Que o mundo passa por uma fase cada vez maior de desenvolvimento tecnológico todos sabem, mas você sabe como essa tecnologia está sendo aplicada no campo da medicina?
As contribuições da tecnologia na área da saúde estão dentro dos hospitais, podendo ser vistas na realização de exames, cirurgias e tratamentos. Mas, os seus efeitos podem ser percebidos por todos. A expectativa de vida no Brasil, por exemplo, que antes era de 70 anos em 2000, já subiu para 75,5 em 2016, e tende a crescer ainda mais.
Com uma população que vive cada vez mais, o país deve obrigatoriamente continuar inovando na medicina para garantir qualidade de vida para todos. Confira são as principais inovações tecnológicas que surgiram nos últimos anos:
Para procedimentos feitos por videocirurgia o 3D é uma tecnologia revolucionária. Ela permite mais realismo, pois agora o cirurgião pode ter uma noção de profundidade na hora de realizar o procedimento. O paciente também se beneficia desse avanço, pois como o tempo de indução anestésica é reduzido, a sua recuperação no pós-cirurgia também se torna mais rápida. Além disso, os equipamentos mostram os tecidos com múltiplas tonalidades e os médicos podem vê-los em Full HD.
Biomodelos são réplicas de órgãos ou ossos, feitos a partir de impressões 3D. As empresas que produzem esse material criam as réplicas a partir de resultados de exames em imagens, como tomografias ou raios x. Dessa forma, os biomodelos utilizam tecnologia para possibilitar que os médicos conheçam melhor os órgãos e os problemas presentes neles, antes de realizar a cirurgia. Essa inovação é benéfica para todos. Com ela, os profissionais passam a cometer menos erros e os pacientes tem menos riscos de complicações, pois a cirurgias são mais curtas. Os hospitais também se beneficiam financeiramente, pois podem atender mais pacientes e reduzir os custos de procedimentos. Além disso, as próteses também podem ser usadas como material de estudo nos cursos de medicina.
Famosa por estar presente em diversos jogos e produtos de entretenimento, a realidade virtual também pode ser aplicada na medicina. Essa tendência, pode ser aplicada na formação de profissionais da saúde e no tratamento de problemas físicos ou mentais dos pacientes. As suas aplicações ainda estão sendo descobertas e aprimoradas, mas por enquanto já se sabe que ela pode ser utilizada no controle de fobias, no tratamento de dor, na formação de cognição social em jovens com autismo, na melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência e idosos, e no treinamento de cirurgias.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. A câmera 1288 HD 3-Chip, por exemplo, utiliza tecnologia progressiva de captura e ótima qualidade de imagem com uma super resolução para vídeo cirurgias. Já o Ultrassom Diagnóstico DC-8 possuí tecnologia 4D, um monitor LCD 19” de alta resolução e uma tela de comando intuitiva Touch Screen colorida.
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A tecnologia avança continuamente, e as instituições de saúde também se beneficiam com esses progressos. A conectividade nos hospitais já é uma realidade, e ela traz diversos benefícios para profissionais e pacientes. Inúmeras soluções informatizadas são incorporadas progressivamente na saúde, gerando diagnósticos mais precisos, tratamentos mais eficazes e uma série de alternativas que ajudam na prevenção, recuperação e promoção de saúde.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a conectividade nos hospitais para você saber mais sobre o tema e conhecer as vantagens para a instituição. Continue acompanhando e entenda mais sobre o assunto!
A tecnologia traz vários benefícios para o hospital. Vamos apresentá-los adiante. Veja mais!
A conectividade proporciona condições para o hospital melhorar a qualidade dos serviços prestados. Os equipamentos são integrados de forma eficiente, o que facilita a rotina e agiliza processos. Assim, os profissionais têm as informações necessárias em mãos para realizarem os procedimentos corretos em prevenção, recuperação e promoção de saúde. Toda a rede é integrada a fim de promover eficiência operacional e qualidade no atendimento oferecido.
A troca e o compartilhamento de informação entre os colaboradores é facilitada, o que promove maior precisão nos procedimentos, elimina dúvidas e simplifica o desempenho das tarefas. Um resultado indireto desse processo é o aumento do contentamento da equipe, o que proporciona mais efetividade e qualidade no trabalho realizado.
Equipamentos mais seguros e sistemas robustos de proteção de dados são fatores presentes na conectividade em hospitais. Os riscos dos prontuários manuais (com as perdas de papel, esquecimentos, grafia ilegível) dão lugar a plataformas sólidas de registro, por exemplo.
Sistemas computadorizados auxiliam os enfermeiros no monitoramento, administração de medicação e controle dos procedimentos necessários para o fornecimento de cuidado integral ao paciente. Além disso, o maquinário moderno é mais preparado para a gestão da informação, fazendo backups e armazenando dados em nuvem.
A conectividade dos hospitais proporciona fatores que minimizam os custos da instituição de saúde. Um dos fatores que contribui para isso é que os equipamentos mais novos consomem menos energia para funcionarem, o que representa uma considerável diminuição de custos na conta de energia.
Outro elemento importante é a redução das impressões e do uso de papel, o que é positivo para a sustentabilidade da instituição hospitalar e gera economia em longo prazo.
Além disso, com a conectividade, o hospital minimiza as ligações telefônicas, que também são fatores de peso no orçamento. A instituição passa a contar com plataformas ágeis de comunicação, além de e-mail, WhatsApp e sistemas em nuvem.
A conectividade nos hospitais facilita o manejo de dados, otimizando a realização de tarefas no meio hospitalar. Um exemplo são os prontuários eletrônicos, que podem ser acessados por um sistema em nuvem, de qualquer computador da instituição. O resultado da medida é praticidade, redução de burocracias e facilitação da rotina.
A comunicação entre os profissionais também é agilizada. A conectividade permite que pessoas autorizadas acessem os dados de forma simples e otimizada e facilita a troca de informações entre enfermeiros, médicos e gestores. Esses fatores possibilitam criar um sistema robusto para atendimento das demandas, de forma que o paciente tenha os cuidados integrais e com reduzido tempo de espera.
As ferramentas tecnológicas têm muito a contribuir com a rotina hospitalar. Programas informatizados podem realizar funcionalidades que contribuem na identificação de alterações nos sinais vitais do paciente, gerando intervenções mais rápidas e eficazes.
Outra vantagem é que os sistemas mais modernos realizam o monitoramento de condições ambientais de vacinas e medicamentos. Qualquer modificação pode ser identificada de forma precoce, evitando a perda desses valiosos materiais.
A conectividade também possibilita o compartilhamento de informações com mais facilidade. Médicos podem procurar a supervisão de profissionais mais experientes em determinada área a distância, caso tenham dúvidas em alguma questão. Assim, eles realizam os procedimentos com mais segurança e precisão.
A revolução tecnológica nos ambientes hospitalares veio para ficar, trazendo várias transformações para a rotina dessas instituições. Saber como se preparar para essas mudanças é fundamental, pois assim é possível realizar as medidas corretas no momento preciso em sua organização de saúde.
Dois princípios são importantes para ter uma boa adaptação a essa revolução tecnológica. Um é a busca de atualização, ou seja, pesquisar, participar de eventos e procurar conhecer as inovações que o mercado oferece.
Outro elemento essencial é a capacitação da equipe. Mais do que a aprendizagem de uso dos novos recursos, é preciso investir na criação de um novo mindset. A revolução tecnológica é perpassada por uma mudança de mentalidade.
A conectividade facilita o compartilhamento de informação, promove agilidade e otimiza processos. Mas, nesse contexto, é importante ter cuidado também com a segurança da informação.
O sigilo médico é um princípio importante das instituições de saúde e deve ser assegurado de toda forma. Hackers e invasões do sistema podem ser muito danosos para os pacientes, além de prejudicarem a imagem do hospital.
A proteção dos dados dos clientes deve ser uma das prioridades de um hospital que se moderniza. Toda a eficiência em tecnologia deve ser acompanhada de sistemas robustos de proteção das informações referentes aos pacientes. Controle de acesso, sistemas em nuvem e plataformas seguras permitem que a rotina hospitalar caminhe de forma otimizada e preserve o sigilo médico.
A conectividade ganha cada vez mais espaços nas instituições de saúde, promovendo uma revolução no cuidado oferecido. Com sistemas digitalizados e maquinário moderno e inovador, diversos processos podem ser agilizados, e os colaboradores têm mais tempo para focar o oferecimento de tratamento humanizado.
Além disso, a conectividade em hospitais proporciona melhores condições para monitoramento, controle, comunicação e busca de esclarecimento sobre dúvidas médicas. Sua equipe fica mais satisfeita, e os pacientes também são beneficiados com recursos inovadores no hospital.
E então? Gostou de aprender mais sobre a conectividade nos hospitais? Assine a nossa newsletter e continue se atualizando sobre as inovações em hospitais e em equipamentos de saúde!
A tecnologia avança continuamente, e a área da saúde não perde essas transformações. Hospitais e clínicas contam com ferramentas que prometem cada vez mais eficiência, eficácia e a qualidade nos cuidados prestados. Nesse contexto, a transformação digital na saúde traz uma série de tendências inovadoras, que geram grandes impactos para pacientes e profissionais.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre os impactos e as tendências da inserção de novas tecnologias na área da saúde. Ficou interessado? Continue acompanhando e entenda mais sobre o assunto!
A tecnologia traz uma série de melhorias para o atendimento na área da saúde. Ela facilita o trabalho do médico, simplificando as operações. Assim, o profissional consegue focar o fornecimento de um atendimento humanizado para o paciente.
Além disso, as tecnologias oferecem condições para a otimização de processos e para o aumento da produtividade na instituição. O resultado é a redução do tempo de espera do paciente, o que é decisivo para o bem-estar do público atendido.
A tecnologia também possibilita a realização de diagnósticos mais precisos, com o aumento da eficácia das análises. Esse avanço auxilia na promoção de saúde e pode ser um fator de grande peso para o salvamento de vidas.
As empresas que fornecem tecnologia para hospitais também estão bastante atentas para os parâmetros de cada instituição. Com isso, elas conseguem desenvolver soluções personalizadas às necessidades da clínica.
A transformação digital na saúde demanda investimentos iniciais, mas ela resulta em redução de custos a longo prazo. Isso acontece porque os erros e o retrabalho são minimizados, o que reduz gastos com correções e reparos (que em uma instituição de saúde podem ser muito caros). Por meio desses cuidados, a imagem do hospital se torna cada vez mais positiva, o que eleva a procura pela organização.
Há várias tendências de transformação digital na área da saúde. Veja mais a seguir!
A telemedicina é a realização de consultas médicas a distância. Ela não se aplica a todas as modalidades de atendimento, mas pode ser uma excelente ferramenta em diversos procedimentos médicos. Isso agiliza processos, proporciona economia com deslocamentos e facilita a consulta a especialistas para a realização de diagnósticos e prescrições mais precisos.
O Big Data se refere à geração de um grande volume de dados por diversas fontes e ao uso dessas informações de forma estratégica para a organização.
No contexto da saúde, as principais fontes de informação são arquivos internos, prontuários eletrônicos, redes sociais, sistemas internos, exames e laudos online e arquivos digitais fornecidos pelas instituições que realizam atendimento. Esses dados são analisados e processados com o objetivo de desenvolver propostas e ações para a promoção de serviços de melhor qualidade.
A área da saúde já conta com uma série de soluções informatizadas para a automatização dos processos em hospitais e clínicas. A gestão das instituições de saúde se torna mais ágil e efetiva com soluções informatizadas para gerenciamento de procedimentos operacionais (como marcação de consultas e controle de tarefas).
Além disso, o controle de medicamentos em farmácias é facilitado com o apoio de softwares. Essas ferramentas otimizam a administração do estoque e promovem maior eficiência operacional, minimizando erros e retrabalho. São ferramentas inteligentes que possibilitam que o hospital forneça um atendimento mais efetivo.
A tecnologia em nuvem proporciona um sistema robusto de armazenamento e compartilhamento de informação. Os dados podem ser acessados com mais facilidade, contando com um esquema de segurança bem estruturado para a proteção dos arquivos.
Uma boa proposta é armazenar os prontuários eletrônicos em sistemas de nuvem. Assim, os riscos de perdas e invasões são minimizados. A medida também facilita o acesso dos médicos às informações.
Equipamentos médicos cada vez mais modernos são lançados no mercado, promovendo mais eficiência e eficácia nos exames e diagnósticos. Os hospitais precisam buscar acompanhar esse processo de renovação — afinal, não se atualizar gera riscos à saúde dos pacientes.
Equipamentos obsoletos se mostram mais imprecisos e ineficientes, o que gera riscos para as pessoas atendidas e para a imagem do hospital. Com aparelhos modernos, a instituição de saúde consegue trabalhar pela promoção de saúde com mais facilidade e ampliar suas possibilidades de tratamento.
Entre os principais desafios da transformação digital na saúde, podemos citar a aquisição de um mindset inovador e maleável, que esteja instrumentalizado para a adaptação a mudanças constantes. É importante também desenvolver habilidades digitais para o manejo das soluções informatizadas e das novas tecnologias.
Outro desafio importante é preparar equipes para que elas estejam capacitadas a lidar com as potencialidades e desafios da transformação digital na saúde.
Além disso, é importante lembrar que os gestores devem coordenar a substituição de sistemas antigos por novos, gerenciando em conjunto procedimentos para capacitação e adaptação dos colaboradores.
Por último, é necessário desenvolver estratégias para promover a acessibilidade às novas tecnologias, para que todos os pacientes possam usufruir das vantagens desses recursos.
A transformação digital na saúde traz uma série de benefícios para as instituições hospitalares, promovendo melhores serviços e estimulando a agilidade dos processos. Com as novas tecnologias, é possível incrementar os procedimentos de saúde com recursos que oferecem maior precisão, agilidade e eficiência operacional.
O sucesso dos processos promove o bem-estar dos pacientes e facilita a rotina dos médicos e enfermeiros, tornando o cotidiano menos estressante e melhorando o clima organizacional no hospital.
Como comentamos, a imagem da instituição também é beneficiada com os usos das inovações digitais. As tecnologias indicam que hospital investe em aprimoramento contínuo e que está comprometido com a promoção de saúde dos pacientes. Além disso, hospitais são importantes instituições de pesquisa para novos tratamentos e alternativas em saúde, e as tecnologias auxiliam a otimizar esses estudos.
Há várias possibilidades tecnológicas para hospitais, como Big Data, sistema de nuvem, a telemedicina, os softwares de gestão, além dos equipamentos, que estão em constante modernização.
Então? Gostou de conhecer os impactos e tendências da transformação digital na área da saúde? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook, Instagram e LinkedIn!
Ter 100 anos de história não é para qualquer instituição, e o desafio se torna maior ainda quando falamos do setor hospitalar. Mas, apesar de todos os obstáculos, o Hospital Pequeno Príncipe, situado em Curitiba (PR), completa seu primeiro centenário em 2019.
Referência nacional no cuidado de crianças e adolescentes e considerado a maior organização de saúde exclusivamente pediátrica do Brasil, a organização se orgulha de ter uma trajetória pautada no atendimento integral, humanizado e igualitário. É um trabalho construído por médicos, profissionais da saúde, colaboradores, gestores, voluntários e parceiros.
A instituição conta com 370 leitos, sendo que 60 deles são de UTI. Além disso, 70% de sua capacidade é destinada ao atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2015, a entidade realizou mais de 311 mil atendimentos ambulatoriais, 23 mil internações, 20 mil cirurgias, 772 mil exames, além de 180 transplantes (órgãos, tecido ósseo e medula óssea).
Quer conhecer mais um pouco do Hospital Pequeno Príncipe? Então continue a leitura e saiba mais sobre a história, infraestrutura, tratamentos realizados e tecnologia que fazem parte dos atendimentos da instituição.
Era 1919, um grupo de mulheres de Curitiba começou a construir a história do Hospital Pequeno Príncipe: elas se mobilizaram para oferecer atendimento de saúde à população carente da cidade, especialmente para as crianças.
Esse grupo se uniu a médicos e autoridades locais e, assim, conseguiu inaugurar o Dispensário Infantil, que passou a receber os primeiros pacientes em outubro de 1919. A semente estava lançada: nascia aí o projeto para um hospital infantil. Após onze anos de muita dedicação e trabalho, a instituição é inaugurada em 1930.
Em 1951, a organização passa a se chamar Hospital de Crianças Dr. Cesar Pernetta e, 20 anos depois, eles inauguram o Hospital Pequeno Príncipe — atualmente chamado de Complexo Pequeno Príncipe, pois abriga, além do hospital, as Faculdades Pequeno Príncipe (2003) e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (2005). A mantenedora da entidade é a Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro.
O crescimento do hospital se deve à mobilização dos voluntários, ao intenso trabalho de profissionais de saúde e colaboradores, além do apoio da sociedade e de empresas, que se uniram à causa.
O voluntariado é uma das bases do trabalho do Hospital Pequeno Príncipe e seu trabalho rendeu momentos marcantes para a entidade, como:
A entidade se destaca nos procedimentos de alta e média complexidade, como tratamentos oncológicos e cirurgia pediátrica. Oferece ainda atendimento em outras áreas, como:
É referência ainda nas cirurgias cardíacas em bebês e transplantes de órgãos. No caso do transplante de rins, o trabalho realizado é equiparado aos melhores centros mundiais no aspecto de sobrevida dos pacientes.
O Hospital Pequeno Príncipe tem caráter filantrópico, destinando 70% de sua capacidade ao SUS. Mas o repasse do governo não cobre todos os custos. Em 2017, por exemplo, os recursos repassados representaram pouco mais de 24% da receita da instituição.
Diante disso, os gestores foram atrás de outras saídas para continuar oferecendo o atendimento. Assim, começaram a obter recursos das Faculdades Pequeno Príncipe que, em 2017, somavam 14,43% do total arrecadado. Fizeram também campanhas junto às empresas e cidadãos: no mesmo ano, essa forma de obtenção de recurso superou os R$ 40 milhões — o equivalente a 16,9% da receita total.
Para vencer os desafios, a instituição uniu a assistência, o ensino e a pesquisa, seguindo os modelos dos principais hospitais do mundo. Com isso, a pesquisa e tecnologia estão presentes nos atendimentos do Pequeno Príncipe, auxiliando nos diagnósticos e tratamentos realizados.
A parte de pesquisa fica a cargo do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que trabalha juntamente com a Pós-graduação das Faculdades Pequeno Príncipe. Os estudos são direcionados para salvar e melhorar de forma significativa a vida de crianças, jovens e adultos acometidos por doenças e acidentes graves. São diferentes módulos de pesquisa, entre eles:
Atualmente, o hospital utiliza a telemedicina e equipamentos robóticos. Uma inovação, por exemplo, é o Robô Laura, que monitora os indicadores e sinais vitais do paciente para a detecção precoce da sepse. Ele utiliza a inteligência artificial para fazer o gerenciamento de riscos, integrando as informações de todos os pacientes e emitindo alertas para que profissionais de saúde possam agir rápido.
Além disso, a entidade implantou o primeiro biobanco da região Sul do Brasil, responsável pela coleta, armazenamento e gerenciamento de diferentes amostras, como tecidos, sangue, RNA e DNA. Consegue armazenar até 230 mil amostras de materiais e permite a troca de conhecimento científico com biobancos do Brasil e exterior, o que traz subsídio para a realização de pesquisas e aprimoramento dos tratamentos.
O Pequeno Príncipe tem também um laboratório genômico, estrutura que possibilita a identificação e tratamento de muitas doenças, além de precisão no diagnóstico precoce. Auxilia ainda no prognóstico e tratamento do câncer.
Os profissionais de saúde e estudantes do Complexo Pequeno Príncipe têm agora uma forma de treinamento inovadora: o Centro de Simulação Realística. Com o simulador pediátrico, eles podem vivenciar as situações como se fossem reais, o que permite aprimorar a técnica e experiência, porém em um ambiente totalmente seguro.
O trabalho do Hospital Pequeno Príncipe deve servir de referência para outras instituições de saúde, principalmente na qualidade técnico-científica dos procedimentos e atendimento humanizado. Por isso, nesses 100 anos, há muito o que comemorar.
Você já tinha ouvido falar sobre a história desse hospital pediátrico de Curitiba? Conhece outra entidade que realiza um trabalho similar? Compartilhe conosco, deixando um comentário neste post!
