Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS

Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS. A certificação HIMSS é bastante valorizada na área da saúde, sendo direcionada para a elevação da qualidade e do fluxo de processos por meio da implementação de tecnologia. O certificado é referência para o alcance de um patamar de integração e informatização elevado, que desencadeia na maximização da efetividade dos procedimentos hospitalares.

Preparamos este conteúdo especial com várias informações sobre a certificação e sobre como consegui-la na sua instituição de saúde. Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema, saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS!

O que é a certificação HIMSS e quais são os seus estágios?

A Health Information and Management Systems Society (HIMSS), traduzido para Sociedade de Sistemas de Informação e Gerenciamento em Saúde, é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de melhorar a prestação de serviços em saúde em termos de qualidade e segurança por meio da Tecnologia da Informação (TI).

A HIMSS estabelece vários níveis de certificação, em termos de densidade tecnológica da instituição e capacidade de interoperabilidade interna e externa. Veja mais sobre esses estágios a seguir!

  • Nível 0: a instituição não conta com sistema clínico-departamental, nem gestão de informações online ou softwares para auxiliar na assistência.
  • Nível 1: o laboratório, a radiologia e a farmácia contam com sistemas informatizados de apoio.
  • Nível 2: há um sistema médico unificado para repositório dos dados clínicos, vocabulário médico, apoio à decisão dos profissionais, promovendo a interoperabilidade de dados em nível interno.
  • Nível 3: o hospital conta com documentação clínica no prontuário eletrônico do paciente (PEP) para anotações gerais, suporte às decisões e checagem de erros.
  • Nível 4: as prescrições médicas são feitas por vias digitalizadas.
  • Nível 5: o estabelecimento de saúde conta com PACS e as imagens médicas são transmitidas diretamente para sistemas, dispensando o uso de filmes e tornando a instituição filmless.
  • Nível 6: todos os sistemas internos do hospital são integrados. Há softwares para suporte à decisão clínica no geral propositivo, gestão de medicação em circuito fechado, modelos para documentação médica, tecnologias para beira-leito, entre outros.
  • Nível 7: o hospital consegue se comunicar com parceiros, fornecedores, laboratórios e operadoras de planos de saúde sem o uso de papel. Ou seja, ele tem interoperabilidade interna e externa. As informações são utilizadas para Business Intelligence e o hospital é 100% paperless. É o grau de maior complexidade e que exige diversos investimentos.

Por que a certificação HIMSS é tão importante para o hospital?

A certificação HIMSS traz uma série de benefícios para o hospital. Para consegui-la, é preciso realizar diversas adaptações, que conferem mais agilidade e efetividade ao cotidiano da instituição.

Os custos são otimizados, pois a rotatividade é analisada em tempo real, permitindo manejos e intervenções rápidas em caso de imprevistos. Dessa forma, o tempo de estadia diminui e a instituição tem condições de atender a um público maior.

Há um conhecimento mais profundo do perfil dos pacientes, gerando intervenções e medidas mais precisas. Outra vantagem é a economia com papel e transações burocráticas, contribuindo para uma gestão mais inteligente dos recursos. Esses fatores contribuem para a credibilidade da instituição de saúde e para um fluxo de trabalho otimizado.

Como o hospital pode conseguir essa certificação?

Para o hospital conseguir a certificação HIMSS, ele deve realizar alguns esforços e investimentos. Veja as dicas que reunimos sobre o assunto a seguir!

Faça um planejamento preciso

É necessário planejar bem o processo de certificação para evitar equívocos e colocações abaixo do esperado. Após a inscrição, há um questionário para extrair o provável estágio em que a empresa se encontra. Caso a instituição atinja o nível 6, ela passa por procedimentos para averiguação das estruturas tecnológicas exigidas, como uma videoconferência e vários questionários aprofundados. Se o hospital é classificado como provável 6 ou 7, há uma última etapa, em que os profissionais da HIMSS vão até o hospital para fazer a avaliação.

Assim, é visível que é um processo complexo e trabalhoso, sendo necessário um planejamento sólido e estruturado, para minimizar os equívocos e promover as adaptações adequadas. Isso contribui para a implementação das mudanças necessárias de forma coerente, evitando ruídos na comunicação e facilitando a inserção de modificações.

Realize os investimentos certos

Uma das vantagens da certificação é que ela contribui para uma melhor canalização dos investimentos. A proposta é que o que era aplicado e perdido em papéis, burocracias e itens obsoletos seja redirecionado para tecnologias avançadas e otimizadas. Dessa forma, além de planejar bem, é preciso utilizar os recursos tecnológicos mais funcionais e ágeis, promovendo a digitalização dos processos e a minimização do uso de recursos manuais.

Adote sistemas

Os softwares médicos são excelentes ferramentas para integrar processos, facilitar a comunicação entre profissionais e promover agilidade e qualidade no gerenciamento. As informações entre setores circulam de forma facilitada, sendo que alterações em um módulo geram as modificações necessárias em todos os outros itens relacionados, contribuindo para otimizar o fluxo de trabalho e minimizar ruídos.

Os sistemas médicos também favorecem a gestão de informação do paciente, nivelando o acesso à informação entre profissionais nos prontuários eletrônicos, garantindo a segurança de dados e o acesso aos registros necessários aos profissionais habilitados. Há softwares avançados, baseados em inteligência artificial e Business Intelligence, que contribuem para análises de variáveis e tomadas de decisão.

Integre os dados

Os sistemas informatizados são essenciais na integração de dados. A tecnologia contribui para a integração de processos, promove a facilidade no manejo de informação e auxilia nos estudos epidemiológicos para atividades de prevenção.

Conheça os requisitos

É importante conhecer bem os requisitos da certificação HIMSS para preparar o hospital adequadamente para a entrada no processo. São diversas exigências sobre o tema, sendo o Electronic Medical Record Adoption Model (ENRAM) um modelo de adoção do PEP desenvolvido pela entidade que é referência mundial em qualidade para as instituições de saúde. Consultar esse registro e conhecer bem todas as condições envolvidas no processo é essencial para ter melhores resultados na certificação.

Realize a autoavaliação pela internet até o estágio 5

Grande parte do procedimento de certificação é realizado por vias virtuais. Dessa forma, é imprescindível responder a todos os questionários relativos ao processo e seguir as etapas de forma coerente.

Adote a tecnologia paperless

É fundamental minimizar o uso de papel na instituição para obter a certificação HIMSS. Destacamos que, para chegar aos patamares elite da certificação, é necessário ser totalmente digital (paperless). Há diversos recursos que permitem promover integração e facilitar a circulação da informação pelo hospital sem a necessidade de folhas.

A certificação HIMSS é um excelente avanço para o estabelecimento de saúde, contribuindo para a modernização, a integração e a credibilidade. A proposta do certificado é estimular o hospital a se digitalizar, em uma dinâmica paperless que é benéfica para o fluxo de trabalho e para a qualidade dos serviços de saúde prestados.

O objetivo de todo o processo é direcionar a tecnologia para a otimização do fluxo de trabalho, para que os colaboradores possam desempenhar suas funções com qualidade e com atendimento humanizado. Gostou de aprender sobre a certificação HIMSS? Aproveite e confira também o nosso post especial sobre o hospital digital!

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    Guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar

    Confira um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar. Gerenciar uma instituição de saúde é uma tarefa que envolve vários desafios, sendo essencial que haja a integração de conhecimentos distintos para o sucesso nesse processo. Administrar um hospital envolve a associação de competências multidisciplinares, sendo importante a busca por uma formação na área para a construção de uma boa carreira.

    Isso é importante porque muitos médicos abrem estabelecimentos de saúde, porém, a formação em medicina não prepara para as funções de administração de uma organização focada em cuidado e saúde. Assim, os cursos na área de gestão hospitalar são essenciais para o desenvolvimento de habilidades e repertório para a função.

    Preparamos este conteúdo especial com informações sobre os principais cursos direcionados para o gerenciamento de estabelecimentos de saúde. Continue acompanhando para aprender mais sobre o tema e veja um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar!

    O que é gestão hospitalar e qual a importância de se aperfeiçoar na área em que atua?

    A gestão hospitalar é é a área que realiza o gerenciamento de processos na instituição de saúde, envolvendo o corpo de profissionais e equipes, equipamentos, materiais, logística e sistemas. Esse contexto envolve a gestão financeira, controle de custos e despesas, coordenação técnico-administrativa, marketing e a aplicação de tecnologia e inovação no estabelecimento.

    Conforme é possível perceber, a multiplicidade de conhecimentos exigidos de quem trabalha na área demanda que o profissional esteja em contínuo investimento em aperfeiçoamento. As exigências do dia a dia do gestor hospitalar demandam a interação de saberes muito diversos, como o alinhamento da expertise em negócios à escuta qualificada e cuidado. Assim, a formação na área e o aprimoramento constante são essenciais.

    Quais são as funções do gestor hospitalar?

    O gestor hospitalar conta com múltiplas funções na instituição de saúde. Ele auxilia com o planejamento e gerenciamento estratégico de finanças, colaborando com a elaboração de proposta para uso otimizado dos recursos oferecendo máxima qualidade.

    Além disso, há os controles logísticos, da conservação e da limpeza, que envolvem sólidas alternativas para controle do estoque e manejo dessas atividades, garantindo melhores condições para profissionais e pacientes. Esses processos também envolvem almoxarifado e compras, controle dos equipamentos hospitalares e gestão de manutenção.

    Há demanda para o gestor hospitalar também na gestão da hotelaria e acomodação de pacientes, ou seja, organização das condições ambientais para acolhimento e internação. Acrescentamos ainda entre as funções do gestor hospitalar os serviços de comunicação, marketing e atendimento ao consumidor.

    Quais são os melhores cursos na área de gestão hospitalar?

    Há vários cursos na áreas de gestão hospitalar. Vamos mostrar os principais a seguir. Veja mais!

    Graduação

    A graduação de tecnólogo em gestão hospitalar tem a duração média de 2 a 3 anos. Ela contém disciplinas que abarcam cultura organizacional, ética e bioética, planejamento financeiro e de orçamento, epidemiologia e biossegurança e segurança do paciente.

    Outros conhecimentos abordados são legislação e direito aplicado à saúde, gestão de marketing, gestão da cadeia de suprimentos na saúde, serviços de nutrição hospitalar, farmácia e enfermagem, controle de laboratórios e exames e gestão de pessoas. Acrescentamos que há conhecimentos importantes sobre processos de compra e controle de custos, inclusos no currículo da graduação em gestão hospitalar .

    Especialização

    As especializações na área de gestão hospitalar são uma ótima opção para formação continuada. Nesse caso, os conhecimentos são mais focalizados em direções específicas. Há, por exemplo, a gestão hospitalar empreendedora, a formação em serviços, especialização em marketing na saúde, gestão hospitalar e de vendas e varejo e serviços.

    Atualização

    Na modalidade de atualização, destacamos os cursos de menor duração e que oferecem contribuições e novas informações para o trabalho de gestão hospitalar. Um exemplo é o curso de atualização em biossegurança hospitalar, que disponibiliza informações acerca da proteção dos colaboradores do hospital contra riscos e doenças. Ela envolve a gestão dos equipamentos de proteção manual e coletiva e também no controle de ameaças de contaminação.

    Outro curso de atualização que pode contribuir muito com a sua formação é o de sistema de saúde pública e privada. A proposta da formação é se aprofundar nos conhecimentos de gestão e nas distinções entre o sistema público e o privado. Com isso, é possível construir uma rede de atendimento mais sólida, fornecendo condições adequadas para o cuidado e a prestação de serviços em saúde.

    Também há os cursos de gestão de equipes em saúde, que contribuem para você compreender estratégias para criar grupos de trabalho realmente funcionais. A formação ajuda na compreensão de dinâmicas interpessoais e no desenvolvimento de alternativas para que a equipe seja produtiva e colaborativa.

    Como identificar o melhor curso na área de gestão hospitalar?

    Para selecionar um dos cursos na área de gestão hospitalar, é importante avaliar quais são as suas necessidades profissionais. Observe quais são os aspectos principais da sua área de atuação e quais demandas e lacunas de conhecimento podem ter aparecido ao longo da jornada de trabalho. Verifique também quais são seus objetivos em curto, médio e longo prazos na carreira.

    O conhecimento em gestão hospitalar pode ser aplicado em laboratórios, consultórios, maternidades, hospitais, unidades de saúde, vigilância sanitária, unidades de pronto-atendimento e serviços públicos de atendimento psicossocial.

    As casas de reabilitação e repouso, spas, secretarias de saúde, clínicas e policlínicas também demandam a atuação do profissional da área. Assim, um curso em gestão hospitalar acrescenta múltiplas alternativas para atuação e amplia a capacidade de coordenação do próprio negócio em saúde.

    A área de gestão hospitalar é bastante promissora, sendo uma ótima alternativa para médicos que decidem abrir o próprio estabelecimento de saúde e se deparam com as dificuldades na administração de processos. A graduação em medicina não oferece o conhecimento gerencial necessário. Por isso, buscar uma formação complementar em gestão é tão importante.

    Enfatizamos que é fundamental avaliar suas perspectivas de carreira e observar suas necessidades de aprendizagem para fazer o investimento certo a formação. Uma especialização, graduação ou curso de atualização deve se encaixar no que a sua instituição precisa, para que seu trabalho ganhe cada vez mais qualidade e eficácia.

    E então, gostou de conhecer os principais cursos na área de gestão hospitalar? Aproveite e compartilhe este post com seus colegas nas redes sociais!

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    Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM

    Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM. O marketing é uma estratégia que visa à divulgação e ao fortalecimento de uma marca, produto ou serviço para conquistar consumidores e se destacar dos concorrentes. Nesse sentido, como fica o marketing médico? Como utilizá-lo sem ferir os princípios éticos da medicina?

    Os médicos podem utilizar essa forma de divulgar sua clínica e serviços, inclusive nos meios digitais, mas devem seguir as normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

    Quer entender qual é a importância do marketing médico e como deve ser a conduta do profissional ao utilizar essa estratégia? Acompanhe nosso post e saiba sobre o tema Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM!

    Qual a importância do marketing médico?

    A concorrência é alta na saúde e os pacientes estão mais informados e buscam um serviço médico que ofereça um diferencial. Nesse contexto, o marketing médico é uma estratégia para atrair e fidelizar o público. No caso das plataformas digitais, por exemplo, é uma forma de se aproximar desses pacientes.

    Contudo, diferentemente do que ocorre na divulgação de uma escola de inglês ou de uma loja de eletrodomésticos, o médico não pode promover ações de cunho promocional: elas devem ter um caráter educativo e de esclarecimento para a população.

    Quais os principais pontos que devem ser observados ao adotar essa estratégia?

    O marketing médico deve definir quem é seu público-alvo, ou seja, quais pacientes ele pretende alcançar (faixa etária, estilo de vida, que tipo de serviço médico procuram etc.) para construir uma estratégia eficiente para divulgar sua clínica ou especialidade.

    É importante ainda que a campanha tenha um objetivo, como: atrair o público, fidelizar os pacientes ou ainda se tornar autoridade em relação a determinado assunto da área médica.

    Sabemos que a rotina do médico é corrida e ele não pode perder tempo planejando as melhores estratégias. Dessa maneira, é fundamental firmar parcerias com empresas ou profissionais do marketing para conseguir realizar um trabalho de qualidade.

    Por fim, é preciso monitorar os resultados obtidos para saber se estão sendo eficazes ou não, o que pode sinalizar a necessidade de mudar de estratégia ou de explorar novos canais.

    Quais ferramentas podem ser utilizadas?

    Na área da saúde, a divulgação boca a boca, que é quando o paciente faz a indicação de uma clínica ou profissional para pessoas próximas, é um meio importante para atrair o público. Todavia, é possível ter um alcance maior utilizando os recursos digitais.

    Isso porque é cada vez mais comum o uso da internet para buscar informações sobre serviços e profissionais de saúde, utilizando o Google, Facebook, Instagram e outras plataformas.

    Veja abaixo os canais em que é possível ter sucesso com o marketing médico.

    Site da clínica ou consultório

    É recomendado que sua clínica ou consultório tenha um site para que o paciente possa encontrar informações sobre endereço, telefone, especialidades, serviços realizados, convênios atendidos, entre outras.

    Dentro dessa página, é possível ter uma seção para o blog para que o médico possa divulgar postagens de cunho educativo voltadas à sua área de atuação.

    Redes sociais

    As pessoas buscam informações e interagem com profissionais pelas redes sociais, então, para atrair e fidelizar mais pacientes, é preciso ter uma página nessas plataformas. Porém, não misture a página pessoal com a profissional. É necessário que esse canal seja voltado exclusivamente para a divulgação de serviços.

    As redes sociais são um meio interessante para interagir com o público, promover o site e blog, publicar textos, imagens e até vídeos voltados para a área de atuação do médico, prevenção de saúde e qualidade de vida.

    E-mail

    Outra ferramenta que o profissional pode explorar é o e-mail marketing. Ele pode enviar mensagens sobre a área de saúde, felicitações em datas especiais e até lembretes sobre a necessidade de realizar um check-up. Porém, ao coletar o e-mail do paciente, é imprescindível que ele concorde em receber esse tipo de mensagem.

    Quais cuidados é preciso ter para fazer marketing na medicina?

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece regras para o marketing e publicidade médica no Código de Ética Médica e na Resolução CFM nº 1.974/11. Além disso, há nos conselhos regionais uma Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), que tem o papel de avaliar essas divulgações.

    Desse modo, em primeiro lugar, é fundamental que as ações sejam pensadas no paciente que está buscando informações de saúde. Por isso, não são permitidas ações promocionais em que ocorra divulgação de valores, formas de pagamento ou descontos.

    Abaixo explicamos as normas que devem ser seguidas ao realizar o marketing médico.

    É obrigatório constar a especialidade e número de registro do CRM

    Em todas as campanhas, é preciso deixar claro o nome, especialidade e número de registro do CRM. Além disso, o CFM proíbe o anúncio de especialidades para as quais o profissional não detenha o título.

    Em ações de divulgação de clínicas, consultórios, laboratórios ou hospitais, é obrigatório constar o nome e o número de registro do profissional responsável técnico.

    É proibido divulgar exclusividade ou capacidade superior

    O CFM proíbe anúncios de equipamentos ou técnicas realizadas que passem a ideia de capacidade superior ou exclusividade em determinado tratamento. Nesse ponto, o médico não pode se valer de expressões como “o mais eficiente” ou ainda “o único da região”.

    O médico também não pode garantir bons resultados nos serviços que realiza, como técnicas e tratamentos. Assim, não pode exibir fotos de pacientes (mesmo com autorização) de antes e depois de um tratamento.

    Não pode causar intranquilidade na sociedade

    O profissional não pode fazer a divulgação de temas de saúde que causem intranquilidade nas pessoas. Dessa forma, ele fica proibido de divulgar imagens de alterações no corpo humano por conta de alguma patologia de modo que cause pavor nas pessoas.

    O marketing médico vai trazer bons resultados na divulgação da sua clínica ou serviços. Basta seguir as regras do CFM para fazer todas as ações dentro dos princípios éticos da profissão. Além desse tipo de ação, deve ser uma preocupação do profissional investir na qualidade de equipamentos e do atendimento para oferecer uma experiência diferenciada ao público.

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     7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar

    7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar. Não é novidade que a área de saúde requer atualização constante. No entanto, isso não se restringe ao conhecimento técnico-científico, já que os administradores de uma instituição de saúde também precisam se manter bem informados. Para isso, há diversos livros para gestor hospitalar que podem ajudar no seu desenvolvimento.

    A administração hospitalar é um terreno cheio de desafios comuns a qualquer negócio, acrescidos de nuances e particularidades do cotidiano clínico. Assim, diversos livros se dedicam a abordar temas administrativos, como marketing, gestão de Pessoas, legislação, processos operacionais e outros pertinentes ao cenário da saúde.

    Neste post, reunimos uma coletânea capaz de ajudar a responder questionamentos e dúvidas, além de fornecer soluções e ideias para lidar com situações do dia a dia à frente de clínicas e hospitais. Confira 7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar!

    1. Gestão de clínicas médicas ou consultórios, de Antônio Ribeiro

    Trata-se de um guia completo para gestores da área de saúde. Um livro que apresenta ao leitor os principais desafios enfrentados na gestão de consultórios médicos, clínicas e hospitais — do marketing à fidelização, abordando ainda questões legais e regras do Conselho Federal de Medicina (CFM).

    Com uma linguagem simples e direta, o material é útil tanto para sanar dúvidas de quem já atua no segmento quanto para está começando nessa área. Com dicas e exemplos ilustrados por gráficos e tabelas, o autor Antonio Ribeiro traz assuntos complexos apresentados com clareza e didática.

    2. Se Disney administrasse seu hospital, de Fred Lee

    Fred Lee foi vice-presidente do Florida Hospital, em Orlando, além de trabalhar na Disney University, programa de treinamentos para funcionários da Disney. Em seu livro, ele traz a fusão do aprendizado na indústria do entretenimento com sua experiência na administração médica, ressaltando a importância da qualidade do atendimento na fidelização de pacientes.

    Ainda que inicialmente os dois universos não pareçam ter semelhanças, o autor constrói uma narrativa que faz todo o sentido na administração de uma clínica ou hospital, mostrando como é possível encantar pacientes, afetando a sua percepção e satisfação por meio de uma assistência humanizada e diferenciada.

    A obra já vendeu centenas de milhares de cópias, tendo sido traduzida para diversos idiomas. Leitura indispensável para quem trabalha com serviços, especialmente na área médica.

    3. Gestão de clínicas médicas, de Marinho Jorge Scarpi

    O livro de Marinho Jorge Scarpi traz para o gestor hospitalar o olhar de administrador, ajudando-o a ver a clínica ou hospital como um negócio que precisa gerar lucro como outro qualquer. Assim, trata-se de um material fundamental na biblioteca do médico empreendedor.

    O livro aborda dicas sobre planejamento, processos e liderança, além de trazer informações sobre questões do cotidiano das clínicas como regras de convênios e planos de saúde, informatização e responsabilidade social.

    4. Marketing estratégico para a área da saúde, de Philip Kotler

    Autor consagrado do marketing, nesse livro Kotler volta as suas atenções para a área de saúde, dedicando-se a explicar para médicos e administradores hospitalares como o marketing tem a função de criar relacionamento, fidelização e confiança, melhorando a experiência do paciente.

    A obra de base teórica, reúne também exemplos práticos para a área de saúde, mostrando como hospitais que investem em uma cultura de marketing tendem a ter melhor desempenho.

    5. Perspectivas da relação médico e paciente, do Dr. Cyro Martins

    O relacionamento de médicos com pacientes é sem dúvida uma das maiores peculiaridades dos negócios na área de saúde. Nesse livro, o autor Cyro Martins, que é psicanalista, aborda diversas questões nesse contexto, desde situações conflituosas até formas e técnicas modernas de lidar com algumas delas.

    O livro é recomendado não apenas para profissionais que têm relação direta com os pacientes, mas também para gestores que possam entender as particularidades da questão e identificar os pontos de desafio, orientando sua equipe para o melhor atendimento.

    O autor, que também é romancista, apresenta o atendimento ao paciente do ponto de vista humanístico, partindo de sua própria experiência e estudos a cerca da medicina no século XX e sua transformação digital.

    6. Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie

    De todos os livros da lista, esse é o único que não é exclusivamente voltado para a área de gestão hospitalar. Porém, é muito recomendado para qualquer um que deseje ser um bom líder.

    O livro fala do comportamento, mostrando como lidar com pessoas, seja no âmbito pessoal ou profissional. Trata-se de uma ferramenta de gestão de pessoas, ao abordar a linguagem corporal nas interações humanas, facilitar o gestor a compreender a sua equipe além das palavras e interpretar gestos e nuances de seus funcionários.

    Com os ensinamentos desse livro, publicado em 1937 e de grande destaque no mundo dos negócios, o gestor aprende a tornar-se referência influenciando as pessoas ao redor, o que o coloca em uma posição muito mais confortável ao lidar com seus próprios funcionários, contando com o apoio deles.

    7. Gestão Hospitalar: o papel do médico gestor, de Eduardo Daguiar

    Esse livro traz uma abordagem completa da administração clínica, englobando temas como contabilidade, gestão operacional e marketing. Enfim, questões que permeiam o desempenho de um gestor bem-sucedido.

    Uma das grandes dificuldades do médico empreendedor é o fato desses assuntos não serem abordados na formação em medicina. Por isso, uma noção geral sobre o negócio é essencial ao sucesso na gestão em saúde e o livro promete auxiliar o médico a desenvolver essa perspectiva.

    A sabedoria popular diz que conhecimento nunca é demais, e é verdade que a leitura traz benefícios para a saúde mental e física, proporcionando ganho intelectual e pessoal. Os livros técnicos são essenciais para complementar a formação profissional, trazendo conteúdo específico e relevante, com abordagens que vão além daquilo que aprendemos nas salas de aula, seja na graduação ou na educação continuada.

    Assim, esperamos que nossas sugestões de livros para gestor hospitalar sejam úteis para ampliar seus horizontes como administrador, auxiliando na tomada de decisão e na percepção mais ampla da sua clínica ou hospital como um negócio. Uma seleção eclética, com narrativas dinâmicas e interessantes para médicos empreendedores.

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