
A tecnologia está redefinindo a maneira como realizamos cirurgias. Salas cirúrgicas inteligentes, com a integração perfeita e harmônica de sistemas e dispositivos médicos, prometem otimizar cada etapa dos procedimentos.
Neste artigo, veremos como essa inovação está revolucionando o setor da saúde e como a parceria entre a Medicalway e a Mindray, pode equipar seu centro cirúrgico com os melhores equipamentos para essa transformação.
Uma sala cirúrgica inteligente se caracteriza por sua capacidade de integrar tecnologias avançadas de maneira harmoniosa, proporcionando um ambiente controlado e otimizado para qualquer procedimento cirúrgico.
As principais características incluem:
As inovações tecnológicas para salas cirúrgicas estão evoluindo rapidamente, permitindo um nível de precisão e eficiência sem precedentes. A seguir, algumas das principais tendências:

Uma sala cirúrgica inteligente requer o uso de equipamentos de última geração, integrados por tecnologias avançadas, que garantem a segurança e a eficácia dos procedimentos.
Confira abaixo alguns dos principais equipamentos essenciais para esse ambiente:
O monitoramento contínuo da condição do paciente durante todo o período perioperatório é essencial para evitar complicações.
Os modelos ePM 12/15 Modular, Benevision N17/N15/N12, e Benevision N22/N19, da Mindray, oferecem monitoramento em tempo real de sinais vitais, com alta precisão, modularidade que permite acoplamento de parâmetros avançados além de integração fácil com outros dispositivos.
A anestesia precisa e segura é fundamental para o sucesso de qualquer cirurgia, pois é o carro chefe de toda cirurgia.
Os modelos de anestesia da Mindray, como WATO EX-65 PRO, A8 e A9, possuem alta precisão e sistemas de monitoramento e controle integrados, garantindo que a administração de anestésicos seja realizada com segurança e eficiência absoluta.
Durante a cirurgia, o controle das infusões de líquidos, medicamentos e nutrientes é fundamental.
O sistema de infusão BeneFusion eSP TCI/TCA é projetado para oferecer precisão máxima durante a administração de medicamentos, utilizando tecnologias avançadas de controle para garantir a segurança durante todo o procedimento cirúrgico. Ideal para infusões controladas com alto desempenho.
O uso de ultrassons durante a cirurgia, especialmente em procedimentos minimamente invasivos, melhora a precisão e reduz o tempo de operação.
Os modelos TE7 e MX7, da Mindray, são projetados para facilitar a visualização intraoperatória, aumentando a segurança do procedimento.
Uma iluminação cirúrgica de qualidade é essencial para garantir uma visualização clara do campo operatório.
O HyLED X é um foco cirúrgico de alta performance que oferece iluminação de qualidade superior com tecnologia LED.
Ele proporciona luz intensa e uniforme, garantindo excelente visibilidade no campo cirúrgico. Além disso, possui um design eficiente em termos ergonomia e mobilidade, conta com um sistema de especialidades pré configurado, que apenas á um toque se ajusta às necessidades cirúrgicas atuais.
A Medicalway, em parceria com a Mindray, oferece uma linha completa de equipamentos cirúrgicos de ponta, desenvolvidos para atender às necessidades de salas cirúrgicas inteligentes. Os diferenciais dos equipamentos Mindray incluem:
Os produtos Mindray são projetados com as mais recentes inovações tecnológicas, incluindo monitoramento avançado, ferramentas de apoio clínico avançadas e interfaces intuitivas. Esses recursos garantem maior precisão e segurança em procedimentos cirúrgicos.
A confiabilidade é um dos fatores mais importantes quando se trata de equipamentos médicos. A Mindray é reconhecida mundialmente pela durabilidade e consistência de seus dispositivos, proporcionando segurança e confiança para toda a equipe médica.
A interoperabilidade é essencial para uma sala cirúrgica inteligente, e os equipamentos da Mindray se integram facilmente com diversos sistemas hospitalares, proporcionando um ambiente conectado e otimizando o fluxo de trabalho.
Assista ao vídeo abaixo e conheça um pouco mais sobre a Mindray:
Na Medicalway, oferecemos um sistema de conectividade que une todos os equipamentos cirúrgicos, facilitando o controle do ambiente e otimizando os processos.
Esse sistema permite que os dispositivos de monitoramento, máquinas de anestesia e sistemas de infusão, por exemplo, tenham seus dados centralizados nos monitores e centrais de monitoramento, e que sejam transportados diretamente ao sistema de prontuário do hospital, garantindo segurança centralização de informações e redução do tempo de ações burocráticas, como preenchimento manual de prontuários.
Clique no vídeo abaixo para conferir:
Se você busca modernizar sua sala cirúrgica ou montar um novo centro com as mais recentes inovações tecnológicas, a Medicalway tem a solução ideal para você.
Entre em contato com nossa equipe de especialistas e descubra como podemos ajudá-lo a transformar sua sala cirúrgica em um ambiente altamente tecnológico e seguro.
A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital. A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada de equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando aparelhagem obsoleta. É fundamental aplicar recursos atualizados e funcionais para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.
Além disso, com dispositivos modernos e avançados, é possível ampliar a capacidade de atendimento, realizar diagnósticos mais precisos e maximizar a assistência disponibilizada pela instituição. Neste conteúdo especial que preparamos, vamos detalhar os motivos pelos quais é tão relevante contar com aparelhos modernos e inovadores na saúde.
Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e aprenda mais sobre o tema!!
As tecnologias estão em constante modernização e atualização. Alguns recursos preservam uma boa funcionalidade com o passar dos anos. Porém, novas versões e tendências são lançadas com potencialidades adicionais e com possibilidades mais ágeis e práticas. Isso é especialmente relevante para os dispositivos mais recentes, que já incluem complexos recursos e integração com outros sistemas.
Os equipamentos de alta tecnologia para hospital são desenvolvidos para diagnóstico, tratamento, monitoramento, reabilitação e promoção da qualidade de vida. Eles funcionam por meio de recursos avançados, que integram conhecimentos da tecnologia da informação aos saberes em saúde. A proposta é a aplicação da TI à saúde, com foco em desenvolvimento de melhores alternativas para a assistência ao paciente.
Há vários exemplos de uso da alta tecnologia na saúde. Um item moderno que podemos citar é o scanner óptico para melanoma. O melanoma é um tipo de tumor altamente letal, que só pode ser identificado a partir de biópsia cirúrgica.
A proposta do scanner é apoiar o médico na identificação dos traços e sintomas que apontam para a necessidade de realização do exame. A máquina digitaliza a superfície da região suspeita, por meio de onda eletromagnética. Com isso, ele ajuda na diferenciação de outros sinais da pele que são inofensivos.
Outro exemplo relevante de ser citado é a tecnologia para auxiliar os portadores de cefaleia crônica. As dores são ocasionadas principalmente pelo excesso de ativação de um ramo do nervo facial que está localizado no encéfalo, o chamado gânglio esfenopalatino.
Um equipamento de analgesia eletrônica pode ser implementado de forma permanente na gengiva, diretamente conectado a um feixe nervoso. Aos primeiros sinais de dor, o paciente pode acionar um controle, que bloqueia os resíduos e metabólitos que provocam a enxaqueca.
Robôs de navegação autônoma podem realizar a avaliação de sinais vitais de pacientes e monitorar parâmetros clínicos, oferecendo atendimento por telepresença. Eles podem ser programados para circular pelo hospital facilitando o trabalho dos profissionais sem necessidade de intervenção humana.
Outras possibilidades são as aplicações de Big Data e Cloud Computing para as análises de documentos e armazenagem de informações. A proposta desses recursos é a integração de dados para o fornecimento de apontamentos estratégicos, contribuindo para estudos epidemiológicos, fortalecimento da gestão e desenvolvimento de ações preventivas. O hospital digital tem diversos recursos para fortalecer a rede de atendimento e potencializar a assistência oferecida.
Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, o hospital pode aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.
Esse cenário traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde. Isso proporciona condições para atrair mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.
Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menos tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.
Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários. Ou seja, a medida proporciona um reflexo direto nas contas do hospital.
Uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas. Assim, não vai ser preciso paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que fosse possível realizar o melhor atendimento sem contratempos.
Mesmo que o valor pareça mais elevado em um primeiro momento, você deve considerar a relação custo-benefício. Afinal, um dispositivo moderno permite ter mais produtividade, proporcionar segurança para técnicos e pacientes, fortalecer a rede de inovação na instituição, além de ter uma maior vida útil. Você vai ter também menores custos com manutenções.
Os equipamentos de alta tecnologia proporcionam diversas vantagens para hospitais. Vamos detalhar quais são esses benefícios a seguir. Acompanhe!
Equívocos em uma instituição de saúde podem ter graves sequelas e gerar dificuldades na Justiça. Contar com máquinas obsoletas e de desempenho inferior pode resultar em falhas, trazendo grande prejuízo para a vida do paciente. Esse tipo de risco deve ser evitado por múltiplos esforços, pois pode gerar consequências irreversíveis e, até mesmo, falecimentos, comprometendo a imagem do estabelecimento e envolvendo o hospital em processos judiciais.
Os equipamentos de alta performance contam com recursos avançados e melhores ferramentas para integração com outros dispositivos. Eles criam condições para minimizar os erros e operar com elevado desempenho.
Máquinas modernas também passam pelas manutenções preventivas e substituição de peças. Mas esses processos acontecem com facilidade, já que os componentes são providenciados com tranquilidade e há assistência disponível no manejo desses aparelhos.
Esses fatores contribuem para a maior vida útil dessas tecnologias e para um menor risco de falha. Dessa forma, colaboradores e pacientes podem confiar nos recursos e na instituição.
Equipamentos de alta tecnologia são desenvolvidos com os mais modernos recursos e com funcionalidades que garantem maior qualidade. O desempenho deles é superior em relação aos maquinários mais antigos. Isso acontece porque os dispositivos são elaborados a partir de extensas pesquisas. Assim, com os avanços contínuos das investigações científicas e com o progresso da informática, é possível desenvolver soluções mais ágeis e de melhor performance.
Conforme destacamos, os equipamentos de alta tecnologia contam com recursos mais avançados. As imagens digitais, por exemplo, são mais nítidas que as analógicas, o que proporciona mais facilidade de análise pelo médico.
Além disso, muitos aparelhos de alta performance se comunicam diretamente com o computador. O material coletado pode ser avaliado com apoio de softwares, facilitando avaliações e visualizações. Esse contexto cria condições para diagnósticos mais precisos e para direcionamentos de tratamento certeiros.
O paciente e a equipe precisam de tranquilidade no processos de recuperação e promoção da saúde. A pessoa atendida necessita de um hospital sólido e bem estruturado, pois ela está confiando a qualidade de vida — e a própria integridade — na instituição. Já os colaboradores devem contar com uma estrutura de qualidade para empregar os conhecimentos adquiridos na formação.
É um compromisso da gestão hospitalar com as vidas que ela acolhe no estabelecimento. Os equipamentos de alta tecnologia entram nessa dinâmica com qualidade e efetividade, contribuindo para uma dinâmica hospitalar segura ao funcionarem com alto desempenho e precisão.
Os equipamentos de alta tecnologia promovem produtividade e agilidade, facilitando o fluxo de processos no hospital. Eles contam com recursos para facilitar a integração com softwares e outros dispositivos, o que simplifica a comunicação e a troca de dados entre profissionais.
Além disso, destacamos que esses itens consomem energia de forma mais inteligente do que as máquinas mais antigas. Isso gera um impacto financeiro relevante no orçamento da instituição.
Outra vantagem é que os aparelhos avançados são desenvolvidos com recursos mais sustentáveis. Esse fator diminui dificuldades com resíduos e substâncias de descarte especial, como é o caso da radiologia.
Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia, você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham vida útil maior, são necessários alguns cuidados de preservação, como:
O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.
Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:
É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc. Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.
Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.
Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que consigam atender às suas demandas e possam oferecer um suporte — inclusive no pós-venda.
O fornecedor comprometido com seu cliente deve fazer a demonstração dos produtos, além oferecer um bom detalhamento de dados e especificações técnicas. Observe também se ele destaca os diferenciais do equipamento e dos recursos oferecidos. Avalie ainda se há comprometimento com prazos de entrega, suporte rápido para qualquer falha técnica e disponibilidade de peças para qualquer contratempo.
Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com recursos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.
Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos; assim, você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento. Na dúvida, faça pesquisas na internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.
A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.
A Medicalway é uma corporação que realiza a comercialização de equipamentos médicos e hospitalares. Nós nos destacamos pelos 18 anos de experiência no mercado e pela elevada qualidade dos dispositivos que oferecemos para nossos clientes.
Trabalhamos com aparelhos de alta tecnologia, produzidos por importantes fornecedores mundiais do segmento. São itens de elevada qualidade, excelente performance e certificados, para fortalecer a estrutura de atendimento do seu hospital.
Temos o objetivo de disponibilizar os melhores recursos, preços, financiamentos e condições acessíveis ao mercado. Proporcionamos também um bom acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil. Nossa proposta é contribuir para o fortalecimento da rede de assistência à saúde, formando parcerias sólidas e duradouras com nossos clientes.
Os equipamentos de alta tecnologia contribuem para aumentar a produtividade e melhorar a eficiência do atendimento. Eles auxiliam na realização de diagnósticos e promovem mais confiança para profissionais e pacientes. Com esses aparelhos, é possível fortalecer a imagem no mercado e potencializar a rede de atendimento.
Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais, gerando mais receitas para a instituição.
Gostou de aprender sobre a importância dos aparelhos de alto desempenho? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!
A manutenção preventiva de equipamentos médicos é um procedimento essencial tanto para profissionais quanto para as pessoas atendidas. Afinal, todos os aparelhos utilizados numa instituição de cuidado sofrem desgastes com o uso e o passar do tempo, sendo fundamental revisá-los para evitar problemas durante a utilização.
Em meio à pandemia de coronavírus, os hospitais têm se deparado com uma intensa demanda pela terapia intensiva. Logo, é ainda mais importante estar preparado para o acolhimento desse público.
Pensando nisso, preparamos este post com informações práticas sobre a importância das manutenções preventivas. Quer aprender mais sobre o assunto? Continue acompanhando e entenda!
A primeira etapa dessa manutenção é o inventário, em que são reunidas informações sobre o número de patrimônio, os dados do fabricante, a modalidade da revisão e outros dados sistemáticos. Em seguida, o dispositivo passa pela inspeção e higienização — é quando alguns recebem lubrificação e outros são calibrados. Todos os procedimentos são definidos de acordo com as especificidades de cada item.
De fato, esse é um procedimento essencial para que o hospital ofereça o atendimento adequado. Dispositivos que não passam por revisão podem sofrer danos e paradas inesperados ou funcionar de forma incoerente, gerando sérias consequências para o paciente.
Os aparelhos de unidade de terapia intensiva, por exemplo, são cruciais para suplementar funções vitais em falha — logo, um dano neles pode resultar em falecimento.
É importante ter em mente que, hoje, a eficiência do cuidado caminha lado a lado a tecnologias de alto desempenho, o que só se consegue manter com revisões periódicas e planejadas.
A manutenção preventiva de equipamentos médicos garante um melhor fluxo operacional no hospital, para que os profissionais de saúde realizem seu trabalho com tranquilidade e as pessoas atendidas mantenham-se em segurança. Assim, é possível evitar riscos aos pacientes e garantir melhores resultados nos tratamentos e atendimentos.
Esse processo, no entanto, deve ser gerenciado de forma adequada para que as tecnologias apresentem bom desempenho e equívocos sejam evitados. Além disso, as manutenções preventivas são exigências das entidades estatais. Estar em alinhamento com essas normas garante credibilidade para a instituição, e mostra que ela coloca o cuidado integral e a saúde de seus pacientes em primeiro lugar.
A pandemia a do coronavírus trouxe, realmente, diversos desafios para os hospitais, demandando múltiplos esforços para o tratamento dos pacientes. Vejamos, então, quais são os impactos negativos de não ter um programa de manutenção preventiva nesse cenário.
Uma máquina que não está operando bem pode falhar durante o uso, demandando a paralisação do atendimento e uma série de ações remediadoras. Porém, alguns problemas de saúde precisam de intervenção rápida — o coronavírus, por exemplo, dificulta a respiração, ocasionando em sérios riscos para o paciente.
Essa paralisação não programada de serviço de saúde pode gerar agravamentos e até mesmo óbitos, por falha na gestão hospitalar. Sem dúvida, isso compromete a imagem da instituição e a expõe a problemas jurídicos.
Médicos e profissionais de saúde precisam trabalhar com confiança nos maquinários hospitalares utilizados. Isso significa que todo aparelho tem que estar preparado para funcionar com prontidão quando for necessário.
Se algum estiver sem manutenção, a equipe não terá o nível de segurança adequado para a efetivação dos procedimentos. E, caso o equipamento falhe ou funcione de forma equivocada, a segurança da equipe e o bem-estar do paciente ficam ameaçados.
Conforme mencionamos, as limpezas também são essenciais na manutenção — principalmente nessa pandemia de COVID-19, em que o risco de contaminação é muito grande. Se o dispositivo não passa por manutenção periódica e higienização, o hospital pode oferecer sérios riscos para as pessoas atendidas, aumentando as contaminações e dificultando a melhora do quadro.
Todo equipamento tem um tempo de vida útil, que é estabelecido pelo fabricante, e precisa ser revisado periodicamente. Em alguns casos, há necessidade de lubrificação e de substituição de peças, por exemplo.
Caso não passe pelas manutenções necessárias, em algum momento o maquinário pode falhar. Como consequência, o hospital acaba sofrendo uma redução da sua capacidade de atendimento. E, em tempos de coronavírus, ter menos tecnologias disponíveis para tratamento pode ser extremamente prejudicial, já que há um número crescente de pessoas necessitando de terapia intensiva.
A falta de manutenção preventiva também pode fazer o equipamento médico apresentar medidas pouco precisas, ou seja, com um grau maior de variação de resultados. Isso diminui a eficiência das operações, como um todo, e pode trazer riscos para as análises dos profissionais de saúde.
O coronavírus provoca vários sintomas que podem levar o paciente a um estado crítico. Com isso, o uso de aparelhos para suporte às funções vitais passa a ser essencial para a recuperação. Porém, se não passar pela manutenção necessária, o maquinário pode ficar indisponível — o que é muito perigoso em casos de demanda por serviços de terapia intensiva.
Como dissemos, para que todos os outros profissionais do hospital trabalhem bem, é essencial que possam contar com aparelhos funcionais e prontos para o uso. Sem a manutenção preventiva, portanto, a equipe não terá o suporte adequado para a prestação de serviços em saúde. Isso pode até gerar um aumento da rotatividade, já que os colaboradores vão procurar instituições mais capazes de fornecer recursos para o seu trabalho.
Vale dizer, por fim, que essa manutenção precisa ser realizada de forma regular e por profissionais habilitados. Sua periodicidade deve ser delimitada a partir das orientações do fabricante, da análise do grau de utilização e da avaliação de risco. Também é essencial que haja um registo sistematizado das revisões e aquisições desses aparelhos, para garantir que estejam sempre operando de forma funcional quando necessários.
Fica claro, portanto, que a preventiva de equipamentos médicos contribui para uma maior efetividade dos atendimentos, de forma que o estabelecimento tenha condições de oferecer assistência sólida e suporte à vida aos pacientes. Especialmente neste momento de crise em que estamos vivendo.
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Fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Um hospital é uma organização muito complexa, que depende de uma série de procedimentos, documentações e atividades para funcionar bem. Garantir a disponibilidade de recursos e fornecer atendimento de máxima qualidade para o paciente é essencial para manter uma boa posição no mercado e conquistar a confiança do público. Por trás de um bom desempenho, há uma rede de ferramentas de gestão hospitalar que pode ajudar a gerenciar processos com efetividade e facilitar o dia de trabalho no estabelecimento.
Neste conteúdo especial, vamos explicar mais sobre essas soluções, para que você fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender sobre as ferramentas de gestão hospitalar!
É essencial se preocupar com a gestão hospitalar. A eficiência dos processos no estabelecimento pode fazer a diferença nos resultados. Com um gerenciamento efetivo do hospital, é possível promover um uso adequado dos recursos, minimizando os desperdícios e garantindo maior produtividade.
A ampla complexidade das práticas na instituição de saúde se dá principalmente porque a missão dela é o cuidado. Mas para oferecer a assistência, o atendimento humanizado e o acolhimento necessários, uma série de procedimentos logísticos, financeiros e burocráticos está envolvida. Dessa forma, ter estratégias de sistematização e organização das atividades é essencial. Isso pode ser concretizado com apoio das ferramentas e soluções corretas.
Há várias ferramentas de gestão hospitalar que oferecem uma série de contribuições para a instituição. Elas contribuem ampliando possibilidades, facilitando a análise de problemas e potencializando avaliações. Quer aprender outras informações sobre esses recursos? Continue acompanhando o nosso post e veja mais!
O ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act, do inglês Planejar, Executar, Verificar, Agir) é uma ferramenta estratégica, que permite aumentar o poder de análise e desenvolver fluxos de trabalho com mais efetividade na instituição de saúde. Ele envolve uma fase de estruturação dos procedimentos chamada planejamento, que precede a execução do plano. A fase seguinte é de revisão das práticas, seguida pela ação, com as correções inseridas.
Esse recurso possibilita estruturar processos a partir de revisões constantes e feedbacks, estimulando o aperfeiçoamento contínuo. Isso contribui com a imagem do hospital e ajuda a otimizar o fluxo de trabalho no estabelecimento de saúde.
O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma ferramenta essencial para otimizar a gestão hospitalar. A solução simplifica a comunicação entre profissionais de saúde e ajuda a minimizar falhas e equívocos. Além disso, o PEP possibilita reduzir custos com papéis e usar melhor o espaço da instituição, já que dispensa a armazenagem física.
Acrescentamos também que o prontuário eletrônico pode ser associado com soluções tecnológicas compatíveis utilizado para o mapeamento epidemiológico e realização de análises e previsões. Isso facilita o dia a dia do estabelecimento de saúde e permite ter um maior preparo para enfrentar contextos adversos.
A ferramenta 5W2H é um roteiro de perguntas estratégicas para a implementação de mudanças ou lançamento de projetos, ajudando na melhor estruturação do processo. A sigla aborda as questões realizadas, em inglês, que são What (o quê?), Why (por quê?), When (quando?), Where (onde?), Who (quem?), How (como?) e How Much (quanto custa?). Assim, podemos dizer que as perguntas servem como orientadoras, ajudando a sistematizar e organizar as ações a serem realizadas.
O Diagnosis Related Group (Grupos de Diagnósticos Relacionados) é uma ferramenta que classifica pacientes hospitalizados de acordo com o grau de complexidade do caso. Ele se baseia em uma série de informações coletadas no prontuário, como o diagnóstico que motivou a internação, diagnóstico secundário e intervenções terapêuticas realizadas.
O software codifica os dados e fornece os registros ao profissional especializado, chamado codificador DRG. O sistema se vale de banco de dados primário, que é o prontuário e a informação clínica, e não o secundário, que são as faturas. Isso tende a melhorar a efetividade do processo, pois o prontuário reúne detalhes de histórico clínico. Nesse contexto, o sistema devolve indicadores, gráficos e relatórios, trazendo a oportunidade de realizar análises e oferecendo maior previsibilidade e controle para a gestão.
O Business Process Management (Gestão de Processos de Negócios) aplicado à saúde é uma solução para mapear os processos no hospital, facilitando a identificação de lacunas e a visualização de oportunidades.
A ferramenta também permite aperfeiçoar procedimentos de pouca visibilidade, mas que podem gerar entraves. Com isso, há um maior controle de fluxos de atividades e a oportunidade de corrigir ciclos e atividades que não estão com bom desempenho. Dessa forma, a instituição ganha em qualidade e produtividade.
A Gestão Eletrônica de Documentos (GED) é uma ferramenta de gestão para digitalizar toda a documentação gerada diariamente no hospital. Os arquivos físicos gerados possuem também uma cópia digital e são armazenados de forma organizada no sistema.
Os processos administrativos são todos passados para o meio informatizado e os dados podem se comunicar com o Prontuário Eletrônico do Paciente. Isso promove integração e aumenta a produtividade da organização de prestação de serviços em saúde, já que os procedimentos ficam mais ágeis. Outra grande vantagem é o melhor uso do espaço, evitando grandes pilhas e excesso de papéis na instituição.
O Diagrama de Ishikawa funciona como um esquema para orientar a identificação de causas de falhas e problemas. Ele é estruturado com uma espinha de peixe. A linha central é a questão a ser resolvida. As vértebras e ramificações são as possíveis causas e subcausas. Assim, o diagrama ajuda a visualizar melhor o problema, facilitando o delineamento de soluções.
As consequências de não adotar as ferramentas e estratégias certas de gestão hospitalar são a perda de produtividade, aumento das glosas hospitalares, dificuldade em identificar os pontos geradores de problemas e queda de credibilidade do estabelecimento de saúde. Assim, a falta de soluções de gerenciamento pode ser prejudicial em diversos aspectos, gerando um ambiente insustentável e que não oferece segurança suficiente para o paciente.
As ferramentas de gestão para organizações de atenção à saúde são essenciais para potencializar processos, facilitar análises e promover um fluxo de trabalho mais ágil e produtivo. Dessa forma, o hospital pode oferecer uma estrutura sólida e robusta em serviços de saúde.
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