Quais os benefícios da tecnologia na área da saúde? Entenda aqui!

As ferramentas digitais já fazem parte de vários aspectos da sociedade, conectando pessoas e otimizando processos. Na Medicina não é diferente — a tecnologia na área da saúde avança a passos largos, trazendo melhorias para profissionais, pacientes e também para a gestão das instituições.

Inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT), robótica, Big Data e outras inovações já são realidade no setor da saúde e impactam positivamente em diagnósticos, prevenção, atendimento, tratamentos e também na relação entre médico e paciente.

Quer entender melhor os benefícios da tecnologia na área da saúde? Acompanhe este post!

Diagnósticos mais precisos

A tecnologia não para de avançar na Medicina, e uma das áreas em que a inovação é uma realidade é a de exames de imagem. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética, por exemplo, permitem visualizar as estruturas internas do corpo em alta definição.

Desse modo, é possível fazer a detecção de doenças graves em estágios iniciais, como o câncer, aumentando consideravelmente o sucesso nos tratamentos.

Além disso, por meio da telemedicina o médico consegue debater o caso com um especialista de outra localidade, que tem acesso ao exame e pode colaborar para a precisão do diagnóstico e direcionamento do tratamento.

Melhora do atendimento

A conectividade permite também a melhora do atendimento. O agendamento de consultas e exames online reduz os deslocamentos até clínicas e hospitais, além de diminuir o tempo do paciente ou seu familiar ao telefone — esperando a disponibilidade do atendente para fazer a marcação de horário.

É possível verificar datas e horários disponíveis e fazer o agendamento por conta própria pela internet, em qualquer horário do dia. É uma praticidade para as pessoas que têm a rotina corrida e também para as clínicas, que além de poderem trabalhar com um número menor de funcionários, ficam com a agenda mais organizada, reduzem as filas e conseguem oferecer um atendimento melhor ao paciente.

Gestão mais eficiente

O uso de softwares em hospitais e outras instituições de saúde permite uma gestão mais eficiente e a redução de custos, pois centralizam todas as informações. Alguns dos benefícios dessas ferramentas são:

  • controle financeiro ao permitir acompanhar despesas e faturamento e avaliar se os recursos estão sendo utilizados de forma correta;
  • organização das tarefas administrativas (recepção, financeiro, recursos humanos etc.);
  • gestão de pessoas, facilitando a divisão de tarefas e o controle de produtividade dos colaboradores;
  • controle de estoques, evitando desperdícios ou falta de materiais;
  • padronização dos procedimentos.

Um sistema de gestão ainda melhora a logística interna da instituição de saúde, integrando de forma eficiente todos os setores. Essa integração se reflete em um atendimento de melhor qualidade, maior produtividade das equipes, otimização dos processos e diminuição de custos.

Integração das informações

A tecnologia na área da saúde permite a integração das informações, facilitando o trabalho dos profissionais envolvidos. O prontuário eletrônico, por exemplo, reúne histórico do paciente, tratamentos efetuados, exames realizados, diagnósticos, medicações prescritas, entre outros dados de saúde que ficam registrados de forma eletrônica.

As informações ficam seguras na nuvem e podem ser acessadas por médicos e outros profissionais que cuidam do paciente, inclusive de forma remota. Essa é uma maneira de otimizar o trabalho de toda a equipe, ajudando o médico a propor o tratamento mais adequado.

A tecnologia traz ainda mais segurança ao paciente por evitar interações medicamentosas e ajudar em situações de emergência — quando o indivíduo não tem condições de relatar o ocorrido, mas precisa ser atendido de forma imediata.

Além disso, reduz os custos da instituição de saúde, evitando, por exemplo, procedimentos desnecessários ou que já tenham sido realizados.

Exatidão nas técnicas cirúrgicas

A tecnologia na área de saúde também é marcada pelo uso de robôs em cirurgias, o que permite maior precisão e segurança nas intervenções médicas. O médico tem uma visão aumentada da área a ser trabalhada e comanda o equipamento com movimentos milimétricos — funcionalidade importante para áreas do corpo com muitos vasos sanguíneos ou nervos.

Como as incisões são muito pequenas, a utilização da robótica nos procedimentos cirúrgicos garante ainda uma recuperação mais rápida dos pacientes.

Prevenção em foco

A prevenção pode ganhar mais destaque com a automação na Medicina. A Internet das Coisas (IoT) é um exemplo: o desenvolvimento de dispositivos vestíveis, que medem os batimentos cardíacos, pressão e outras informações biométricas, podem ser essenciais nos cuidados preventivos dos pacientes.

Essa tecnologia pode ser útil para monitorar o tratamento dos pacientes em casa com o uso de sensores, o que facilita o acompanhamento do médico a distância. Pode ser utilizada também para fazer o monitoramento e a regulagem de equipamentos hospitalares utilizando a internet.

O uso de prontuários eletrônicos pelos hospitais também permite que a instituição atue de forma mais certeira na prevenção. Com os dados dos pacientes que frequentam a instituição, é possível identificar antecipadamente as condições de saúde desse grupo e pensar em programas preventivos, como de obesidade ou tabagismo, o que pode evitar gastos maiores com tratamentos no futuro.

Redução de erros

Exames com diagnósticos mais precisos, técnicas cirúrgicas mais acuradas com o uso da robótica, informações completas do paciente no prontuário eletrônico, entre outros fatores, colaboram para a redução de erros que, como sabemos, podem ter sérias consequências quando se trata de saúde.

Só o fato de eliminar o uso de papel para a realização dos procedimentos pode diminuir consideravelmente as falhas.

O uso da inteligência artificial na Medicina também pode trabalhar nesse sentido, alertando o médico, por exemplo, em tempo real sobre as mudanças no quadro clínico do paciente. Isso é fundamental em situações de emergência.

A tecnologia na área da saúde não para de avançar e tem como resultado mais agilidade nos processos, otimização da rotina do médico e outros profissionais de saúde e eficiência na gestão de hospitais e clínicas. É fundamental acompanhar essas tendências para aumentar a qualidade do atendimento, reduzir custos e proporcionar mais segurança e qualidade de vida para os pacientes.

Já que estamos falando em inovação no setor da saúde, saiba também o que esperar da inteligência artificial na Medicina!

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    Entenda quais são os impactos da conectividade nos hospitais

    A tecnologia avança continuamente, e as instituições de saúde também se beneficiam com esses progressos. A conectividade nos hospitais já é uma realidade, e ela traz diversos benefícios para profissionais e pacientes. Inúmeras soluções informatizadas são incorporadas progressivamente na saúde, gerando diagnósticos mais precisos, tratamentos mais eficazes e uma série de alternativas que ajudam na prevenção, recuperação e promoção de saúde.

    Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a conectividade nos hospitais para você saber mais sobre o tema e conhecer as vantagens para a instituição. Continue acompanhando e entenda mais sobre o assunto!

    Quais os benefícios da conectividade nos hospitais?

    A tecnologia traz vários benefícios para o hospital. Vamos apresentá-los adiante. Veja mais!

    Qualidade do atendimento e dos processos

    A conectividade proporciona condições para o hospital melhorar a qualidade dos serviços prestados. Os equipamentos são integrados de forma eficiente, o que facilita a rotina e agiliza processos. Assim, os profissionais têm as informações necessárias em mãos para realizarem os procedimentos corretos em prevenção, recuperação e promoção de saúde. Toda a rede é integrada a fim de promover eficiência operacional e qualidade no atendimento oferecido.

    A troca e o compartilhamento de informação entre os colaboradores é facilitada, o que promove maior precisão nos procedimentos, elimina dúvidas e simplifica o desempenho das tarefas. Um resultado indireto desse processo é o aumento do contentamento da equipe, o que proporciona mais efetividade e qualidade no trabalho realizado.

    Segurança

    Equipamentos mais seguros e sistemas robustos de proteção de dados são fatores presentes na conectividade em hospitais. Os riscos dos prontuários manuais (com as perdas de papel, esquecimentos, grafia ilegível) dão lugar a plataformas sólidas de registro, por exemplo.

    Sistemas computadorizados auxiliam os enfermeiros no monitoramento, administração de medicação e controle dos procedimentos necessários para o fornecimento de cuidado integral ao paciente. Além disso, o maquinário moderno é mais preparado para a gestão da informação, fazendo backups e armazenando dados em nuvem.

    Economia

    A conectividade dos hospitais proporciona fatores que minimizam os custos da instituição de saúde. Um dos fatores que contribui para isso é que os equipamentos mais novos consomem menos energia para funcionarem, o que representa uma considerável diminuição de custos na conta de energia.

    Outro elemento importante é a redução das impressões e do uso de papel, o que é positivo para a sustentabilidade da instituição hospitalar e gera economia em longo prazo.

    Além disso, com a conectividade, o hospital minimiza as ligações telefônicas, que também são fatores de peso no orçamento. A instituição passa a contar com plataformas ágeis de comunicação, além de e-mail, WhatsApp e sistemas em nuvem.

    Agilidade e praticidade para os procedimentos

    A conectividade nos hospitais facilita o manejo de dados, otimizando a realização de tarefas no meio hospitalar. Um exemplo são os prontuários eletrônicos, que podem ser acessados por um sistema em nuvem, de qualquer computador da instituição. O resultado da medida é praticidade, redução de burocracias e facilitação da rotina.

    A comunicação entre os profissionais também é agilizada. A conectividade permite que pessoas autorizadas acessem os dados de forma simples e otimizada e facilita a troca de informações entre enfermeiros, médicos e gestores. Esses fatores possibilitam criar um sistema robusto para atendimento das demandas, de forma que o paciente tenha os cuidados integrais e com reduzido tempo de espera.

    Redução de erros e desperdício

    As ferramentas tecnológicas têm muito a contribuir com a rotina hospitalar. Programas informatizados podem realizar funcionalidades que contribuem na identificação de alterações nos sinais vitais do paciente, gerando intervenções mais rápidas e eficazes.

    Outra vantagem é que os sistemas mais modernos realizam o monitoramento de condições ambientais de vacinas e medicamentos. Qualquer modificação pode ser identificada de forma precoce, evitando a perda desses valiosos materiais.

    A conectividade também possibilita o compartilhamento de informações com mais facilidade. Médicos podem procurar a supervisão de profissionais mais experientes em determinada área a distância, caso tenham dúvidas em alguma questão. Assim, eles realizam os procedimentos com mais segurança e precisão.

    Como os hospitais podem se preparar para essa revolução tecnológica?

    A revolução tecnológica nos ambientes hospitalares veio para ficar, trazendo várias transformações para a rotina dessas instituições. Saber como se preparar para essas mudanças é fundamental, pois assim é possível realizar as medidas corretas no momento preciso em sua organização de saúde.

    Dois princípios são importantes para ter uma boa adaptação a essa revolução tecnológica. Um é a busca de atualização, ou seja, pesquisar, participar de eventos e procurar conhecer as inovações que o mercado oferece.

    Outro elemento essencial é a capacitação da equipe. Mais do que a aprendizagem de uso dos novos recursos, é preciso investir na criação de um novo mindset. A revolução tecnológica é perpassada por uma mudança de mentalidade.

    Qual a importância de associar a conectividade nos hospitais à segurança da informação?

    A conectividade facilita o compartilhamento de informação, promove agilidade e otimiza processos. Mas, nesse contexto, é importante ter cuidado também com a segurança da informação.

    O sigilo médico é um princípio importante das instituições de saúde e deve ser assegurado de toda forma. Hackers e invasões do sistema podem ser muito danosos para os pacientes, além de prejudicarem a imagem do hospital.

    A proteção dos dados dos clientes deve ser uma das prioridades de um hospital que se moderniza. Toda a eficiência em tecnologia deve ser acompanhada de sistemas robustos de proteção das informações referentes aos pacientes. Controle de acesso, sistemas em nuvem e plataformas seguras permitem que a rotina hospitalar caminhe de forma otimizada e preserve o sigilo médico.

    A conectividade ganha cada vez mais espaços nas instituições de saúde, promovendo uma revolução no cuidado oferecido. Com sistemas digitalizados e maquinário moderno e inovador, diversos processos podem ser agilizados, e os colaboradores têm mais tempo para focar o oferecimento de tratamento humanizado.

    Além disso, a conectividade em hospitais proporciona melhores condições para monitoramento, controle, comunicação e busca de esclarecimento sobre dúvidas médicas. Sua equipe fica mais satisfeita, e os pacientes também são beneficiados com recursos inovadores no hospital.

    E então? Gostou de aprender mais sobre a conectividade nos hospitais? Assine a nossa newsletter e continue se atualizando sobre as inovações em hospitais e em equipamentos de saúde!

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    Transformação digital na saúde: conheça os impactos e tendências

    A tecnologia avança continuamente, e a área da saúde não perde essas transformações. Hospitais e clínicas contam com ferramentas que prometem cada vez mais eficiência, eficácia e a qualidade nos cuidados prestados. Nesse contexto, a transformação digital na saúde traz uma série de tendências inovadoras, que geram grandes impactos para pacientes e profissionais.

    Preparamos este conteúdo especial com informações sobre os impactos e as tendências da inserção de novas tecnologias na área da saúde. Ficou interessado? Continue acompanhando e entenda mais sobre o assunto!

    De que forma a tecnologia melhora o atendimento na área da saúde?

    A tecnologia traz uma série de melhorias para o atendimento na área da saúde. Ela facilita o trabalho do médico, simplificando as operações. Assim, o profissional consegue focar o fornecimento de um atendimento humanizado para o paciente.

    Além disso, as tecnologias oferecem condições para a otimização de processos e para o aumento da produtividade na instituição. O resultado é a redução do tempo de espera do paciente, o que é decisivo para o bem-estar do público atendido.

    A tecnologia também possibilita a realização de diagnósticos mais precisos, com o aumento da eficácia das análises. Esse avanço auxilia na promoção de saúde e pode ser um fator de grande peso para o salvamento de vidas.

    As empresas que fornecem tecnologia para hospitais também estão bastante atentas para os parâmetros de cada instituição. Com isso, elas conseguem desenvolver soluções personalizadas às necessidades da clínica.

    A transformação digital na saúde demanda investimentos iniciais, mas ela resulta em redução de custos a longo prazo. Isso acontece porque os erros e o retrabalho são minimizados, o que reduz gastos com correções e reparos (que em uma instituição de saúde podem ser muito caros). Por meio desses cuidados, a imagem do hospital se torna cada vez mais positiva, o que eleva a procura pela organização.

    Quais são as principais tendências em tecnologia na área da saúde?

    Há várias tendências de transformação digital na área da saúde. Veja mais a seguir!

    Telemedicina

    A telemedicina é a realização de consultas médicas a distância. Ela não se aplica a todas as modalidades de atendimento, mas pode ser uma excelente ferramenta em diversos procedimentos médicos. Isso agiliza processos, proporciona economia com deslocamentos e facilita a consulta a especialistas para a realização de diagnósticos e prescrições mais precisos.

    Big Data

    O Big Data se refere à geração de um grande volume de dados por diversas fontes e ao uso dessas informações de forma estratégica para a organização.

    No contexto da saúde, as principais fontes de informação são arquivos internos, prontuários eletrônicos, redes sociais, sistemas internos, exames e laudos online e arquivos digitais fornecidos pelas instituições que realizam atendimento. Esses dados são analisados e processados com o objetivo de desenvolver propostas e ações para a promoção de serviços de melhor qualidade.

    Automatização de processos

    A área da saúde já conta com uma série de soluções informatizadas para a automatização dos processos em hospitais e clínicas. A gestão das instituições de saúde se torna mais ágil e efetiva com soluções informatizadas para gerenciamento de procedimentos operacionais (como marcação de consultas e controle de tarefas).

    Além disso, o controle de medicamentos em farmácias é facilitado com o apoio de softwares. Essas ferramentas otimizam a administração do estoque e promovem maior eficiência operacional, minimizando erros e retrabalho. São ferramentas inteligentes que possibilitam que o hospital forneça um atendimento mais efetivo.

    Tecnologia em nuvem

    A tecnologia em nuvem proporciona um sistema robusto de armazenamento e compartilhamento de informação. Os dados podem ser acessados com mais facilidade, contando com um esquema de segurança bem estruturado para a proteção dos arquivos.

    Uma boa proposta é armazenar os prontuários eletrônicos em sistemas de nuvem. Assim, os riscos de perdas e invasões são minimizados. A medida também facilita o acesso dos médicos às informações.

    Tecnologia em equipamentos

    Equipamentos médicos cada vez mais modernos são lançados no mercado, promovendo mais eficiência e eficácia nos exames e diagnósticos. Os hospitais precisam buscar acompanhar esse processo de renovação — afinal, não se atualizar gera riscos à saúde dos pacientes.

    Equipamentos obsoletos se mostram mais imprecisos e ineficientes, o que gera riscos para as pessoas atendidas e para a imagem do hospital. Com aparelhos modernos, a instituição de saúde consegue trabalhar pela promoção de saúde com mais facilidade e ampliar suas possibilidades de tratamento.

    Quais são os principais desafios da transformação digital na saúde e como superá-los?

    Entre os principais desafios da transformação digital na saúde, podemos citar a aquisição de um mindset inovador e maleável, que esteja instrumentalizado para a adaptação a mudanças constantes. É importante também desenvolver habilidades digitais para o manejo das soluções informatizadas e das novas tecnologias.

    Outro desafio importante é preparar equipes para que elas estejam capacitadas a lidar com as potencialidades e desafios da transformação digital na saúde.

    Além disso, é importante lembrar que os gestores devem coordenar a substituição de sistemas antigos por novos, gerenciando em conjunto procedimentos para capacitação e adaptação dos colaboradores.

    Por último, é necessário desenvolver estratégias para promover a acessibilidade às novas tecnologias, para que todos os pacientes possam usufruir das vantagens desses recursos.

    A transformação digital na saúde traz uma série de benefícios para as instituições hospitalares, promovendo melhores serviços e estimulando a agilidade dos processos. Com as novas tecnologias, é possível incrementar os procedimentos de saúde com recursos que oferecem maior precisão, agilidade e eficiência operacional.

    O sucesso dos processos promove o bem-estar dos pacientes e facilita a rotina dos médicos e enfermeiros, tornando o cotidiano menos estressante e melhorando o clima organizacional no hospital.

    Como comentamos, a imagem da instituição também é beneficiada com os usos das inovações digitais. As tecnologias indicam que hospital investe em aprimoramento contínuo e que está comprometido com a promoção de saúde dos pacientes. Além disso, hospitais são importantes instituições de pesquisa para novos tratamentos e alternativas em saúde, e as tecnologias auxiliam a otimizar esses estudos.

    Há várias possibilidades tecnológicas para hospitais, como Big Data, sistema de nuvem, a telemedicina, os softwares de gestão, além dos equipamentos, que estão em constante modernização.

    Então? Gostou de conhecer os impactos e tendências da transformação digital na área da saúde? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook, Instagram e LinkedIn!

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    Conheça o Hospital Pequeno Príncipe que completa 100 anos em 2019

    Ter 100 anos de história não é para qualquer instituição, e o desafio se torna maior ainda quando falamos do setor hospitalar. Mas, apesar de todos os obstáculos, o Hospital Pequeno Príncipe, situado em Curitiba (PR), completa seu primeiro centenário em 2019.

    Referência nacional no cuidado de crianças e adolescentes e considerado a maior organização de saúde exclusivamente pediátrica do Brasil, a organização se orgulha de ter uma trajetória pautada no atendimento integral, humanizado e igualitário. É um trabalho construído por médicos, profissionais da saúde, colaboradores, gestores, voluntários e parceiros.

    A instituição conta com 370 leitos, sendo que 60 deles são de UTI. Além disso, 70% de sua capacidade é destinada ao atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2015, a entidade realizou mais de 311 mil atendimentos ambulatoriais, 23 mil internações, 20 mil cirurgias, 772 mil exames, além de 180 transplantes (órgãos, tecido ósseo e medula óssea).

    Quer conhecer mais um pouco do Hospital Pequeno Príncipe? Então continue a leitura e saiba mais sobre a história, infraestrutura, tratamentos realizados e tecnologia que fazem parte dos atendimentos da instituição.

    História

    Era 1919, um grupo de mulheres de Curitiba começou a construir a história do Hospital Pequeno Príncipe: elas se mobilizaram para oferecer atendimento de saúde à população carente da cidade, especialmente para as crianças.

    Esse grupo se uniu a médicos e autoridades locais e, assim, conseguiu inaugurar o Dispensário Infantil, que passou a receber os primeiros pacientes em outubro de 1919. A semente estava lançada: nascia aí o projeto para um hospital infantil. Após onze anos de muita dedicação e trabalho, a instituição é inaugurada em 1930.

    Em 1951, a organização passa a se chamar Hospital de Crianças Dr. Cesar Pernetta e, 20 anos depois, eles inauguram o Hospital Pequeno Príncipe — atualmente chamado de Complexo Pequeno Príncipe, pois abriga, além do hospital, as Faculdades Pequeno Príncipe (2003) e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (2005). A mantenedora da entidade é a Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro.

    O crescimento do hospital se deve à mobilização dos voluntários, ao intenso trabalho de profissionais de saúde e colaboradores, além do apoio da sociedade e de empresas, que se uniram à causa.

    Momentos marcantes

    O voluntariado é uma das bases do trabalho do Hospital Pequeno Príncipe e seu trabalho rendeu momentos marcantes para a entidade, como:

    • a “Campanha + Vida: Juntos Somos +” reuniu, em 2015, cerca de 500 voluntários nas ruas para a arrecadação de recursos e divulgação da causa da saúde infanto-juvenil;
    • no inverno de 2016, a população doou aproximadamente cinco toneladas de roupas e cobertores para familiares e acompanhantes de pacientes do hospital.

    Tipos de tratamento

    A entidade se destaca nos procedimentos de alta e média complexidade, como tratamentos oncológicos e cirurgia pediátrica. Oferece ainda atendimento em outras áreas, como:

    • Cardiologia;
    • Ortopedia;
    • Nefrologia;
    • Transplante de Medula Óssea.

    É referência ainda nas cirurgias cardíacas em bebês e transplantes de órgãos. No caso do transplante de rins, o trabalho realizado é equiparado aos melhores centros mundiais no aspecto de sobrevida dos pacientes.

    Desafios

    O Hospital Pequeno Príncipe tem caráter filantrópico, destinando 70% de sua capacidade ao SUS. Mas o repasse do governo não cobre todos os custos. Em 2017, por exemplo, os recursos repassados representaram pouco mais de 24% da receita da instituição.

    Diante disso, os gestores foram atrás de outras saídas para continuar oferecendo o atendimento. Assim, começaram a obter recursos das Faculdades Pequeno Príncipe que, em 2017, somavam 14,43% do total arrecadado. Fizeram também campanhas junto às empresas e cidadãos: no mesmo ano, essa forma de obtenção de recurso superou os R$ 40 milhões — o equivalente a 16,9% da receita total.

    Pesquisa e tecnologia

    Para vencer os desafios, a instituição uniu a assistência, o ensino e a pesquisa, seguindo os modelos dos principais hospitais do mundo. Com isso, a pesquisa e tecnologia estão presentes nos atendimentos do Pequeno Príncipe, auxiliando nos diagnósticos e tratamentos realizados.

    A parte de pesquisa fica a cargo do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que trabalha juntamente com a Pós-graduação das Faculdades Pequeno Príncipe. Os estudos são direcionados para salvar e melhorar de forma significativa a vida de crianças, jovens e adultos acometidos por doenças e acidentes graves. São diferentes módulos de pesquisa, entre eles:

    • Doenças complexas e oncogenética;
    • Estudos epidemiológicos e clínicos;
    • Medicina molecular e bioinformática;
    • Microbiologia e doenças infecciosas;
    • Neurociências;
    • Terapia celular.

    Robótica

    Atualmente, o hospital utiliza a telemedicina e equipamentos robóticos. Uma inovação, por exemplo, é o Robô Laura, que monitora os indicadores e sinais vitais do paciente para a detecção precoce da sepse. Ele utiliza a inteligência artificial para fazer o gerenciamento de riscos, integrando as informações de todos os pacientes e emitindo alertas para que profissionais de saúde possam agir rápido.

    Biobanco

    Além disso, a entidade implantou o primeiro biobanco da região Sul do Brasil, responsável pela coleta, armazenamento e gerenciamento de diferentes amostras, como tecidos, sangue, RNA e DNA. Consegue armazenar até 230 mil amostras de materiais e permite a troca de conhecimento científico com biobancos do Brasil e exterior, o que traz subsídio para a realização de pesquisas e aprimoramento dos tratamentos.

    Laboratório genômico

    O Pequeno Príncipe tem também um laboratório genômico, estrutura que possibilita a identificação e tratamento de muitas doenças, além de precisão no diagnóstico precoce. Auxilia ainda no prognóstico e tratamento do câncer.

    Centro de Simulação Realística

    Os profissionais de saúde e estudantes do Complexo Pequeno Príncipe têm agora uma forma de treinamento inovadora: o Centro de Simulação Realística. Com o simulador pediátrico, eles podem vivenciar as situações como se fossem reais, o que permite aprimorar a técnica e experiência, porém em um ambiente totalmente seguro.

    O trabalho do Hospital Pequeno Príncipe deve servir de referência para outras instituições de saúde, principalmente na qualidade técnico-científica dos procedimentos e atendimento humanizado. Por isso, nesses 100 anos, há muito o que comemorar.

    Você já tinha ouvido falar sobre a história desse hospital pediátrico de Curitiba? Conhece outra entidade que realiza um trabalho similar? Compartilhe conosco, deixando um comentário neste post!

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