Conheça as 6 principais redes sociais para divulgação de médicos. Com o crescimento e a popularização das redes sociais, essas plataformas deixaram de ser apenas um espaço de interação e passaram a ser utilizadas para fins profissionais e comerciais. Isso vale também para a área de saúde, mas você sabe quais as melhores redes sociais para médicos?
A presença digital se tornou essencial na medicina, tanto para atrair novos pacientes quanto para gerar autoridade na sua área de atuação. No entanto, há que se ter atenção às questões éticas e legais regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para a prática do marketing médico.
Confira as 6 principais redes sociais para divulgação de médico, para profissionais da área divulgarem o seu trabalho e melhorarem a experiência dos seus pacientes!
Ainda que tenha perdido o posto de rede social mais utilizada pelos brasileiros, já que foi ultrapassado pelo YouTube, o Facebook ainda conta com cerca de 130 milhões de usuários no Brasil. Por isso, você não pode desconsiderá-la.
Trata-se de um canal essencial para divulgar conteúdo relevante sobre sua área de atuação, criar autoridade e engajamento tanto com novos seguidores quanto com antigos pacientes.
A vantagem da plataforma é permitir a publicação de vários formatos. Logo, é possível compartilhar artigos médicos e do seu próprio blog, notícias sobre a área de saúde, infográficos informativos, campanhas de conscientização e até vídeos com dicas e orientações para pacientes.
O ideal é manter separados o seu perfil social e uma página para assuntos profissionais, até para preservar a sua privacidade e atuar com mais profissionalismo.
Além disso, a fanpage (página institucional) oferece uma série de recursos como a criação de anúncios, inclusão de links e monitoramento de métricas, além de ser pré-requisito para transformar o seu Instagram em um perfil comercial.
Em 2019, a plataforma de vídeos ultrapassou o Facebook em número de usuários: 95% dos internautas brasileiros estão no YouTube. Os dados são do relatório Digital in 2019.
O fato é que o vídeo é um formato que vem se popularizando cada vez mais, tanto pela praticidade de consumo quanto pelos avanços tecnológicos que vÇem facilitando sua produção. Hoje, você não precisa mais de grande recursos técnicos, é possível criar conteúdo com um celular e alguns aplicativos de edição simples de usar.
De acordo com o Estadão, uma pesquisa do Google revelou que 26% dos brasileiros recorrem primeiramente ao site de busca e ao YouTube quando se deparam com um problema de saúde, antes mesmo de procurar um médico. Por isso, vale a pena investir em um canal.
A maior rede social profissional do mundo se tornou obrigatória para qualquer um que esteja no mercado de trabalho, inclusive médicos. Nela, é possível ampliar sua rede de contatos, fazer networking, entrar em grupos de discussão e publicar artigos, sendo uma ótima alternativa para quem ainda não tem um blog.
É o espaço ideal para conteúdos mais técnicos e um excelente ambiente para construir sua autoridade digital na área de atuação. Além disso, você pode disponibilizar seu currículo completo, permitindo aos pacientes conhecerem a sua formação acadêmica, assim como detalhes da sua atuação clínica e científica.
Diferente das outras redes sociais, o Twitter tem características bem específicas, como o limite de 280 caracteres por postagem e uma quantidade de recursos mais limitada. No entanto, os seus Trending Topics (assuntos mais comentados) ainda têm grande influência sobre o que é sucesso nas outras redes.
O dinamismo é a principal característica do Twitter. Por isso, a velocidade de interação é muito maior que outras redes sociais para médicos. Assim, é preciso avaliar se o seu público está presente nesse canal, mas de toda forma é importante ficar de olho no que acontece por ali.
O Instagram é a rede preferida de grandes marcas e empreendedores para se aproximar dos clientes. Seus números não param de crescer e novas ferramentas são constantemente lançadas.
Trata-se de uma rede em que o visual tem muita importância, pois são as imagens que têm maior destaque no feed. Dessa forma, é importante apostar em fotos de boa qualidade e em um design limpo, no caso de usar artes gráficas nos posts. Tenha cuidado com imagens sensíveis, como de cirurgias e doenças, já que podem ser censuradas em virtude dos termos de uso do aplicativo.
As hashtags são muito utilizadas para marcar as publicações e devem ser usadas por médicos para se posicionar e aumentar as visualização, indicando especialidade, tratamentos, procedimentos etc. Você pode ainda usar a ferramenta Stories e seus variados recursos — enquetes, perguntas, GIFs e filtros — para estreitar o relacionamento médico-paciente e gerar engajamento.
O Instagram é um ótimo caminho para humanizar o médico, mostrando bastidores da sua atuação e um pouco da sua vida privada nos Stories, que é um conteúdo temporário, saindo do ar em 24 horas.
Por fim, o WhatApp vem sendo largamente utilizado por médicos para se comunicar com pacientes, mas é preciso tomar alguns cuidados para não ter problemas com o CFM, que regulamenta a realização de consultas online de acordo com algumas regras.
Apesar disso, o aplicativo pode facilitar muito o contato, sendo usado para marcação e confirmação de consultas, esclarecimentos de dúvidas pontuais sobre o tratamento e envio de resultados de exame. Embora muito útil, o uso desse canal pode se tornar um pouco inconveniente, por isso, é importante esclarecer os pacientes sobre como você pretende usá-lo, em quais horários etc.
Além das redes sociais em que os pacientes estão presentes, existem aquelas exclusivas para médicos. Nelas, o objetivo principal não é divulgar os serviços prestados, mas aumentar a rede de relacionamento, trocar experiências e, por que não, conseguir novos pacientes por meio de indicações. Conheça algumas opções!
Com uma rede ainda pequena no Brasil, a iMeds é dedicada a médicos, professores e estudantes de medicina. Nela, você cadastra um minicurrículo e pode montar um site para divulgar seu trabalho. As ferramentas incluem discussão de casos clínicos, fóruns de debates e pasta para artigos científicos.
Criada em 2011, é a principal rede de médicos americanos, com meio milhão de usuários. O objetivo é criar uma conexão entre profissionais de saúde, incluindo enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas e outros. Além disso, é possível ter acesso a periódicos e encontrar oportunidades de trabalho.
Trata-se de uma rede social para facilitar o dia a dia do médico. Para isso, conta com funcionalidades como recursos sociais, uma rede profissional, englobando o contato com instituições de saúde, e ferramentas médicas — calculadoras, prescrição eletrônica, videoconferência etc.
Essa é a maior rede social para médicos do Brasil, com cerca de 15 mil usuários, tendo sido criada para expandir a relação entre os profissionais da área e oferecer funcionalidades úteis, como perfil profissional, banco de artigos comentados, perguntas e respostas, calculadoras e notícias.
Como vimos, quando bem escolhidas e gerenciadas, as redes sociais para médicos podem trazer notoriedade e encher sala de espera do consultório, desde que utilizadas com inteligência, ética e bom-senso.
Já que estamos falando em redes sociais, que tal seguir nossos perfis no LinkedIn, Facebook e Instagram?
Você já deve ter ouvido falar nos termos “hospital digital”, não é mesmo? Mas você sabe o que isso realmente quer dizer? Será isso uma tendência ou uma realidade já vivenciada em instituições de saúde?
Bom, considerando que a tecnologia avança de maneira acelerada no setor, sistemas de digitalização e informatização se fazem cada vez mais presentes e, o mais importante: operam de forma integrada. Afinal, todos os dados gerados na instituição devem ser analisados com o apoio da inteligência artificial, para promover uma medicina mais preditiva e eficiente.
Nesse cenário, então, como o hospital digital funciona? É o que veremos a seguir! Continue acompanhando e se surpreenda com os benefícios, características e expectativas para o futuro da saúde.
Basicamente, esse hospital se difere dos demais devido à sua implementação intensa de práticas que se baseiam na tecnologia da informação (TI). Logo, para que seja 100% digital, ele não deve utilizar papel, e toda a submissão e troca de dados deve ser realizada de maneira digital.
Quando imagina um hospital tradicional, você pensa em prontuários físicos destinados a cada paciente, documentos e resultados de exames impressos? E a gestão de cadastro individual, que não se interliga com o estoque e o método de faturamento? Pois bem, em um hospital digital, existe uma integração total entre os sistemas interno e externo.
Assim, níveis altos de tecnologia da informação clínica e mecanismos de segurança promovem cuidados médicos com muito mais eficiência operacional e qualidade de atendimento.
A Healthcare Information and Management System Society (HIMMS) estabelece critérios e sete níveis que classificam esse processo de informatização dos hospitais, de acordo com a inserção de certas soluções. Dependendo de alguns sistemas já implementados, a instituição pode iniciar na classificação um, em que as informações do paciente e das principais atividades de administração são digitalizadas.
A partir disso, o hospital vai evoluindo até o nível seis — em que existe uma interoperabilidade interna, ou seja, todo e qualquer sistema interno é integrado — ou o sete, que abrange a condição de interoperabilidade externa. Em outras palavras, a instituição consegue se comunicar com outros parceiros (como laboratórios, fornecedores e operadoras) sem a utilização de papel.
O hospital digital que atinge o nível sete compartilha absolutamente todas as informações entre os setores. Assim, emergência, ambulatórios blocos cirúrgicos conversam e se atualizam em tempo real, além de alimentarem dados que geram relatórios com análises de atendimento e do serviço prestado.
Alguns exemplos de ferramentas que promovem essa extinção do uso do papel são os softwares de gestão hospitalar, os sistemas de armazenamento e o compartilhamento de imagens e exames, bem como prontuários eletrônicos integrados.
Como primeiro passo, os gestores devem traçar planos e metas de acordo com o nível de digitalização que pretendem alcançar — e, claro, que a estrutura do hospital consegue comportar. Então, devem solicitar uma avaliação prévia, que pode ser realizada por consultorias parceiras da HIMSS.
Depois que a situação é analisada, inicia-se o projeto de digitalização com o apoio de estudos da infraestrutura de tecnologia da informação. Para suportar a troca intensa e massiva de informações, redes e equipamentos de qualidade devem ser obtidos. Dependendo do nível em que o hospital já está classificado, ações como a implementação de prontuários eletrônicos, sistemas de certificação digital, controle do fluxo de medicamentos e checagem eletrônica à beira-leito também são adotadas.
Considerando os avanços tecnológicos que constituem a informatização, não é difícil perceber que os seus benefícios também são inúmeros, certo? Eles abrangem aspectos que proporcionam desde uma maior segurança para os pacientes até a própria redução de custos. Vejamos, a seguir, os principais deles!
Quando o corpo clínico recebe alertas em tempo real, as intervenções são realizadas com mais precisão. Isso porque o acesso integrado às informações permite que elas sejam obtidas no prontuário e analisadas nos monitores de sinais vitais, otimizando qualquer procedimento de urgência.
É possível reduzir gastos, por exemplo, com cirurgias canceladas de última hora. Com a digitalização, a rotatividade é analisada todo o tempo, o que diminui a ocorrência de centros cirúrgicos parados.
Nesse contexto, o retorno financeiro da instituição também é bastante relevante, uma vez que, além de economizar papel e gastos com transações burocráticas, o tempo de estadia do paciente também diminui.
Esse é outro ponto fundamental entre as vantagens: como todos os processos são circuitos fechados, operações como a prescrição e liberação de medicamentos são checados pela inteligência do sistema. Não é nenhuma surpresa, inclusive, o fato de que em um hospital digital os erros médicos são reduzidos significativamente.
Você sabia que quanto mais o perfil dos pacientes é conhecido pela instituição, mais fácil é fazer campanhas efetivas e oferecer serviços que, realmente, atendem o seu público? Além disso, aspectos como a sazonalidade e outros períodos de sobrecarga no atendimento ambulatorial ficam mais previsíveis, permitindo que o hospital tome ações para suprir essa demanda de antemão.
O processo para obter a certificação como hospital digital é complexo e pode durar alguns anos. No entanto, essa é uma tendência que, certamente, ainda será bastante explorada — principalmente se a instituição adotar tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Big Data e telemedicina.
Hoje, no Brasil, existem três hospitais de nível sete (Hospital Unimed Recife III, Hospital Márcio Cunha de Ipatinga e Unimed Volta Redonda), mas as expectativas de implementação para o futuro próximo são bem positivas. Até porque esse é um ponto de partida para inovações e benefícios que a medicina do futuro consegue promover.
É imprescindível ressaltar, por fim, que de nada adianta implementar sistemas tecnológicos e informatizados se a cultura interna dos colaboradores não acompanhar esse processo. O hospital digital exige mudanças importantes nesse sentido, e é preciso existir uma sinergia com a revolução digital na saúde para que os seus benefícios sejam realmente obtidos.
Gostou de aprofundar seus conhecimentos sobre os conceitos e expectativas do hospital digital? Nós produzimos constantemente conteúdos sobre avanços tecnológicos na área médica, então, siga nossas as redes sociais para ficar por dentro das próximas atualizações! Estamos no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.
A inovação tecnológica já está presente no dia a dia de médicos e pacientes. Softwares e aplicativos médicos, agendas on-line e prontuários eletrônicos, por exemplo, facilitam cada vez mais a gestão de clínicas e otimizam o seu atendimento. Mas os avanços não param por aí, pois a tecnologia em cirurgias também já é realidade.
Entre as novidades em uso atualmente está a cirurgia robótica assistida, além de outras em pleno desenvolvimento, como a produção de órgãos artificiais. Com tudo isso, a verdade é que os benefícios dessa alta tecnologia aplicada à saúde prometem revolucionar a medicina.
Quer saber mais sobre como essa revolução acontece? Então, continue lendo este post para conferir as principais novidades em cirurgia e os maiores benefícios que elas trazem para profissionais e pacientes!
Não é de hoje que a tecnologia vem sendo aplicada à medicina. A invenção do aparelho de raio-X, por exemplo, foi um grande marco na medicina diagnóstica — e, de lá para cá, as suas evoluções (como a ressonância magnética e a tomografia) continuam aprimorando os resultados e trazendo cada vez mais benefícios para a área da saúde.
O mesmo acontece no campo da comunicação. Desde o telégrafo até a internet, podemos citar a possibilidade de enviar exames e trocar informações entre médicos, bem como, mais recentemente, a saúde digital ou e-saúde (a reunião de dados sobre pacientes, medicamentos e patologias, podendo ser integrados com softwares e dispositivos).
Tamanha evolução possibilitou diversos estudos e pesquisas mais aprofundadas, aumentou a expectativa de vida e permitiu que condições que, antes, representavam risco de vida (como simples fraturas, por exemplo,) sejam hoje tratadas com técnicas minimamente invasivas.
Além disso, os próprios avanços da computação e da internet têm alcançado patamares inimagináveis, com a robótica, a edição genética, a nutrigenômica, a tecnologia 3D, entre outras. Equipamentos médicos mais modernos permitem diagnósticos cada vez mais precoces, e até portáteis, enquanto a telemedicina vem ampliando o acesso a exames, graças à emissão de laudos a distância e à redução de custos.
Essa união da internet e do móbile também garante mais autonomia ao paciente sobre sua própria saúde. O uso de dispositivos vestíveis (os wearables), por exemplo, promete ajudar os médicos no monitoramento e controle de seus pacientes, levando a medicina para fora dos hospitais e consultórios, para o dia a dia das pessoas.
Bom, com o surgimento de tantas possibilidades, era de se esperar que a inovação chegasse também à mesa de cirurgia — o que, de fato, não demorou a acontecer. Vejamos, então, quais são os principais avanços nessa área!
Inicialmente utilizadas pelos militares, em virtude da necessidade de atendimento a distância, as cirurgias robóticas já chegaram aos hospitais, inclusive os brasileiros. Embora ainda tenham um alto custo, seus benefícios são enormes, e com o avanço tecnológico, tendem a se tornar mais acessíveis em um futuro próximo.
Atualmente, a precisão dos braços robóticos já é superior à de um médico profissional, que agora participa da cirurgia manipulando essa máquina por meio de um console. Tamanha precisão garante intervenções minimamente invasivas e com resultados cada vez melhores.
Tendência em diversos setores, a nanotecnologia também está presente na área da saúde. Estudos recentes analisam a possibilidade de utilização de nanorrobôs no combate a células cancerosas, em ratos, com resultados promissores.
Além disso, a promessa é de que nanomáquinas podem ser utilizadas também no auxílio de cirurgias, na liberação de medicamentos direto na corrente sanguínea do paciente, entre outras aplicações.
Embora longe dos holofotes, os diversos equipamentos utilizados em uma cirurgia — como mesas cirúrgicas, monitores, mobiliário, focos cirúrgicos, aparelhos de anestesia etc. — também vêm se modernizando. Esse uso da alta tecnologia garante mais segurança e eficiência aos procedimentos, permite que o médico trabalhe com mais rapidez e aumenta a produtividade do hospital, como um todo.
A tecnologia de impressão 3D permite hoje a criação de objetos e até órgãos artificiais, técnica que pode ser a solução para as filas de transplantes, por exemplo, além de vir sendo utilizada para aprimorar a preparação para cirurgias.
Um estudo realizado na Faculdade de Ciências Médicas de São Paulo, por exemplo, utiliza o ultrassom para reproduzir um modelo exato do coração do paciente no momento da sístole. Com isso, o cirurgião pode estudar minuciosamente os detalhes da região que apresentou problemas na contração e realizar a cirurgia para o tratamento de aneurismas do ventrículo esquerdo, no órgão real, melhor preparado.
Já no campo da transplantologia, os órgãos artificiais podem ser projetados especificamente para cada paciente, considerando suas características anatômicas e de tamanho, por exemplo.
A tecnologia também vem impactando a criação de próteses utilizadas em cirurgias, como é o caso dos stents cardíacos. Trata-se de pequenas peças metálicas, inseridas por meio de uma angioplastia, usadas para alargar as veias no tratamento de obstruções de grau menos elevado.
Essas peças ficam no coração dos pacientes para o resto de suas vidas, e, como um corpo estranho, podem lhes causar alguns efeitos, inclusive rejeição. Já as versões biodegradáveis, produzidas com outro tipo de material, são reabsorvidas pelo corpo após cumprirem o seu papel.
Os benefícios da tecnologia na medicina são mesmo incontáveis. Dos grandes feitos, como a possibilidade de cura de doenças como câncer e o fim da fila de transplantes, à otimização da rotina em hospitais e clínicas, com a melhoria no atendimento aos pacientes, maior eficiência, padronização de processos, redução do tempo de recuperação, diminuição da dor, entre outras. Podemos citar:
Enfim, não há dúvidas de que o futuro da medicina está intimamente ligado à evolução tecnológica. Da telemedicina à tecnologia em cirurgias, podemos ver que as novidades são promissoras e prometem ampliar o acesso à saúde e a melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Agora que você já conhece as principais inovações tecnológicas em cirurgia, aproveite para entrar em contato conosco e conheça nossos produtos e equipamentos!
A empresa IBM (International Business Machines) é uma das maiores gigantes do mundo no âmbito da inteligência artificial e apresenta como uma de suas tecnologias o programa Watson Health.
Com foco na análise de dados do setor da saúde, a plataforma tem capacidade de entregar informações precisas, seguras e massivas para diversas instituições, profissionais e pacientes.
Considerando que a era da Transformação Digital em que estamos inseridos se aproxima cada vez mais de serviços que sejam personalizados com foco no cuidado preventivo, a integração de tais informações são excelentes recursos para esse tipo de assistência à saúde.
Quer entender melhor como funciona o Watson Health? Então, não perca este conteúdo que elaboramos. Você saberá como ele atua, quais são seus objetivos e subdivisões, além de compreender seus maiores benefícios. Aproveite a leitura!
Pois bem, primeiro precisamos dar um passo atrás na concepção da tecnologia desenvolvida pela IBM para entendermos efetivamente o que é a ferramenta Watson.
Ela foi criada para fornecer suporte na aplicação de programação cognitiva, principalmente em quantidades massivas de dados.
E o que é, afinal, programação cognitiva? O termo significa que o sistema aprende enquanto opera. Assim, consegue interagir com pessoas e auxiliá-las nas melhores tomadas de decisão.
O Watson da IBM é, portanto, um conjunto de APIs (interfaces que permitem a troca de informações entre sistemas), e o Watson Health é uma dessas interfaces, se configurando como uma das especialidades do serviço.
Simples, não é mesmo? Resumidamente, o objetivo é agrupar o máximo de informações sobre a saúde de pessoas ao redor do mundo para otimizar o trabalho de profissionais da saúde e players desse ecossistema.
O Watson Health foi lançado em 2015, e a primeira versão foi destinada a instituições hospitalares. Já em 2016, começou a ser oferecido em consultórios e clínicas do Brasil.
Desde o seu início, o objetivo foi promover a inovação para abordar a complexidade dos desafios de saúde que demandam urgência a nível mundial. Sendo assim, por meio da inteligência artificial, a plataforma sempre buscou colher dados e insights na área da saúde para serem utilizados em diversas instituições.
Compreendeu a relevância do Watson Health, mas ainda tem dúvidas de como a ferramenta funciona na prática? Vamos evidenciar um exemplo para que você entenda melhor.
Considerando que é possível criar as próprias programações cognitivas na plataforma, empresas, por exemplo, da área de diagnósticos, podem se beneficiar da tecnologia.
Com o auxílio da inteligência artificial, informações genéticas dos pacientes são cruzadas com estudos científicos e artigos de todo o mundo. Dessa maneira, uma relação é estabelecida com diferentes tipos de tumores, e o algoritmo proporciona um resultado destrinchado para o médico.
Ainda, o profissional consegue analisar o manejo do tratamento mais adequado, elencando as melhores terapias e medicações de acordo com o diagnóstico.
O Watson Health é, por vezes, considerado como o “Google dos médicos”. E existem subdivisões para diferentes especialidades. Veja.
O Watson Oncology é uma das áreas mais consultadas da plataforma e tem o objetivo de aprimorar o tratamento contra o câncer centrado no paciente. As metodologias e manejos para dor revelados são cada vez mais personalizados e, consequentemente, mais precisos.
Essa especialidade tem o intuito de acelerar terapias direcionadas para que elas atuem de maneira mais eficaz. Em outras palavras, é considerada a premissa de que estudos clínicos devem falhar rápido para os recursos destinados à área da saúde sejam gastos de maneira mais racional e ágil.
Reduzir gastos e entregar qualidade. Tais aspectos são pontos-chave para qualquer cuidado na área da saúde, certo? Para tanto, passos devem ser dados para promover tanto o sistema em que estamos inseridos quanto as questões operacionais e financeiras do cenário global.
Aprimorar o valor agregado na saúde envolve promover serviços sociais e iniciativas para auxiliar a qualidade de vida de cidadãos mais vulneráveis. Essa segmentação potencializa programas governamentais e faz muito sentido, principalmente para países em desenvolvimento como o Brasil.
Diante de todas as particularidades que demonstramos neste conteúdo, não é difícil notar os benefícios providos pela plataforma de inteligência artificial, não é mesmo?
As vantagens abrangem desde o auxílio em tomadas de decisão (que são orientadas por análises de dados) até o auxílio a provedores de saúde e equipes de cuidado assistencial para trabalharem de maneira integrada e mais efetiva.
Afinal de contas, quando os médicos conseguem ter acesso ao histórico completo de seus pacientes, complicações indesejadas e gastos com saúde podem ser drasticamente reduzidos. Ademais, a maior precisão de diagnósticos tem o potencial de gerar economia para o sistema de saúde.
Uma das principais visões que a empresa IBM tem e faz questão de evidenciar em suas divulgações é o fato de que acompanhar a proliferação diária de dados relacionados à saúde é humanamente impossível.
Assim, ao criar um ecossistema conectado, é possível fomentar esse setor tão complexo e multidisciplinar de forma integral, aproveitando a expertise dos dados e agregando valor ao que é compartilhado.
E então, ficou com curiosidade para conhecer melhor o Watson Health? As perspectivas de uma maior abrangência da inteligência artificial no Brasil são positivas, considerando a cultura do país e particularidades desse mercado.
No entanto, é fundamental promover a digitalização das informações. Milhares de dados deixam de ser compilados e analisados quando estão em formato de papel ou sistemas arcaicos como no Brasil.
Viu como a informatização e o gerenciamento de dados do Watson Health conseguem aprimorar serviços centrados no paciente? Seja para resolver, simplificar, cuidar ou curar: o essencial é que as inovações fomentem a economia e produtividade do setor de saúde.
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