As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem essencialmente os pacientes em quadro crítico, quando o organismo necessita de suporte de aparelhos para a manutenção da vida. Assim, o paciente tem alguma dificuldade no desempenho das funções vitais, precisando de um monitoramento cuidadoso e do suporte de dispositivos e medicações.
As UTIs para recém-nascidos contam com dispositivos especializados para o acolhimento dos bebês, tendo algumas especificidades em relação à terapia intensiva do adulto. Dessa forma, compreender quais são os equipamentos de UTI neonatal necessários para o acolhimento e segurança dos pacientes é muito importante.
Neste conteúdo especial que preparamos, vamos fornecer diversas informações sobre esses dispositivos. Venha com a gente para aprender mais sobre o tema!
A UTI neonatal tem a função de auxiliar na manutenção da vida em condições muito delicadas, quando o bebê nasce prematuro ou sofre com algum acometimento que o impede de exercer plenamente as funções vitais. Os reflexos orgânicos de deglutir, respirar e sugar são adquiridos na trigésima quarta semana da gestação. Assim, se houver nascimento antes desse momento, é necessário que a criança receba cuidados intensivos.
Dessa forma, contar com os equipamentos certos — o que significa dispositivos de bom desempenho, alta qualidade e que ofereçam o suporte necessário à vida — é essencial. Eles amparam a criança enquanto ela passa pelo desenvolvimento de reflexos e funções vitais.
Destacamos que a UTI conta com equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, assistentes e psicólogos, para auxiliar na assistência à criança e no amparo à família. A presença dos pais é estimulada, contribuindo para a formação de vínculo entre a família e o bebê.
A UTI neonatal apresenta muitos equipamentos similares aos da UTI adulta. Porém, alguns dispositivos são adaptados e há também incubadoras, que ajudam a manter o ambiente apropriado para o bebê. Veja mais a seguir sobre os aparelhos necessários nesse setor!
O oxímetro de pulso contém um sensor luminoso para captar a quantidade de oxigênio presente nas artérias e mede a frequência cardíaca, fornecendo, assim, a taxa de oxigenação do sangue. Dessa forma, o aparelho auxilia no monitoramento dos sinais vitais básicos do bebê. É importante encontrar modelos adaptáveis ao paciente neonatal, sempre buscando os melhores fornecedores desses dispositivos.
Os monitores auxiliam no acompanhamento dos sinais vitais da criança. Eles são conectados ao bebê e monitoram a pressão arterial, índice de oxigenação e ritmo do batimento cardíaco. Assim, auxiliam na identificação de qualquer anomalia nesses parâmetros, notificando a equipe para uma intervenção rápida.
O ventilador pulmonar oferece suporte à respiração quando o organismo do paciente não tem condições de realizar esse processo sozinho. A ventilação artificial permite manter os níveis de oxigenação adequados às necessidades do bebê, até que a criança desenvolva adequadamente o reflexo respiratório ou se recupere de algum possível acometimento no sistema.
A incubadora acolhe o bebê, oferecendo um ambiente seguro, confortável e com a temperatura adequada. O objetivo é garantir as condições necessárias para o desenvolvimento e recuperação da criança. Ela possui janelas para que os profissionais e a família tenham contato com o recém-nascido. Além disso, o dispositivo tem umidade, fluxo de ar e som regulados, com acolchoamento para disponibilizar conforto e aquecimento para o recém-nascido.
O eletrocardiógrafo faz a leitura do sinal cardíaco e representa esses apontamentos de forma gráfica. Ele contribui para diagnosticar quaisquer irregularidades no sistema cardiovascular do bebê, como arritmias, desvios de eixo, bradicardia e taquicardia.
Os analisadores ajudam na testagem de manutenção preventiva da incubadora para garantir que a umidade, o som, o fluxo de ar e a temperaturas estejam adequados para o acolhimento do bebê. Os simuladores de paciente auxiliam na testagem dos equipamentos para verificação da regularidade e qualidade dos dispositivos.
As estativas são carrinhos móveis utilizados para a armazenagem de equipamentos e itens necessários para o cuidado do paciente. Acessórios como cabos de alimentação e tubos de suporte podem ser colocados para facilitar o trabalho dos profissionais e também garantir que os recursos estejam disponíveis quando preciso.
É primordial buscar equipamentos de qualidade para a UTI neonatal para garantir a melhor assistência possível aos bebês que precisam de cuidados médicos e suporte à vida. Falhas de dispositivos não podem ser toleradas, pois podem colocar a vida da criança em risco. Dessa forma, é imprescindível investir em aparelhos hospitalares de alta qualidade e submetê-los à manutenções preventivas com regularidade.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado e proporcionamos dispositivos de elevada qualidade e com recursos avançados, garantindo itens dos melhores fabricantes para os nossos clientes. Destacamos também que oferecemos assistência técnica e suporte no pós-venda, contribuindo para a melhor adaptação aos equipamentos médicos adquiridos.
A UTI neonatal é a área do hospital que oferece atenção e terapia intensiva à saúde do recém-nascido. Com essa importante missão, é imprescindível que esse setor tenha um excelente parque tecnológico, o que vai contribuir para uma melhor assistência e recuperação dos bebês. Os aparelhos contribuem no apoio e amparo à vida para que a criança tenha condições adequadas para ficar bem.
Destacamos que a atenção à saúde da criança e a assistência necessária ao recém-nascido são imprescindíveis para que o bebê tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver de forma integral. A equipe médica cumpre os procedimentos e conhecimentos adequados, os equipamentos de UTI neonatal dão o suporte enquanto é preciso e a família enlaça a rede para que o bebê tenha as melhores condições de saúde. Dessa forma, é possível trabalhar com a prevenção, recuperação e promoção da saúde da criança.
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Contar com arcos cirúrgicos eficientes é indispensável nos ambientes hospitalares, já que eles podem agilizar processos e intensificar as imagens durante o procedimento cirúrgico, o que permite um maior controle dos cirurgiões e uma cirurgia menos invasiva nos pacientes.
Especialmente por possibilitar cirurgias menos invasivas, os arcos cirúrgicos eficientes se tornaram cada vez mais populares, mesmo que isso também exponha paciente e médico à radiação. Apesar disso, os benefícios são indiscutíveis e representam avanços significativos na precariedade cirúrgica de antigamente.
Quer entender melhor o que torna os arcos cirúrgicos eficientes e o que considerar ao escolher esses elementos para hospitais? Continue a leitura e descubra!
O nome arca se deve ao formato do elemento, que se assemelha à letra C. O aparelho sustenta em uma de suas extremidades uma fonte emissora de raios-X, e na outra o detector de raios-X.
Isso permite que a imagem visualizada durante a cirurgia seja ampliada em diversas posições e projeções em tempo real por meio da digitalização. Assim, é comum que os arcos cirúrgicos sejam utilizados em:
Conforme dito anteriormente, os arcos cirúrgicos eficientes tornam os procedimentos mais rápidos e menos invasivos, o que beneficia pacientes e a equipe hospitalar. A seguir, é possível conhecer outros benefícios.
Como você pode perceber, os arcos cirúrgicos podem ser utilizados em diferentes procedimentos, desde implantes de marcapasso a cirurgias gerais, o que mostra a versatilidade do aparelho.
Mesmo que os arcos cirúrgicos teoricamente elevem o tempo de exposição dos pacientes e médicos à radiação, muitos modelos possuem funções que diminuem a exposição e permitem que os profissionais responsáveis controlem manualmente as doses liberadas, o que aumenta a segurança no uso dos arcos.
Além da possibilidade de controle automático pelos médicos, existem modelos de arcos cirúrgicos que também podem ter a quantidade de doses controlada automaticamente para evitar o excesso de radiação nos pacientes que possuam peças de metal no organismo, como o marcapasso.
Desse modo, é possível oferecer maior segurança aos pacientes e evitar prejuízos à saúde dos envolvidos. Tudo isso sem que a capacidade de visualização de imagens ampliadas seja comprometida.
Sem contar que muitos equipamentos também contam com um corretor de movimento, que é essencial em cirurgias que exigem a movimentação do paciente.
Os arcos cirúrgicos eficientes aumentam a visualização dos recursos clínicos, o que colabora durante o manuseio de procedimentos, sejam eles simples ou mais complexos. Além disso, a melhor visualização também ajuda os médicos a movimentarem os equipamentos com muito mais segurança.
Os arcos cirúrgicos eficientes podem trazer inúmeros benefícios, desde que a instituição adquira os melhores modelos, levando em consideração as necessidades de cada um. Assim, a Medicalway existe há quase duas décadas no mercado e se destaca pela qualidade dos serviços oferecidos.
Está em busca de qualidade? Então aproveite a visita para conhecer nossos arcos cirúrgicos no site!
Em casos de parada cardiorrespiratória ou arritmia aguda, é preciso ter todo o cuidado para manter a vida do paciente, e o desfibrilador é o equipamento mais utilizado para reverter quadros graves de fibrilação. De acordo com pesquisas da SOBRAC, arritmias e morte súbita afetam 300 mil brasileiros por ano. Então, é importante saber o que deve ser pesado ao comprar um desfibrilador para ajudar mais vidas.
Contar com desfibriladores em cada ambiente do hospital garante mais rapidez para atender a casos emergenciais, em que o socorro precisa ser feito o quanto antes, para aumentar as chances de sobrevivência de pacientes. Assim sendo, para garantir mais eficácia na hora de preservar a vida de outras pessoas, é importante avaliar o equipamento médico, atentando para cada detalhe, a fim de escolher a melhor opção.
Prossiga na leitura deste conteúdo e descubra o que é preciso avaliar no momento de comprar um desfibrilador. Saiba como garantir o melhor equipamento e oferecer todo o suporte necessário de excelência à saúde em qualquer situação. Siga conosco!
Para entender melhor para que serve um desfibrilador, é fundamental entender mais sobre o processo de desfibrilação. As fibrilações ou arritmias cardíacas representam um estado de “desorganização” dos batimentos cardíacos, indicando graves riscos para a saúde.
Assim sendo, a desfibrilação se refere ao momento da aplicação de uma carga elétrica na parede torácica ou sobre as fibras musculares do coração de uma pessoa que apresenta sintomas de fibrilação auricular, como falta de ar, dores no peito e parada cardíaca. Para isso, é utilizado o desfibrilador, um equipamento que tem a função de reverter o quadro de fibrilação com mais agilidade, com o objetivo de evitar perdas de funções cardíacas e cerebrais.
Os desfibriladores são extremamente necessários para atender pacientes de forma mais ágil e segura, sendo fundamentais em ambulâncias, emergências de clínicas e hospitais e em empresas.
Para evitar que pacientes em grave estado cardiorrespiratório fiquem em salas de espera ou aguardando atendimentos emergenciais, é recomendável ter um desfibrilador em vários ambientes hospitalares e para além das instituições de saúde, a fim de salvar mais vidas.
Quando o desfibrilador cardíaco é utilizado apenas nas salas de emergência, há o risco de ocorrer a redução de chances de sobrevivência para o paciente. Então, de acordo com as determinações do congresso nacional, o equipamento passou a ser obrigatório em:
Hoje é possível comprar um desfibrilador automático (DEA) para garantir mais segurança à população e diminuir as taxas de mortalidade. Alguns países já permitem que pessoas legais aprendam com enfermeiros a respeito de como realizar procedimentos de atendimento de paradas cardiorrespiratórias, que podem ser feitos em qualquer lugar.
Apesar de já haver leis que regulamentam a obrigatoriedade do desfibrilador externo automático (DEA) em diversos locais, ainda há pouco conhecimento de como manuseá-lo. Portanto, vale ressaltar que é muito importante cobrar a presença do equipamento nos lugares onde você frequenta. Lugares como condomínios, espaços públicos, instituições de educação, academias e shoppings.
Caso uma pessoa leiga receba o devido treinamento por médicos e enfermeiros, ela pode operar o DEA de forma mais segura, sem precisar ter uma formação na área de saúde. Ainda mais, porque o equipamento é simples e prático de manusear, identificando, de forma automática, as arritmias cardíacas.
Portanto, bons equipamentos coletam as principais informações e indicam se é preciso aplicar o choque elétrico em poucos segundos. Caso isso seja necessário, o próprio equipamento define a carga que deve ser liberada, ajudando a preservar vidas com mais rapidez.
Antes de decidir comprar um desfibrilador, é fundamental seguir alguns passos para garantir que você vai escolher o melhor equipamento, facilitando o seu trabalho e evitando preocupações. Confira, a seguir, alguns dos principais pontos para ter mais atenção.
Há diversos tipos de aparelhos, e o primeiro passo é saber como funciona cada um deles antes de escolher qual comprar. Veja abaixo!
Outros pontos que devem ser levados em consideração, são:
Esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a saber mais sobre a importância de utilizar esse equipamento. E também, em quais lugares ele deve estar e tudo o que é preciso atentar antes de comprar um desfibrilador, a fim de manuseá-lo com mais agilidade e responsabilidade.
A Medicalway possui as melhores soluções para melhorar o seu dia a dia no hospital. Temos as tecnologias ideais, com as condições mais acessíveis do mercado, e todo o suporte que você precisa para salvar vidas.
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O eletrocardiógrafo é um equipamento médico indispensável na rotina do hospital, auxiliando na realização do eletrocardiograma e contribuindo para diversos diagnósticos e detecção de qualquer anormalidade nos pulsos elétricos do coração.
Escolher os aparelhos adequados para o estabelecimento de saúde é muito importante, pois todos os recursos disponíveis no local refletem a imagem da instituição, além do exame contribuir para a identificação de problemas e a implementação da terapia adequada.
Preparamos este conteúdo especial para que você saiba como escolher e utilizar um eletrocardiógrafo no hospital. Veja mais a seguir!
O eletrocardiógrafo é um equipamento especializado na realização do eletrocardiograma (ECG), fazendo a leitura dos sinais elétricos do coração. O impulso elétrico gerado no marca-passo é o que faz os músculos do coração se contrair e bombear o sangue para o corpo. Assim, o aparelho ajuda a verificar como está a atividade elétrica cardíaca, contribuindo para a detecção de qualquer anormalidade na frequência e no trajeto dos impulsos elétricos.
A composição do eletrocardiógrafo são os eletrodos, a unidade e os cabos de ECG que interligam essas estruturas. Há dispositivos de tecnologia analógica que registram os sinais elétricos em traçados no papel.
Os equipamentos mais modernos lançam os dados diretamente no computador, em que um software especializado lê as informações e as transforma em um gráfico de tensão em função do tempo. Atualmente, é possível optar pela armazenagem dos dados na nuvem, o que aumenta a segurança do processo.
O profissional coloca quatro eletrodos periféricos, que são posicionados nas pernas e braços do paciente. Depois, é aplicado um gel condutor de eletricidade no tórax, para que sejam fixados mais eletrodos, sendo que o número depende da solicitação do médico. O aparelho é ligado, captando os sinais do paciente. Em poucos minutos, o exame está concluído. Assim, é um procedimento indolor, não invasivo, rápido e simples.
A recomendação do uso do aparelho é para avaliar pacientes que apresentam dores no peito, perda repentina de sentidos, suspeita de arritmia, insuficiência cardíaca e doenças em artérias coronárias. O exame também é indicado para análise após infarto do miocárdio, quadros do coração inflado (miocardiopatia) e cardiopatias congênitas.
Há vários cuidados importantes para escolher o melhor eletrocardiógrafo para o seu hospital. Veja nossas dicas sobre o assunto a seguir!
Às vezes, o equipamento vem com algum problema de fábrica e precisa ser trocado. Isso é relativamente comum. Se você não contar com a documentação e ter a garantia, o aparelho não pode ser trocado e você fica no prejuízo. Assim, antes de comprar um produto hospitalar, confira informações como garantia, validade, frequência de manutenção, modo de funcionamento do dispositivo, entre outras.
Certamente, você quer saber um pouco mais de onde veio o produto. Afinal, os aparelhos fazem parte da imagem que o hospital transmite para os pacientes. Imagine utilizar um eletrocardiógrafo que vem de uma empresa que passou por algum escândalo na mídia? O usuário pode associar o nome do hospital ao ocorrido.
Assim, antes de adquirir os dispositivos, realize uma boa pesquisa de mercado, conhecendo mais sobre os melhores fabricantes da área. Aproveite, também, para comparar recursos, observar a frequência da manutenção preventiva, preços e possibilidades que o dispositivo oferece.
O eletrocardiógrafo é um aparelho que apresenta pouco risco ao paciente. Porém, um dispositivo pouco seguro pode ter uma estrutura propícia para algum acidente de trabalho ou choque no paciente, provocando uma experiência ruim. Dessa forma, é importante avaliar se a estrutura do equipamento médico é segura e se há algum potencial de risco. Busque os produtos mais seguros, que permitam uma rotina de trabalho mais simples, ágil e otimizada.
O eletrocardiograma é um exame simples, que pode ser feito no hospital, na ambulância, ou até mesmo na casa do paciente. Porém, para isso, o aparelho tem que ser portátil e de fácil transporte e manuseio. A facilidade de locomoção é um ponto importante para facilitar a logística do trabalho dos colaboradores e contribuir com a eficiência operacional nos atendimentos.
O eletrocardiógrafo analógico é um bom recurso, mas, conforme mencionamos, há possibilidades melhores no mercado. Por exemplo, o manuseio, transporte e envio do resultado para o médico são mais difíceis, demandam a impressão dos registros e o paciente precisa entregar pessoalmente o material.
Já os equipamentos de alta tecnologia são mais modernos e eficientes. O eletrocardiógrafo digital pode ser integrado a um computador, no qual um software processa as informações e disponibiliza a imagem do gráfico. Os resultados podem ser armazenados na nuvem, encaminhados por e-mail para o especialista e colocados diretamente no prontuário eletrônico do paciente.
Dessa maneira, a tecnologia na saúde traz grandes benefícios, pois o processo fica mais ágil e não há risco de perdas de exames no meio do caminho.
É muito importante escolher equipamentos de qualidade e certificados para o hospital. O ideal é buscar dispositivos com boa durabilidade e resistência, pois eles podem ser transportados para outros ambientes no deslocamento dentro do hospital, ambulância ou atendimento em domicílio.
A falha de um eletrocardiógrafo durante o exame não causa dano à saúde do paciente. Mas, certamente, ela prejudica muito os horários, gerando atrasos na agenda dos profissionais e promove uma imagem negativa do hospital.
Assim, foque na qualidade, durabilidade e resistência. O preço de um bom produto, normalmente, é um pouco maior em relação a itens de menor desempenho, mas isso é um verdadeiro investimento para o hospital.
A Medicalway oferece soluções de equipamentos médicos e hospitalares, contando com grande tradição de mercado. Nos destacamos pela qualidade dos serviços prestados, proporcionando aparelhos de alta tecnologia, fabricados por importantes fornecedores mundiais do segmento. Realizamos, também, acompanhamento pós-venda e contamos com um suporte técnico ágil e qualificado.
O eletrocardiógrafo é um equipamento essencial na rotina do hospital, e escolher bem esse dispositivo contribui para melhorar a precisão dos diagnósticos, para tornar a logística de trabalho mais otimizada e facilitar o dia a dia dos profissionais de saúde. Fazer uma boa pesquisa é essencial, assim como buscar os melhores fornecedores neste campo e avaliar a qualidade e a relação custo-benefício.
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