Uma ficha anestésica de maneira rápida, simples e segura: essa é a solução inovadora apresentada pela startup Anestech Innovation, que vem surpreendendo o campo da anestesiologia desde o seu lançamento.
No cenário da transformação digital que todos os setores vivenciam hoje, não há dúvidas sobre a importância de ferramentas e equipamentos empoderadores e de alta performance. E, se essa dedicação à inovação tiver o foco no paciente, os resultados atingidos conseguem garantir mais efetividade ao fluxo de trabalho para instituições tão complexas como os hospitais.
Foi por esses fatores que decidimos elaborar o conteúdo de hoje. Aqui, você vai entender como a tecnologia desenvolvida pela startup está revolucionando o ato anestésico, promovendo a gestão de riscos e o controle de eventos adversos. Continue lendo para conferir!
Fundada em Florianópolis pelo médico Diógenes Silva, a Anestech foi efetivamente para o mercado em 2014. Desde esse período, vem conquistando prêmios de destaque no ecossistema de inovação.
Em 2017, por exemplo, duas conquistas foram relevantes: a empresa venceu o Shark Tank da Acreditação Hospitalar, durante o Congresso do Comitê Brasileiro de Acreditação Hospitalar, e ainda levou o título de Startup de Saúde do Ano por meio do Prêmio Líderes da Saúde.
De maneira geral, uma startup nasce — esteja ela inserida no setor da saúde ou não — da identificação de problemas que o mercado enfrenta, mas ainda não consegue resolver da melhor forma. Pois foi assim, também, que a Anestech surgiu.
O prontuário anestesiológico (também denominado ficha de anestesia, ou Anesthesia Records) é um documento à parte de todos os outros do prontuário médico, que é obrigatório nos procedimentos, desde muito tempo.
Assim como outros registros, essa ficha ainda é realizada de maneira um tanto quanto arcaica se considerarmos a complexidade e quantidade das informações obtidas durante o ato anestesiológico. O primeiro registro em papel, inclusive, aconteceu em 1984, e até hoje é efetuado do mesmo modo.
Diante desse cenário, a startup Anestech lançou plataformas on-line e aplicativos para smartphones, cuja proposta de valor sempre se baseou em otimizar a produtividade e prática diária do médico anestesiologista. Gerando, assim, benefícios aos pacientes e às instituições de saúde. Ademais, a tecnologia por trás dessas ferramentas desenvolvidas aprimoram os cálculos realizados para a anestesia, deixando-os mais precisos e confiáveis.
A partir desses problemas identificados e de uma proposta de valor bem definida, produtos foram desenvolvidos com o objetivo de facilitar o fluxo de trabalho dos profissionais. Como você já deve ter percebido, segurança e acurácia são pontos-chave dessas soluções. Vejamos:
Como mencionamos, o método adotado para registrar a anestesia ainda é feito com papel e caneta — isso acontece até dentro de hospitais de altos níveis de acreditação e informatização. Mas o grande tempo e a ineficiência de se guardar essas informações não são o único problema.
A questão é que esses registros não permitem que uma análise preditiva seja realizada a fim de tornar o procedimento mais seguro. Por isso foi criado o AxReg, para registrar digitalmente o ato anestésico em um formato mobile-friendly — em outras palavras, ele é facilmente utilizado em smartphones. Assim, é gerado um documento com a impressão mais otimizada.
A AxCalc é o aplicativo que calcula os 25 tipos de equações mais comuns nos períodos de indução, manutenção e despertar da anestesia. Atualmente, existem versões disponíveis em inglês, espanhol e português, com presença internacional em mais de 25 países.
Assim como no procedimento de anestesia em humanos, a startup Anestech identificou que os profissionais da medicina veterinária precisam tomar decisões críticas em situações de urgência. Pensando nisso, então, foi criado o AxCal Vet.
Esse aplicativo também fornece 25 tipos de cálculos diferentes durante a indução ou manutenção do atendimento veterinário, garantindo mais acurácia e precisão.
A antibioticoterapia cirúrgica não faz parte da indução de anestesia, mas é um processo igualmente complexo, que exige muita atenção e é várias vezes utilizado de maneira equivocada pelo cirurgião. Fato esse que traz prejuízos aos pacientes e pode selecionar bactérias resistentes.
Pensando nisso, a startup Anestech criou o AxATB, um aplicativo que funciona como apoio cognitivo informando sobre o antibiótico, a dose, a necessidade ou não de repique durante o período pós-operatório e as orientações para a prescrição médica que são mais adequados para as 24 horas seguintes.
Por mais que os procedimentos diagnósticos de endoscopia sejam rápidos, é fundamental que o anestesiologista esteja atento ao estado e segurança do paciente. Nesse sentido, otimizar atividades mais burocráticas é muito importante para melhorar o fluxo de trabalho desses profissionais.
A partir do aplicativo AxEndo, é possível gerar formulários pré-anestésicos e de registro de anestesia, o que permite um faturamento sem risco de erros de cobrança ou glosas, por exemplo.
Diante de todas as funcionalidades descritas até aqui, dá para imaginar o quanto a startup Anestech consegue identificar gargalos no cotidiano médico que, realmente, fazem a diferença na produtividade e na excelência do cuidado prestado, certo?
É fato que a tecnologia na saúde avança a passos largos, e isso não é difícil perceber. No entanto, de nada adianta desenvolver equipamentos e ferramentas ultratecnológicos, com cunho inovador, se eles não resolverem problemas e gargalos reais dos profissionais e pacientes. Quando se entende essa premissa é que as melhorias relevantes são percebidas.
Benefícios como diagnósticos mais precisos, atendimentos ágeis, gestão clínica mais eficiente e com redução de custos, exatidão nos procedimentos médicos e a integração das informações são exemplos importantes nesse sentido. Além disso, o uso de ferramentas como a Inteligência Artificial, robótica, Internet das Coisas (IoT), Big Data e outras formas de inovação estão cada vez mais presentes, gerando vantagens reais para as instituições de saúde.
Podemos dizer, enfim, que a startup Anestech se encaixa perfeitamente nesse cenário, e visa não somente otimizar o tempo e a prática diária dos profissionais, mas também melhorar a relação médico-paciente, reduzindo custos e promovendo mais segurança e efetividade dos tratamentos.
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A tecnologia proporciona condições para potencializar processos nos hospitais, facilitando práticas e conduzindo a melhores oportunidades de tratamento. O Big Data em medicina permite fortalecer a estrutura de análise e tratamento de informação, gerando avaliações precisas e diversos benefícios para a prestação de serviços de cuidado. Trata-se de tecnologias complexas e avançadas, que aos poucos estão se inserindo na rotina dos estabelecimentos de saúde brasileiros.
Preparamos este conteúdo especial com diversas informações sobre o Big Data em medicina. Venha com a gente para aprender mais sobre o assunto!
O Big Data é um processo de extração de informação a partir de um volume elevado de dados, que podem estar disponíveis de forma estruturada ou não. Para fazer isso, é necessário utilizar softwares e ferramentas específicos, com a aplicação de filtros de pesquisa e análise. As informações podem ser usadas de forma estratégica em estudos, avaliações e tomadas de decisão.
Na medicina, o Big Data representa um grande potencial para alimentar estudos epidemiológicos, para intervenções em pandemias e para a avaliação de perfis de saúde em hospitais. Com isso, é possível adotar propostas coerentes com as demandas e necessidades, gerando estratégias e decisões efetivos.
É possível notar que o uso de Big Data em saúde cresceu nos últimos tempos. Nos Estados Unidos, a tecnologia é mais difundida. Aqui no Brasil, vemos algumas iniciativas com esse recurso. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu alguns estudos na área. Um exemplo é o observatório da dengue, que associava dados do Twitter e de estudos geográficos da cidade de Belo Horizonte. Outro estudo realizado pela universidade, em parceria com pesquisadores do Catar e da Alemanha, foi a avaliação de comportamento de pessoas em grupos de perda de peso nas redes sociais.
O Big Data pode ser utilizado em corporações de diversas modalidades, facilitando avaliações mercadológicas e tomadas de decisão. Na saúde, a ferramenta possibilita maximizar a qualidade das análises e intervenções.
Há várias formas de utilizar essa avançada tecnologia na medicina. O Big Data pode ser aplicado em instituições, associado ao prontuário eletrônico, para o mapeamento epidemiológico do público atendido. Isso permite delinear perfis, definir prioridades e estabelecer políticas de prevenção e intervenção. Por exemplo, se um hospital percebe pelo sistema que há um grande volume de pacientes com doenças associadas ao tabagismo, é possível criar grupos para auxiliar esse público no abandono do cigarro.
As redes sociais também podem ser utilizadas pelo Big Data para estudos e avaliações, com a identificação de demandas e necessidades do público. Na pandemia de coronavírus, as análises de redes sociais por meio do Big Data podem contribuir para a identificação de vulnerabilidades da comunidade e de problemas psicológicos associados ao isolamento. O sistema fornece informações e realiza o cruzamento de dados. Assim, os profissionais da saúde podem fazer avaliações e análises precisas.
O Big Data também pode ajudar no acompanhamento da adesão do público à telemedicina, o que é essencial, especialmente, diante do cenário de pandemia. Isso porque o sistema engloba dados estruturados e não estruturados, contribuindo para estudos, monitoramento e intervenção.
O Big Data proporciona diversas oportunidades e vantagens para a medicina. Ele auxilia na melhora das análises e contribui para estudos precisos e intervenções certeiras. Vamos mostrar, a seguir, quais são esses benefícios. Veja mais!
O Big Data permite analisar os dados com velocidade e precisão de diversas fontes. É um monitoramento contínuo, que acompanha o fluxo das dinâmicas sociais e de saúde. Isso evita coletas de dados com grande taxa de variação e incoerência. Basicamente, o sistema tem a capacidade de monitorar em tempo real, permitindo identificar padrões, acompanhar oscilações e evitar cruzamentos de informações inconsistentes.
Conforme mencionamos, essa tecnologia reúne informação de diversos canais, com grande velocidade. É muito mais rápido do que um colaborador avaliar uma fonte de cada vez. O bloco temporal demandado no processo manual seria longo e os dados rapidamente poderiam se alterar devido ao dinamismo do público.
Como o Big Data integra e sistematiza os dados, é possível evitar procedimentos de grande lentidão e dedicar maior atenção às análises. Com estatísticas consistentes e rapidamente moduladas, a equipe acompanha em tempo real o cenário e a realidade de saúde dos pacientes da instituição.
O Big Data em medicina abre a possibilidade de avaliar com constância, auxiliando a prever alguns padrões e a tomar medidas preventivas. Isso significa também criar condições para minimizar erros e políticas de baixa adesão dos pacientes. Com informação sistematizada e precisa em mãos, a equipe pode planejar estratégias mais moduladas às necessidades do público, o que gera um manejo mais inteligente do fluxo de trabalho, do estoque, da logística e da gestão hospitalar no geral.
É possível notar que o Big Data permite criar um fluxo de trabalho mais eficiente no hospital. Ele possibilita formar uma dinâmica da informação mais ágil, coerente e consistente, minimizando os desencontros e equívocos.
Com isso, a equipe pode fazer análises cuidadosas e empregar diversos conhecimentos técnicos e em saúde para a criação de estratégias funcionam para a resolução de dificuldades e lacunas. O resultado é elevação da produtividade, um melhor rendimento e uma equipe que tem as informações certas em mãos para intervir adequadamente.
A personalização do atendimento é outro ponto positivo que o Big Data proporciona. Como há mais informação sobre o público e as características da região, é possível conhecer melhor quais são as demandas. Com isso, é possível planejar e delinear estratégias que se encaixam melhor a esse corpo de demandas. Assim, esse cenário é propício para a promoção de uma melhor experiência do paciente e para a fidelização.
Conforme destacamos, os dados coletados de um grande volume de canais são agrupados e sistematizados, gerando informação precisa, em tempo real e com grande efetividade. Dessa forma, a equipe pode empregar os conhecimentos da área médica em associação a essas informações, com análises de qualidade e intervenções que alcançam os alvos com exatidão. Assim, as tomadas de decisões são baseadas em um corpo sólido de dados, gerando atitudes e estratégias que atendem melhor às demandas.
O Big Data em medicina proporciona condições para ampliar as possibilidades do hospital e para potencializar a eficiência de atendimento. Aqui no Brasil, as iniciativas com essa tecnologia ainda são tímidas, mas a tendência é promover a ampliação do uso desse recurso.
Neste post, mostramos o quanto o Big Data em medicina contribui para a agilidade, assertividade e qualidade das estratégias, gerando um fluxo de análises e intervenções de maior produtividade e eficácia. Gostou de aprender sobre o assunto? Confira também o nosso conteúdo especial sobre tecnologia na saúde!
Prescrição digital, como funciona essa tendência e quais são os benefícios?As prescrições médicas são parte importante das rotinas dos estabelecimentos de saúde, reunindo as recomendações dadas por profissionais habilitados para que o paciente se recupere de quadros patológicos. Nesse contexto,a prescrição digital é uma tecnologia inovadora que ganha cada vez mais adesão das instituições de cuidado.
Na plataforma Memed, por exemplo, foram realizadas mais de 3 milhões de prescrições em 2018, contando com 60 mil médicos inscritos no mesmo ano. Os ganhos com a implementação dessa tecnologia, que é uma das vertentes da telemedicina, são muitos, proporcionando redução de custos, otimização de processos e aumento da segurança do paciente.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre prescrição digital como funciona essa tendência e quais são os benefícios? Mostrando como esse recurso funciona e quais são as possibilidades que ele abarca para o hospital ou clínica. Ficou interessado? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!
A prescrição digital é a emissão de receita médica ou recomendação de procedimentos por via informatizada. Isso significa que o profissional de saúde pode inserir as informações em uma plataforma especializada, equipada com assinatura digital, e o paciente poderá acessar o conteúdo por meio de dispositivo eletrônico.
Há também possibilidades de intercomunicação entre o sistema do médico e a rede de farmácias. Assim, quando o paciente fornecer os dados, o farmacêutico pode abrir a receita no computador do estabelecimento e consultar as informações necessárias para que o paciente adquira os remédios necessários e saiba as dosagens corretas.
A prescrição digital funciona por meio de softwares em nuvem. O profissional se cadastra na plataforma e insere as informações das rotinas de cuidado na página. Ele pode consultar bancos de dados acerca de medicações e disponibilidades de remédios, pois o software se conecta aos sistemas de farmácias. Com a finalização da composição do documento, o doutor pode enviar o link do registro informatizado para o paciente, que pode então fazer a compra dos itens recomendados.
A farmácia também pode acessar ao sistema e abrir o documento elaborado pelo médico. Isso significa que o paciente pode ir até a farmácia, fornecer o CPF e o registro será acessado. O processo é realizado sem uso de papel e com facilidades logísticas. Afinal, o profissional pode emitir a receita de onde estiver e o paciente não precisa se deslocar para o consultório para buscar o documento.
A prescrição digital traz vários benefícios para pacientes e médicos. Vamos mostrar quais são essas vantagens a seguir. Veja mais!
Papéis e carimbos representam um custo relevante para o orçamento do estabelecimento de saúde. Eles podem não representar um grande valor unitário, mas pesam no orçamento quando há um grande volume de atendimentos, pois o número de prescrições emitidas por dia é realmente alto.
Com a prescrição digital, o impacto positivo nas despesas é considerável. Além disso, outro fator importante que afeta diretamente a experiência do paciente é que ele tem acesso à receita com mais facilidade, com reduzidos custos de deslocamento.
Um profissional de saúde tem diversas preocupações durante a consulta. O fornecimento de uma boa escuta, atendimento humanizado, preenchimento de prontuário, acompanhamento adequado do caso, escuta de questões subjetivas e clínicas e também a logística dos processos são alguns exemplos.
Preencher uma receita à mão envolve papel carbono, escrita legível, clareza, explicação detalhada. Em alguns casos, é necessário emitir mais de um registro, pois uma medicação é adquirida em farmácia e a outra no posto de saúde. Acrescentamos que essa rotina não acontece só uma vez. Ela se repete em vários momentos ao longo do expediente. Isso torna os procedimentos demorados e desgastantes para o médico.
Com a prescrição digital, o profissional pode fazer as recomendações e indicações mais rápido e com facilidade. Isso simplifica a rotina e permite que o médico tenha mais tempo disponível para oferecer um melhor atendimento. Os bancos de dados integrados à plataforma em nuvem também permitem o acesso à informações sobre remédios e dosagens com agilidade e precisão. Isso otimiza atividades e proporciona melhores possibilidades para o colaborador da saúde.
O sistema de prescrição digital é altamente seguro e criptografado. Com ele, o paciente terá acesso aos itens necessários para fazer uma boa rotina de cuidados, sem riscos com erros de dados ou medicações equivocadas. A perda do documento físico também se torna nula, o que evita retrabalho.
Além disso, problemas com ações de pessoas mal-intencionadas, que podem tentar falsificar prescrições ou obter medicamentos de forma ilegal, são minimizados. Isso favorece a proteção do paciente e da integridade do profissional de medicina.
As plataformas de prescrição digital se integram aos sistemas de prontuário eletrônico. Com isso, o médico pode acompanhar de perto todas as atividades de saúde realizadas pelo paciente. A medida evita as repetições de exames por falta de comunicação entre equipes de tratamento e atendimento, pois todas as informações estão registradas em sistemas seguros em nuvem. Isso reduz custos para os pacientes e facilita a rotina de profissionais.
Adotar a prescrição digital no hospital é uma ótima alternativa para facilitar a rotina de profissionais e oferecer mais comodidade aos pacientes. Com esse sistema, os processos na instituição ficam mais rápidos e precisos, com diminuição dos erros e do retrabalho.
Além disso, esse recurso informatizado cria condições para fortalecer a rede de atendimento com a conectividade, por meio de uma comunicação sólida e precisa entre as instituições de saúde. Isso contribui para melhorar a imagem da organização de saúde diante de pacientes e colaboradores.
A prescrição digital no hospital é uma excelente alternativa para otimizar processos e simplificar a rotina da equipe e dos pacientes. Com esse recurso, os procedimentos ganham agilidade, qualidade e eficácia. Além disso, a estrutura de segurança da informação é fortalecida, proporcionando condições para a melhora da proteção dos pacientes e dos profissionais da saúde.
E então, gostou de aprender sobre a prescrição digital como funciona essa tendência e quais são os benefícios? Confira também o nosso post especial sobre os benefícios da tecnologia na área da saúde!
O panorama da telemedicina no Brasil: guia rápido e definitivo. A telemedicina é a prestação de serviços médicos a distância, aliando agilidade e eficiência para salvar vidas. Esse recurso começou a ser desenvolvido a partir de 1950, começando pela comunicação por fax e evoluindo para os modernos quadros da atualidade. A evolução se deu com o incremento da tecnologia, com os avanços da internet e das Tecnologias de Comunicação e Informação.
Destacamos que a telemedicina traz uma série de benefícios para médicos e pacientes, auxiliando na promoção da saúde e na facilitação de processos. Ela permite a emissão de laudos a distância, a realização de alguns tipos de consultas por vias digitais e o compartilhamento de conhecimento entre médicos. Isso é viável pelo uso de dispositivos tecnológicos, softwares e modernos equipamentos.
Neste post, vamos explicar o panorama da telemedicina no Brasil, guia rápido e definitivo e mostrar as potencialidades dessa solução. Ficou interessado? Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema!
A telemedicina no Brasil é regulamentada por várias normativas institucionais, delineadas principalmente pelo Conselho Federal de Medicina. Isso é essencial para garantir a priorização da promoção da saúde e melhor assistência ao paciente. A proposta é o estabelecimento de marcos regulatórios para que o recurso seja manejado de forma coerente, sendo uma possibilidade que complementa as alternativas da medicina tradicional.
A Lei nº 1.643/2002 define normas para a prestação de saúde em medicina como modalidade médica. Essa regulamentação define as exigências necessárias em relação aos dispositivos tecnológicos utilizados para a atenção à saúde a distância, que são reforçadas pela Resolução nº 1821/07 do Conselho Federal de Medicina.
A Lei nº 1.643 também define princípios para a confidencialidade, privacidade, manuseio, guarda e transmissão de dados, resguardando o sigilo profissional. Outra definição importante para a telemedicina foi a Lei nº 12.842/2013. Ela demarca que é possível emitir laudos a distância e que esse trabalho só pode ser feito por médicos.
Acrescentamos também que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária definiu a Resolução nº 302 de 2005, que estabelece o período mínimo de 5 anos para a armazenagem de documentos, como vídeos, imagens e laudos. Essa questão é bastante importante para a prestação de assistência ao paciente, já que as informações armazenadas podem ser úteis em momentos posteriores.
A telemedicina envolve contínuas pesquisas, registrando avanços consideráveis. Acompanhe esses progressos a seguir!
A telerradiologia se caracteriza pelo uso de tecnologias de informação no diagnóstico por imagem. A proposta é que o conteúdo captado pelo aparelho médico de raios-X seja enviado diretamente para um software e encaminhado para um profissional especializado, que faz o laudo do caso.
Assim, a telerradiologia evita a necessidade dos filmes radiológicos, que representam custos e demandam descarte especial. O processo ganha agilidade e precisão, auxiliando no diagnóstico precoce de patologias.
A teleconsulta é a situação em que um médico se reúne com um especialista por meios virtuais na busca de orientações para o esclarecimento de dúvidas ou para uma segunda opinião no diagnóstico.
Em alguns locais, o paciente pode se encontrar com o médico por via online, na teleconsulta. No nosso país, a prática não é autorizada.
A telecardiologia se caracteriza pelo uso de dispositivos informatizados para a prestação de serviços em cardiologia. Os exames são laudados a distância e utilizados na condução do tratamento. A proposta é essencial pelo ganho de velocidade, aumentando as possibilidades de recuperação e promoção da saúde.
A teleneurologia objetiva a realização de diagnósticos de doenças de nível neurológico. Há uma série de exames que podem ser laudados a distância, como eletroencefalograma (clínico, ocupacional e mapeamento cerebral) e as polissonografias de internação e domiciliar.
A telepneumologia auxilia nos diagnósticos em doenças nos pulmões. A espirometria é um dos principais exames realizados, proporcionando condições para a avaliação de acometimentos como a doença pulmonar obstrutiva crônica e a asma brônquica.
No Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), o médico do trabalho realiza uma série de exames no profissional para identificar se ele está apto para as atividades. Alguns dos exames podem ter laudos emitidos a distância, o que confere maior agilidade ao processo.
A teleassistência é realizada com o apoio de dispositivos tecnológicos que coletam os parâmetros clínicos do paciente no domicílio ou em unidade de saúde. As informações são enviadas para especialistas e ações são realizadas com foco na promoção de bem-estar.
A teleducação objetiva o fornecimento de capacitação para profissionais de saúde, utilizando, para isso, as tecnologias de comunicação e informação. Essa proposta permite facilitar a disseminação de conhecimento científico para os colaboradores da área do cuidado.
A telemedicina traz diversos benefícios para instituições de saúde, profissionais e pacientes. Ela permite melhorar o processo de troca de informações entre especialistas da saúde, auxiliando no fornecimento de tratamento de qualidade. Esse recurso também ajuda a descentralizar a assistência, criando oportunidades de a população contar com serviços e exames em regiões distantes dos grandes centros urbanos.
Outra grande vantagem para os hospitais é a redução de custos. Isso ocorre devido à minimização de deslocamentos, diminuição de impressões em materiais especiais e pela possibilidade de redução nos investimentos para contratar especialistas. A telemedicina ainda auxilia no aumento da produtividade, diminuindo o tempo de espera, o que oferece maior conforto, segurança e comodidade ao paciente. Dessa forma, os diagnósticos são realizados de forma precoce, permitindo intervenções ágeis.
O uso da tecnologia tem beneficiado o médico de forma geral, auxiliando no acesso ao conhecimento e na prestação de serviços de saúde com qualidade, comodidade e eficiência. As instituições de saúde conseguem construir um fluxo de trabalho mais ágil e inteligente com o apoio dos recursos informatizados, proporcionando melhores atendimentos e tratamentos.
A telemedicina ganha cada vez mais espaço em nosso país, abrindo oportunidades para potencializar processos, ampliar o alcance da medicina em regiões remotas e maximizar a capacidade de atendimento.
Gostou de aprender sobre o panorama da telemedicina no Brasil? Aproveite e confira também o nosso post sobre os principais aplicativos de telemedicina!
