
Os equipamentos médico-hospitalares são desenvolvidos para trazer mais segurança ao paciente e garantir resultados melhores nos tratamentos.
Além disso, as tecnologias avançam também no sentido de trazer mais praticidade e precisão para o trabalho dos profissionais de saúde. Nesse cenário, temos os diferentes tipos de bomba de infusão hospitalar.
Esses aparelhos são indispensáveis em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), ambulatórios, enfermarias, casas de repouso e até no uso doméstico.
Eles têm como objetivo fornecer medicamentos e nutrientes ao corpo do paciente em quantidade controlada, como drogas vasoativas, analgésicas, insulina, quimioterápicos, sedações contínuas, nutrição parental, entre outros fluidos.
Conheça mais detalhes da bomba de infusão neste conteúdo e os nossos modelos disponíveis!
A bomba de infusão hospitalar é de suma importância na administração controlada e precisa de fluidos, medicamentos e nutrientes para pacientes em ambientes hospitalares.
Conheça outros motivos que a tornam indispensável nas UTIs:
As tecnologias avançaram e com elas vieram melhorias, praticidade e precisão, tudo para proporcionar um trabalho seguro aos profissionais de saúde.
Com este avanço, as bombas de infusão de alta tecnologia da Mindray não ficaram de fora e a nova geração destes equipamentos agregam tecnologia em favor da infusão segura através dos seus modelos de bomba de infusão, como: Bomba de Infusão Volumétrica, Bomba de Seringa, Bomba de Seringa Alvo Controlada (TCI) ou PCA (analgesia controlada pelo paciente).
As bombas de última geração estão vindo com a tela sensível ao toque totalmente capacitivas, além de terem conectividade com outros equipamentos da Mindray. A utilização deste tipo de tela, capacitiva, permite aos usuários interagir diretamente com uma interface digital por meio do toque suave na superfície da tela.
Em vez de depender de dispositivos de entrada tradicionais, como teclados, mouses, botões em geral, os usuários podem controlar e manipular o conteúdo exibido na tela tocando-a com as pontas dos dedos.
Aliás, um ponto fundamental da tela capacitiva das bombas é que depende do toque e não do calor da pele. Assim, a tela é muito mais rápida e responsiva na hora de utilizar as bombas da Mindray com luvas. O profissional agradece.
Existem diversos tipos de bombas de infusão hospitalar disponíveis no mercado, cada uma projetada para atender a necessidades específicas. Aqui estão alguns dos principais tipos:
Este tipo de bomba é projetado para administrar fluidos em uma taxa específica ao longo do tempo, garantindo uma entrega precisa de volumes predeterminados. São comumente utilizadas para infusões de soluções salinas, medicamentos e nutrientes.
Em vez de usar um recipiente de fluido, a bomba de infusão de seringa utiliza uma seringa para administrar medicamentos ou soluções de forma controlada. Esse tipo de bomba é frequentemente utilizado em situações em que a administração de pequenos volumes com precisão é crucial.
Esta bomba é dotada de modelos farmacocinéticos para o Propofol, Remifentanil, Sulfentanil e Alfentanil.
Estes modelos propiciam uma anestesia controlada de hipnóticos e opióides concomitantemente. A conclusão mais importante, no entanto, refere-se à economia à medida que os fármacos utilizados nessas bombas não ficarão restritos apenas a uma empresa farmacêutica, a exemplo do que ocorreu com o Propofol.
Hoje já se dispõe de equipamentos para utilização de Propofol e Opioides, em IAC, que aceitam qualquer apresentação farmacêutica com a vantagem da possibilidade de alteração da concentração do fármaco na seringa, de acordo com a diluição desejada.
A indução, a manutenção e o despertar do paciente é muito mais seguro para o médico e para o próprio paciente.
Projetada para o controle da dor, a bomba PCA permite que os pacientes administrem doses autônomas de analgésicos mediante prescrição médica. Isso proporciona maior controle sobre o alívio da dor, especialmente após procedimentos cirúrgicos.
A bomba de infusão hospitalar pode ser utilizada para administrar uma variedade de medicamentos, dependendo das necessidades específicas do paciente e do tratamento prescrito.
Alguns exemplos comuns de medicamentos administrados por meio dessas bombas incluem:
Esses são apenas alguns exemplos, e a lista de medicamentos administrados por bombas de infusão pode variar amplamente, dependendo das necessidades do paciente e do plano de tratamento estabelecido pelos profissionais de saúde.
A administração controlada desses medicamentos é fundamental para garantir a eficácia do tratamento e a segurança do paciente.
A Medicalway é referência em equipamentos médicos hospitalares, pois trabalha com as melhores marcas e tecnologias, e oferece um suporte pós-venda diferenciado.
Em nosso portfólio, você encontra dois modelos de bomba de infusão:
(Bomba de Infusão/Seringa – Mindray): o BeneFusion série 3 apresenta um conceito fácil de usar, que simplifica o fluxo de trabalho de infusão e satisfaz diversas necessidades clínicas, além de contribuir para práticas clínicas sem preocupações.
(Bomba de Infusão/Seringa – Mindray): design intuitivo, tela 3.5″ colorida que fornece multi-informações em uma página, sistema de gestão de oclusão inteligente, função de arranque rápido para medicação eficaz na hora e até seis modos de infusão.
A interoperabilidade refere-se à capacidade dos sistemas de tecnologia da informação em saúde se comunicarem com os equipamentos conectáveis, trocando entre eles as informações de maneira segura e eficiente.
Nesse sentido, não se trata apenas da troca de dados, mas sim na garantia da integridade durante todo o processo, com o intuito de promover um intercâmbio de informações seguras e eficientes dos dados dos pacientes.
Pensando neste novo mundo tecnológico, a Mindray propiciou que as suas interfaces permitissem o processo de implantação rápida e que gerenciam o mapeamento de dados, tornando-os acessíveis de forma padronizada e segura.
Ou seja, as bombas de infusão da Mindray permitem a integração de dados com os sistemas dos Hospitais, para que todo o balanço hídrico infundido no paciente seja transmitido automaticamente para o prontuário eletrônico deste, graças ao intercâmbio entre a bomba e o sistema do hospital.
Com isto, a taxa de erro de informação de dados cai a zero, visto que não depende de alguém anotar estes dados. O bom disto tudo é que torna todo o processo rastreável e o relatório 100% confiável.
Outro ponto fundamental utilizado nas bombas da Mindray quando conectadas ao sistema do hospital ou a uma central de monitoramento é que além do relatório do balanço hídrico o processo em si sobe para outro patamar, pois com a conectividade é possível ir muito além, como: monitorar a infusão de qualquer lugar, gerenciar alarmes de todos os níveis, controlar equipamentos e realizar manutenções preventivas e atualizar o software das bombas, tanto intra como extra hospitalar.
É possível, ainda, ver a confiabilidade de todo o processo de infusão quando as bombas da Mindray estão interligadas com centrais de monitoramento e com o sistema da instituição.
Outra possível integração das bombas da Mindray é a conectividade entre vários equipamentos de sua marca, como: monitores e ventiladores. Para esta integração utiliza-se uma Central de Monitoramento híbrida, onde é possível visualizar todos os equipamentos e dados do paciente em uma única tela.
A Mindray é uma empresa global especializada no desenvolvimento, na fabricação e na comercialização de equipamentos médicos. Fundada em 1991 na China, temos nos destacado como uma das principais fornecedoras de soluções de diagnóstico por imagem, monitoramento de pacientes e equipamentos médicos em geral.
Atendemos a padrões internacionais de qualidade e a regulamentações para garantir a segurança e eficácia dos nossos produtos. Além disso, a Mindray investe em pesquisa e desenvolvimento para inovar continuamente e atender às crescentes demandas e expectativas do setor de saúde.
Além disso, somos uma das maiores representantes dos produtos Mindray, trabalhamos com os melhores fornecedores mundiais.
Quer conhecer melhor nossos produtos? É só entrar em contato com a nossa equipe para receber todos os esclarecimentos!
Saiba como comprar produtos hospitalares online com segurança. Com o avanço da tecnologia e o uso da internet cada vez mais frequente, comprar produtos hospitalares online se tornou uma facilidade para os gestores de hospitais, clínicas, consultores e demais unidades de saúde. No entanto, é muito importante estar atento a alguns pontos para realizar uma compra segura e evitar que certos problemas possam afetar a sua experiência de aquisição por meio do ambiente digital.
Mas você sabe quais cuidados precisam ser implementados nesse momento? Então, veja as dicas que preparamos para você!
Até as pessoas mais experientes em fazer compras online estão submetidas aos riscos e serem vítimas de fraude. Afinal, páginas que sofreram algum tipo de ataque de hackers são bem comuns. Para evitar que isso aconteça, você pode se atentar a alguns pontos:
Caso essas características não sejam encontradas, evite comprar os produtos hospitalares nesses sites.
Dúvidas e imprevistos podem acontecer, por esse motivo, também é necessário averiguar se a loja virtual se mantém à disposição do cliente por meio de canais de atendimento diversificados, como contato do SAC, telefone, e-mail, endereço físico, canais de mensagens (WhatsApp, Chatbots, entre outros) e redes sociais. Você pode conferir a respeito desses dados no próprio site oficial da empresa.
Outra dica importante no momento de comprar produtos hospitalares online é pesquisar se existem queixas e reclamações sobre a loja. Nesse caso, você pode acessar Reclame Aqui e demais páginas de avaliações de compras, conferir os comentários no site, além de solicitar indicações de pessoas próximas ou perguntar sobre a empresa para outros clientes que solicitaram os serviços.
Outra questão que precisa ser verificada para realizar compras online seguras é ter a certeza de que está adquirindo produtos de uma empresa que realmente exista e que se encontra ativa no mercado.
Então, não deixe de procurar por informações relevantes, como o telefone para contanto, CNPJ, endereço físico, razão social, entre outros que você entender ser importante para que se sinta confiante e que mostre que o negócio está em funcionamento. Se mesmo após a pesquisas ainda tiver dúvidas, você pode ligar ou tentar outra forma de contato para conferir que a loja existe e que vai cumprir com os serviços contratados.
Um paciente que não funciona na hora do atendimento pode gerar sérias consequências para os pacientes, além de causar desconfiança sobre a responsabilidade do consultório e da clínica com o atendimento proposto. Sendo assim, é imprescindível verificar a qualidade e tecnologia dos produtos que serão adquiridos, marcas, certificações e se tudo está adequado conforme as requisições das normas.
Também veja o tempo pedido para realizar a entrega e se a empresa se preocupa com o processo de embalagem, com a finalidade de evitar que os equipamentos cheguem com danos, avarias ou até mesmo que ocorra um extravio. Ou seja, é preciso que todo o processo de compra até a chegada ao destino final seja eficiente.
Esses itens de qualidade podem ser comprados de forma online pela loja da Medicalway, que disponibiliza um mix amplo de produtos, como acessórios de SPO2, acessórios de ECG, PNI, entre outros equipamentos, como o oxímetro portátil e monitor fetal.
Existem algumas lojas online que trabalham com plataformas financeiras secundárias. Isso também é importante, tendo em vista que essas ferramentas são mais confiáveis, já que normalmente verificam o site antes de realizar a liberação do pagamento. Em situações de fraude, é possível recuperar o valor pago de forma mais simples.
Um equipamento hospitalar necessidade de manutenção de forma regular. Então, além de todos os requisitos relativos à compra, também é importante se preocupar com o suporte técnico oferecido pela loja.
Sendo assim, outro fator que pode ser verificado é se a empresa disponibiliza serviços de calibragem e regulação. Ter esse tipo de auxílio vai proporcionar um pouco mais de tranquilidade, principalmente por saber que a loja que vendeu o produto tem conhecimento e experiência sobre os aparelhos a serem adquiridos.
Outro ponto de atenção nesse processo e evitar de realizar compras e fornecer dados pessoais, bancários e demais em computadores de uso público. Isso porque essas máquinas podem conter vírus e gerar transtornos, por exemplo, fruto de roubo das suas informações para atividades de má-fé.
A maioria dos clientes não costuma verificar o que está escrito no campo de informações sobre a política de compra e privacidade da loja. No entanto, existem conteúdos essenciais nesse tópico a respeito de pagamento, garantia, trocas e devoluções, segurança de dados e demais. Por isso, não devem ser ignoradas.
No momento de realizar o cadastro no site, opte por senhas fortes e que sejam difíceis de se decifrar. Saiba que algumas páginas salvam seus dados do cartão para as próximas comprar, e prezar pela segurança da senha é importante para manter a conta segura contra acesso de terceiros não autorizados.
Para compor uma senha segura, você pode utilizar uma diversidade de letras, símbolos e números, o que evita a vulnerabilidade. Não use palavras e informações que possam ser identificadas com facilidade, como data de nascimento, número de telefone, nome do animal de estimação etc.
Caso seja possível, registre todos os passos executados durante a compra. Então, guarde os e-mails de confirmação da compra, conversas com funcionários e demais documentos gerados durante a negociação.
Agora que você já sabe os cuidados que devem ser aplicados a comprar produtos hospitalares online, não deixa de colocá-los em prática e, assim, adquirir todos os itens desejados em site seguros e que ofereçam opções de qualidade.
Quer conhecer melhor sobre os produtos oferecidos pela Medicalway? Então, acesse agora mesmo a nossa página!
A depreciação de equipamentos hospitalares se trata da perda de valor de um bem relacionado a vários aspectos, como desgaste, depreciação, ente outros. Ignorar como funciona e deixar de realizar o seu cálculo adequado pode gerar algumas consequências negativas, como redução da produtividade, aumentos dos custos de manutenção, perda da eficiência, prejuízos financeiros e demais questões que podem influenciar nos resultados do negócio.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer os principais pontos sobre o assunto e ajudar que você a realizar o cálculo da forma mais simples possível. Acompanhe!
Diversos aspectos podem levar à depreciação de equipamentos hospitalares. Entre os mais comuns, estão:
É necessário que o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares seja realizado com fundamento nas diretrizes estabelecidas pelo governo por intermédio da Receita Federal.
Mesmo que não seja obrigatório inserir a depreciação na contabilidade de uma instituição da área da saúde, o ideal é entender de que forma ela pode contribuir para a redução do montante a ser tributado. Sendo assim, quando mais desvalorizado um equipamento estiver dentro do estabelecimento, menos impostos referentes a ele serão pagos.
É necessário salientar que todo equipamento apresenta sua vida útil, dessa forma, no decorrer do tempo, eles se desgastam e ficam obsoletos, o que se torna uma exigência de substituição para que a sua função seja realizada em atendimento às demandas de quem está o manipulando.
Considerando isso, é preciso entender como a depreciação é calculada e sobre a possibilidade de apontar esse valor no relatório de custos operacionais, considerando que existe todo um custo envolvido em um item que frequentemente diminui o seu valor.
A depreciação do equipamento se inicia desde o momento que ele passar a operar conforme as necessidades dos responsáveis e finaliza na hora que ele é transferido ou baixado, ou seja, quando é completamente depreciado.
Para realizar o cálculo da depreciação, é necessário fazer uma lista de todas as máquinas, ferramentas e equipamentos que fazem parte dos bens dos estabelecimentos de saúde, como consultórios, clínicas, hospitais, entre outros. Em seguida, os valores de compras de todos esses itens precisam ser apontados.
Além disso, é preciso realizar o levantamento do tempo de vida útil de cada equipamento, de acordo com a lista elaborada pela Receita Federal, sendo:
Após isso, é preciso dividir o valor de cada objeto pelo seu tempo de utilidade em anos e, então, o resultado deve ser dividido por 12 para se chegar ao valor mensal da depreciação.
Por exemplo: caso um equipamento que custa R$ 2.000,00 e ele se enquadra na categoria de máquinas, móveis e utensílios (que têm vida útil de 10 anos), a depreciação do ano é de R$ 200,00. A mensal, nesse caso, é de R$ 16,66.
A partir desse resultado, é possível ter uma média de quanto capital será preciso ser guardado por mês em relação à depreciação. O recomendado é estimar o lucro de cada equipamento e por meio disso se planejar para a sua futura substituição.
Outra dica relevante para executar o cálculo da depreciação desse tipo de equipamento é ter em mente que, após 1 ano de utilização, caso o item seja vendido, deverá apresentar um deságio de 10% do montante empregado na sua aquisição.
Dessa forma, caso um aparelho seja comprado pelo valor de R$ 50.000,00, o seu valor de venda é de R$ 40.000,00 após 1 ano de utilização, mesmo que nas melhores condições possíveis. Ou seja, o valor da depreciação será de R$ 5.000,00, dividido por 12 meses, o que vai levar ao resultado de R$ 416,66 por mês.
Com esse cálculo, fica mais fácil identificar a quantia que o estabelecimento está perdendo por mês com o equipamento.
Ao fazer o cálculo da depreciação e considerar o seu resultado, é importante pelo fato de que, quando os custos que fazem parte da rotina no estabelecimento não são levados em consideração, podem gerar impactos negativos não programados, seja pela falta do equipamento que ficou sem manutenção, prejuízos financeiros etc.
Sendo assim, não há dúvidas da importância do cálculo da depreciação, tendo em vista que ela evita custos desnecessários, além de dívidas que podem aparecer decorrentes de falhas com máquinas de custos mais elevados e que são fundamentais para o funcionamento da clínica.
Ao fazer uma estimativa de forma prévia do tempo em que o objeto vai precisar ser substituído, é possível antecipar o caixa do negócio para esse tipo de investimento e, assim, evitar problemas mais graves. Entre os aspectos que influenciam na vida útil dos aparelhos, estão:
Agora que você entende a importância de realizar o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares, não deixa de aplicá-lo ao seu negócio e, dessa forma, evitar situações inesperadas que possam gerar impactos no seu orçamento ou na execução das plenas atividades do estabelecimento.
Conseguiu identificar que está na hora de trocar algum aparelho do seu consultório ou clínica? Então, entre em contato com a gente para conhecer melhor nossas soluções e entender como elas podem ajudar no funcionamento do seu negócio!
Oxímetro de Pulso – Entenda o que é e como funciona! Desde a proliferação da COVID-19, doença causada em decorrência da contaminação pelo novo coronavírus, determinados tipos de equipamentos médicos ganharam mais destaque nas instituições e até mesmo na procura por pacientes para ter em casa. Por esse motivo, entender o que é oxímetro se fez necessário.
O oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo são alguns desses modelos, uma vez que medem a saturação de oxigênio presente no fluxo sanguíneo. Por essa razão, algumas dúvidas comuns surgem em relação a esse item, seu funcionamento e métodos de utilização.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você entenda melhor sobre o oxímetro de pulso, quais as principais diferenças para o de dedo, além de outros pontos importantes sobre o assunto. Boa leitura!
O oxímetro é um equipamento médico que serve para medir a saturação do oxigênio no sangue. Para sua comercialização, existe a necessidade de que o item seja certificado pela Anvisa, uma vez que mede funções vitais do paciente.
O termo ganhou popularidade desde que a COVID-19 começou a avançar mundialmente. Entre os principais males do coronavírus no organismo, destaca-se especialmente o fato de que ele penetra nos pulmões e age contra o alvéolo pulmonar, que fica sem condições de captar oxigênio para enviar ao sangue.
Consequentemente, o sangue tende a ficar com baixo teor de oxigênio, o que ocasiona intensa falta de ar, o que é chamado de hipóxia. Ao entender um pouco mais sobre a doença, médicos e pesquisadores identificaram que a COVID-19 causa um fenômeno denominado de hipóxia silenciosa, cuja saturação de oxigênio no sangue do paciente diminui consideravelmente sem que haja um sinal desse risco.
Por essa razão, o oxímetro — seja ele de dedo, seja ele de pulso — vai medir essa saturação, contribuindo para que médicos possam controlar a gravidade e o avanço da doença.
O oxímetro funciona por meio de luz infravermelha, que tem a capacidade de traduzir a cor das hemoglobinas para que possa medir o nível de oxigênio. O ideal é que essa saturação esteja acima dos 90%, número indicado para que o corpo humano receba os níveis adequados do gás.
Apesar de ter se tornado bastante popular nos últimos meses em decorrência da COVID, o oxímetro é muito utilizado para o tratamento de doenças respiratórias e até mesmo para atletas de alto desempenho — uma vez que é comum o organismo apresentar baixa saturação após exercícios mais rígidos e com alta capacidade cardiorrespiratória.
Normalmente, o índice de saturação apropriado para um indivíduo normal é acima de 95%. Contudo, pode acontecer de alguns fatores, como resfriados, gripes e demais, influenciarem nos resultados e fazerem com que ela fique entre 90% e 95%, por exemplo.
Nos casos em que a saturação chega a níveis abaixo de 90%, isso pode significar a presença de algum problema mais grave e que possa estar afetando a oxigenação do corpo. Então, é importante estar atento.
Existem algumas diferenças entre o oxímetro de dedo e o de pulso, por isso, é importante que você as conheça!
O oxímetro de dedo é mais utilizado para pacientes e pessoas saudáveis que desejam acompanhar a saturação do oxigênio em casa ou em alguma de suas atividades físicas. É um aparelho portátil, que funciona à base de pilhas e pode ser utilizado onde quer que a pessoa esteja, uma vez que não há presença de fios. Nele, o indivíduo pode verificar qual é sua saturação, bem como analisar os batimentos cardíacos.
Quem o utiliza tem a capacidade de entender como está o corpo naquele momento em específico, mas o aparelho não registra dados para que possa avaliar alguma progressão ou até mesmo verificar se há queda ao longo do dia, por exemplo. O tamanho é pequeno, o que facilita consideravelmente para que as pessoas possam transportá-lo, além de o resultado aparecer sem grandes dificuldades para interpretá-lo.
Sendo assim, entre as principais vantagens desse tipo de equipamento, estão:
Já o oxímetro de pulso é um modelo mais completo, indicado principalmente para unidades de saúde que desejam acompanhar a evolução do paciente e também para tomar decisões importantes em relação ao tratamento. Entre as principais características do equipamento, pode-se destacar o fato de que há monitoramento contínuo e armazenagem de dados, além da capacidade de transportar essas informações para um computador.
Ele conta, ainda, com alarmes em LED para períodos em que houver baixa saturação do paciente ou carga de bateria baixa, de modo que o profissional possa ter um controle maior sobre esse tipo de análise.
A maioria dos oxímetros apresentam uma margem de leitura de 2% acima ou 2% abaixo do resultado saturação. Por exemplo, se ao fazer a medição o valor encontrado for 96%, ele pode ser de fato entre 94% e 98%.
Existem alguns fatores que podem fazer com que o aparelho seja menos acurado, como erros ao realizar a medição, uso de esmaltes, níveis muito baixos de saturação de oxigênio, entre outros.
O PM-60 é um dos tipos de oxímetros mais recomendados do mercado. Por meio dele, o profissional tem a capacidade de fazer tanto uma verificação pontual da saturação de oxigênio, quanto o monitoramento frequente do paciente, conforme explicado mais acima.
Entre os principais benefícios desse item, estão a possibilidade de realizar verificação pontual, o monitoramento contínuo de SpO2 e a frequência de pulso, além de ser de pequeno porte e você poder escolher os recursos e o desempenho, dependendo do modo operacional escolhido.
Para os casos em que houver verificação pontual, as funções básicas do aparelho são:
Para quando houver a necessidade de acompanhamento de longa duração, destaca-se:
Nesse sentido, o aparelho é indicado principalmente para acompanhar casos em que a saturação do oxigênio varia muito de um período para o outro, seja ele de horas, seja ele de minutos. Assim, os dados ficarão registrados e o acompanhamento será mais preciso para oferecer ao paciente mais qualidade em sua recuperação.
Deve-se destacar, ainda, o fato de que a bateria tem longa duração, chegando a suportar o armazenamento de até 96 horas contínuas de um único paciente, trazendo mais confiança para o profissional e mais credibilidade para o tratamento.
Para assegurar a eficácia dos resultados, é importante contar com um equipamento de qualidade. Por esse motivo, existem alguns critérios que devem ser observados no momento de escolher o oxímetro mais adequado para você.
O primeiro fator que deve ser levado em consideração ao comprar o equipamento é a finalidade ao utilizá-lo. Por exemplo, um profissional da área saúde deve escolher um item com maior confiança, precisão e durabilidade. No caso de ser um paciente e tiver que usar o oxímetro em casa, é preciso estar atento à recomendação do médico.
Também é necessário averiguar se o aparelho tem a certificação da Anvisa, tendo em vista que esse selo indica que especialistas no assunto o reconheceram como adequado para uso. Além disso, entre outros pontos que devem ser observados, estão:
Apesar de todos esses ganhos, deve-se estar sempre atento quanto às precauções para o uso do oxímetro, como, por exemplo, a necessidade de verificar se a circulação do paciente também está em boas condições.
É preciso, ainda, ficar por dentro das aferições imprecisas do oxímetro — especialmente caso seja utilizado o de dedo (esmaltes ou unhas postiças, por exemplo, podem modificar os resultados) —, estar em repouso depois de ter respirado calmamente e ficar sem conversar por um certo tempo.
Outros cuidados que podem ser aplicados são: aquecer as mãos, observar a leitura com atenção, realizar várias medições no decorrer do dia, se for o caso, com o intuito de identificar a tendência da oxigenação, considerar valores associados a um valor de alerta, entre outros.
Por fim, é importante que a oxigenação não seja medida em locais que apresentem muita luminosidade, tendo em vista que o oxímetro funciona a base de raios infravermelhos, e isso pode afetar a precisão do valor encontrado.
Neste conteúdo, você pôde verificar o que é o oxímetro, quais as diferenças existentes entre o oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo, além de entender seu funcionamento. Em um contexto tão desafiador, o ideal é utilizar equipamentos como aliados para o tratamento da COVID-19, de modo que a garantir o sucesso da recuperação dos pacientes.
Para conhecer um pouco mais sobre o oxímetro PM-60, é só entrar em contato com a gente, conferir as principais características e esclarecer suas dúvidas!
