
Os equipamentos médico-hospitalares são desenvolvidos para trazer mais segurança ao paciente e garantir resultados melhores nos tratamentos.
Além disso, as tecnologias avançam também no sentido de trazer mais praticidade e precisão para o trabalho dos profissionais de saúde. Nesse cenário, temos os diferentes tipos de bomba de infusão hospitalar.
Esses aparelhos são indispensáveis em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), ambulatórios, enfermarias, casas de repouso e até no uso doméstico.
Eles têm como objetivo fornecer medicamentos e nutrientes ao corpo do paciente em quantidade controlada, como drogas vasoativas, analgésicas, insulina, quimioterápicos, sedações contínuas, nutrição parental, entre outros fluidos.
Conheça mais detalhes da bomba de infusão neste conteúdo e os nossos modelos disponíveis!
A bomba de infusão hospitalar é de suma importância na administração controlada e precisa de fluidos, medicamentos e nutrientes para pacientes em ambientes hospitalares.
Conheça outros motivos que a tornam indispensável nas UTIs:
As tecnologias avançaram e com elas vieram melhorias, praticidade e precisão, tudo para proporcionar um trabalho seguro aos profissionais de saúde.
Com este avanço, as bombas de infusão de alta tecnologia da Mindray não ficaram de fora e a nova geração destes equipamentos agregam tecnologia em favor da infusão segura através dos seus modelos de bomba de infusão, como: Bomba de Infusão Volumétrica, Bomba de Seringa, Bomba de Seringa Alvo Controlada (TCI) ou PCA (analgesia controlada pelo paciente).
As bombas de última geração estão vindo com a tela sensível ao toque totalmente capacitivas, além de terem conectividade com outros equipamentos da Mindray. A utilização deste tipo de tela, capacitiva, permite aos usuários interagir diretamente com uma interface digital por meio do toque suave na superfície da tela.
Em vez de depender de dispositivos de entrada tradicionais, como teclados, mouses, botões em geral, os usuários podem controlar e manipular o conteúdo exibido na tela tocando-a com as pontas dos dedos.
Aliás, um ponto fundamental da tela capacitiva das bombas é que depende do toque e não do calor da pele. Assim, a tela é muito mais rápida e responsiva na hora de utilizar as bombas da Mindray com luvas. O profissional agradece.
Existem diversos tipos de bombas de infusão hospitalar disponíveis no mercado, cada uma projetada para atender a necessidades específicas. Aqui estão alguns dos principais tipos:
Este tipo de bomba é projetado para administrar fluidos em uma taxa específica ao longo do tempo, garantindo uma entrega precisa de volumes predeterminados. São comumente utilizadas para infusões de soluções salinas, medicamentos e nutrientes.
Em vez de usar um recipiente de fluido, a bomba de infusão de seringa utiliza uma seringa para administrar medicamentos ou soluções de forma controlada. Esse tipo de bomba é frequentemente utilizado em situações em que a administração de pequenos volumes com precisão é crucial.
Esta bomba é dotada de modelos farmacocinéticos para o Propofol, Remifentanil, Sulfentanil e Alfentanil.
Estes modelos propiciam uma anestesia controlada de hipnóticos e opióides concomitantemente. A conclusão mais importante, no entanto, refere-se à economia à medida que os fármacos utilizados nessas bombas não ficarão restritos apenas a uma empresa farmacêutica, a exemplo do que ocorreu com o Propofol.
Hoje já se dispõe de equipamentos para utilização de Propofol e Opioides, em IAC, que aceitam qualquer apresentação farmacêutica com a vantagem da possibilidade de alteração da concentração do fármaco na seringa, de acordo com a diluição desejada.
A indução, a manutenção e o despertar do paciente é muito mais seguro para o médico e para o próprio paciente.
Projetada para o controle da dor, a bomba PCA permite que os pacientes administrem doses autônomas de analgésicos mediante prescrição médica. Isso proporciona maior controle sobre o alívio da dor, especialmente após procedimentos cirúrgicos.
A bomba de infusão hospitalar pode ser utilizada para administrar uma variedade de medicamentos, dependendo das necessidades específicas do paciente e do tratamento prescrito.
Alguns exemplos comuns de medicamentos administrados por meio dessas bombas incluem:
Esses são apenas alguns exemplos, e a lista de medicamentos administrados por bombas de infusão pode variar amplamente, dependendo das necessidades do paciente e do plano de tratamento estabelecido pelos profissionais de saúde.
A administração controlada desses medicamentos é fundamental para garantir a eficácia do tratamento e a segurança do paciente.
A Medicalway é referência em equipamentos médicos hospitalares, pois trabalha com as melhores marcas e tecnologias, e oferece um suporte pós-venda diferenciado.
Em nosso portfólio, você encontra dois modelos de bomba de infusão:
(Bomba de Infusão/Seringa – Mindray): o BeneFusion série 3 apresenta um conceito fácil de usar, que simplifica o fluxo de trabalho de infusão e satisfaz diversas necessidades clínicas, além de contribuir para práticas clínicas sem preocupações.
(Bomba de Infusão/Seringa – Mindray): design intuitivo, tela 3.5″ colorida que fornece multi-informações em uma página, sistema de gestão de oclusão inteligente, função de arranque rápido para medicação eficaz na hora e até seis modos de infusão.
A interoperabilidade refere-se à capacidade dos sistemas de tecnologia da informação em saúde se comunicarem com os equipamentos conectáveis, trocando entre eles as informações de maneira segura e eficiente.
Nesse sentido, não se trata apenas da troca de dados, mas sim na garantia da integridade durante todo o processo, com o intuito de promover um intercâmbio de informações seguras e eficientes dos dados dos pacientes.
Pensando neste novo mundo tecnológico, a Mindray propiciou que as suas interfaces permitissem o processo de implantação rápida e que gerenciam o mapeamento de dados, tornando-os acessíveis de forma padronizada e segura.
Ou seja, as bombas de infusão da Mindray permitem a integração de dados com os sistemas dos Hospitais, para que todo o balanço hídrico infundido no paciente seja transmitido automaticamente para o prontuário eletrônico deste, graças ao intercâmbio entre a bomba e o sistema do hospital.
Com isto, a taxa de erro de informação de dados cai a zero, visto que não depende de alguém anotar estes dados. O bom disto tudo é que torna todo o processo rastreável e o relatório 100% confiável.
Outro ponto fundamental utilizado nas bombas da Mindray quando conectadas ao sistema do hospital ou a uma central de monitoramento é que além do relatório do balanço hídrico o processo em si sobe para outro patamar, pois com a conectividade é possível ir muito além, como: monitorar a infusão de qualquer lugar, gerenciar alarmes de todos os níveis, controlar equipamentos e realizar manutenções preventivas e atualizar o software das bombas, tanto intra como extra hospitalar.
É possível, ainda, ver a confiabilidade de todo o processo de infusão quando as bombas da Mindray estão interligadas com centrais de monitoramento e com o sistema da instituição.
Outra possível integração das bombas da Mindray é a conectividade entre vários equipamentos de sua marca, como: monitores e ventiladores. Para esta integração utiliza-se uma Central de Monitoramento híbrida, onde é possível visualizar todos os equipamentos e dados do paciente em uma única tela.
A Mindray é uma empresa global especializada no desenvolvimento, na fabricação e na comercialização de equipamentos médicos. Fundada em 1991 na China, temos nos destacado como uma das principais fornecedoras de soluções de diagnóstico por imagem, monitoramento de pacientes e equipamentos médicos em geral.
Atendemos a padrões internacionais de qualidade e a regulamentações para garantir a segurança e eficácia dos nossos produtos. Além disso, a Mindray investe em pesquisa e desenvolvimento para inovar continuamente e atender às crescentes demandas e expectativas do setor de saúde.
Além disso, somos uma das maiores representantes dos produtos Mindray, trabalhamos com os melhores fornecedores mundiais.
Quer conhecer melhor nossos produtos? É só entrar em contato com a nossa equipe para receber todos os esclarecimentos!
A pandemia do novo coronavírus trouxe alguns alertas à população e preocupações para os centros de saúde no quesito equipamentos respiratórios. Os filtros respiratórios são uma tecnologia recente na medicina e muito útil para casos de insuficiência respiratória, inclusive a que a Covid-19 provoca.
Um desses artifícios é o HME (Heat and Moisture Exchanger), que nada mais é do que um trocador de calor e umidade colocado entre o tubo endotraqueal/traqueostomia e o conector do circuito do ventilador, capaz de aquecer e umidificar o gás inspirado.
Neste post, você conhecerá mais sobre o filtro HME, sua importância e as categorias existentes. Acompanhe.
Estamos vivendo tempos difíceis com a disseminação de um vírus altamente contagioso e com grande poder sobre nossos pulmões. Muitos casos de internação em unidade de terapia intensiva seguidas de intubação utilizam esse tipo de filtro, auxiliando o paciente a manter a respiração aquecida e com o nível de umidade adequado. Eles ajudam a reduzir o muco e a tosse, um dos sintomas atenuantes da Covid-19.
Ele também pode ser usado em anestesias, ventilação assistida ou cirurgias em que os pacientes não conseguem manter a habilidade de filtrar e umidificar o ar respirado. Além disso, são muito importantes na proteção contra contaminações microbianas entre as máquinas e os pacientes, por conta da ação da membrana eletrostática que impede a passagem de vírus e bactérias que podem levar ao óbito.
Agora que você sabe o que é filtro HME e entende sua importância e como funciona, é essencial conhecer os tipos que existem. De acordo com a literatura médica mundial, esses filtros são agrupados em três categorias. Conheça-as agora.
Possuem propriedades de produção de umidade e calor, que bloqueiam a ação microbiológica exercida pelas membranas eletrostáticas. Recebe a nomenclatura HMEF por alguns autores, que significa trocador de calor e umidade com poder de filtração.
Atuam como barreira, possuem alta eficiência de filtração, mas com poder menor de produção de umidificação e aquecimento. Ele possui pregas que impedem a passagem da água para o meio externo.
Não possuem propriedades de filtração antimicrobiana, apenas realizam troca de calor e umidade. Quando o paciente exala ar quente e úmido, o filtro coleta essa umidade e o calor e devolve quando o indivíduo inala.
O HME age de forma parecida com nossas vias respiratórias superiores e assim retém a umidade e o calor do ar expirado através da membrana higroscópica, impedindo a perda de ambos. Depois disso, são liberados e aquecem e umidificam os gases inspirados pelo paciente.
Você pode aprender um pouco mais sobre o uso desses equipamentos aqui na Medicalway. Basta ficar de olho em nossas publicações. Esse filtro é encontrado aqui com os melhores preços do mercado e com as recomendações e explicações necessárias para o uso.
Tem interesse e quer saber mais sobre o filtro HME? Então, entre em contato conosco. Um de nossos especialistas o atenderá e tirará suas dúvidas.
Negligenciar a etapa de conservação do equipamento de ultrassom pode trazer inúmeras consequências. Entre elas, lentidão, falha na comunicação com a rede ou impressora e muitos outros problemas que comprometem a satisfação do paciente.
Diante disso, é fundamental que a gestão hospitalar seja capaz de evitar essa situação. Assim, é possível oferecer um atendimento de qualidade, diagnóstico preciso e elevar a credibilidade da instituição de saúde.
A partir desse contexto, quer saber como garantir a conservação do equipamento de ultrassom? Listamos algumas informações essenciais sobre o assunto que podem ajudar. Acompanhe!
A limpeza é uma das etapas primordiais para conservação do equipamento de ultrassom. No entanto, não basta garantir esse procedimento, é preciso que ele ocorra da maneira correta para evitar danos ao aparelho.
Assim, efetue essa etapa com um pano úmido com sabão neutro e água para higienizar o gabinete. O painel de controle e o teclado devem ser limpos com um pano umedecido em água, sem precisar da intervenção de algum produto.
Outro cuidado a ser tomado é não abrir esses itens para limpeza, o que poderia levar à entrada de gel e ao dano à parte interna. Então, caso haja muita poeira, contar com um aspirador de pó pode ser o suficiente.
Enquanto isso, a higienização dos transdutores precisa ocorrer com um pano úmido, com água ou papel toalha a cada finalização do exame. Utilizar produtos nesse processo pode prejudicar a película de cristais.
O equipamento ultrassom deve permanecer em uma temperatura adequada para garantir o adequado funcionamento. Assim, o recomendado é que ela se mantenha entre 18°C e 22°C quando estiver ligada.
Utilizar uma temperatura superior à mencionada ou até mesmo ignorar o uso do ar-condicionado enquanto usa o equipamento ultrassom pode superaquecer as placas.
Isso porque o aparelho por si só gera um aquecimento no ambiente enquanto está ligado. Logo, a soma disso com a alta temperatura externa tende a ocasionar falhas no funcionamento.
A manutenção periódica do aparelho atua para otimizar o fluxo operacional dos procedimentos clínicos e elevar a segurança. Com relação a isso, existe a manutenção preventiva, voltada para quando o aparelho ainda não apresenta defeitos.
E ainda, existe a manutenção corretiva, quando o equipamento já se danificou e é necessário realizar algum reparo. Seja qual for o caso, é preciso contar com fornecedores adequados para garantir a manutenção de acordo com o fabricante.
Ao deixar a manutenção a cargo de uma empresa especializada, é possível realizar testes de envelhecimento, controle de qualidade e demais procedimentos que elevam a confiabilidade do serviço.
Então, conseguiu entender algumas das principais dicas relacionadas à conservação do equipamento de ultrassom? É fundamental colocá-las em prática para que a instituição de saúde faça um atendimento mais seguro e eficiente. Tudo isso evita riscos no tratamento e diagnóstico, além de elevar a vantagem competitiva da clínica.
Diante disso, saiba que nós da Medicalway oferecemos assistência técnica para manutenção de equipamentos hospitalares. Entre em contato conosco e saiba mais!
Graças à tecnologia, a medicina diagnóstica tem conquistado grandes avanços. Um deles é o exame de densitometria óssea, que, de maneira simples e rápida, é capaz de detectar a osteopenia e a osteoporose.
A grande vantagem é que, com a densitometria óssea, a perda mineral pode ser detectada logo em seu estágio inicial, mesmo não sendo possível visualizá-la precocemente pelo exame de raio-X. Isso permite a realização do combate à osteoporose e a prevenção do risco da geração de fraturas.
Para ajudá-lo a entender melhor, preparamos um panorama completo sobre o assunto, no qual abordaremos o que é o exame de densitometria óssea, como é realizado, para quem é indicado e quais os resultados esperados. Continue a leitura e confira!
Esse é um exame importante realizado para definir a quantidade de massa óssea em locais do corpo, como fêmur, coluna lombar e outras regiões, a fim de permitir a avaliação do risco de fratura e oferecer um diagnóstico precoce de osteopenia e osteoporose. Ele é feito com o uso de um aparelho com dupla emissão de raios-X, mas com a dosagem de radiação reduzida.
O exame é indolor e simples, não sendo exigido nenhum preparo especial. A única recomendação é não usar objetos, acessórios e roupas que tenham metal, visto que isso pode interferir no resultado. No dia, o paciente é orientado a deitar em uma maca, que terá um dispositivo de imagem acima e um gerador de raios-X posicionado abaixo.
Posteriormente, é iniciado o exame utilizando a máquina densitômetro, que por meio de um detector vai irradiar e percorrer levemente a coluna e sobre o quadril, captando as imagens e projetando-as na tela de um computador. Dessa forma, em aproximadamente 10 a 30 minutos, o exame é concluído, sendo possível obter os resultados da medição da densidade óssea praticamente logo em seguida.
Mulheres a partir dos 65 anos de idade e homens acima dos 70 costumam ser orientados pelos médicos a realizarem o exame de densitometria óssea, para verificar a densidade dos ossos. Mas, há outras diversas situações em que a solicitação do exame pode ser necessária, como para monitorar uma doença já diagnosticada, especialmente para pessoas que têm osteoporose e precisam fazer o acompanhamento. Também é recomendado nos casos em que existem fatores de risco, como:
De um modo geral, no exame de densitometria óssea, é verificada a quantidade de cálcio que está presente no osso, a fim de medir a densidade mineral óssea. Também são examinadas regiões em que os ossos estão sujeitos a fraturas, como lombar e fêmur. Por fim, estabelece-se diagnóstico e avalia-se tratamento para osteoporose e osteopenia.
Há três possibilidades que são disponibilizadas no resultado do exame:
O exame de densitometria óssea é o método mais utilizado para verificar a diminuição de massa no osso. Diante disso, são utilizados equipamentos modernos e com alta tecnologia, para que a emissão da radiação seja baixa e ainda consiga diagnosticar o problema logo no início. Por isso, é importante contar com aparelhos específicos, a fim de proporcionar ao paciente o tratamento mais breve possível, evitando que a doença possa progredir.
Gostou do nosso conteúdo e quer obter os melhores equipamentos? Então entre em contato conosco agora mesmo e confira os serviços de qualidade que temos para oferecer a você!
