Segurança do trabalho em hospitais: 6 práticas para adotar agora

Os cuidados com segurança do trabalho em hospitais são essenciais para a proteção dos colaboradores e para o bom funcionamento do local. Afinal, é assim que podemos proteger o time das situações que são muito comuns nessas instituições.

A dica é investir em práticas já consolidadas e que atendem às regras definidas pelas autoridades. Desse modo, a gestão hospitalar não terá que lidar com tantos problemas no cotidiano.

A seguir, separamos 6 práticas essenciais para serem adotadas quanto à segurança do trabalho em hospitais. Confira!

Quais são os principais riscos associados ao ambiente hospitalar?

Os riscos envolvem os quadros que apresentam potencial de se tornarem acidentes e doenças do trabalho, de fato. No ambiente hospitalar, eles se dividem em algumas categorias e todas são importantes. Para facilitar o entendimento, trouxemos alguns exemplos. Veja!

Químicos

Os riscos químicos estão ligados ao contato com certos materiais usados no hospital. É o caso do contato direto com fórmulas usadas para limpeza e desinfecção de superfícies e com medicamentos específicos, por exemplo.

Físicos

Os riscos físicos estão relacionados aos impactos causados no corpo de forma física. O barulho excessivo, as variações de temperatura e mesmo a exposição à radiação entram nesse conceito.

Biológicos

Os riscos biológicos estão entre os problemas mais lembrados. Eles envolvem a potencial contaminação que pode ocorrer por patógenos presentes no ambiente hospitalar ou pelo contato com pacientes ou profissionais contaminados.

Ergonômicos

Os riscos ergonômicos se parecem com as questões físicas, mas têm a ver com a interação com o espaço. A realização de esforços repetitivos, a necessidade de levantar peso ou mesmo a duração e a frequência dos plantões fazem parte dessa categoria.

Quais são 6 boas práticas de segurança do trabalho em hospitais?

Diante de tantas situações que podem causar problemas, a nossa dica é atuar na prevenção. Afinal, é sempre mais fácil impedir que algo do tipo aconteça que lidar com as suas consequências.

Pensando nisso, separamos algumas boas práticas que devem passar a integrar o cotidiano do ambiente hospitalar. Confira!

1. Classifique as áreas de risco

Identificar os riscos existentes é o primeiro passo para lidar com eles corretamente. Então, o indicado é classificar as áreas de acordo com a intensidade e a probabilidade de os riscos se concretizarem.

Em geral, riscos com “pontuação” maior exigem atenção prioritária. Esse mapeamento também serve para criar uma ideia completa sobre o que precisa ser feito em cada parte do hospital.

2. Conheça e respeite as normas de segurança

Em seguida, é hora de adaptar cada local às regras específicas. Por isso, nossa dica para a segurança do trabalho em hospitais não poderia ser outra: aprofunde-se nas regras referentes a esse assunto.

A Norma Regulamentadora mais completa sobre o tema é a NR-32, que aborda todas as questões de segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde.

Também podemos citar outras regras que merecem atenção, como:

  • NR-1, com disposições gerenciais e gestão de riscos ocupacionais;
  • NR-5, que define a necessidade de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA);
  • NR-6, que fala dos Equipamentos de Proteção Individual;
  • NR-7, que dispõe sobre o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO);
  • NR-9, que fala sobre riscos físicos, químicos e biológicos;
  • NR-15, que envolve as atividades e as operações insalubres;
  • NR-17, que aborda a ergonomia;
  • NR-24, que fala das condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho.

Todas essas normas preveem os riscos de destaque e como eles devem ser tratados para que seja possível evitar problemas.

3. Distribua EPIs

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são especialmente úteis para diminuir diversos riscos. Protetores auriculares, por exemplo, reduzem a exposição aos ruídos. Roupas de segurança impedem a absorção excessiva de radiação, enquanto máscaras e luvas bloqueiam patógenos.

Há muitas alternativas que devem ser usadas e todas têm que ser disponibilizadas pelo hospital. Assim, pode-se garantir uma atuação mais protegida para todos e que ocorre segundo as regras.

4. Elimine ruídos hospitalares corretamente

Como dissemos na parte de riscos físicos, os ruídos estão entre os problemas para a segurança do trabalho no ambiente hospitalar. Por isso, precisam ser reduzidos de forma eficiente.

Além do uso de EPIs, vale pensar em proteção acústica em locais como salas, consultórios e corredores. É importante utilizar forros de alta qualidade e que sejam especificamente orientados para espaços desse tipo.

5. Siga as normas da Anvisa

Além das normas regulamentadoras, recomendamos acompanhar as indicações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A RDC nº 50, de 2002, aborda as regras de biossegurança referentes ao planejamento e à elaboração de ambientes de saúde. Já a RDC nº 222, de 2018, trata das boas práticas de gerenciamento de resíduos, que também podem causar contaminações.

Então, é preciso atender a essas e outras definições específicas para reduzir os riscos, combinado?

6. Oriente os colaboradores

Não podemos nos esquecer de uma das principais práticas de segurança do trabalho em hospitais: o treinamento do time. Afinal, não adianta desenvolver as melhores medidas se elas não forem colocadas em prática.

É indispensável apresentar a maneira correta de usar os EPIs, como proceder diante de cada risco e como alcançar os resultados desejados. Assim, é possível atender a todas as regras, com máxima eficiência.

Quais são as consequências de não se preocupar com essa questão?

Não investir em segurança do trabalho no ambiente hospitalar tem diversos impactos. O descumprimento das determinações pode levar à interdição da instituição, a multas variadas e ações indenizatórias aos profissionais.

Também há um aumento nos casos de doenças e acidentes, o que eleva o volume de afastamentos e prejudica a produtividade e a organização do local. Além disso, é algo que transmite pouca responsabilidade social, né?

Então, para evitar problemas com a fiscalização, riscos desnecessários e até perdas de profissionais, nossa dica é adotar essas práticas de forma consistente.

Manejar os riscos e atender às regras é essencial para garantir a segurança do trabalho em hospitais. Com essas dicas práticas, você terá a chance de colocar tudo em prática para tornar o espaço de saúde mais protegido!

Além do mais, aproveite para conhecer qual é a relação entre saúde, segurança e equipamentos médicos de qualidade!

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    Ômicron e Influenza H3N2: entenda quais as diferenças

    Apesar das similaridades em alguns sintomas e no momento em que os casos começaram a se elevar, a ômicron e a influenza H3N2 são diferentes. A principal diferença é que a primeira refere-se a uma variante do coronavírus, que tornou-se uma pandemia em 2020 e começou a ser controlado com o avanço da vacinação.

    Enquanto isso, a influenza H3N2 é um vírus da gripe e começou a circular no Brasil aproximadamente em outubro. Apesar de ter uma taxa de mortalidade menor do que a ômicron, 3 estados já confirmaram estado de epidemia. Tudo isso eleva o risco de contágio e pode saturar os espaços de saúde ao adoecer boa parte da população.

    Deseja saber mais sobre as diferenças entre a ômicron e a influenza H3N2? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas no assunto!

    Influenza H3N2

    Conforme citado, a influenza H3N2 é uma variante do vírus da gripe, que causa sintomas comuns de resfriados e pode ser transmitido por meio de gotículas liberadas no ar. Assim, a prevenção contra esse problema ocorra também com o uso de máscara, distanciamento físico e higienização das mãos.

    O paciente tem de 3 a 5 dias para apresentar os primeiros sintomas, caso tenha sido contaminado. E ainda, há casos de transmissão assintomática — tal qual as variantes do coronavírus podem atuar. Seja como for, saiba que os principais sintomas da INfluenza H3N2 são:

    • coriza;
    • tosse;
    • dor de cabeça;
    • dor no corpo;
    • dor de garganta;
    • febre;
    • fraqueza;
    • etc.

    Diferentemente do que muitos podem imaginar, essa doença também é letal. Felizmente, as vacinas disponíveis contra o vírus da Influenza podem prevenir esse problema e minimizar os sintomas que podem aparecer. Entretanto, a cobertura vacinal ainda é considerada baixa, o que reduz o nível de proteção.

    Ômicron

    Enquanto isso, a taxa de vacinados contra a covid-19 — cujos estudos preliminares mostram eficácia também na defesa da ômicron — é mais elevada. Por isso, o risco de internação por essa variante tende a ser menor, além de haver menos ataque ao pulmão. De qualquer forma, ela pode levar ao surgimento de alguns sintomas, como:

    • febre;
    • coriza;
    • dor de cabeça;
    • dor de garganta;
    • dores musculares;
    • tosse;
    • etc.

    Influenza H3N2 x ômicron

    Percebeu a semelhança nos sintomas de ambas doenças? A principal diferença com relação a isso é que o vírus da gripe costuma evoluir muito mais rápido, enquanto a ômicron faz isso lentamente. Além disso, a maneira como cada uma se comporta no organismo apresenta diferenças.

    De qualquer maneira, só é possível saber qual dos dois vírus atingiu o paciente após a realização de um teste. Seja qual for o resultado, é indispensável seguir as tradicionais recomendações médicas para evitar o contágio. Caso contrário, é possível colocar a vida de outras pessoas em risco e elevar a taxa de ocupação dos hospitais.

    Então, conseguiu entender mais sobre a ômicron e a influenza H3N2? Para evitar o problema, é fundamental seguir as medidas preventivas, como o uso de máscaras e a vacinação. Se ainda assim houver o contágio, faça o teste para garantir o isolamento seguro.

    O nosso post foi útil para você entender mais sobre esses vírus? Assine a newsletter da Medicalway e continue por dentro das atualizações!

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    Classificação BI-RADS: saiba o que é e como interpretar

    BI-RADS é a sigla da expressão Breast Image Reporting and Data System, método desenvolvido pelo Colégio Americano de Radiologia (ACR), que padroniza laudos de mamografia para reduzir riscos de má interpretação entre médicos diferentes e serviços de saúde, bem como propiciar a comparação de resultados anteriores. Portanto, o BI-RADS funciona como uma forma de averiguar a existência de achados (benignos ou malignos) na mamografia.

    Agora que você já sabe o que é classificação BI-RADS, para que serve e como funciona, conheça o significado de cada tipo, como interpretá-los e as melhores condutas a seguir!

    Significado das classificações BI-RADS

    Entenda o significado das numerações do BI-RADS na mamografia e na ultrassonografia.

    BI-RADS 0 – Exame inconclusivo.

    Quando o exame é inconclusivo ou incompleto.

    Inconclusivo. Aqui estão os:

    1. achados que requerem exames complementares (imagens mamográficas adicionais e/ou uma ultrassonografia da mama ou ainda a  necessidade de  comparação das imagens de mamografia de exames anterior).
    2. resultados com problemas técnicos, como mau posicionamento das mamas e movimentação da paciente durante o exame.

    BI-RADS 1 – Exame normal ou exame negativo.

    Quando a mamografia não apresenta nenhuma alteração.  O exame é completamente normal. As mamas são simétricas e não foram visualizadas massas, distorções de arquitetura ou calcificações suspeitas.

    “Mamas normais”, ou seja, não há alterações nos seios — sendo o resultado mais almejado.

    BI-RADS 2 – Exame com achados certamente benigno.

    Quando  é visualizado  alguma alteração na mamografia, mas que tem características completamente benignas, ou seja, não é câncer, nem se transformará na doença

    Nestes achados comuns, podemos citar :

    ·        Fibroadenomas calcificados.

    ·        Cistos simples da mama.

    ·        Linfonodos intra-mamários.

    ·        Calcificações vasculares.

    ·        Lipomas.

    ·        Hamartomas.

    ·        Calcificações de origem secretória.

    ·        Implantes de silicone.

    ·        Cicatriz cirúrgica.

    BI-RADS 3 – Exame com achados provavelmente benignos.

    Quando as alterações encontradas provavelmente são benignas, mas  não é possível ter 100% de segurança. A conduta sugerida é repetir a mamografia a cada 6 meses. Após 2 anos, a lesão permanecer igual, pode ser classificada como BI-RADS 2.Por outro lado, se em algum momento do seguimento a lesão mudar de características e se tornar mais suspeita, a classificação deve ser mudada para BI-RADS 4 e a lesão deve ser biopsiada.

    BI-RADS 4 – Exame com achados suspeitos

    Quando as alterações encontradas tem características suspeitas malignidade, mais  o câncer só pode ser confirmado após a paciente  ser submetida à biópsia da lesão para que o diagnóstico correto e estabelecido a conduta de tratamento.

    Pode ser um câncer de mama. Designa desde lesões com baixo risco de ser câncer (menor que 10%) — como cistos, lesões sólidas levemente circunscritas aparentando ser fibroadenomas, abcesso mamário etc. — até aquelas com alto risco (maior que 50%) de malignidade. Compreende as subdivisões:

    • BI-RADS 4A: baixo risco de malignidade, entre 2% e 10%;
    • BI-RADS 4B: risco entre 11% e 50%;
    • BI-RADS 4C: risco entre 51% e 95%.

    BI-RADS 5 – Exame com elevado risco de câncer

    Altíssimo risco de ser um câncer mamário — superior a 95%. Aqui as massas são irregulares, mal definidas e podem apresentar novos grupamentos de calcificações pleomórficas.

    BI-RADS 6

    Lesão maligna preexistente. Nesse caso, já há um diagnóstico histológico de câncer e o exame de imagem servirá para controle do tratamento. É comum em laudos de exames de pacientes em tratamento contra o câncer de mama ou que já a terapia.

    Na prática, ela mostra ao médico solicitante se a lesão em questão é a mesma que motivou o tratamento ou se é um novo tumor, com características diferentes do diagnosticado anteriormente.

    Melhores condutas para os resultados de BI-RADS

    Vimos que o BI-RADS é um método praticado internacionalmente e que classifica lesões mamárias. Agora, veja as melhores condutas a seguir após observar o laudo.

    Resultado BI-RADS 0

    Repetir a mamografia e, a critério médico, também solicitar uma ultrassonografia.

    Resultado BI-RADS 1

    Seguir a rotina de acompanhamento escolhido para cada paciente, como repetir o exame no período mais indicado para ela, baseando-se em seu histórico e outros critérios.

    Resultado BI-RADS 2 

    A conduta é semelhando à anterior, mas a frequência dos exames podem ser maiores.

    Resultado BI-RADS 3

    Repetir a mamografia a cada seis meses durante dois anos para verificar a existência de mudanças relacionadas ao exame anterior. Pode-se solicitar, ainda, que uma ultrassonografia seja feita semestralmente.

    Resultado BI-RADS 4 A

    Realizar uma biópsia como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf). Se o resultado de exame for cito ou histopatológico benigno, ainda assim, deve ser feito um controle mamográfico semestral.

    Resultado BI-RADS 4 B

    Aqui há duas possibilidades:

    1. Tratando-se de uma massa com margens indistintas e áreas circunscritas, o diagnóstico de necrose gordurosa ou fibradenoma é provável — a conduta é repetir o exame a critério médico.
    2. Mas se for um papiloma, aconselha-se prosseguir a investigação com biópsia excisional (cirurgia que remove a lesão e área circundante para diagnóstico), por haver maior risco de malignidade

    Resultado BI-RADS 4 C

    Requer estudo histopatológico — como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf).

    Resultado BI-RADS 5 C

    Requer biópsia como biopsia a vácuo – VAB, Core Biopsia ou punção (paaf).

    Resultado BI-RADS 6

    Aqui, a conduta é intrinsecamente dependente de vários fatores, sendo individualizada para cada paciente, pois trata-se de uma pessoa que tem ou já teve câncer de mama.

    Esperamos que nosso post com todas as informações importantes sobre classificação BI-RADS seja útil em seu dia a dia no consultório.

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    O que caracteriza uma via aérea difícil e qual exame fazer?

    A via aérea difícil (VAD) consiste nas situações em que o paciente não consegue ser intubado e/ou ventilado como deveria. Naturalmente, esse tipo de acontecimento causa pânico nos profissionais envolvidos, já que isso eleva os riscos de mortalidade.

    Por motivos como esses, é indispensável entender mais sobre em que consiste a via aérea difícil e como esse quadro ocorre. Desde já, saiba que situações como essas são mais comuns na sala de emergência, em intubações que exigem sequências rápidas em gestantes e em cirurgias eletivas.

    Então, quer aprender mais sobre a via aérea difícil? Continue a leitura e tire suas principais dúvidas sobre a temática!

    O que é uma via aérea difícil?

    Conforme mencionado e como o próprio nome sugere, uma via aérea difícil consiste na situação clínica em que o profissional da saúde tem dificuldades na ventilação e/ou intubação de pacientes. Assim, a via aérea difícil pode se encaixar em determinado contexto, segundo a Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA), como:

    • necessidade de mais de 3 tentativas para que um profissional consiga intubar o paciente ou fazer com que esse procedimento dure acima de 10 minutos;
    • saturação não consegue ser mantida acima de 90% com oxigênio a 100% e ventilação por máscara;
    • impossibilidade de análise das cordas vocais por meio da técnica de laringoscopia convencional.

    Em situações como as descritas, é necessário repetir o processo, mudar os equipamentos utilizados, como as lâminas ou até mesmo introduzir itens alternativos. E ainda, pode ser necessário contar com o uso de outros elementos para auxiliar a laringoscopia.

    Quais fatores de risco para a via aérea difícil?

    Além desses procedimentos citados, é necessário conhecer os fatores de risco para entender as condições do paciente e garantir que as devidas precauções sejam tomadas. Além disso, essa identificação também é útil para que não haja mais erros nas técnicas utilizadas. Então, os critérios que ajudam a perceber isso são:

    • obesidade;
    • presença de barba;
    • idade acima de 55 anos;
    • mandíbula larga;
    • pacientes que roncam;
    • ausência de dentes;
    • queimaduras faciais;
    • histórico de apneia obstrutiva do sono;
    • fragilidade cutânea.

    Qual exame fazer para a via aérea difícil?

    Existem dois exames que podem ser utilizados em caso de via aérea difícil: o videolaringoscópio ao laringoscópio tradicional. O primeiro trata-se de um equipamento moderno que faz o procedimento com mais segurança e precisão, por isso ele é a melhor opção.

    Isso é especialmente útil em situações emergenciais que pedem intubações rápidas, evitando que o VAD ocorra. Enquanto isso, o laringoscópio tradicional apresenta limitações que não são recomendadas especialmente no caso de via aérea difícil. 

    Quais técnicas podem ser usadas para acessar uma via aérea difícil?

    Diante dos riscos envolvidos, é indispensável conhecer técnicas recomendadas para acessar uma via aérea difícil. Por exemplo:

    • identifique os sinais de VAD no paciente;
    • verifique se é realmente necessária a intubação;
    • considere intubar acordado;
    • posicione adequadamente o paciente;
    • reúna os recursos necessários.

    Conseguiu tirar suas principais dúvidas sobre a via aérea difícil? Entender mais sobre o assunto contribui para um cuidado mais adequado com o paciente em situações como essas. É o caso de seguir as técnicas e o exame recomendado.

    Deseja adquirir equipamentos de qualidade para a realização do acesso a via aérea difícil? Entre em contato conosco da Medicalway!

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