Uber médico: veja como a tecnologia está transformando o atendimento na saúde

Tecnologia e medicina sempre andaram de mãos dadas, proporcionando inovação dentro e fora dos centros cirúrgicos. Os avanços englobam desde novos equipamentos e técnicas até formas de melhorar a relação médico-paciente. Nesse sentido, o destaque da vez é o chamado Uber médico — agendamento de consultas domiciliares por um aplicativo.

Como tudo que envolve a saúde digital, logo despontam preocupações em relação à qualidade e à segurança do atendimento prestado. Assim, surgem dúvidas quanto à regulamentação e fiscalização do serviço, bem como à preservação da ética médica.

Assim, neste post abordamos o assunto explicando como funciona o Uber médico, quais são os aplicativos disponíveis no Brasil e o que diz o Conselho Federal de Medicina a respeito. Acompanhe!

Como funciona o Uber médico?

Nomeado assim em função da semelhança com a plataforma de transporte, é um serviço que permite o agendamento de atendimento médico familiar por meio de aplicativo. Além de buscar facilitar a marcação de consultas, o conceito do Uber médico visa humanizar a medicina, resgatando antigo médico de família, porém, com mais tecnologia.

Além de consultas médicas, o serviço pode ser utilizado para a vacinação e também coleta de exames. Trata-se de uma boa opção para idosos, mães com crianças muito pequenas e pessoas com mobilidade reduzida, por exemplo. No entanto, é importante ressaltar que as visitas são indicadas para casos de baixa complexidade, não englobando urgências e emergências médicas.

O aplicativo funciona conectando médico e pacientes. Os primeiros devem se cadastrar, apresentando os devidos documentos, e aguardar a aprovação. No perfil de um médico, ficam disponíveis diversas informações, como foto, formação, especialidade e experiência profissional. Além disso, o profissional deve informar as localidades e horários em que está disponível para realizar atendimento.

Já os pacientes devem fazer um cadastro como usuários e para solicitar uma consulta precisam informar os sintomas, especialidade requerida e endereço em que deseja ser atendido. Após essa etapa, deverá escolher a data e horário, solicitando o agendamento.

As consultas têm um preço pré-determinado, podendo variar entre dias úteis e fins de semana e feriados, médico, especialidade e localidade. Os pagamentos são feitos pela plataforma que costuma aceitar cartões de crédito. Os aplicativos ficam com uma porcentagem do valor pago pelo paciente.

Quais são os principais aplicativos disponíveis?

No Brasil há, pelo menos, três aplicativos que oferecem esse tipo de serviço em funcionamento, sendo o primeiro deles o Docway, desde 2015. Além da Docway, as empresas Doctor Engage e Doutor Já disponibilizam serviço semelhante.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina, os aplicativos oferecem mais de 50 especialidades médicas, sendo pediatria e clínica geral as mais solicitadas.

Docway

Trata-se do primeiro aplicativo de Uber médico do Brasil, conta com mais de 3 mil médicos cadastrados. Criado pelo curitibano Fábio Tiepolo, o aplicativo surgiu da ideia de conectar médicos e pacientes, estimulando a realização de consultas domiciliares. O serviço já está presente em mais de 250 cidades do país.

Disponível para iPhone e Android, o aplicativo oferece um histórico das suas consultas, solicitação de recibos e permite a criação de sub-perfis para familiares. Uma das grandes vantagens que o aplicativo oferece é a flexibilidade e autonomia para a marcação de consultas.

Entretanto, os preços podem não ser muito atrativos. Os valores são definidos pelos próprios médicos e podem variar bastante, porém o ticket médio é de R$ 250 a R$ 300.

O que você precisa saber sobre a regulamentação pelo CFM?

Embora o primeiro aplicativo já esteja em atividade no país desde 2015, somente fevereiro de 2018 o CFM regulamentou e declarou ético o serviço de Uber médico. Para tal, o Conselho elaborou uma série de resoluções que dispõem sobre as exigências para o funcionamento dos aplicativos.

Há uma grande preocupação com a preservação da ética na relação médico-paciente e também com a publicidade desse tipo de serviço, gerando uma concorrência desleal em detrimento da qualidade. Assim, listamos aqui algumas regras que devem ser seguidas tanto pelos aplicativos quanto pelos profissionais. Veja:

  • os médicos cadastrados devem ter o Registro de Qualificação e Especialidade (RQE), ou seja, aquele que comprova terem feito residência ou passado em prova específica da especialidade que exercem;
  • os profissionais devem fazer o registro físico e digital da consulta realizada, possibilitando o acesso ao prontuário, tanto pelo paciente quanto por outros médicos;
  • cada plataforma deve ter um diretor técnico médico, a fim de garantir que os serviços sejam prestados com a devida qualidade;
  • é vedada e divulgação do valor das consultas em anúncios publicitários. Assim, o paciente só deve ter acesso ao preço da consulta ao abrir a ficha do médico.

Como é a aceitação dos pacientes que usam o serviço?

Para os médicos, as principais vantagens são definir seus horários de atendimento e valores cobrados, além de economizar com infraestrutura e reduzir o índice de absenteísmo — grande desafio nos consultórios.

Já para os pacientes, a praticidade e a agilidade de marcar uma consulta sem burocracia, fila de espera e de ser atendido em casa são os maiores atrativos. Por isso, os serviços vêm ganhando mais e mais usuários ano a ano, porém, os especialistas alertam para algumas questões.

Por exemplo, os aplicativos não são obrigados a mostrar a avaliação dos profissionais em suas fichas, e também não ficam claras as responsabilidades do aplicativo pelo atendimento prestado, já que não há punição prevista. Além disso, os valores praticados podem ser um entrave a popularização do serviço.

De toda forma, é importante estar atento às tendências tecnológicas na área da saúde, sobretudo as que buscam melhorar a experiência do paciente. Afinal, um médico precisa se manter atualizado tanto tecnicamente quanto em relação à gestão de sua carreira.

Nesse sentido, o Uber médico vem sido cada vez mais procurado por médicos recém-formados que não ainda não têm consultório, mas também por profissionais mais experientes que buscam renovar suas formas de exercer a profissão e estreitar a relação com seus pacientes.

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    Conheça os 8 principais hospitais de referência mundial

    Os hospitais de referência mundial atendem a uma série de requisitos para terem esse reconhecimento. Além de investirem em pesquisas, eles contam com uma rede sólida de atendimento e diferenciais específicos, que os levam a atingir renome na área da saúde. No Brasil, existem serviços para acreditação de hospitais, e essas instituições formam parcerias para realização de pesquisas e investimento no ensino.

    Preparamos este post especial com informações sobre os principais hospitais de referência mundial. Continue acompanhando para entender mais sobre o tema!

    Quais serviços e qualidades um hospital precisa ter para ser considerado referência?

    No Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar define critérios para avaliação da qualidade de hospitais da rede particular. Ela divulga uma relação dos hospitais que mais se encaixam nesses requisitos.

    As certificações de qualidade são exemplos de critérios. Elas geralmente são realizadas por Organizações Não Governamentais e buscam verificar a adequação do hospital a um conjunto de padrões predefinidos. Esse processo não é jurídico, e a participação é voluntária.

    O índice de readmissão hospitalar é outro fator importante. Ele mede a eficácia do hospital em promover a recuperação dos pacientes. O esperado é que o hospital ofereça um cuidado efetivo e no menor tempo possível. Nesse contexto, são avaliados quesitos como a gestão de quadro clínico, a capacitação de profissionais, os protocolos de atendimento e o planejamento de alta.

    A segurança dos pacientes também é um elemento avaliado. De acordo com a resolução número 36/2013, os serviços de saúde devem ser núcleos de segurança das pessoas atendidas, e as tecnologias devem ser utilizadas sempre favorecendo a proteção da saúde dos pacientes.

    Quais são os principais hospitais de referência mundial?

    Os principais hospitais de referência mundial podem ser acompanhados na listagem a seguir. Veja mais!

    1. Hospital Albert Einstein

    O hospital Albert Einstein está localizado em São Paulo. Ele trabalha com especialidades como cirurgia, neurologia, cardiologia, pediatria, transplantes, oncologia, ortopedia, reumatologia, radiologia intervencionista e hematologia. A instituição se estabelece em um complexo centro de ensino e pesquisa, que tem graduação em medicina e enfermagem, pós-graduação, ensino técnico e residência.

    A instituição oferece também serviços para empresas, como vacinação na companhia, telemedicina, programas de prevenção, check-up e espaços para eventos em saúde. Ela conta ainda com diversas modalidades de treinamento, incubadora de startups e consultoria em gestão.

    2. Moinhos de Vento

    O Hospital Moinhos de Vento está localizado em Porto Alegre e é afiliado ao John Hopkins Hospital, sobre o qual falaremos mais adiante. Oferece serviços médicos em diversas especialidades: anestesia, nefrologia, neonatologia, cardiologia, coloproctologia, oncologia, cirurgia geral, emergência, gastroenterologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, neurologia e neurocirurgia, pneumologia, mastologia, psiquiatria, radiologia, reumatologia, medicina nuclear, urologia, entre outras.

    A instituição conta com centro de formação, a Faculdade de Ciências da Saúde Moinhos de Vento. Além disso, o hospital tem um ambulatório e uma robusta estrutura para realização de uma série de exames.

    3. Hospital Bandeirantes

    O Hospital Bandeirantes se unificou com o Hospital Leforte em maio de 2017 e passou a se chamar Hospital Leforte Unidade Liberdade. A instituição realiza procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, oncológicas, transplantes de medula óssea e procedimentos cirúrgicos com apoio de vídeo 3D.

    O Leforte tem um centro de diagnósticos, que realiza exames como tomografia, ressonância magnética, PET/CT e procedimentos de rotina. Há unidades de internação, centro oncológico e pronto-atendimento. Acrescentamos que o Leforte tem centro de pesquisa e ensino e biblioteca especializada em saúde.

    4. Gleneagles Hospital

    O Gleneagles Hospital está localizado em Singapura, sendo parte do grupo Parkway. Ele se destaca pelos serviços em oncologia, cardiologia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, neurocirurgia, medicina respiratória, gastroenterologia, oftalmologia e ortopedia. Possui uma área especializada na realização de transplantes. Em 2005, realizou a cirurgia de separação de duas gêmeas siamesas da Indonésia. O procedimento durou 10 horas.

    5. Bumrungrad International Hospital

    Localizado na Tailândia, é reconhecido pelo turismo médico, sendo o maior hospital privado do Sudeste Asiático. Com uma estrutura luxuosa, Bumrungrad International Hospital tem a sua própria agência de viagens que cuida de vistos dos pacientes e do providenciamento de tradutores para estrangeiros. Por ano, ele atende em média um milhão de pacientes. Apresenta muitas especialidades e subespecialidades, além de ter alcançado premiações internacionais.

    6. Shouldice Hospital

    O Shouldice Hospital fica no Canadá, sendo líder mundial no tratamento de hérnia abdominal. Ele realiza um tratamento holístico e supervisionado de recuperação e cura. O local conta com refeições especializadas e balanceadas, aconselhamento profissional, terapia de massagem, em um processo intensivo de tratamento que gera rápida recuperação. O ambiente hospitalar mescla elementos da natureza a fim de proporcionar o máximo de tranquilidade para o público atendido.

    7. Brigham and Women’s Hospital

    O Brigham and Women’s Hospital fica nos Estados Unidos, estando vinculado à Escola de Medicina de Harvard. Ele reúne um instituto de oncologia e mais 13 especialidades, como sistema cardiovascular, centro do pulmão, neurociência, centro de ortopedia e artrite, cuidados primários e saúde da mulher. No hospital, há também suporte ao paciente em termos de nutrição e relações familiares, bem como apoio espiritual e farmácia.

    8. John Hopkins Hospital

    O complexo hospitalar John Hopkins fica nos Estados Unidos e reúne um centro de urologia, centro para crianças, centro para câncer e centro de saúde dos olhos, além de uma série de outros serviços. Realizou a primeira cirurgia de redesignação sexual, além de contar com uma forte estrutura em pesquisa e ensino.

    Nas pesquisas, o John Hopkins se destacou por identificar três vírus da poliomielite, por realizar a primeira operação de síndrome do bebê azul e por descobrir opioides naturais para o cérebro. Ele possui grande renome no mundo por ser pioneiro em tantas descobertas valiosas.

    Os principais hospitais de referência mundial apresentam uma rede sólida de serviços e se ancoram também em um robusto sistema de ensino e pesquisa. Essas instituições se sobressaem pelas especificidades no cuidado e na eficácia em atendimentos. A maioria já apresenta uma longa trajetória em sua história, com inúmeros grandes feitos. Mas é importante lembrar que essa credibilidade é construída no dia a dia da instituição hospitalar.

    E então? Gostou de aprender mais sobre os 8 maiores hospitais de referência no Brasil e no mundo? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook e LinkedIn!

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    A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital

    A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada com equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando uma aparelhagem obsoleta.

    É fundamental manter as tecnologias sempre atualizadas para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

    Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e veja também como acertar na escolha do produto e do fornecedor!

    Como a escolha dos equipamentos impacta na qualidade dos procedimentos realizados?

    Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, seu hospital pode também aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.

    Isso traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde, atraindo mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.

    Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menor tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, por exemplo, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.

    Por que você deve investir em equipamentos de alta tecnologia?

    Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários, ou seja, um reflexo direto nas contas do hospital.

    Sem contar que uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas, ou seja, de você ter que paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que você consiga realizar o melhor atendimento sem contratempos.

    Assim, mesmo que o valor pareça, em um primeiro momento, mais elevado na hora da pesquisa sobre equipamentos tecnológicos, você deve considerar a relação custo-benefício. Assim, saiba que você estará adquirindo:

    • inovação para os seus serviços;
    • mais segurança para técnicos e pacientes;
    • vida útil maior da máquina;
    • produtividade mais elevada;
    • menor gasto com manutenções.

    O que avaliar para não errar na escolha?

    O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.

    Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:

    • design ergonômico, com possibilidade de ajuste de altura;
    • tamanho de monitor (se houver) e tela touch;
    • facilidade de transporte;
    • autonomia de bateria;
    • economia de energia;
    • se há outros acessórios que é preciso adquirir.

    É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc.

    Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.

    Como escolher o fornecedor ideal?

    Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.

    Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que conseguem atender suas necessidades e possam oferecer um suporte inclusive no pós-venda.

    O fornecedor comprometido com seu cliente deve:

    • fazer a demonstração dos produtos;
    • detalhar todos os dados técnicos;
    • destacar os diferenciais dos equipamentos e tecnologia oferecida.

    Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com equipamentos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.

    Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos, assim você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento.

    Na dúvida, faça pesquisas na Internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.

    Outros fatores para encontrar o fornecedor de equipamentos médicos ideal são:

    • comprometimento com prazos de entrega;
    • suporte rápido para qualquer falha técnica;
    • disponibilidade de peças para qualquer contratempo.

    A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.

    Quais os cuidados necessários com os equipamentos médicos?

    Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham uma vida útil maior, é necessário alguns cuidados de preservação, como:

    • transporte — é preciso cuidado na movimentação do aparelho pela unidade de saúde, verificando, por exemplo, textura do piso, altura de portas e largura de corredores;
    • manuseio adequado — a equipe deve ter capacitação específica para operar os equipamentos sem causar danos;
    • condições ambientais — é necessário verificar no manual e com o fornecedor as condições ambientais ideais de temperatura, umidade, luminosidade e fluxo de ar do local para dispor a máquina;
    • higienização — é obrigatório fazer a descontaminação periódica dos aparelhos;
    • calibração — é uma análise que deve ser feita periodicamente para atestar o desempenho do equipamento;
    • manutenção preventiva — checagem regular para evitar falhas nas máquinas.

    Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais de saúde, gerando mais receitas para a instituição.

    Quer conhecer algumas inovações em equipamentos hospitalares? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!

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    Robô Laura: conheça mais essa inovação na área da saúde

    A tecnologia na área da saúde não para de avançar, propiciando técnicas e diagnósticos mais precisos, que beneficiam pacientes e profissionais. O Brasil é destaque nessas inovações, como é o caso da Laura, o primeiro robô cognitivo gerenciador de riscos utilizado em hospitais.

    Laura é capaz de aprender, pois conta com uma tecnologia cognitiva. Assim, tem a missão de encontrar falhas operacionais e avisar as equipes responsáveis a tempo, o que ajuda a economizar recursos, otimizar processos e a salvar vidas.

    Ficou curioso para entender como funciona essa tecnologia, que já é uma realidade em alguns hospitais de Curitiba? Então confira nosso post e conheça também a história de superação que existe por trás da criação desse robô!

    Qual a história por trás do desenvolvimento do robô Laura?

    O robô Laura é uma criação de Jacson Fressatto, um analista de sistemas brasileiro. Ele tomou para si a missão de reduzir os números de mortes por sepse nos hospitais brasileiros depois que sua filha Laura, que nasceu prematura, veio a óbito com 18 dias de vida no ano de 2010.

    A infecção generalizada é um problema para os hospitais do país, pois representa cerca de 56% das mortes nessas instituições, segundo uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Instituto Latino Americano da Sepse (Ilas).

    Fressatto queria entender quais foram os culpados pela morte da filha e, assim, atuou como voluntário em um hospital de Curitiba. A ideia era entender os protocolos e metodologias utilizados no atendimento ao paciente.

    A experiência serviu para mostrar ao analista de sistemas que não há culpados, que existe tecnologia e que os profissionais de saúde trabalham com boa vontade. No entanto, ele sabia que tinha conhecimento para mudar essa história.

    Assim, começou a trabalhar nesse projeto, criou a startup Laura Networks e desenvolveu o robô Laura com o objetivo de reduzir em 5% a taxa de mortes por infecções generalizadas em hospitais, salvando 12 mil vidas por ano.

    O robô Laura já ganhou reconhecimento nacional e internacional, com premiações como o 1º lugar no III Prêmio Empreenda Saúde e como Campeã Brasileira da Challenge Cup, a maior competição de startups de impacto social do mundo.

    Quais os objetivos dessa tecnologia?

    O robô Laura funciona por meio de duas tecnologias: computação cognitiva e machine learning. Com isso, é um software que tem a capacidade de aprender. Por meio da inteligência artificial, aprende a identificar sintomas de doenças por meio de normas de protocolo internacionais e históricos de pacientes internados.

    Ele consegue analisar e entender as áreas operacionais e dados de um hospital ou qualquer outra organização. Com isso, sabe a melhor forma de auxiliar os profissionais, com o gerenciamento de processos, tarefas e projetos. Dessa maneira, reduz os erros operacionais e até proporciona economia de recursos.

    O software foi projetado para ajudar as equipes na identificação mais rápida dos casos de sepse, permitindo um atendimento mais ágil, evitando o agravamento da doença e morte de pacientes.

    Como ele faz isso? Conectando-se remotamente aos equipamentos e sistemas utilizados pelo hospital. Assim, processa as informações dos pacientes e pode identificar situações de risco.

    Caso identifique alguma alteração grave, ele emite faz um alerta nos monitores espalhados pelo hospital. Caso o paciente não receba atendimento, o robô encaminha mensagens por SMS e e-mails para equipes específicas. Se ainda não for atendido, procura a coordenação e direção do hospital.

    Quais suas principais funções e especialidades?

    O robô Laura pode facilitar a rotina dos hospitais, pois apresenta diversas funcionalidades. Acompanhe abaixo.

    Sepsis

    O software faz o monitoramento em tempo real dos dados vitais dos pacientes com o objetivo de identificar precocemente a sepse. A tecnologia cognitiva consegue agilizar processos para o tratamento e mediação da doença.

    Compliance

    Realiza o monitoramento de processos e atividades de uma organização, com o intuito de identificar falhas operacionais. Trabalha com geração de alertas, caso as tarefas não estejam em conformidade com as boas práticas.

    Epidemology

    O robô monitora exames laboratoriais, auxiliando assim o trabalho da Vigilância Epidemiológica, com a identificação de surtos e epidemias em tempo real.

    Blood

    O software faz o monitoramento de bancos de sangue, possibilitando a criação de campanhas de doação visando atingir doadores de um tipo sanguíneo específico. Prevê ainda o perfil de risco para procedimentos cirúrgicos, detectando, por exemplo, a necessidade de transfusão.

    Medicine

    Faz o monitoramento do comportamento das bactérias nos ambientes hospitalares com intuito de fornecer um perfil de multirresistência. Realiza ainda o monitoramento de prescrições médicas, alertando quanto ao uso inadequado de antibióticos e controlando a ingestão em pacientes críticos.

    Saving

    O robô monitora os recursos das instituições e, se houver mau uso, pode fornecer uma visão estratégica de custos.

    Quais benefícios o robô pode proporcionar ao hospital?

    A inovação tecnológica desenvolvida por Fressato pode trazer vários benefícios ao ambiente hospitalar. Confira.

    Otimização de processos

    O robô Laura analisa o fluxo de informações e dados já cadastrados dos pacientes, agilizando o trabalho dos profissionais de saúde. Com isso, consegue identificar falhas nas rotinas hospitalares, permitindo que a gestão aperfeiçoe processos ou treine as equipes.

    Redução de custos

    O software trabalha no monitoramento do uso dos recursos do hospital, identificando erros. Assim, a administração consegue agir, garantindo a sustentabilidade financeira da instituição.

    Melhor atendimento ao paciente

    O paciente é monitorado de forma constante pelo robô. Desse modo, caso ele identifique sinais de alerta, como mudança de temperatura ou nos parâmetros sanguíneos, consegue avisar as equipes, que podem agir de modo mais rápido. No caso da sepse, esse alerta pode evitar sua evolução e consequentemente o óbito do paciente.

    No projeto piloto realizado no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba, o robô percebeu os sintomas da infecção generalizada em um paciente, o que evitou o agravamento do caso.

    O Brasil está fazendo história nas inovações na área da saúde. O robô Laura já é uma realidade e pode transformar a rotina dos hospitais, melhorar o atendimento e salvar vidas.

    Gostou das informações que trouxemos neste post? Entenda também qual é o papel da tecnologia na revolução da saúde 4.0!

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