos mais personalizados.

    7. Medicamentos personalizados

    Seguindo esse raciocínio, em pouco tempo, teremos uma base muito mais completa para o desenvolvimento de tratamentos mais específicos e com resultados muito mais eficazes.

    Assim como os diagnósticos, com base em dados mais precisos sobre cada paciente, os medicamentos personalizados aparecem como uma forte tendência.

    Além da evolução dos métodos diagnósticos, os avanços tecnológicos impactam também na produção dos medicamentos, reduzindo os custos e o tempo de desenvolvimento e fabricação.

    Avanços tecnológicos como a internet das coisas e a computação em nuvem vêm permitindo o aumento da interação e conectividade nas mais diversas atividades profissionais. E as inovações não param por aí: além de tornar as intervenções mais precisas e pontuais, a tecnologia vem sendo utilizada para reabilitação, por meio do uso de jogos e realidade virtual, por exemplo.

    Assim como tudo que envolve tecnologia, a medicina vem mudando rapidamente. Por isso, acompanhar os avanços tecnológicos na medicina, é primordial para profissionais da área entenderem suas aplicações e melhorarem o seu desempenho no trabalho.

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    Equipamento médico asiático: por que ele apresenta alta qualidade?

    Quem trabalha no setor de gestão e compras de grandes clínicas e hospitais conhece um dos principais problemas enfrentados na área: a defasagem tecnológica de equipamentos médico-hospitalares no Brasil.

    Para driblar essa situação, muitos gestores têm investido na compra de equipamento médico asiático, principalmente por meio da importação de itens da China. Mas será que essa é uma boa ideia? Quais as vantagens desses produtos? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

    Equipamento médico asiático: como é o mercado da saúde nesses países?

    Como dissemos na introdução, a China é um dos principais países exportadores de equipamentos médicos para o Brasil. E isso não é por acaso — afinal, as diferenças em relação à tecnologia entre o nosso país e o asiático são muito grandes.

    Primeiro, precisamos compreender que os equipamentos médicos são divididos entre os de alta tecnologia agregada e os produtos convencionais. O primeiro grupo engloba os produtos que necessitam de mais tecnologia e pesquisa, enquanto o segundo está relacionado aos itens mais simples, como gazes e seringas.

    O Brasil se especializou na produção desse segundo grupo, enquanto os países asiáticos têm investido fortemente em pesquisas e inovações para os produtos com alta tecnologia agregada.

    Para se ter uma ideia, na China são vários os programas promovidos pelo governo. O Healthy China 2030, por exemplo, visa transformar a saúde chinesa nos próximos anos por meio de um investimento de cerca de 2,3 trilhões de dólares.

    Investidores de todo o mundo também estão apostando no mercado de saúde chinês que, de acordo com os dados da Revista Exame, deverá crescer em média 12% ao ano até 2020.

    Quais as vantagens dos equipamentos médicos asiáticos?

    Depois de ler o tópico anterior, já é possível notar que existem algumas vantagens dos equipamentos médicos asiáticos — principalmente os chineses em comparação com os nacionais —, não é mesmo?

    Veja as que merecem maior destaque.

    Preços competitivos

    Mesmo com as taxas de importação e os trâmites legais, os equipamentos médicos asiáticos ainda conseguem ter preços mais competitivos que os de outros países.

    Isso se deve principalmente aos benefícios dos governos asiáticos, como redução de impostos, incentivos para o capital de giro e demais tipos de parceiras para estimular as empresas a exportarem para outros mercados. O Brasil é visto como um país estratégico para as operações chinesas e, por isso, as empresas que desejam exportar para nós contam com mais facilidades.

    Inovação tecnológica

    Infelizmente, como mostramos no tópico anterior, o incentivo às inovações tecnológicas não é muito grande no nosso país. Ainda é muito burocrático e caro estudar as tendências do mercado e criar tecnologia nacional para atender ao mercado.

    Em contrapartida, os governos dos países asiáticos, em especial a China, possuem programas de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias, principalmente na área médica.

    Essa parceria é essencial para reduzir os custos desses estudos, permitindo que as empresas tenham acesso à tecnologia de ponta em seus produtos. Um exemplo é o grupo chinês Biobase, que tem colaborado com a Academia de Ciências de Shandong e também com o Instituto de Biossenssores para a criação de máquinas de desenvolvimento de células-tronco.

    Pós-venda

    Muitas indústrias de equipamentos médicos têm notado a necessidade de melhorar o seu pós-venda e a relação com os consumidores. Isso também tem acontecido com a indústria chinesa.

    Nesse contexto, muitas empresas estão se dedicando a formar redes de serviços nos países importadores, criando também uma rede de relacionamento que facilita no caso de assistência técnica e demais necessidades dos compradores.

    Qualidade

    Houve um tempo em que produtos chineses eram sinônimo de baixo preço e qualidade inferior. Porém, hoje o cenário está se modificando, principalmente pela ação do governo chinês que entendeu a necessidade de investir em mais inovações tecnológicas para continuar exportando produtos competitivos.

    Por isso, as empresas chinesas têm buscado automações e incorporado tecnologias avançadas nos seus processos produtivos. Um exemplo é o plano “Feito na China 2025”, que visa ajudar a indústria a escalar na cadeia de valor em dez setores chaves — entre eles está a produção de equipamentos médicos.

    Como fazer a importação de equipamentos médicos asiáticos?

    Depois de ler todos esses dados, já se convenceu de que investir nos equipamentos médicos asiáticos é uma boa opção para o seu hospital, clínica ou centro de diagnósticos? Saiba que é preciso seguir alguns trâmites legais para garantir que tudo estará de acordo com as leis brasileiras.

    Anvisa

    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por regulamentar todos os equipamentos médico-hospitalares permitidos no Brasil que tenham finalidade: médica, laboratorial, odontológica ou fisioterápica, usados direta ou indiretamente para terapias, diagnósticos, monitorização ou reabilitação.

    A legislação busca proteger a saúde da população, fiscalizando e controlando todos os equipamentos médicos usados no país, sejam eles nacionais ou importados.

    Assim, dependendo da finalidade e da indicação do equipamento, é preciso seguir algumas regras e, no caso da importação, a Anvisa precisa autorizar o procedimento. As normas para isso estão estipuladas na Resolução da Diretoria Colegiada RCD nº 81 de 05/11/2008.

    Empresas

    Outro cuidado que precisa ser seguido é conferir se a empresa fabricante possui um acordo comercial com o nosso governo para inserir os seus produtos no mercado nacional.

    Mesmo que seja apenas uma importadora, esse cadastro é obrigatório, já que a Anvisa exige uma comprovação de qualidade. Por isso, é essencial que a empresa ofereça todas as informações necessárias sobre o equipamento em questão, como certificados de qualidade e de testes.

    O órgão, inclusive, dispõe de um manual para a regularização de equipamentos médicos. Você poderá conferi-lo antes de comprar qualquer item asiático.

    CFDA e órgãos reguladores do país de origem

    Essa é a sigla para China Food and Drugs Administration. Esse é o órgão regulador da China, que age de forma semelhante à Anvisa aqui no Brasil. Cada país possui uma entidade nesse sentido, que baliza as formas de produção de equipamentos, testes de qualidade e outros pontos fundamentais para a segurança dos usuários.

    Por isso, é muito importante conferir se o equipamento médico que você deseja importar é aprovado pelos órgãos reguladores. Embora cada país tenha a suas próprias regras, ser aprovado no CFDA ou outro órgão ajuda a conferir certo grau de qualidade e segurança ao item, tornando mais simples o processo de importação.

    Como você viu, o equipamento médico asiático está ganhando cada vez mais mercado por ter alta tecnologia, preços competitivos e boa qualidade. Por isso, é sempre importante que o gestor fique atento às novidades do setor médico hospitalar e também aos lançamentos dos principais produtores mundiais.

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    Quais os benefícios da tecnologia na área da saúde? Entenda aqui!

    As ferramentas digitais já fazem parte de vários aspectos da sociedade, conectando pessoas e otimizando processos. Na Medicina não é diferente — a tecnologia na área da saúde avança a passos largos, trazendo melhorias para profissionais, pacientes e também para a gestão das instituições.

    Inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT), robótica, Big Data e outras inovações já são realidade no setor da saúde e impactam positivamente em diagnósticos, prevenção, atendimento, tratamentos e também na relação entre médico e paciente.

    Quer entender melhor os benefícios da tecnologia na área da saúde? Acompanhe este post!

    Diagnósticos mais precisos

    A tecnologia não para de avançar na Medicina, e uma das áreas em que a inovação é uma realidade é a de exames de imagem. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética, por exemplo, permitem visualizar as estruturas internas do corpo em alta definição.

    Desse modo, é possível fazer a detecção de doenças graves em estágios iniciais, como o câncer, aumentando consideravelmente o sucesso nos tratamentos.

    Além disso, por meio da telemedicina o médico consegue debater o caso com um especialista de outra localidade, que tem acesso ao exame e pode colaborar para a precisão do diagnóstico e direcionamento do tratamento.

    Melhora do atendimento

    A conectividade permite também a melhora do atendimento. O agendamento de consultas e exames online reduz os deslocamentos até clínicas e hospitais, além de diminuir o tempo do paciente ou seu familiar ao telefone — esperando a disponibilidade do atendente para fazer a marcação de horário.

    É possível verificar datas e horários disponíveis e fazer o agendamento por conta própria pela internet, em qualquer horário do dia. É uma praticidade para as pessoas que têm a rotina corrida e também para as clínicas, que além de poderem trabalhar com um número menor de funcionários, ficam com a agenda mais organizada, reduzem as filas e conseguem oferecer um atendimento melhor ao paciente.

    Gestão mais eficiente

    O uso de softwares em hospitais e outras instituições de saúde permite uma gestão mais eficiente e a redução de custos, pois centralizam todas as informações. Alguns dos benefícios dessas ferramentas são:

    • controle financeiro ao permitir acompanhar despesas e faturamento e avaliar se os recursos estão sendo utilizados de forma correta;
    • organização das tarefas administrativas (recepção, financeiro, recursos humanos etc.);
    • gestão de pessoas, facilitando a divisão de tarefas e o controle de produtividade dos colaboradores;
    • controle de estoques, evitando desperdícios ou falta de materiais;
    • padronização dos procedimentos.

    Um sistema de gestão ainda melhora a logística interna da instituição de saúde, integrando de forma eficiente todos os setores. Essa integração se reflete em um atendimento de melhor qualidade, maior produtividade das equipes, otimização dos processos e diminuição de custos.

    Integração das informações

    A tecnologia na área da saúde permite a integração das informações, facilitando o trabalho dos profissionais envolvidos. O prontuário eletrônico, por exemplo, reúne histórico do paciente, tratamentos efetuados, exames realizados, diagnósticos, medicações prescritas, entre outros dados de saúde que ficam registrados de forma eletrônica.

    As informações ficam seguras na nuvem e podem ser acessadas por médicos e outros profissionais que cuidam do paciente, inclusive de forma remota. Essa é uma maneira de otimizar o trabalho de toda a equipe, ajudando o médico a propor o tratamento mais adequado.

    A tecnologia traz ainda mais segurança ao paciente por evitar interações medicamentosas e ajudar em situações de emergência — quando o indivíduo não tem condições de relatar o ocorrido, mas precisa ser atendido de forma imediata.

    Além disso, reduz os custos da instituição de saúde, evitando, por exemplo, procedimentos desnecessários ou que já tenham sido realizados.

    Exatidão nas técnicas cirúrgicas

    A tecnologia na área de saúde também é marcada pelo uso de robôs em cirurgias, o que permite maior precisão e segurança nas intervenções médicas. O médico tem uma visão aumentada da área a ser trabalhada e comanda o equipamento com movimentos milimétricos — funcionalidade importante para áreas do corpo com muitos vasos sanguíneos ou nervos.

    Como as incisões são muito pequenas, a utilização da robótica nos procedimentos cirúrgicos garante ainda uma recuperação mais rápida dos pacientes.

    Prevenção em foco

    A prevenção pode ganhar mais destaque com a automação na Medicina. A Internet das Coisas (IoT) é um exemplo: o desenvolvimento de dispositivos vestíveis, que medem os batimentos cardíacos, pressão e outras informações biométricas, podem ser essenciais nos cuidados preventivos dos pacientes.

    Essa tecnologia pode ser útil para monitorar o tratamento dos pacientes em casa com o uso de sensores, o que facilita o acompanhamento do médico a distância. Pode ser utilizada também para fazer o monitoramento e a regulagem de equipamentos hospitalares utilizando a internet.

    O uso de prontuários eletrônicos pelos hospitais também permite que a instituição atue de forma mais certeira na prevenção. Com os dados dos pacientes que frequentam a instituição, é possível identificar antecipadamente as condições de saúde desse grupo e pensar em programas preventivos, como de obesidade ou tabagismo, o que pode evitar gastos maiores com tratamentos no futuro.

    Redução de erros

    Exames com diagnósticos mais precisos, técnicas cirúrgicas mais acuradas com o uso da robótica, informações completas do paciente no prontuário eletrônico, entre outros fatores, colaboram para a redução de erros que, como sabemos, podem ter sérias consequências quando se trata de saúde.

    Só o fato de eliminar o uso de papel para a realização dos procedimentos pode diminuir consideravelmente as falhas.

    O uso da inteligência artificial na Medicina também pode trabalhar nesse sentido, alertando o médico, por exemplo, em tempo real sobre as mudanças no quadro clínico do paciente. Isso é fundamental em situações de emergência.

    A tecnologia na área da saúde não para de avançar e tem como resultado mais agilidade nos processos, otimização da rotina do médico e outros profissionais de saúde e eficiência na gestão de hospitais e clínicas. É fundamental acompanhar essas tendências para aumentar a qualidade do atendimento, reduzir custos e proporcionar mais segurança e qualidade de vida para os pacientes.

    Já que estamos falando em inovação no setor da saúde, saiba também o que esperar da inteligência artificial na Medicina!

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