Entenda por que se preocupar com a saúde mental dos profissionais de saúde

Entenda por que se preocupar com a saúde mental dos profissionais de saúde. Cuidar da saúde mental dos profissionais de saúde deve ser um cuidado constante, tendo em vista que esse aspecto está diretamente ligado às principais causas de perda de qualidade e produtividade no trabalho, o que influencia diretamente nos resultados.

O estresse, a ansiedade e a depressão estão entre os problemas mais comuns, principalmente em tempos de pandemia, onde esses colaboradores estão na linha de frente, tendo que passar várias horas em locais de trabalho exaustivos, correndo o risco de serem contaminados por uma doença pouco conhecida.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para mostrar a importância desse assunto e as práticas que podem ser aplicadas para promover saúde, bem-estar e integridade física aos profissionais da saúde. Confira!

Qual a importância de cuidar da saúde mental dos profissionais de saúde?

Os transtornos mentais estão entre as principais causas de afastamento do trabalho. Esse tipo de situação pode levar às mais variadas reações e distúrbios no corpo humano, como depressão, síndrome de Burnout, insônia, estresse, ansiedade, dores, esgotamento, sensação de incapacidade, entre outros.

Por esse motivo, prezar pela saúde mental da sua equipe de trabalho tem sido um grande desafio para os gestores da área da saúde, já que as doenças desencadeadas têm levado a um índice preocupante de turnover, sinistralidade e absenteísmo. Nesse caso, é fundamental que a saúde seja preservada de forma preventiva, e não apenas nos momentos de crise.

Uma saúde mental em dia possibilidade que o funcionário consiga aplicar todas as suas habilidades e competências de forma produtiva, além de ter a capacidade emocional necessária para suportar todas as adversidades e situações de estresse que fazem parte do exercício da profissão.

Quais práticas podem ser adotadas para se chegar ao cuidado eficiente da saúde mental?

Existem algumas medidas que podem ser aplicadas como forma de acertar no cuidado à saúde mental dos profissionais que atuam na área da saúde. Veja algumas dicas!

Ofereça um ambiente seguro para os profissionais

Quando um ambiente laboral seguro é oferecido, os colaboradores se sentem mais confortáveis e motivados para exercer suas atividades. Assim, os dois lados só têm a ganhar, afinal, a estrutura física disponibilizada também faz toda a diferença em relação à saúde mental no local de trabalho. Para isso, alguns investimentos são necessários, como:

  • temperatura adequada;
  • local ergonomicamente confortável;
  • fornecimento de todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Coletivos (EPCs);
  • espaço ou sala reservados para as horas de pausa, como almoço, e relaxamento, o que vai ajudar no alívio da tensão e fazer com que os membros do time retornem às suas funções de forma revigorada;
  • decoração agradável, como quadros com mensagens positivas;
  • todo material necessário para que o serviço seja realizado com qualidade;
  • ambiente hospitalar organizado e limpo;
  • entre outros.

Incentive os hábitos saudáveis

Outra medida bastante importante é o incentivo aos trabalhadores para que mantenham hábitos saudáveis no dia a dia, como a prática de exercícios físicos e uma alimentação balanceada.

Nesse caso, os descansos entre os turnos são primordiais. O profissional precisa reconhecer suas limitações e não exigir tanto de si mesmo. Práticas como o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, cigarros ou quaisquer outros tipos de vício também precisam ser deixados de lado.

Ofereça acompanhamento psicológico

Grande parte dos empregados tem vergonha de buscar ajuda psicológica com medo de perderem seus empregos ou passarem por qualquer tipo de preconceito ou julgamento.

Oferecer esse acompanhamento por meio da empresa pode ser uma saída, tendo em vista que o apoio de um profissional especialista e as conversas sobre o dia a dia que ocorrem nos atendimentos são fundamentais para ajudar o indivíduo a saber como agir em meios aos problemas rotineiros, além de gerar confiança, força e inteligência mental para atravessar esses eventos.

Promova um programa de saúde mental

Após realizar uma análise minuciosa da realidade do local de trabalho e identificar os principais problemas relacionados à saúde mental dos profissionais de saúde, é o momento de desenvolver um programa efetiva direcionado a esse ponto. Essa ação deve ser ligada a um conjunto de iniciativas com a finalidade de melhorar a qualidade de vida dos colaboradores.

O recomendável é que as estratégias aplicadas sejam voltadas para as formas de enfrentar as situações de estresse e adversidades que podem surgir, sem prejudicar ao próprio trabalhador e, também, a empresa e demais pessoas envolvidas — sejam colegas de trabalho, pacientes, entre outros.

Disponibilize um canal eficiente de feedback

A saúde mental ainda é vista como um tabu para várias pessoas. Na maioria dos casos, a própria pessoa não consegue identificar que está passando por esse tipo de problema, tendo que sobreviver com condições que influenciar negativamente em todas as ações que fazem parte da sua vida, como depressão, ansiedade e demais.

Ao oferecer um canal eficiente para que os funcionários consigam dialogar, fica mais fácil combater essas doenças, já que muitos empregados não estão confortáveis e seguros para uma conversa aberta, mas estão dispostos a desabafar em outros meios, como e-mail, chats, fóruns, entre outros.

Promova a oferta de benefícios

Um benefício diretamente ligado ao cuidado com a saúde mental dos profissionais é um plano de saúde que tenha cobertura de psicólogos e psiquiatras. Outra alternativa é optar pela contratação de um profissional qualificado para atender aos funcionários em um período determinando, por exemplo, mensalmente.

Também é possível inserir na lista de benefícios descontos com parceiros ligados ao auxílio à prevenção contra doenças mentais, como academias, nutricionistas, aulas de meditação, massagens, entre outras atividades entendidas como eficazes nesse processo.

Apoie os funcionários

Uma boa ideia é promover eventos no ambiente de trabalho com o intuito de incentivar uma relação próxima em a equipe, fazendo com que todos estejam integrados e conectados, evitando conflitos, panelinhas e outras práticas que podem influenciar na convivência saudável.

Aproveite esse momento para mostrar à equipe que a empresa se preocupa com a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida de cada um. Dialogue com eles para identificar quem precisa de ajudar por meio dessa relação mais próxima.

Agora que você entende a importância de cuidar da saúde mental dos profissionais de saúde e os problemas podem surgir quando não há essa preocupação, não deixe de aplicar as dicas apresentadas em práticas para contribuir para que todos estejam bem de saúde e produtivos.

Este artigo foi útil para você? Então, aproveita para conferir as 6 melhores formas de aplicar a biossegurança hospitalar e entenda mais sobre o tema!

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    Não perca 9 boas práticas para fazer a gestão de insumos hospitalares

    A gestão de insumos hospitalares é uma prática relevante nas unidades de saúde, tendo em vista se tratar de tudo aquilo que é necessário para o exercício das atividades, como máscaras, seringas, luvas, medicações, entre outros. Essa prática envolve todo o processo de obtenção, armazenamento, estocagem e administração do material.

    Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde, e a garantia de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade. 

    Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!

    1- Gerencie a demanda

    Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.

    Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item, observando a demanda. A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade.

    2- Organize os materiais por categoria

    Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.

    Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.

    3 Otimize a armazenagem e estoque

    Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.

    4. Adeque as quantidades ao consumo

    Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos e minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.

    Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos e realizar sua compra, levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes.

    5. Analise relatórios e integrações

    Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos, controle de estoque, uso aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.

    Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro, como contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.

    Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.

    6. Automatize o processo

    A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo, na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata, por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.

    7. Realize inventários frequentes

    Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.

    O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema e, em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.

    8. Disponibilize treinamento aos funcionários

    Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.

    Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta e fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes, fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.

    9. Estabeleça uma boa relação com os fornecedores

    Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado, no entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.

    Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido e, assim, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.

    Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática e, dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer como, por exemplo, desabastecimento do estoque, perdas e faltas de medicamentos, devido ao armazenamento incorreto, e demais falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.

    Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.

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    Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde. Portanto, há garantias de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade.

    Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!

    1- Gerencie a demanda

    Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.

    Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item.  A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade de observar a demanda.

    2- Organize os materiais por categoria

    Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar. Mas, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.

    Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.

    3 Otimize a armazenagem e estoque

    Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.

    4. Adeque as quantidades ao consumo

    Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos . Assim sendo, minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.

    Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos. Levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes ao realizar sua compra,

    5. Analise relatórios e integrações

    Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos e controle de estoque. E também, atender aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.

    Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro. Por exemplo, a contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.

    Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.

    6. Automatize o processo

    A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo. É claro que na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata. Isso por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.

    7. Realize inventários frequentes

    Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.

    O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema. Assim em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.

    8. Disponibilize treinamento aos funcionários

    Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.

    Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta. Portanto, fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes. Perdas por fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.

    9. Estabeleça uma boa relação com os fornecedores

    Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado. No entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.

    Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido. E assim sendo, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.

    Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática. Dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer. Como por exemplo o desabastecimento do estoque. Ou perdas e faltas de medicamentos devido ao armazenamento incorreto. Além das falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.

    Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.

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    O que fazer com os equipamentos obsoletos do hospital?

    Equipamentos obsoletos em hospitais podem representar prejuízos tanto para os pacientes, que precisam de materiais de qualidade, com as melhores tecnologias e em pleno funcionamento durante um atendimento, quanto para a gestão hospitalar.

    Isso porque equipamentos obsoletos podem resultar em crises financeiras, a partir do desperdício de recursos, e até na crise na imagem, quando ocorre o descarte inadequado dos materiais e a constante ausência desses elementos com a máxima tecnologia, que são essenciais para a qualidade no atendimento dos pacientes.

    Pensando em evitar os problemas mencionados acima, preparamos este artigo com informações essenciais para que os ambientes hospitalares saibam o que fazer com equipamentos obsoletos. Continue a leitura!

    O que fazer com equipamentos obsoletos?

    A resposta para a pergunta acima não pode ser simples, já que a Lei 12.305/2010 exige que as empresas descartem os resíduos de forma responsável e ambientalmente correta. O descumprimento disso poderia acarretar em problemas judiciais e até para a reputação da instituição diante dos pacientes, investidores e fornecedores. Além disso, é preciso pensar em alternativas mais viáveis também economicamente.

    Gerenciamento da obsolescência

    A partir de um gerenciamento adequado e que evite a obsolescência, é possível driblar gastos desnecessários com o material e ter um melhor aproveitamento dos recursos da instituição.

    Uma maneira de atingir esse objetivo é ao analisar componentes dos equipamentos que têm uma vida útil mais curta que os produtos finais e repô-los com frequência para não comprometer o equipamento. Isso exige um controle de estoque rigoroso.

    De qualquer forma, é preciso ter em mente que até os componentes se tornam obsoletos em um determinado momento, o que torna necessária a procura por produtos similares no mercado e que cumpram o mesmo propósito que o produto original. Assim, os equipamentos aumentam o seu tempo de vida, sem que isso comprometa a segurança, já que existem patentes por trás dos materiais.

    Manutenção preventiva

    A melhor forma de elevar o tempo de vida útil dos equipamentos, fugindo dos problemas mencionados acima, é atuar de forma preventiva, como a inspeção dos materiais para que se encontre possíveis falhas ou indícios delas.

    Isso pode livrar os equipamentos de situações mais sérias no futuro, que também exige um gasto mais elevado para manutenção. Assim, certifique-se de ter cuidados, como:

    • ao manusear o equipamento para que os operadores tenham capacidade técnica;
    • ao transportar o equipamento para que os movimentos não causem danos;
    • as condições ambientais, como temperatura, luminosidade, umidade e fluxo de ar;
    • a higienização adequada, como a descontaminação periódica do aparelho;
    • a calibração, que deve ocorrer periodicamente para atestar o desempenho do equipamento.

    Descarte adequado

    Como dito inicialmente, é indispensável considerar o descarte adequado dos equipamentos, já que eles são resíduos eletrônicos e apresentam riscos ao meio ambiente, se não ocorrer de forma correta.

    Por exemplo, ao contratar uma empresa especializada para o descarte ou ao reaproveitar os materiais de diferentes formas, mesmo quando o produto já está obsoleto, já que os metais podem ser extraídos para reúso consciente.

    De qualquer forma, é sempre importante priorizar a compra de materiais de qualidade e alta tecnologia, desfazendo-se de equipamentos obsoletos, que já não atendem às necessidades dos pacientes nem a do hospital.

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