A gestão de estoque em hospitais de medicamentos, produtos diversos e equipamentos é de extrema importância. Ter uma boa gerência nessa área é garantir que nenhum paciente vai passar por alguma dificuldade estrutural durante o período de tratamento ou internação.
Hospitais que não mantêm uma boa direção nesse departamento são frequentemente criticados, principalmente os públicos, em que esse tipo de problema de falta de estoque é muito visto em meios de comunicação.
Por isso, se você gerencia ou é dono de um hospital ou de uma clínica privada, deve ficar muito atento para poder gerir de forma correta todos os produtos e remédios que estejam no estoque para que não corra o risco de algum deles acabar e não haver meios de reposição de forma imediata.
Para entender como fazer uma boa gestão de todo o estoque de um hospital, este texto vai oferecer algumas dicas essenciais de técnicas de gerenciamento. Confira todas elas nos próximos tópicos para que os seus pacientes tenham certeza da seriedade do seu trabalho!
A primeira dica é a mais importante, porque, sem ela, fica muito difícil ter o controle sobre tudo que é usado e estocado em um hospital. São muitos os produtos, os medicamentos, os equipamentos e os suprimentos — não dá para guardar tudo de cabeça. Por isso, você tem que fazer um check-list detalhado, com tudo que precisa ter em estoque e a quantidade necessária de cada item para não enfrentar problemas.
Com o check-list pronto, você vai ter um controle maior do estoque para poder analisá-lo e repor o que for necessário todos os dias. Isso deve ser feito pelo seu acompanhamento de consumo de todos os itens presentes no hospital. Por exemplo: há 10 mil pacotes de esparadrapo disponíveis que são usados, normalmente, em uma semana. Antes de essa quantidade chegar aos 5 mil, você precisa comprar mais esparadrapo para repor o estoque e não deixar faltar.
Essa avaliação deve ser feita com todos os produtos necessários para o bom funcionamento do hospital, desde a gaze até o oxigênio utilizado nas internações e cirurgias.
Outra questão de extrema importância na gestão de estoque é a forma como os produtos estão armazenados. Assim como um site ou uma loja, o hospital precisa ter usabilidade, ou seja, ser de fácil uso. Para ter essa formação intuitiva, a organização do estoque é essencial.
Você pode usar diversas técnicas para guardar os equipamentos, produtos e medicamentos, desde que façam sentido e que todos os profissionais do hospital entendam essa organização e não percam tempo ao procurar algo na área de armazenagem de itens.
Organização não é apenas dividir os produtos por área, ordem alfabética, importância de uso ou outras técnicas para categorizar a disposição dos itens em um estoque de hospital. Na verdade, constitui-se também da limpeza, da arrumação, da checagem de datas de validade e de várias outras etapas muito importantes para quem gerencia essa área essencial de uma instituição de saúde.
Manter o ambiente limpo e organizado é dever da administração hospitalar. Do contrário, isso vai atrapalhar o trabalho dos enfermeiros, farmacêuticos e médicos e, em caso de fiscalização, pode gerar multa e até o fechamento do hospital, a depender do quão desarrumada e suja estiver a área de estoque.
A única forma de não cometer os mesmos erros por mais de uma vez é descobrindo o que foi feito de forma equivocada, anotando, guardando essa informação, estudando como deve ser feito corretamente e, assim, não errando mais.
O erro no gerenciamento de estoque pode acabar com a reputação de um hospital, clínica ou outra organização de saúde. Por isso, é preciso ficar bem atento. Pode-se, claro, cometer um erro por uma vez, mas a segunda já é completamente evitável. Preste muita atenção nisso, principalmente na organização, na limpeza e na administração da quantidade de produtos existentes no estoque.
Se você quer fazer uma gestão eficiente e profissional, é muito necessário o uso da tecnologia. Softwares e aplicativos vão tornar o seu trabalho muito mais organizado e também mais fácil. Existem dezenas de possibilidades nesse mercado de produtos que vão deixar a sua gestão de estoque hospitalar perfeita e sem erros.
Claro que você precisa ser treinado em cada um desses programas, bem como toda a equipe do hospital, para que tudo funcione da forma correta, a fim de garantir que os produtos, medicamentos e equipamentos estejam sempre muito bem organizados e repostos nos momentos certos.
Com o treinamento feito, passa-se um período de adaptação, até que o sistema tecnológico seja plenamente implementado, e o seu trabalho como gestor, então, será bastante facilitado, além de tornar-se mais eficiente, cuidadoso e responsável. A inovação está aí para melhorar a vida de todos e é para esse fim que ela deve ser usada.
Com essas dicas, você vai conseguir dar um norte ao seu trabalho na gerência dos produtos estocados no hospital. Faça tudo com tranquilidade, sempre com muito planejamento e estratégia antes de seguir a execução do serviço. Leia bastante, faça cursos, aprimore o seu currículo para que você consiga oferecer um excelente serviço e faça com que o hospital seja uma referência em cuidado ao paciente.
A gestão de estoques em hospitais é questão de primeira necessidade. Sem ela, o hospital não funciona, tudo dá errado, os problemas surgem e a instituição perde toda a credibilidade que demorou anos para conquistar. É um trabalho de certa pressão, mas de alta precisão — sem ele, um hospital ou uma clínica sequer funcionam.
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Acreditação ONA: o que é e como conseguir essa certificação hospitalar? No momento em que um hospital, serviço de diagnóstico por imagem, laboratório ou outra organização do setor de saúde conquista a acreditação ONA, a instituição comprova que adota um padrão de qualidade e segurança em seus processos. Com isso, ela consegue melhorar sua credibilidade para o mercado, para os profissionais de saúde e também para os pacientes.
Dessa forma, é uma certificação de grande importância, pois demonstra a excelência na parte de assistência e de gestão. Tem interesse em entender melhor o que é a acreditação ONA, as principais vantagens em conquistá-la, os níveis de certificação e quais etapas precisam ser cumpridas para obtê-la? Todas essas informações você encontra neste post. Boa leitura!
Desde 1999, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) — entidade não governamental e sem fins lucrativos — atua para que hospitais, clínicas e outras instituições de saúde possam alcançar um alto padrão de assistência, especialmente nos quesitos qualidade e segurança.
Sendo assim, a ONA é responsável pelo desenvolvimento e pela gestão dos padrões brasileiros nesses aspectos. A entidade conta com uma metodologia internacional, já que é integrante da International Society for Quality in Health Care (ISQua) — parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS). Da ISQua, fazem parte instituições de qualidade à saúde dos Estados Unidos, do Canadá, da França e do Reino Unido.
A acreditação serve para avaliar e certificar a qualidade dos processos de locais que prestam assistência à saúde, tendo como objetivo a melhoria contínua desses serviços. Ela segue três princípios:
O processo para a obtenção da certificação é realizado apenas por entidades acreditadoras credenciadas pela ONA e que utilizam como referência as diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação e o Manual Brasileiro de Acreditação.
Em geral, para serem acreditadas, as instituições têm o desempenho organizacional avaliados. Assim, elas precisam apresentar:
Ao conseguir a acreditação, o hospital demonstra que modificou seus processos para atingir um alto padrão de qualidade definido pela ONA. Como são instituições que lidam com a vida das pessoas, torna-se um selo importante, uma garantia de que os pacientes vão receber um atendimento seguro e de excelência.
No decorrer de todo o processo para obter o certificado, há ainda uma mudança na cultura da organização, que passa a envolver todos os colaboradores para que aumentem sua produtividade, a identificar erros e riscos, e a atuar de acordo com boas práticas. Desse modo, além de aperfeiçoar o atendimento ao público, há uma melhora no ambiente de trabalho.
Nessa questão, é preciso destacar também a adequação do local com novas tecnologias, como equipamentos médicos e também softwares de gestão para integrar o trabalho das equipes e melhorar a comunicação entre os profissionais. Com isso, há agilidade nos fluxos de trabalho, o que pode até mesmo significar melhores resultados financeiros para a organização no futuro.
Em resumo, as principais vantagens de ter esse selo de qualidade são:
A acreditação da ONA pode ser conquistada em três níveis:
Esse é um aspecto importante, pois permite que a organização de saúde se adapte gradativamente até conquistar o nível de excelência. Em outras palavras, pode ser considerado um programa educacional continuado, já que é revisto periodicamente.
Como dissemos, a participação no processo de avaliação é voluntário, sendo que instituições do setor da saúde de diferentes níveis, portes e complexidades podem conseguir a acreditação ONA. Para que a organização seja elegível, é preciso seguir os critérios:
Além disso, é necessário arcar com as taxas de visita de acreditação ONA e das taxas de manutenção dessa certificação.
Ao concluir que sua entidade é elegível, ou seja, está com a documentação regularizada, o próximo passo é entrar em contato com uma instituição acreditadora credenciada pela ONA, que vai dar andamento a todos os processos de avaliação, elaborando, inicialmente, um plano de visitas.
Para se preparar e alcançar os quesitos exigidos, as organizações de saúde podem contar com o trabalho de auditoria interna e externa.
Hospitais, laboratórios, ambulatórios e outras organizações que prestam serviços de saúde podem melhorar seus processos de gestão e oferecer mais qualidade e segurança na assistência ao cumprir o que é exigido pela acreditação ONA. É, portanto, um selo muito valorizado no setor e que pode trazer uma série de benefícios para a instituição.
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Entenda como funciona um hospital de campanha. Nos últimos meses, você já deve ter ouvido o termo “colapso no sistema de saúde”, não é? Por causa da pandemia do novo coronavírus, essa se tornou uma preocupação bastante comum. Afinal, diante do crescimento de casos, passou a ser necessário oferecer mais atendimento. É nesse contexto que vale a pena saber como funciona um hospital de campanha.
Afinal, essa estrutura se mostrou uma ótima solução para o enfrentamento da crise. Com projetos adequados e uma atuação focada nas necessidades de cada local, especialmente, eles se tornaram indispensáveis no momento mais crítico.
Para que você não tenha dúvidas, mostramos como funciona um hospital de campanha de forma completa. Venha conferir!
Podemos dizer que o hospital de campanha é uma unidade de atendimento médico temporário. Ele serve, principalmente, para situações de emergência e de aumento na demanda por atendimento.
O principal objetivo de erguer uma estrutura do tipo é impedir o colapso da saúde devido à taxa de ocupação elevada. Afinal, um fluxo muito grande de pacientes pode resultar em longas filas e na falta de capacidade para atender a todos.
Inclusive, há algumas “regras” que ajudam a definir quando é o momento de usá-lo. O indicado é, primeiramente, reforçar os leitos e a estrutura dos hospitais públicos. Depois, se necessário, é o momento de contratar leitos na rede privada.
Se mesmo assim o fluxo for tão grande para ser absorvido, aí, sim, é o momento de recorrer a essa solução.
Diante da pandemia do novo coronavírus, diversos estados brasileiros inauguraram hospitais de campanha. Em vários locais, inclusive, eles foram os responsáveis por evitar um colapso em todo o sistema de saúde. Em abril de 2020, eram mais de 100 hospitais do tipo, divididos em 19 estados e no Distrito Federal.
Em São Paulo, a maior cidade do Brasil, os principais ficaram no Complexo do Anhembi e no Pacaembu. No Rio de Janeiro, as duas unidades inauguradas foram no Maracanã e em São Gonçalo. O Amazonas, que foi amplamente afetado pela doença, teve uma unidade de campanha na cidade de Manaus.
Entre as estruturas utilizadas, houve o aproveitamento de estádios de futebol, espaços culturais e até de hospitais privados desativados.
Pensando em como funciona um hospital de campanha, é preciso entender, primeiramente, como deve acontecer sua construção. Nesse momento, é essencial utilizar elementos que permitam a esterilização, como pisos e revestimentos móveis, mas que garantam o isolamento e a limpeza.
Também é necessário dispor corretamente os leitos e, inclusive, criar áreas de isolamento para pacientes graves ou contagiosos — como foi o caso das estruturas abertas na pandemia.
Além disso, temos que considerar os protocolos para garantir o melhor aproveitamento no tratamento. Cada hospital tem liberdade para definir o melhor modo de agir, de acordo com as necessidades locais.
No geral, entretanto, há indicações sobre o tempo mínimo de permanência do paciente no hospital de origem e como deve ocorrer a admissão de outras pessoas. Também são definidas ações diversas, como a testagem inicial, a realização de exames, os procedimentos que podem ser feitos, os critérios de internação na UTI e assim por diante.
O objetivo é criar um “roteiro” completo para que os profissionais ganhem eficiência e agilidade na atuação. Como o fluxo de pacientes pode ser muito grande, a padronização ajuda a evitar erros ou dificuldades no atendimento a todos.
Além dos leitos e dos recursos, os profissionais são parte essencial do funcionamento de um hospital de campanha. Afinal, são os grandes responsáveis por executar os protocolos de atendimento e realizar as atividades que garantem apoio completo.
Para que isso seja possível, é obrigatório ter uma equipe de assistência e de apoio. Médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos são os principais profissionais nesses ambientes.
Independentemente da quantidade ou das especializações, é indispensável que sejam pessoas totalmente treinadas para a atuação nessa estrutura temporária. Inclusive, esse é um dos motivos que justificam a importância dos protocolos de atendimento.
Como a contratação é feita pelo setor público e em caráter de urgência, ela tem um regime especial. Os profissionais não precisam ser aprovados em concursos, já que o objetivo é ter agilidade.
Entre as questões sobre como funciona um hospital de campanha, também é preciso entender quais são os pacientes que podem ser atendidos. No geral, há um público-alvo que é atendido, o que deixa de pressionar o restante do setor de saúde.
Novamente, esse é um protocolo que depende de cada hospital criado, bem como das demandas que a região apresenta. É bem comum que pacientes oncológicos, imunossuprimidos e que tenham dificuldades de estabilidade sejam transferidos para instituições com mais estrutura.
Também é comum que pacientes que vão receber alta sejam transferidos para que recebam os cuidados finais antes da liberação. Isso aumenta o número de vagas disponíveis no sistema de saúde tradicional, sem que haja a falta de cuidado para os outros pacientes.
Em outros locais, um hospital desse tipo é construído para dar apoio a cidades e regiões menores e com menos estrutura. Então, é possível que as vagas sejam destinadas a pessoas que estejam dentro de determinado raio.
Para entender como funciona um hospital de campanha, também é essencial considerar quando ele deixa de atuar. Basicamente, ocorre o fechamento da instituição diante de uma estabilidade de casos da situação que motivou a sua abertura.
Em geral, quando o sistema de saúde tradicional deixa de estar tão pressionado, ocorre o fechamento das unidades. Depois disso, os profissionais podem ser realocados em outras instituições e os equipamentos e insumos também são aproveitados em outros pontos da estrutura.
Saber como funciona um hospital de campanha permite ter uma dimensão da importância dessa estrutura. No Brasil e em plena pandemia do Coronavírus, estruturas como essa se mostraram excelentes ferramentas para evitar que o sistema de saúde entrasse em colapso.
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Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS. A certificação HIMSS é bastante valorizada na área da saúde, sendo direcionada para a elevação da qualidade e do fluxo de processos por meio da implementação de tecnologia. O certificado é referência para o alcance de um patamar de integração e informatização elevado, que desencadeia na maximização da efetividade dos procedimentos hospitalares.
Preparamos este conteúdo especial com várias informações sobre a certificação e sobre como consegui-la na sua instituição de saúde. Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema, saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS!
A Health Information and Management Systems Society (HIMSS), traduzido para Sociedade de Sistemas de Informação e Gerenciamento em Saúde, é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de melhorar a prestação de serviços em saúde em termos de qualidade e segurança por meio da Tecnologia da Informação (TI).
A HIMSS estabelece vários níveis de certificação, em termos de densidade tecnológica da instituição e capacidade de interoperabilidade interna e externa. Veja mais sobre esses estágios a seguir!
A certificação HIMSS traz uma série de benefícios para o hospital. Para consegui-la, é preciso realizar diversas adaptações, que conferem mais agilidade e efetividade ao cotidiano da instituição.
Os custos são otimizados, pois a rotatividade é analisada em tempo real, permitindo manejos e intervenções rápidas em caso de imprevistos. Dessa forma, o tempo de estadia diminui e a instituição tem condições de atender a um público maior.
Há um conhecimento mais profundo do perfil dos pacientes, gerando intervenções e medidas mais precisas. Outra vantagem é a economia com papel e transações burocráticas, contribuindo para uma gestão mais inteligente dos recursos. Esses fatores contribuem para a credibilidade da instituição de saúde e para um fluxo de trabalho otimizado.
Para o hospital conseguir a certificação HIMSS, ele deve realizar alguns esforços e investimentos. Veja as dicas que reunimos sobre o assunto a seguir!
É necessário planejar bem o processo de certificação para evitar equívocos e colocações abaixo do esperado. Após a inscrição, há um questionário para extrair o provável estágio em que a empresa se encontra. Caso a instituição atinja o nível 6, ela passa por procedimentos para averiguação das estruturas tecnológicas exigidas, como uma videoconferência e vários questionários aprofundados. Se o hospital é classificado como provável 6 ou 7, há uma última etapa, em que os profissionais da HIMSS vão até o hospital para fazer a avaliação.
Assim, é visível que é um processo complexo e trabalhoso, sendo necessário um planejamento sólido e estruturado, para minimizar os equívocos e promover as adaptações adequadas. Isso contribui para a implementação das mudanças necessárias de forma coerente, evitando ruídos na comunicação e facilitando a inserção de modificações.
Uma das vantagens da certificação é que ela contribui para uma melhor canalização dos investimentos. A proposta é que o que era aplicado e perdido em papéis, burocracias e itens obsoletos seja redirecionado para tecnologias avançadas e otimizadas. Dessa forma, além de planejar bem, é preciso utilizar os recursos tecnológicos mais funcionais e ágeis, promovendo a digitalização dos processos e a minimização do uso de recursos manuais.
Os softwares médicos são excelentes ferramentas para integrar processos, facilitar a comunicação entre profissionais e promover agilidade e qualidade no gerenciamento. As informações entre setores circulam de forma facilitada, sendo que alterações em um módulo geram as modificações necessárias em todos os outros itens relacionados, contribuindo para otimizar o fluxo de trabalho e minimizar ruídos.
Os sistemas médicos também favorecem a gestão de informação do paciente, nivelando o acesso à informação entre profissionais nos prontuários eletrônicos, garantindo a segurança de dados e o acesso aos registros necessários aos profissionais habilitados. Há softwares avançados, baseados em inteligência artificial e Business Intelligence, que contribuem para análises de variáveis e tomadas de decisão.
Os sistemas informatizados são essenciais na integração de dados. A tecnologia contribui para a integração de processos, promove a facilidade no manejo de informação e auxilia nos estudos epidemiológicos para atividades de prevenção.
É importante conhecer bem os requisitos da certificação HIMSS para preparar o hospital adequadamente para a entrada no processo. São diversas exigências sobre o tema, sendo o Electronic Medical Record Adoption Model (ENRAM) um modelo de adoção do PEP desenvolvido pela entidade que é referência mundial em qualidade para as instituições de saúde. Consultar esse registro e conhecer bem todas as condições envolvidas no processo é essencial para ter melhores resultados na certificação.
Grande parte do procedimento de certificação é realizado por vias virtuais. Dessa forma, é imprescindível responder a todos os questionários relativos ao processo e seguir as etapas de forma coerente.
É fundamental minimizar o uso de papel na instituição para obter a certificação HIMSS. Destacamos que, para chegar aos patamares elite da certificação, é necessário ser totalmente digital (paperless). Há diversos recursos que permitem promover integração e facilitar a circulação da informação pelo hospital sem a necessidade de folhas.
A certificação HIMSS é um excelente avanço para o estabelecimento de saúde, contribuindo para a modernização, a integração e a credibilidade. A proposta do certificado é estimular o hospital a se digitalizar, em uma dinâmica paperless que é benéfica para o fluxo de trabalho e para a qualidade dos serviços de saúde prestados.
O objetivo de todo o processo é direcionar a tecnologia para a otimização do fluxo de trabalho, para que os colaboradores possam desempenhar suas funções com qualidade e com atendimento humanizado. Gostou de aprender sobre a certificação HIMSS? Aproveite e confira também o nosso post especial sobre o hospital digital!
