Saiba como comprar produtos hospitalares online com segurança

Saiba como comprar produtos hospitalares online com segurança. Com o avanço da tecnologia e o uso da internet cada vez mais frequente, comprar produtos hospitalares online se tornou uma facilidade para os gestores de hospitais, clínicas, consultores e demais unidades de saúde. No entanto, é muito importante estar atento a alguns pontos para realizar uma compra segura e evitar que certos problemas possam afetar a sua experiência de aquisição por meio do ambiente digital.

Mas você sabe quais cuidados precisam ser implementados nesse momento? Então, veja as dicas que preparamos para você!

Verifique se o site do fornecedor é seguro

Até as pessoas mais experientes em fazer compras online estão submetidas aos riscos e serem vítimas de fraude. Afinal, páginas que sofreram algum tipo de ataque de hackers são bem comuns. Para evitar que isso aconteça, você pode se atentar a alguns pontos:

  • verifique se na barra de endereço do site existe um cadeado antes do endereço eletrônico;
  • veja se o endereço da página apresenta um “s” após o “http://” comum na barra de endereços.

Caso essas características não sejam encontradas, evite comprar os produtos hospitalares nesses sites.

Confira se a empresa tem uma central de atendimento

Dúvidas e imprevistos podem acontecer, por esse motivo, também é necessário averiguar se a loja virtual se mantém à disposição do cliente por meio de canais de atendimento diversificados, como contato do SAC, telefone, e-mail, endereço físico, canais de mensagens (WhatsApp, Chatbots, entre outros) e redes sociais. Você pode conferir a respeito desses dados no próprio site oficial da empresa.

Pesquise a respeito de reputação e reclamações sobre a empresa

Outra dica importante no momento de comprar produtos hospitalares online é pesquisar se existem queixas e reclamações sobre a loja. Nesse caso, você pode acessar Reclame Aqui e demais páginas de avaliações de compras, conferir os comentários no site, além de solicitar indicações de pessoas próximas ou perguntar sobre a empresa para outros clientes que solicitaram os serviços.

Observe se o site disponibiliza informações a respeito da loja

Outra questão que precisa ser verificada para realizar compras online seguras é ter a certeza de que está adquirindo produtos de uma empresa que realmente exista e que se encontra ativa no mercado.

Então, não deixe de procurar por informações relevantes, como o telefone para contanto, CNPJ, endereço físico, razão social, entre outros que você entender ser importante para que se sinta confiante e que mostre que o negócio está em funcionamento. Se mesmo após a pesquisas ainda tiver dúvidas, você pode ligar ou tentar outra forma de contato para conferir que a loja existe e que vai cumprir com os serviços contratados.

Avalie a qualidade dos produtos oferecidos

Um paciente que não funciona na hora do atendimento pode gerar sérias consequências para os pacientes, além de causar desconfiança sobre a responsabilidade do consultório e da clínica com o atendimento proposto. Sendo assim, é imprescindível verificar a qualidade e tecnologia dos produtos que serão adquiridos, marcas, certificações e se tudo está adequado conforme as requisições das normas.

Também veja o tempo pedido para realizar a entrega e se a empresa se preocupa com o processo de embalagem, com a finalidade de evitar que os equipamentos cheguem com danos, avarias ou até mesmo que ocorra um extravio. Ou seja, é preciso que todo o processo de compra até a chegada ao destino final seja eficiente.

Esses itens de qualidade podem ser comprados de forma online pela loja da Medicalway, que disponibiliza um mix amplo de produtos, como acessórios de SPO2, acessórios de ECG, PNI, entre outros equipamentos, como o oxímetro portátil e monitor fetal.

Ateste que a plataforma de pagamento é segura

Existem algumas lojas online que trabalham com plataformas financeiras secundárias. Isso também é importante, tendo em vista que essas ferramentas são mais confiáveis, já que normalmente verificam o site antes de realizar a liberação do pagamento. Em situações de fraude, é possível recuperar o valor pago de forma mais simples.

Veja se a loja virtual tem um bom pós-venda e se oferece suporte

Um equipamento hospitalar necessidade de manutenção de forma regular. Então, além de todos os requisitos relativos à compra, também é importante se preocupar com o suporte técnico oferecido pela loja.

Sendo assim, outro fator que pode ser verificado é se a empresa disponibiliza serviços de calibragem e regulação. Ter esse tipo de auxílio vai proporcionar um pouco mais de tranquilidade, principalmente por saber que a loja que vendeu o produto tem conhecimento e experiência sobre os aparelhos a serem adquiridos.

Nunca use computadores públicos para realizar esse tipo de compra

Outro ponto de atenção nesse processo e evitar de realizar compras e fornecer dados pessoais, bancários e demais em computadores de uso público. Isso porque essas máquinas podem conter vírus e gerar transtornos, por exemplo, fruto de roubo das suas informações para atividades de má-fé.

Leia as políticas de compra e privacidade do site

A maioria dos clientes não costuma verificar o que está escrito no campo de informações sobre a política de compra e privacidade da loja. No entanto, existem conteúdos essenciais nesse tópico a respeito de pagamento, garantia, trocas e devoluções, segurança de dados e demais. Por isso, não devem ser ignoradas.

Opte por senhas fortes ao realizar o cadastro

No momento de realizar o cadastro no site, opte por senhas fortes e que sejam difíceis de se decifrar. Saiba que algumas páginas salvam seus dados do cartão para as próximas comprar, e prezar pela segurança da senha é importante para manter a conta segura contra acesso de terceiros não autorizados.

Para compor uma senha segura, você pode utilizar uma diversidade de letras, símbolos e números, o que evita a vulnerabilidade. Não use palavras e informações que possam ser identificadas com facilidade, como data de nascimento, número de telefone, nome do animal de estimação etc.

Registre toda a jornada de sua compra

Caso seja possível, registre todos os passos executados durante a compra. Então, guarde os e-mails de confirmação da compra, conversas com funcionários e demais documentos gerados durante a negociação.

Agora que você já sabe os cuidados que devem ser aplicados a comprar produtos hospitalares online, não deixa de colocá-los em prática e, assim, adquirir todos os itens desejados em site seguros e que ofereçam opções de qualidade.

Quer conhecer melhor sobre os produtos oferecidos pela Medicalway? Então, acesse agora mesmo a nossa página!

Fique por dentro das nossas novidades!

    Veja também
    Saiba como identificar a via aérea difícil antes da intubação

    Saiba como identificar a via aérea difícil antes da intubação. Na intubação orotraqueal, duas situações são consideradas como via aérea difícil: a dificuldade de ventilar e a intubação difícil.

    No primeiro caso, a saturação da ventilação pulmonar não é mantida dentro dos padrões normais, nem com máscara ou oxigênio. No segundo, é preciso ter mais de três tentativas de intubação sem sucesso.

    No entanto, alguns passos podem ajudar a identificar a condição o quanto antes. Veja, a seguir, quais são eles!

    Posicione o paciente da forma correta

    Identificar a via aérea difícil depende da posição correta do paciente. Isso é indispensável mesmo em situações complexas, como a de pacientes em parada cardíaca.

    Esse posicionamento ideal é chamado de snif position. Ela é determinada quando o ângulo da mandíbula se iguala em altura com a parte superior do tórax. Assim, o tragus fica nivelado com o manúbrio esternal e há possibilidade de inclinar a cabeça para trás. É possível contar com o uso de lençóis e travesseiros para ajustar a posição.

    Estime a distância interincisivos

    A distância interincisivos é estimada entre 3 dedos, ou aproximadamente 5cm. Esse espaço significa que é possível acomodar a lâmina entre os dentes superiores e inferiores.

    Ele deve ser respeitado por questões de conforto, segurança e eficiência da intubação. O paciente que não apresenta o correto distanciamento pode ter problemas na articulação da mandíbula.

    Avalie a extensão entre cabeça e pescoço

    Outro ponto importante é a avaliação da extensão livre entre cabeça e pescoço. Ela comprova a possibilidade de assumir a posição olfativa, a mais recomendada para alinhar os eixos laríngeo, faríngeo e oral durante a intubação.

    É preciso segurar um marcador verticalmente na testa, com a cabeça e o pescoço inclinados para trás. Com o marcador no mesmo lugar, a cabeça deve ser flexionada para baixo. Assim, a distância será marcada. Em casos de suspeita de traumatismo raquimedular, essa manobra não é indicada.

    Utilize dispositivos especiais para via aérea difícil

    Alguns dispositivos são especiais para a via aérea difícil. Por exemplo, a máscara laríngea, o fibroscópio e o bougie devem ficar sempre ao alcance, para o caso de uma atitude extrema para salvar a vida do paciente.

    Em casos de falha, o kit de crico também deve estar disponível. O videolaringoscópio é outro dispositivo que, quando usado de maneira correta e pontual, ajuda na precisão da técnica. Diante da possibilidade de complicações mesmo com esse auxílio, considere chamar outro médico para averiguar a situação do paciente.

    Atente-se à protusão mandibular

    Um dos principais preditores associados a uma intubação difícil é a protusão mandibular. Ela deve apresentar mobilidade de articulação, o que atesta a possibilidade de deslocamento durante a laringoscopia.

    Quando reduzida, ela pode comprometer ainda mais a intubação. É essencial realizar o teste da mordida do lábio superior, que comprova se a protusão é adequada ou se prediz visões laringoscópicas ruins.

    Identificar a via aérea difícil corretamente pode salvar vidas. Embora seja um cenário perturbador, essas dicas podem ajudar a normalizá-lo para garantir o cuidado adequado com a saúde do paciente. Sem praticá-las, o paciente fica sem ventilação, e as consequências são catastróficas.

    Este artigo foi útil para você? Conheça mais sobre produtos e serviços que ajudam a manejar situações complexas como essa!

    LEIA MAIS
    Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma

    Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma. A sala de cirurgia é um ambiente essencial para procedimentos médicos, como você já sabe. Ela precisa contar com instrumentação correta, torre de equipamentos, carrinho de medicamentos, cesto de materiais usados e um aparato essencial: a mesa cirúrgica.

    Hoje, a tecnologia permite que ela seja muito mais moderna e flexível — o que melhora a disposição do paciente e garante uma performance ainda mais precisa por parte do profissional médico. No entanto, é preciso escolher o modelo certo para bons resultados.

    Que tal aprender um pouco mais sobre o que levar em conta nesse momento? Nosso artigo ensina tudo o que você precisa saber. Confira!

    O que é uma mesa cirúrgica?

    A mesa cirúrgica, também conhecida como mesa operatória, é utilizada para posicionar o paciente para procedimentos cirúrgicos. Ela tem um tampo, que se divide em seções.

    Dessa maneira, o paciente pode ficar sentado ou deitado. Ela ainda conta com uma base central, repleta de mecanismos que contribuem para o ajuste de altura e a inclinação do tampo.

    Existem modelos com diferentes configurações e finalidades para que a intervenção prevista seja extremamente assertiva. Mas também para que o paciente fique, na medida do possível, mais confortável e tranquilo com a situação.

    Como ela funciona?

    A mesa cirúrgica funciona por meio de um sistema de acionamento. Ele pode ser de dois tipos diferentes:

    Sistema elétrico

    Nesse caso, a mesa é equipada com um motor elétrico. Todos os movimentos são realizados com a ajuda de um atuador, acionado via telecomando.

    Sistema hidráulico

    Aqui, a mesa utiliza fonte de energia hidráulica para funcionar. Para isso, é preciso acionar um pedal na base.

    Ainda é possível encontrar mesas que combinam os dois acionamentos. Por exemplo, quando a elevação do tampo é feita por sistema elétrico e o ajuste do apoio de cabeça pelo sistema hidráulico.

    Quais são os principais tipos de mesa cirúrgica existentes?

    De acordo com o tipo de cirurgia que será realizado, o profissional pode optar por alguns tipos de mesa cirúrgica específicos. As características variam da seguinte forma:

    Universais

    As mesas universais são mais usadas em cirurgia geral ou digestiva, e ainda nas que são menores e mais rápidas. São versáteis e adequadas para várias especialidades cirúrgicas: cardiovascular, vesicular, plástica, entre outras.

    Especializadas

    As mesas especializadas, por sua vez, são desenvolvidas de acordo com especialidades médicas. Assim, acessórios específicos podem ser acoplados conforme a necessidade. É o caso das mesas de cirurgia ginecológicas, ortopédicas e oftalmológicas.

    Em ambulatório, a mesa móvel é mais comum. Elas contam com rodas para facilitar questões de urgência e transporte de pacientes.

    Por que a mesa cirúrgica é tão importante?

    A importância da mesa cirúrgica é indispensável dentro de qualquer centro hospitalar, mas não apenas para garantir a segurança dos procedimentos cirúrgicos. Veja só no que mais ela auxilia!

    Ajuda a posicionar adequadamente o paciente

    Cada tipo de cirurgia exige um posicionamento diferente do paciente. É por esse motivo que a pesa tem o tampo móvel e dividido em várias partes.

    Ao desdobrá-los e reposicioná-los, fica mais fácil garantir ao médico mais mobilidade para a cirurgia. Além de deixar o paciente com o apoio adequado, inclusive para a anestesia.

    Agiliza o procedimento cirúrgico

    Os procedimentos cirúrgicos também acontecem com maior agilidade diante do uso da mesa cirúrgica correta. O paciente não precisa se mover ou ser reposicionado pelos profissionais durante o momento.

    Além disso, a mesa conta com perneiras, braçadeiras, apoios para a cabeça, entre outros — o que permite o ângulo certo para intervenções precisas e rápidas.

    Facilita o trabalho dos cirurgiões

    Com a mesa cirúrgica, o trabalho dos cirurgiões fica muito mais fácil. Afinal, o ambiente já fica devidamente apropriado para o trabalho.

    A mesa pode ser encontrada em tamanhos variados, o que facilita sua adaptação aos ambientes, e se adaptam aos acessórios que os médicos precisam utilizar, como suporte para soro, estrutura de tração, entre outros.

    Garante conforto e eficiência

    Por fim, a mesa ainda garante conforto para o médico, mas principalmente para o paciente. É um equipamento eficiente, que suporta todos os tipos físicos, de crianças e adultos.

    Como escolher a mesa cirúrgica certa?

    Agora que você já conhece cada detalhe de uma mesa cirúrgica, é hora de descobrir o que levar em conta para fazer a escolha certa. Acompanhe as principais dicas.

    Considere a especialidade

    Em primeiro lugar, é fundamental que você considere a sua especialidade para comprar o melhor tipo de mesa. Dentro da modalidade, há também procedimentos nos quais você pode se especializar mais uma vez, então foque no que você mais realiza para ter um equipamento de ajuste fácil e preciso.

    Observe a sala disponível

    O tamanho da mesa deve ser definido de acordo com o tamanho da sala disponível para cirurgia. Não é preciso adquirir uma opção muito compacta se há espaço suficiente, a menos que a especialidade exija isso.

    Confira qual é o melhor tipo de acionamento

    Conforme explicamos, o sistema de acionamento da mesa cirúrgica pode ser elétrico, hidráulico ou híbrido. É fundamental que você confira se existem recursos suficientes na sala para suportá-los.

    Por exemplo, o acionamento elétrico exigirá tomadas próximas à mesa. Sem esse tipo de referência, você poderá ter complicações para usá-la.

    Verifique as posições

    Uma boa mesa cirúrgica deve possibilitar, pelo menos, as sete principais posições exigidas em procedimentos cirúrgicos. São elas:

    • decúbito dorsal (paciente de costas para a mesa);
    • decúbito ventral (paciente de barriga para baixo);
    • decúbito lateral (paciente posicionado ao lado contrário da intervenção cirúrgica);
    • Trendelenburg (adequada para intervenções abdominais);
    • anti-Trendelenburg (adequada para intervenções na cabeça e no pescoço);
    • posição litotômica (posição de parto);
    • posição sentada (paciente sentado em posição ângulo de 90°).

    Como você pode ver, a mesa cirúrgica é um equipamento indispensável em qualquer centro clínico ou hospitalar. Ela interfere no bem-estar do paciente durante a cirurgia, mas também permite que o médico trabalhe com mais precisão e agilidade, de modo a otimizar os resultados do procedimento e assegurar uma boa recuperação mais tarde.

    Para acertar na compra, conte com um fornecedor como a Medicalway, que trabalha com um portfólio completo de modelos e marcas. Aproveite para conhecer nossas opções!

    LEIA MAIS
    Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas!

    Não sabe como escolher o ventilador de UTI ideal? Veja 7 dicas! O ventilador pulmonar é um equipamento muito utilizado no ambiente hospitalar. Enquanto a versão de transporte é destinada para quem precisa de suporte respiratório em trajetos ou períodos curtos, a versão para UTI visa estabilizar a respiração de pacientes com doenças cardiorrespiratórias crônicas, recém-operados, vítimas de traumas, entre outros.

    Ambos são extremamente importantes para a manutenção da saúde dos pacientes. Inclusive, eles têm sido usados com frequência no tratamento contra a Covid-19, uma vez que o vírus afeta diretamente o pulmão e a capacidade respiratória. Entretanto, é fundamental escolher um equipamento de qualidade para garantir o ajuste ao quadro médico, de acordo com o problema e o paciente.

    Neste artigo, vamos falar sobre o que levar em conta ao escolher o ventilador de UTI ideal. Confira as dicas importantes que separamos!

    1. Atente-se às aplicações do ventilador de UTI

    A primeira questão a ser observada na escolha do ventilador de UTI é a aplicação. Existem diversos tipos de finalidades práticas, conforme a especialidade clínica e os pacientes — neonatal, pediátrico ou adulto.

    Essa definição é essencial para a elaboração da especificação e a seleção de modelos. Isso porque os ventiladores são desenvolvidos e vendidos de acordo com a faixa de peso que podem atender.

    Em geral, ela varia de 3 a 200kg. A seguir, vale a pena pensar a quais setores os ventiladores serão destinados. Na UTI, seu nível de complexidade e sofisticação é maior, pois a permanência do paciente no setor costuma ser mais longa.

    2. Veja quais são as modalidades ventilatórias

    Nas intubações de longa duração, é muito importante que o ventilador de UTI conte com modalidades ventilatórias que auxiliem no desmame do paciente. Este é um processo em que o equipamento identifica o seu estímulo, para que ele faça esforço pulmonar por conta própria e recupere de vez sua capacidade.

    Essas são as principais modalidades encontradas no ventilador:

    • SIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada;
    • PSIMV: ventilação mandatória intermitente sincronizada a pressão;
    • SPONT: ventilação espontânea;
    • BiLevel/Duo-Level/BIPAP: ventilação em dois níveis de pressão;
    • PAV+: ventilação assistida proporcional plus;
    • SPN PPS: ventilação pressão de suporte proporcional;
    • APRV: ventilação com alívio de pressão;
    • CPAP: ventilação espontânea contínua assistida;
    • PSV: ventilação de suporte de pressão;
    • VCV: ventilação controlada a volume;
    • PCV: ventilação controlada a pressão;
    • PRVC: pressão regulada com volume controlado.

    3. Observe os modos de controle

    Durante o ciclo de respiração, gases são trocados o tempo todo pelo organismo — desde os tecidos dos órgãos até as menores células. O ventilador pulmonar tem o objetivo de substituir o movimento natural da respiração, ou seja, o ciclo respiratório deve ser restaurado por completo.

    Para acompanhar se essa questão está em ordem, é preciso observar os modos de controle do equipamento. Eles trabalham em conjunto com as modalidades ventilatórias e podem ser: espontâneo e controlado ou assistido, espontâneo, assistido, assistido ou controlado ou controlado.

    Eles demonstram a capacidade de esforço do paciente em retomar o controle da respiração. Enquanto a modalidade supre as necessidades de guiar esse processo, o modo pode mudar ao longo dele, de acordo com a resposta que o corpo fornece e que é registrado pelo monitoramento.

    4. Prefira um uso simples e objetivo

    Você encontrará muitos equipamentos sofisticados e repletos de funções. Isso é ótimo para assegurar um bom desempenho e o suporte adequado para o paciente. No entanto, administrar essas funções deve ser algo simples e objetivo.

    É preciso ter em mente que pacientes que precisam de apoio respiratório requerem intervenção imediata. Eles não podem esperar por estabilidade. Se o dispositivo de monitoramento for muito complexo, o atendimento não será satisfatório.

    Portanto, procure por alternativas que sejam simples e objetivas para mexer e ler registros. Assim, diante de qualquer irregularidade, será possível iniciar os devidos procedimentos ou fazer outros encaminhamentos.

    5. Confira se o equipamento é certificado

    Como todo equipamento médico, é de suma importância conferir se o ventilador de UTI é certificado. Somente essa comprovação assegura a efetividade do aparelho, bem como a segurança do paciente durante a realização dos procedimentos médicos.

    Entre as certificações mais importantes, estão o registro de boas práticas emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a confirmação dos requisitos exigidos pelo ISO 13485. Em alguns casos, pode ser que você precise de autorização de comercialização, em especial para manter peças para manutenção disponíveis em estoque.

    Compre apenas marcas reconhecidas no mercado. E, é claro, de fornecedores confiáveis, que trabalhem unicamente com equipamentos originais e atualizados.

    6. Analise as formas de monitoramento

    É importante ressaltar que ventiladores pulmonares de UTI precisam de formas de monitoramento mais elaborados. Somente assim será possível realizar um ajuste seguro da ventilação.

    Um exemplo disso é a monitorização de frequência respiratória e volume corrente, ou ainda a medida da pressão de pico inspiratório ou pressão expiratória.

    Também é indispensável acompanhar a apresentação de curvas de volume, pressão e fluxo. Isso deve ser feito com a ajuda de um monitor, que registra também vazamentos, esforço excessivo do paciente, assincronia entre respiração e equipamento, entre outros. Assim, sempre que necessário, a modalidade respiratória poderá ser trocada.

    7. Tenha atenção a ventiladores de UTI neonatal

    Quando se trata do atendimento neonatal, lembre-se de que os pacientes têm, em média, apenas 400g. Portanto, é fundamental encontrar equipamentos que consigam atender a partir de 250g. Embora muitos já venham com essa capacidade, nem todos contam com a função de controle e monitoramento tão específica.

    Portanto, é um fator a ser observado com muita atenção. Do contrário, não será possível captar a evolução do paciente de maneira direcionada.

    Além disso, os modelos para neonatal devem ter modalidade ventilatória de alta frequência. Esse é um grande diferencial para essa modalidade, que tem um atendimento mais delicado e com altos níveis de urgência.

    O ventilador pulmonar de UTI é um dos equipamentos mais importantes para contribuir na recuperação de pacientes. Portanto, siga sempre essas indicações para ter um modelo moderno e de uso simples à disposição.

    A Medicalway trabalha com variedades e soluções consideradas as melhores do mercado. Identifique as necessidades de seu ambiente hospitalar e confira quais de nossas opções podem atendê-las adequadamente!

    LEIA MAIS
    Gostou? Compartilhe este artigo!
    Conecte-se com a Medicalway
    Fique por dentro das nossas novidades!

      Filiais
      Rio Grande do Sul
      (51) 3209-0813
       
      Santa Catarina
      (47) 99187-8805
      © 2022 Medicalway Equipamentos Médicos LTDA. Todos os diretos reservados | CNPJ: 02.949.582/0001-82
      Desenvolvido por Fresh Lab - Agência  de Marketing Digital
      crossarrow-right-circle linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram