Sala cirúrgica inteligente: por que implementar e com quais equipamentos contar

A tecnologia está redefinindo a maneira como realizamos cirurgias. Salas cirúrgicas inteligentes, com a integração perfeita e harmônica de sistemas e dispositivos médicos, prometem otimizar cada etapa dos procedimentos.

Neste artigo, veremos como essa inovação está revolucionando o setor da saúde e como a parceria entre a Medicalway e a Mindray, pode equipar seu centro cirúrgico com os melhores equipamentos para essa transformação. 

O que caracteriza uma sala cirúrgica inteligente?

Uma sala cirúrgica inteligente se caracteriza por sua capacidade de integrar tecnologias avançadas de maneira harmoniosa, proporcionando um ambiente controlado e otimizado para qualquer procedimento cirúrgico.

As principais características incluem:

  • Automação e controle centralizado: sistemas integrados permitem que a equipe médica e assistencial, controle todos os aspectos da sala de operação, como iluminação, dispositivos de monitoramento e equipamento de imagem, através de uma interface centralizada.
  • Monitoramento contínuo e preciso: equipamentos de monitoramento avançados, com ferramentas de apoio a decisão clínica, garantem que a condição do paciente seja acompanhada em tempo real, proporcionando informações essenciais para a tomada de decisões.
  • Conectividade entre equipamentos: diferentes dispositivos médicos, como máquinas de anestesia, sistemas de infusão e ventiladores, por exemplo, se conectam com nossos sistemas de monitorização (monitores e central de monitoramento), otimizando o fluxo de dados e, além disso, o fluxo de trabalho da equipe, que tem um acesso facilitado aos dados através desta conectividade.

Conheça as principais tendências e inovações em salas cirúrgicas inteligentes

As inovações tecnológicas para salas cirúrgicas estão evoluindo rapidamente, permitindo um nível de precisão e eficiência sem precedentes. A seguir, algumas das principais tendências:

Tecnologias que estão sendo utilizadas

  1. Integração de Inteligência Artificial (IA): IA para análise de dados intraoperatórios, sugerindo abordagens baseadas em grandes bancos de dados e experiência clínica.
  2. Monitoramento perioperatório inteligente: ferramentas que monitoram o paciente antes, durante e após a cirurgia, permitindo um acompanhamento contínuo e mais seguro.
  3. Robótica cirúrgica assistida: cirurgias realizadas com robôs aumentam a precisão em procedimentos minimamente invasivos.
  4. Sistemas de conectividade avançada: equipamentos conectados que oferecem uma visão unificada do estado do paciente e o controle de todo o ambiente cirúrgico.

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Equipamentos essenciais para uma sala cirúrgica inteligente

Uma sala cirúrgica inteligente requer o uso de equipamentos de última geração, integrados por tecnologias avançadas, que garantem a segurança e a eficácia dos procedimentos.

Confira abaixo alguns dos principais equipamentos essenciais para esse ambiente:

Sistemas de monitoramento de pacientes

O monitoramento contínuo da condição do paciente durante todo o período perioperatório é essencial para evitar complicações. 

Os modelos ePM 12/15 Modular, Benevision N17/N15/N12, e Benevision N22/N19, da Mindray, oferecem monitoramento em tempo real de sinais vitais, com alta precisão, modularidade que permite acoplamento de parâmetros avançados além de integração fácil com outros dispositivos.

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Sistemas de anestesia

A anestesia precisa e segura é fundamental para o sucesso de qualquer cirurgia, pois é o carro chefe de toda cirurgia.

Os modelos de anestesia da Mindray, como WATO EX-65 PRO, A8 e A9, possuem alta precisão e sistemas de monitoramento e controle integrados, garantindo que a administração de anestésicos seja realizada com segurança e eficiência absoluta.

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Sistemas de infusão

Durante a cirurgia, o controle das infusões de líquidos, medicamentos e nutrientes é fundamental. 

O sistema de infusão BeneFusion eSP TCI/TCA é projetado para oferecer precisão máxima durante a administração de medicamentos, utilizando tecnologias avançadas de controle para garantir a segurança durante todo o procedimento cirúrgico. Ideal para infusões controladas com alto desempenho.

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Ultrassons intraoperatórios

O uso de ultrassons durante a cirurgia, especialmente em procedimentos minimamente invasivos, melhora a precisão e reduz o tempo de operação. 

Os modelos TE7 e MX7, da Mindray, são projetados para facilitar a visualização intraoperatória, aumentando a segurança do procedimento.

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Focos cirúrgicos

Uma iluminação cirúrgica de qualidade é essencial para garantir uma visualização clara do campo operatório. 

O HyLED X é um foco cirúrgico de alta performance que oferece iluminação de qualidade superior com tecnologia LED.

Ele proporciona luz intensa e uniforme, garantindo excelente visibilidade no campo cirúrgico. Além disso, possui um design eficiente em termos ergonomia e mobilidade, conta com  um sistema de especialidades pré configurado, que apenas á um toque se ajusta às necessidades cirúrgicas atuais. 

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Diferenciais dos equipamentos Mindray

A Medicalway, em parceria com a Mindray, oferece uma linha completa de equipamentos cirúrgicos de ponta, desenvolvidos para atender às necessidades de salas cirúrgicas inteligentes. Os diferenciais dos equipamentos Mindray incluem:

Tecnologia de ponta

Os produtos Mindray são projetados com as mais recentes inovações tecnológicas, incluindo monitoramento avançado, ferramentas de apoio clínico avançadas e interfaces intuitivas. Esses recursos garantem maior precisão e segurança em procedimentos cirúrgicos.

Confiabilidade

A confiabilidade é um dos fatores mais importantes quando se trata de equipamentos médicos. A Mindray é reconhecida mundialmente pela durabilidade e consistência de seus dispositivos, proporcionando segurança e confiança para toda a equipe médica.

Facilidade de integração com outros sistemas

A interoperabilidade é essencial para uma sala cirúrgica inteligente, e os equipamentos da Mindray se integram facilmente com diversos sistemas hospitalares, proporcionando um ambiente conectado e otimizando o fluxo de trabalho. 

Assista ao vídeo abaixo e conheça um pouco mais sobre a Mindray:

Conheça nosso sistema de conectividade

Na Medicalway, oferecemos um sistema de conectividade que une todos os equipamentos cirúrgicos, facilitando o controle do ambiente e otimizando os processos

Esse sistema permite que os dispositivos de monitoramento, máquinas de anestesia e sistemas de infusão, por exemplo, tenham seus dados centralizados nos monitores e centrais de monitoramento, e que sejam transportados diretamente ao sistema de prontuário do hospital, garantindo segurança centralização de informações e redução do tempo de ações burocráticas, como preenchimento manual de prontuários.

Clique no vídeo abaixo para conferir:

Transforme sua sala cirúrgica com equipamentos de ponta – fale com a Medicalway

Se você busca modernizar sua sala cirúrgica ou montar um novo centro com as mais recentes inovações tecnológicas, a Medicalway tem a solução ideal para você. 

Entre em contato com nossa equipe de especialistas e descubra como podemos ajudá-lo a transformar sua sala cirúrgica em um ambiente altamente tecnológico e seguro.

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    Quais equipamentos de UTI que não podem faltar em um hospital?

    O bom funcionamento do hospital depende diretamente da qualidade de seus equipamentos. Sejam eles mais simples ou ultra tecnológicos, é fundamental que os colaboradores consigam manusear e comandar os diferentes tipos de equipamentos com maestria para evitar quaisquer atrasos ou erros de procedimentos.

    Quando tratamos sobre os equipamentos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), isso se faz ainda mais imprescindível. Nesse caso, a maioria dos procedimentos realizados são potencialmente críticos e requerem um alto grau de confiabilidade, uma vez que a falta, avaria ou inutilização podem colocar em risco a vida dos pacientes internados.

    Para tanto, é importante saber quais são os equipamentos fundamentais de UTI que não podem faltar em um hospital a partir de um planejamento e gestão hospitalar que deve ser seguido de maneira rigorosa.

    Pensando nessas e em outras questões, resolvemos elaborar um artigo direcionado e completo para sanar todas as suas dúvidas em relação ao assunto. Confira!

    Como acontece a aquisição de equipamentos hospitalares?

    Podemos dizer que existem duas opções para a aquisição de equipamentos hospitalares que estão disponíveis no mercado de acordo com as características de cada hospital — seja público ou privado.

    Em hospitais privados, acontece a Compra Direta de equipamentos nacionalizados ou de importação direta por linhas de crédito disponíveis para tais aquisições, locação e comodato.

    Já em hospitais públicos, a compra acontece por diversas modalidades de licitação, podendo ser nacionais ou de importação direta, locação e comodato. Nesse caso, o processo sempre acontece via licitação pública.

    Quais são os principais fatores devem ser considerados para a estrutura de uma UTI?

    Deve-se levar em conta o número de pacientes de modo a definir o número de leitos e o nível de complexidade — se a unidade de internação abrange, por exemplo, a área de cardiologia, transplante, traumas, neurologia, atendimento geral e a possibilidade de longo prazo de permanência.

    Além disso o planejamento da disposição dos leitos deve ser feito obedecendo às RDCs em vigor, como a RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva.

    Quais os equipamentos essenciais para uma UTI?

    Continue conosco e conheça quais são equipamentos essenciais para UTI, a função de cada um deles e o que é preciso considerar para adotar decisões adequadas.

    Eletrocardiógrafo

    O eletrocardiógrafo é designado para coletar, amplificar e desenhar um sinal cardíaco, representando um sinal biológico presente no paciente. A diferença de potencial é coletada de acordo com a atividade cardíaca e representada de forma gráfica.

    Oxímetro

    A oximetria consiste na mensuração da quantidade de oxigênio no sangue por meio de dispositivos denominados oxímetros. Eles são capazes de fazer essa medida apenas com o contato direto com áreas como pulso, lobo da orelha ou sobre algum dedo.

    O funcionamento se baseia na leitura da frequência cardíaca e quantidade de oxigênio no sangue das artérias por um sensor luminoso. Além de verificar a concentração de oxigênio, o oxímetro ainda mede outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca.

    Monitor multiparamétrico

    O monitor multiparamétrico demonstra as informações de determinado paciente sobre sua estabilidade ou chance de risco no UTI, identificando de maneira contínua se há alguma aceleração ou desaceleração dos batimentos cardíacos.

    Esse aparelho é indispensável em qualquer hospital, público ou privado. Além do monitoramento cardíaco, ele pode controlar determinadas funções como queda de saturação do oxigênio e alterações na pressão arterial.

    Ventilador pulmonar

    Considerando o caráter de urgência, o ventilador pulmonar é especialmente importante em ambientes de UTI, pois é considerado um equipamento de suporte à vida. Ele oferece uma ventilação artificial e promove suporte ventilatório temporário (completo ou parcial) a pacientes que estejam incapazes de respirar por vias normais.

    Estativa

    As estativas consistem em carrinhos móveis e rotativos, servindo de prateleiras para armazenar demais equipamentos hospitalares. Dessa forma, acessórios como tubos de suporte, sensores e cabos de alimentação podem ser dispostos em disposição ergonômica.

    O que considerar no momento de escolha dos equipamentos de UTI?

    A estrutura hospitalar é formada por estratégias de planejamento que devem considerar tanto a manutenção quanto a reposição dos equipamentos de UTI, sendo que acompanhar a condição dos aparelhos proporciona maior longevidade e diagnósticos mais precisos.

    Portanto, é importante considerar o número de leitos da UTI e realizar projetos que incluam descritivos adequados, permitindo conhecer os equipamentos que serão utilizados de acordo com a capacidade de atendimento.

    Esses descritivos também podem ser realizados por meio de testes e demonstrações, o que garante a escolha do melhor custo-benefício e nível de complexidade necessário de cada equipamento.

    Outro ponto primordial que deve ser levado em conta é a capacidade de precisão e acuidade dos equipamentos de UTI, o que otimiza o tempo, a obtenção de resultados e diagnósticos e a segurança dos tratamentos terapêuticos.

    O serviço de pós-venda é realmente importante?

    Como mencionamos anteriormente, a manutenção dos equipamentos da UTI consiste em uma prática fundamental, principalmente, quando consideramos a urgência dos procedimentos clínicos e tempo de utilização.

    As calibrações, assim como o registro das intervenções efetuadas são aspectos que devem estar no planejamento da manutenção para que operacionalidade seja efetiva. Afinal, se algum equipamento tem sua função prejudicada, isso pode afetar diretamente o risco de vida dos pacientes internados.

    Nesse contexto, o serviço de pós-venda com suporte técnico qualificado se faz protagonista nessa questão. O fornecimento de serviços e soluções que atendam cada instituição de maneira personalizada pode fazer toda a diferença na prestação do cuidado à saúde.

    Compreendeu como o processo de escolha, aquisição, manutenção e recebimento de equipamentos de UTI é complexo e depende de diversos fatores? É importante manter contato com empresas que forneçam serviços especializados, proporcionando acesso a equipamentos médicos de alta tecnologia no segmento da saúde.

    Se você se interessou sobre o conteúdo deste artigo e gostaria de saber mais a respeito, que tal entrar em conosco? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas a respeito dos equipamentos de UTI e como adquiri-los de maneira efetiva, focando na produtividade e eficiência da instituição de saúde!

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    7 boas práticas para realizar uma boa gestão de hospitais

    A gestão de hospitais tem influência direta sobre a qualidade do atendimento, que é a chave do sucesso de um negócio. Assim, os processos gerenciais são tão importantes quanto a capacitação técnica dos médicos e colaboradores, a estrutura física e a modernidade dos equipamentos.

    Uma boa gestão é capaz de aumentar a produtividade e reduzir os desperdícios, contribuindo consequentemente, para a economia de recursos, a melhora na qualidade de atendimento e o aumento da lucratividade. Todas essas são questões cruciais para o sucesso de qualquer empresa privada.

    Melhorar, modernizar e atualizar processos e serviços é essencial para manter a qualidade do serviço, especialmente em um setor em que a demanda se mantém alta durante do o ano e as descobertas científicas e tecnológicas estão em constante evolução.

    Pensando nisso, elencamos neste post 7 boas práticas para você aplicar na gestão do seu hospital ou clínica. Confira!

    1. Criar um planejamento estratégico

    Assim como a gestão de qualquer negócio, uma boa gestão de hospitais envolve planejamento. É preciso estabelecer metas e, a partir delas, criar estratégias para alcançar os objetivos de negócio, que devem nortear gestores e colaboradores de forma a posicionar a instituição no mercado.

    Nesse sentido, é importante considerar informações de mercado a respeito de pacientes, concorrentes, fornecedores, colaboradoras e da própria capacidade de atendimento do hospital. Além de estipular indicadores de desempenho, é importante elaborar planos de ação, definir responsáveis por atividades, bem como prazos e recursos para a execução das ações propostas no plano estratégico.

    2. Gerenciar as finanças

    Como qualquer empresa privada, um hospital também sobrevive dos lucros obtidos com a venda de seus serviços. Por isso, um bom gerenciamento financeiro é essencial, inclusive no sentido de evitar prejuízos que impactem no bom funcionamento e no atendimento da instituição.

    Além de um bom planejamento financeiro, que permita prever gargalos e períodos de contenção, antecipando soluções e ajustes necessários, é importante ter toda a movimentação financeira na ponta do lápis. O controle financeiro de gastos e recebimentos deve ser acompanhado de perto, independentemente dos valores.

    A menos que o gestor tenha formação e experiência na área financeira, é recomendável constituir uma equipe dedicada a cuidar exclusivamente dos fluxos de caixa e de relatórios financeiros. Isso garante o balanço e a saúde administrativa financeira do hospital.

    3. Treinar e acompanhar a produtividade da equipe

    Entre os ativos mais importantes de um hospital está a sua equipe. Afinal, são os médicos, enfermeiros e demais colaboradores que prestam o serviço, interferindo diretamente na qualidade do atendimento, na experiência do cliente e na produtividade dos setores.

    A sinergia e a integração da equipe, resultados de uma comunicação unificada, são o segredo para redução do tempo de espera e de atendimento. Além disso, é essencial investir em capacitação e treinamentos, visando manter os profissionais atualizados e aprimorar habilidades e competências necessárias ao exercício das tarefas diárias.

    4. Mapear e monitorar os processos hospitalares

    Um dos pontos que merecem atenção no que se refere a gestão de processos hospitalares são os fluxos de movimentação, sejam eles de materiais, equipamentos ou pessoas — funcionários e pacientes.

    Essa movimentação gera uma série de custos e perdas, devendo atrair a atenção dos gestores. Processos complementares precisam estar o mais próximos possíveis e espaços físicos devem estar devidamente organizados para minimizar as movimentações e garantir um fluxo fácil dentro do hospital.

    Dessa forma, é fundamental mapear e monitorar os fluxos e os processos hospitalares, de modo a identificar riscos e eliminar desperdícios, resolvendo os problemas de modo eficaz e sistemático.

    5. Fazer a manutenção dos equipamentos e a gestão de compras

    Com a velocidade que novas pesquisas científicas e os potenciais avanços tecnológicos surgem o desenvolvimento de equipamentos médicos está em constante evolução. Por isso, mas do que cuidar da manutenção é preciso acompanhar as tendências e ter em mente um plano de modernização.

    Devido ao alto investimento, o cuidado com os equipamentos é fundamental, uma vez que qualquer dia inoperante pode significar grandes perdas financeiras. Por outro lado, a gestão de compras precisa estar atenta às novas soluções que o mercado oferece, como linhas de crédito específicas para o setor e o contrato comodato.

    O importante é oferecer um serviço de ponta aos pacientes, conquistando sua confiança e fortalecendo a marca da instituição.

    6. Utilizar a tecnologia como aliada

    O uso da tecnologia é uma forte tendência em diversas áreas. Em hospitais, esse deve ser visto como um caminho para otimizar processos, reduzir custos e facilitar a gestão da informação.

    Softwares de gerenciamento e ferramentas tecnológicas, como o prontuário eletrônico, permitem guardar dados de pacientes, exames, arquivos e documentos, facilitando a consulta e atualização das informações. Além disso, agilizam a comunicação da equipe e reduzem erros.

    As soluções vão desde as mais simples, para o agendamento de consultas e envio de lembretes, até ferramentas mais complexas, de gerenciamento de despesas, detalhamento de repasses, mapeamento dos processos e integração das informações. Trata-se de otimizar a gestão dos dados, com mais qualidade, agilidade e segurança por meio da automação de processos.

    7. Analisar os resultados

    Tão importante quanto planejar, treinar, gerenciar e organizar todos os processos é monitorar e avaliar os resultados. Está aí a importância de criar e aplicar metodologias de avaliação de desempenho e métricas de acompanhamento.

    Os resultados devem ser analisados, no máximo, a cada 6 meses, com o objetivo de aperfeiçoar modelos e processos, modificando o que for necessário. O feedback deve ser utilizado para revisar as estratégias e mapear novas demandas e problemas recorrentes.

    Todo o esforço em promover uma boa gestão hospitalar se traduz em benefícios para a instituição, seus colaboradores e, principalmente, para os pacientes, que ganham um atendimento de excelência. Mais que agilidade no atendimento, produtividade e economia de recursos, bons processos gerenciais garantem uma melhor experiência ao cliente e a valorização da marca.

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    7 erros na gestão de hospitais que você precisa evitar

    Cometer falhas ao administrar qualquer negócio pode trazer prejuízos à produtividade e aos resultados. No entanto, quando se trata de erros na gestão de hospitais, a questão fica ainda mais séria — afinal, é um trabalho que envolve a vida das pessoas.

    É um grande desafio lidar com equipes de diferentes setores visando oferecer um atendimento de qualidade e a sustentabilidade financeira da instituição. Isso porque, quando se trata do setor hospitalar, os custos são altíssimos.

    Dessa maneira, é papel do gestor pensar em estratégias para otimizar todos os processos, reduzir as falhas e, assim, garantir a segurança do paciente, oferecendo bons resultados.

    Elaboramos este post para que você conheça 7 erros que deve evitar para fazer uma gestão eficiente de um hospital. Acompanhe!

    1. Ter problemas na comunicação

    Os setores hospitalares devem trabalhar de forma orquestrada para que os processos sejam realizados de modo completo e eficiente. Mas, para isso, é preciso que a comunicação esteja bem estruturada entre as equipes. O alinhamento nesse setor aumentará a produtividade, otimizará as rotinas, diminuirá desperdícios e reduzirá erros na gestão de hospitais.

    A troca de informações deve acontecer em todos os procedimentos — como registros feitos no prontuário dos pacientes, realização de exames, emergências, mudanças de plantão, transferências de pacientes, entre outras ações.

    Implementar políticas de comunicação entre os departamentos é o que ajudará o gestor a ter uma visão global do funcionamento de todo o hospital, identificando pontos que precisam ser corrigidos ou aprimorados. Além disso, quando os colaboradores entendem como se dá o fluxo de informações eles ficam mais cientes de seu papel dentro dos processos — o que aumenta o comprometimento e o engajamento das equipes.

    Dessa maneira, é imprescindível trabalhar a cultura organizacional, realizar reuniões periódicas e investir na automatização dos processos a fim de fazer a integração entre os setores. Assim, todos poderão trabalhar por um objetivo comum, ou seja, um atendimento de excelência.

    2. Não realizar a gestão de estoques

    Realizar a gestão de estoques vai reduzir desperdícios, evitar a falta de materiais e medicamentos, além de facilitar a negociação com fornecedores. Todos esses benefícios vêm da organização que permite ao hospital ter um planejamento prévio das suas compras.

    É importante gerenciar todos os estoques do hospital, não somente da farmácia e do almoxarifado. Isso porque outros setores também estocam — como UTIs, centros cirúrgicos, unidades de pronto atendimento, ambulâncias etc.

    A dica é unificar os dados de todos os estoques da instituição para que o gestor evite perder itens por estarem vencidos ou realizar compras desnecessárias. Fazer um inventário com entrada e saída de todos os produtos — você pode ter a ajuda de softwares específicos — ajuda a otimizar essas ações.

    3. Escolher de forma inadequada os equipamentos

    Para um hospital funcionar, é fundamental que os seus equipamentos sejam de qualidade, evitando que pacientes e técnicos corram riscos. Por isso, uma boa gestão precisa acertar na escolha desses aparelhos. Nesse caso, é importante observar:

    • especificações técnicas do equipamento, para que atendam às necessidade dos serviços;
    • relação custo-benefício, já que se trata de um investimento alto. Verifique a tecnologia empregada, a sua durabilidade e as despesas com manutenções;
    • reputação do fornecedor, analisando itens como atendimento, garantia e suporte técnico.

    4. Deixar os equipamentos sem manutenção

    Falando em equipamentos, um dos erros na gestão de hospitais é justamente descuidar de sua manutenção. Mesmo que o equipamento seja durável e de alta qualidade, o seu uso diário provocará desgastes, por isso é fundamental realizar ações preventivas.

    Esse cuidado é uma forma de atender às exigências da Vigilância Sanitária e de garantir a segurança de pacientes e dos colaboradores. Além disso, você evita contratempos como deixar de realizar procedimentos importantes por conta de um aparelho quebrado ou com defeitos.

    A manutenção preventiva periódica tem como objetivo prever possíveis falhas. Por meio delas, você consegue solucionar um problema com antecedência, prolongando a vida útil da máquina. Nesse momento, é fundamental seguir um roteiro nos cuidados com os equipamentos — como avaliação de desempenho e segurança — função realizada pelo serviço de engenharia do hospital.

    Quando o aparelho já está apresentando falhas, e por isso está inoperante, realiza-se a manutenção corretiva, visando assim reparar os problemas apresentados.

    5. Não analisar as glosas médicas

    É preciso que a gestão hospitalar realize uma análise minuciosa das glosas médicas aplicadas pelas operadoras de plano de saúde, já que isso atinge diretamente as contas da instituição. Muitas vezes, o motivo é causado por erros operacionais, como:

    • falhas na digitação do número do cartão de identificação do usuário;
    • preenchimento incorreto das informações;
    • ausência de assinatura do médico ou paciente.

    É importante investir na capacitação das equipes para reduzir qualquer tipo de falha que possa gerar as glosas médicas. Desse modo, o planejamento financeiro e o relacionamento com as empresas de planos de saúde não ficam comprometidos.

    6. Não oferecer treinamento aos colaboradores

    O treinamento não deve ficar disponível apenas para os colaboradores envolvidos com as glosas médicas, mas sim para todas as equipes hospitalares. A capacitação deve ser periódica para que todos:

    • tenham ciência da missão e dos valores da instituição;
    • possam aprimorar suas competências;
    • saibam como trabalhar de forma harmônica;
    • estejam atualizados sobre tecnologias e processos utilizados em seu departamento;
    • mantenham uma conduta padrão, objetivando um atendimento de excelência a pacientes e acompanhantes.

    7. Não adotar uma padronização para os procedimentos

    Um dos erros na gestão de hospitais é não adotar uma padronização para a realização dos procedimentos. É fundamental que todos os colaboradores “falem a mesma língua” e trabalhem de forma mais organizada e integrada. Seguir um padrão pode ajudar até mesmo em tarefas mais simples, como fornecer uma orientação ao paciente de forma eficiente.

    Assim, os processos são otimizados, não há divergências nas ações e, consequentemente, o serviço ganha qualidade.

    É importante adotar estratégias capazes de reduzir os erros na gestão de hospitais. Além de impactar positivamente no desempenho dos colaboradores e no atendimento aos pacientes, a instituição terá resultados também nas finanças — com a diminuição de desperdícios e despesas desnecessárias.

    Quer mais dicas para fazer uma administração mais eficiente em estabelecimentos de saúde? Conheça então a importância da metodologia 5S na gestão hospitalar!

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