Contar com parceiros que atendam à qualidade desejada, com uma boa relação custo-benefício e que entreguem em um prazo razoável — ou seja, sem comprometer a rotina da sua clínica ou hospital — são alguns dos desafios no setor de compras.
Profissionais desse departamento precisam estar de olho na gestão de estoques e ainda ter jogo de cintura e estratégia para negociar e conseguir atender às necessidades da instituição sem estourar o orçamento.
Como se vê, não é uma tarefa nada fácil. Quer entender melhor os 6 principais desafios no setor de compras e as formas de superá-los? Acompanhe o nosso post!
A primeira dificuldade do setor de compras consiste em encontrar bons fornecedores. Nesse caso, é fundamental que o profissional, antes de adquirir qualquer produto, avalie a qualidade, tecnologia a empregada, a reputação da empresa e seu tempo de mercado. Caso seja possível, é importante também pedir referência sobre o fornecedor para outros colegas da área.
Escolher o fornecedor com critério é essencial, principalmente para itens que demandam um investimento alto, como equipamentos médicos. Assim, é necessário se certificar, principalmente, do atendimento pós-venda — como o suporte em caso de falhas e a realização de possíveis manutenções. Isso ajuda a evitar a paralisação das atividades de uma clínica ou hospital, que traria prejuízos e aborrecimentos.
É fundamental ter, também, uma empresa fornecedora que cumpra os prazos de entrega e que possa garantir um fornecimento rápido de produtos em casos mais extremos — especialmente quando se trata de medicamentos e materiais hospitalares.
Quando o assunto envolve compra, independentemente do ramo da empresa, é imprescindível ter boas estratégias de negociação. Assim, o profissional desse departamento deve saber como negociar valores, prazos e outras condições de pagamento — sempre de acordo com a quantidade acertada ou, até mesmo, com o histórico de compras que ele tem com determinado fornecedor.
É possível chegar a uma negociação em que os dois lados saiam ganhando: a empresa fornecedora concretiza uma venda grande e sua instituição consegue um desconto ou prazo maior de pagamento, por exemplo. Fazer uma transação em que as duas partes têm vantagens pode, inclusive, incentivar aquisições futuras com a mesma empresa.
Quando o produto ou equipamento que precisa ser adquirido está em desacordo com o orçamento disponível, é importante que o profissional do setor de compras saiba negociar também com seu próprio gestor, demonstrando a necessidade do item e o custo envolvido.
O setor de compras deve trabalhar em sinergia com a gestão de estoque. Assim, seus profissionais saberão exatamente o que precisa ser comprado e em qual quantidade, de modo a evitar prejuízos ou perdas, no caso de produtos vencidos.
Como fazer isso? É preciso que o estoque catalogue todos os produtos e registre todas as entradas e saídas com um sistema automatizado. Dessa forma, o setor de compras consegue atender à demanda, evitando a falta de materiais ou a compra de itens que ainda estão estocados.
Com essas informações, é possível fazer também um planejamento de compra, o que pode ajudar na hora de realizar uma pesquisa de preços com mais tempo ou de conseguir uma boa negociação com o fornecedor.
Fazer um controle de saída dos produtos tem reflexo também no uso correto que se faz desses itens — visto que é possível detectar, por exemplo, que um funcionário está desperdiçando ou usando em excesso algum material.
Aliás, o setor de vendas também pode conscientizar as equipes em relação ao uso dos materiais a fim de evitar prejuízos.
Conseguir acompanhar o fluxo de materiais no estoque é necessário para que o setor de compras saiba dimensionar as quantidades adequadas que devem ser adquiridas.
Comprar demais pode gerar gastos desnecessários, causar a perda de produtos ou a falta de espaço de armazenamento. Por outro lado, a aquisição de uma quantidade inferior à demanda prejudica o andamento dos trabalhos da clínica médica ou do hospital e o atendimento aos pacientes.
Dessa forma, um dos desafios no setor de compras é justamente orquestrar os pedidos com a quantidade correta e de acordo com as necessidades da instituição.
O que define se um produto tem alto ou baixo custo? Somente a pesquisa de preço entre os fornecedores? Ou os diferenciais do item? Diante desses questionamentos, um dos desafios no setor de compras é justamente encontrar a melhor relação custo-benefício na aquisição de equipamentos e materiais.
Dessa forma, o profissional deve avaliar a marca do item, sua qualidade, durabilidade, tecnologia e os custos envolvidos com manutenções (no caso de equipamentos médicos).
No custo-benefício, há outros critérios que também estão envolvidos, como a entrega em menor prazo, além de boas condições de pagamento ou, ainda, a possibilidade de financiamento em transações que envolvam um investimento maior.
O setor de vendas deve trabalhar para conseguir boas negociações, que permitam adquirir itens de melhor qualidade com o menor custo, de modo a equilibrar o orçamento da instituição. No entanto, apesar de ser uma relação estritamente comercial, a clínica médica ou o hospital pode estabelecer parcerias de confiança com as empresas fornecedoras de materiais e equipamentos.
É claro que essa relação só deve ser construída com fornecedores que prezam pelo bom atendimento — o que inclui comprometimento com o que ficou acertado na venda.
A parceria é importante para conseguir materiais com custos menores, agilidade no atendimento e nos prazos de entrega, além de condições de pagamento mais vantajosas.
Os desafios no setor de compras estão estritamente relacionados à saúde financeira da clínica ou hospital. Dessa maneira, o profissional deve saber como negociar e dar preferência para empresas fornecedoras de referência, que trabalhem com produtos de primeira linha e que prezem pela qualidade do atendimento.
Gostou das informações que trouxemos neste post? Então acompanhe também os 7 erros mais comuns na gestão de hospitais que você precisa evitar!
7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar. Não é novidade que a área de saúde requer atualização constante. No entanto, isso não se restringe ao conhecimento técnico-científico, já que os administradores de uma instituição de saúde também precisam se manter bem informados. Para isso, há diversos livros para gestor hospitalar que podem ajudar no seu desenvolvimento.
A administração hospitalar é um terreno cheio de desafios comuns a qualquer negócio, acrescidos de nuances e particularidades do cotidiano clínico. Assim, diversos livros se dedicam a abordar temas administrativos, como marketing, gestão de Pessoas, legislação, processos operacionais e outros pertinentes ao cenário da saúde.
Neste post, reunimos uma coletânea capaz de ajudar a responder questionamentos e dúvidas, além de fornecer soluções e ideias para lidar com situações do dia a dia à frente de clínicas e hospitais. Confira 7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar!
Trata-se de um guia completo para gestores da área de saúde. Um livro que apresenta ao leitor os principais desafios enfrentados na gestão de consultórios médicos, clínicas e hospitais — do marketing à fidelização, abordando ainda questões legais e regras do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Com uma linguagem simples e direta, o material é útil tanto para sanar dúvidas de quem já atua no segmento quanto para está começando nessa área. Com dicas e exemplos ilustrados por gráficos e tabelas, o autor Antonio Ribeiro traz assuntos complexos apresentados com clareza e didática.
Fred Lee foi vice-presidente do Florida Hospital, em Orlando, além de trabalhar na Disney University, programa de treinamentos para funcionários da Disney. Em seu livro, ele traz a fusão do aprendizado na indústria do entretenimento com sua experiência na administração médica, ressaltando a importância da qualidade do atendimento na fidelização de pacientes.
Ainda que inicialmente os dois universos não pareçam ter semelhanças, o autor constrói uma narrativa que faz todo o sentido na administração de uma clínica ou hospital, mostrando como é possível encantar pacientes, afetando a sua percepção e satisfação por meio de uma assistência humanizada e diferenciada.
A obra já vendeu centenas de milhares de cópias, tendo sido traduzida para diversos idiomas. Leitura indispensável para quem trabalha com serviços, especialmente na área médica.
O livro de Marinho Jorge Scarpi traz para o gestor hospitalar o olhar de administrador, ajudando-o a ver a clínica ou hospital como um negócio que precisa gerar lucro como outro qualquer. Assim, trata-se de um material fundamental na biblioteca do médico empreendedor.
O livro aborda dicas sobre planejamento, processos e liderança, além de trazer informações sobre questões do cotidiano das clínicas como regras de convênios e planos de saúde, informatização e responsabilidade social.
Autor consagrado do marketing, nesse livro Kotler volta as suas atenções para a área de saúde, dedicando-se a explicar para médicos e administradores hospitalares como o marketing tem a função de criar relacionamento, fidelização e confiança, melhorando a experiência do paciente.
A obra de base teórica, reúne também exemplos práticos para a área de saúde, mostrando como hospitais que investem em uma cultura de marketing tendem a ter melhor desempenho.
O relacionamento de médicos com pacientes é sem dúvida uma das maiores peculiaridades dos negócios na área de saúde. Nesse livro, o autor Cyro Martins, que é psicanalista, aborda diversas questões nesse contexto, desde situações conflituosas até formas e técnicas modernas de lidar com algumas delas.
O livro é recomendado não apenas para profissionais que têm relação direta com os pacientes, mas também para gestores que possam entender as particularidades da questão e identificar os pontos de desafio, orientando sua equipe para o melhor atendimento.
O autor, que também é romancista, apresenta o atendimento ao paciente do ponto de vista humanístico, partindo de sua própria experiência e estudos a cerca da medicina no século XX e sua transformação digital.
De todos os livros da lista, esse é o único que não é exclusivamente voltado para a área de gestão hospitalar. Porém, é muito recomendado para qualquer um que deseje ser um bom líder.
O livro fala do comportamento, mostrando como lidar com pessoas, seja no âmbito pessoal ou profissional. Trata-se de uma ferramenta de gestão de pessoas, ao abordar a linguagem corporal nas interações humanas, facilitar o gestor a compreender a sua equipe além das palavras e interpretar gestos e nuances de seus funcionários.
Com os ensinamentos desse livro, publicado em 1937 e de grande destaque no mundo dos negócios, o gestor aprende a tornar-se referência influenciando as pessoas ao redor, o que o coloca em uma posição muito mais confortável ao lidar com seus próprios funcionários, contando com o apoio deles.
Esse livro traz uma abordagem completa da administração clínica, englobando temas como contabilidade, gestão operacional e marketing. Enfim, questões que permeiam o desempenho de um gestor bem-sucedido.
Uma das grandes dificuldades do médico empreendedor é o fato desses assuntos não serem abordados na formação em medicina. Por isso, uma noção geral sobre o negócio é essencial ao sucesso na gestão em saúde e o livro promete auxiliar o médico a desenvolver essa perspectiva.
A sabedoria popular diz que conhecimento nunca é demais, e é verdade que a leitura traz benefícios para a saúde mental e física, proporcionando ganho intelectual e pessoal. Os livros técnicos são essenciais para complementar a formação profissional, trazendo conteúdo específico e relevante, com abordagens que vão além daquilo que aprendemos nas salas de aula, seja na graduação ou na educação continuada.
Assim, esperamos que nossas sugestões de livros para gestor hospitalar sejam úteis para ampliar seus horizontes como administrador, auxiliando na tomada de decisão e na percepção mais ampla da sua clínica ou hospital como um negócio. Uma seleção eclética, com narrativas dinâmicas e interessantes para médicos empreendedores.
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Veja 5 dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia para sua clínica. Manter o estabelecimento de saúde em bom funcionamento demanda uma série de investimentos importantes. Os equipamentos e artigos hospitalares são imprescindíveis para que os profissionais possam realizar um bom trabalho e oferecer cuidado integral ao público. Na clínica que oferece fisioterapia, não é diferente. Dispositivos e serviços de qualidade são decisivos para a recuperação e promoção da saúde. O fornecedor em fisioterapia é um agente muito importante nesse processo. Escolher a empresa certa para formar uma parceria é mais do que um objetivo, é uma necessidade.
Uma boa seleção pode resultar em sólidas relações de trabalho, concretizando uma parceria de confiança para o seu estabelecimento de saúde. Preparamos este conteúdo especial com dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia para a sua clínica.
Ficou interessado? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!
Produtos de qualidade são decisivos para o oferecimento de um tratamento e atendimento de alto padrão. Além disso, a falha de um dispositivo pode resultar em graves danos para o paciente, além de prejudicar a imagem da instituição. Equipamentos e serviços de fisioterapia de baixa qualidade podem resultar em lesões, necessidades constantes de reparos e em custos adicionais com substituições. Já os recursos de bom desempenho contribuem para melhorar o fluxo de trabalho e formar um bom conceito da clínica.
Fazer parceria com um fornecedor de confiança é muito importante para que os ciclos de trabalho sejam desenvolvidos com sucesso. A relação com um fornecedor é de longo prazo e pede uma boa avaliação antes de escolher a corporação para fazer negócios. A sua imagem também está em jogo nesse processo, pois o desempenho do dispositivo e dos serviços serão associados diretamente à sua clínica.
Como escolher o melhor fornecedor em fisioterapia? Há diversas atitudes que podem contribuir bastante para a escolha do fornecedor em fisioterapia. Veja nossas dicas a seguir!
Fazer uma boa pesquisa é uma medida importante para conhecer quais são as a opções disponíveis no mercado. Para isso, você pode buscar dados nos meios virtuais, conversar com colegas de profissão e participar de eventos da área da saúde. Investigue as páginas da internet, conferindo as sessões nos sites das empresas encontradas.
Realize uma pesquisa aprofundada e tente contatar as empresas para ter uma noção sobre as condições em que elas negociam e fazem parcerias. Registre as informações coletadas, para analisá-las com calma depois.
Fazer parceria com uma corporação que está com problemas na imagem pode ser muito prejudicial. Os pacientes podem perceber o vínculo e deixar de frequentar a sua clínica. Além disso, há muita incerteza sobre a qualidade e integridade desse tipo de fornecedor. Assim, verificar a reputação da empresa é um passo importante para garantir uma parceria de sucesso.
Para isso, verifique as redes sociais da companhia, observando comentários e interações com o público. Faça contato com parceiros da organização e questione sobre as posturas do fornecedor, abordando questões como qualidade, forma de lidar com erros e cumprimento de prazos.
Fornecer serviços de alto desempenho na clínica é essencial para a prevenção, promoção e recuperação em saúde. Com um fluxo de trabalho pautado em uma estrutura sólida, os profissionais podem trabalhar melhor e a clínica pode construir uma boa imagem no mercado.
Para isso, é fundamental que o fornecedor em fisioterapia tenha como uma das prioridades a qualidade dos recursos e serviços oferecidos. O sucesso do seu estabelecimento depende não só da sua contribuição, mas também de uma parceria de negócios baseada em colaboração e compromisso mútuo.
Preços muito abaixo da média podem ser indicativos de produtos e serviços de qualidade inferior, o que pode gerar grandes prejuízos e retrabalho. O preço deve ser analisado, mas desconfie dos valores inferiores demais ao que é cobrado pelas outros fornecedores em fisioterapia.
Uma ótima forma de avaliar esses aspectos é considerar a relação custo-benefício. Isso significa analisar se o investimento realizado gera um retorno positivo, que esteja alinhado ou que supere as expectativas.
Contar com um bom atendimento e com o suporte do fornecedor em fisioterapia é fundamental para que haja sucesso na parceria. Esses dois fatores colaboram para facilitar a assimilação dos produtos e serviços na rotina, contribuindo para que a equipe tenha uma adaptação mais fácil.
Afinal, muitos equipamentos e dispositivos demandam capacitação da equipe para o correta aplicação. Com o passar do tempo, manutenções preventivas podem ser necessárias, assim como as revisões e calibrações. Contar com um fornecedor que auxilie nessas tarefas é essencial, principalmente em um cenário de grande carga de processos como uma clínica. Dessa forma, o fluxo de trabalho é melhorado e a parceria se consolida de forma satisfatória para ambas as partes.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos hospitalares, médicos e de fisioterapia de qualidade elevada. A empresa possui matriz em Curitiba, no Paraná, e filiais em Santa Catarina e São Paulo. Os dispositivos comercializados são de alta tecnologia.
Além disso, fornecemos acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil. Temos uma ampla tradição de mercado, com histórico de relacionamento sólido com nossos clientes. O custo-benefício de nossos produtos é adequado ao mercado e fornecemos excelentes serviços de manutenção. Nos destacamos pela grande tradição e experiência de mercado.
O fornecedor em fisioterapia é um agente importante para a clínica que disponibiliza serviços na área. Para encontrar uma boa empresa para fazer parceria, é fundamental investir em uma boa pesquisa e contatar fornecedores da área para conhecer as condições de negociação. Priorize o custo-benefício e a qualidade e seja criterioso na análise, pois a imagem da clínica e o bem-estar dos pacientes está em jogo.
E então? Gostou de nossas dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia? Aproveite e entre em contato com a Medicalway! Teremos prazer em ajudar!
Os avanços na tecnologia acontecem em grande velocidade, gerando impacto na sociedade e na dinâmica das empresas. Os estabelecimentos de saúde também estão incluídos nesse processo, passando por uma ampla modernização e contando com uma série de benefícios da informatização. A radiologia digital é um exemplo de tecnologia que promove vantagens para médicos, gestores de saúde e pacientes. Esse recurso é uma alternativa à radiologia convencional, oferecendo mecanismos mais rápidos e sustentáveis.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a radiologia digital e os impactos que ela gera no estabelecimento de saúde. Quer aprender mais sobre o assunto e conhecer as mudanças que a radiologia digital traz para o paciente e para a gestão? Continue acompanhando e entenda!
A radiologia digital faz a captação das imagens com o uso de sensores digitais de raios X. A imagem é enviada diretamente para um computador, podendo ser gerenciada pelo profissional para melhor visualização.
Essa tecnologia conta com avançadas funcionalidades para proporcionar qualidade, precisão e eficácia. Na década de 1970, começaram os primeiros usos experimentais da radiologia digital. Essa tecnologia passou por um grande aprimoramento e avanços (como a implementação de computador no processo e o surgimento dos recursos em nuvem) e se inseriu no mercado posteriormente.
A radiologia convencional usa filmes radiográficos e a imagem é revelada em uma chapa, com o auxílio de produtos químicos. Ela foi descoberta entre o final do século 19 e início do 20.
A radiologia digital apresenta diversos fatores que a diferenciam da radiologia analógica. As radiações são geradas por um tubo padrão e coletadas pelos sensores digitais. A energia absorvida é transformada em carga elétrica. Essa carga é registrada, digitalizada e processada em escala cinza. Os dados são processados por um software especializado para a formação da imagem utilizada para fins clínicos. Depois, a imagem é armazenada.
Na radiologia convencional, o filme radiográfico tem que passar por revelação, com o auxílio de reagentes na câmara escura. Caso o profissional deseje passar o material para o computador, é necessário escanear a imagem.
Com isso, é possível perceber que a radiologia digital realiza o processo de geração da imagem em segundos. Já a convencional tende a ter uma maior demora para a geração de resultado.
Os diagnósticos tendem a ser mais precisos na radiologia digital, porque a imagem gerada é de maior qualidade e pode ser ampliada, manipulada e ter a escala de cores invertida. Com isso, o médico pode fazer uma análise mais minuciosa e oferecer um diagnóstico certeiro.
A radiologia digital demanda equipamentos como computador, máquina digital de raios X, digitalizadores e software para o processamento de imagem. A convencional pede a câmara escura, o aparelho de raios X, scanner e computador.
A radiologia digital contribui de diversas formas para a gestão. Veja mais a seguir!
Os equipamentos e sensores digitais apresentam um preço um pouco mais elevado que a tecnologia analógica. Porém, se você considerar que com esses dispositivos vai poder dispensar custos com reagentes químicos, mão de obra e sala de revelação, a radiologia digital se mostra mais barata. Ou seja, você terá um investimento inicial, mas, em longo prazo, há um excelente retorno financeiro e diminuição de custos com os processos.
As perdas de chapas de raios X podem acontecer no processo analógico. No geral, elas possuem um tamanho grande, não cabendo dentro da bolsa. Assim, o paciente se desloca com o exame nas mãos, em um envelope e pode perdê-lo por algum esquecimento ou distração. Na dinâmica hospitalar, o que se percebe da logística das chapas de raios X é que ela é mais trabalhosa, assim como nos prontuários de papel.
Com a radiologia digital, esses problemas são eliminados. As imagens geradas são armazenadas com segurança no computador, podendo ser colocadas em prontuários eletrônicos em nuvem, o que fortalece as barreiras de proteção do documento. Riscos de extravio e dificuldades de logística são completamente eliminados.
Conforme mencionamos, as imagens no processo analógico demoram um pouco para serem reveladas, necessitando do uso de agentes químicos. Na radiologia digital, a imagem é gerada em segundos, sendo transmitida com velocidade para o computador.
Isso otimiza a gestão hospitalar e aumenta a capacidade de atendimento do estabelecimento de saúde. Além disso, é bom lembrar que em certos quadros, poucos minutos podem fazer grande diferença no prognóstico do paciente.
A revelação do raios X convencional demanda o uso de reagentes químicos que precisam de descarte especializado e rigoroso, pois podem agredir ao meio ambiente. Além disso, a chapa formada, quando já não é mais necessária, também precisa de um recolhimento especial, não podendo ser encaminhadas para o lixo comum.
O resultado disso é que o descarte dos materiais de raios X convencional se torna caro e dispendioso, sendo trabalhoso para os gestores de hospitais. Esse cenário também gera dificuldades para os pacientes descartarem seus exames já utilizados ou antigos.
A radiologia digital dispensa o processo de revelação de imagem, enviando os dados diretamente para o computador. Assim, a gestão não precisa se preocupar com reagentes químicos e descartes especiais. Caso seja necessária uma impressão, ela pode ser feita em papel comum, de fácil descarte e reciclagem.
A radiologia digital é uma moderna tecnologia que proporciona vários benefícios para gestores e pacientes. Ela otimiza o fluxo de trabalho, agiliza processos na clínica e permite que o paciente imprima o exame na própria casa, sem a necessidade de realizar diversas viagens ao estabelecimento para pegar o exame.
A linha Agfa Healthcare pode ser de grande ajuda para o seu estabelecimento de saúde na implementação da radiologia digital. A Agfa é líder no segmento de imagem e está há 140 anos no mercado. Ela oferece excelentes dispositivos para radiologia digital, como softwares de processamento de imagens, equipamentos de radiografia digital, retrofits, digitalizadores e impressoras digitais.
Gostou de aprender sobre radiologia digital e saber o que muda para o paciente e para a gestão? Aproveite e conheça os produtos da linha Agfa Healthcare para potencializar os processos na sua clínica!
