Você sabe o que é a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV)? Pois, se trata de uma infecção pulmonar hospitalar que ocorre em indivíduos em ventilação mecânica, associada aos casos em que o paciente se encontra entubado no momento ou nas 48 horas que antecederam ao começo do quadro infeccioso.
Por se tratar de uma das principais causas dos índices de óbito relacionados às infecções hospitalares, é uma condição que requer muita atenção nas instituições e equipe da saúde, especialmente nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI).
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para apresentar as principais informações do assunto, além de apresentar medidas eficazes de prevenção. Confira!
Entre os principais fatores em que a PAV está relacionada podemos apontar:
Os principais sintomas ligados aos casos de PAV são:
Para realizar o diagnóstico da PAV podem ser usados critérios clínicos com base em exames laboratoriais, temperatura, gasometria arterial, exame físico e radiológicos que apontem novo infiltrado sugestivo de pneumonia. Nesse caso, é considerado o período antecedente à suspeita de PAV.
Um grande desafio ao diagnosticar a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica está associada ao fato de que alguns sintomas, como a febre, também podem ser causados devido a reação medicamentosa, outra infecção extrapulmonar e demais aspectos. Sendo assim, é importante investir em coleta de amostras de material do trato respiratório inferior, com a execução de culturas quantitativas para que as causas seja detectada de forma precisa.
A fisioterapia respiratória é uma grande aliada para a reabilitação ou cura dos pacientes acometidos pela PAV. Também, é utilizada para a prevenção de complicações pulmonares, tendo em vista que estimula a função pulmonar, levando à minimização da infecção pulmonar e período de uso da ventilação mecânica, além de contribuir para evitar o risco de uma eventual traqueostomia.
O cuidado com o paciente em ventilação mecânica deve ser uma prioridade. Dessa forma, é fundamental implementar um conjunto de boas práticas com o intuito de reduzir a ocorrência de eventos adversos e prevenir a PAV. Por exemplo:
Como pode perceber, a Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV), é um aspecto de grande preocupação nas unidades de saúde, principalmente pela sua contribuição nos casos de óbitos ocorridos por infecções hospitalares. A entender melhor sobre os seus fatores de risco, sintomas, diagnóstico e demais informações, fica mais fácil empregar as ações adequadas e, assim, evitar ao máximo o acometimento desse quadro nos pacientes.
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O stress é fruto da rotina corrida enfrentada por grande parte das pessoas. Um levantamento da Isma-BR (International Stress Management Association), associação que estuda o stress, mostrou que 70% da população economicamente ativa do Brasil sofre com as consequências desse problema.
O trabalho é o maior causador desse transtorno, isso porque a concorrência, pressão e cobranças excessivas tornam-se motivos de tensão no ambiente corporativo, afetando a saúde física e emocional.
Neste post, vamos mostrar por que o stress atinge atualmente tantas pessoas e quais os males que ele pode causar. Acompanhe e veja também o que fazer para prevenir e diminuir o excesso de tensão no dia a dia!
Não há como negar que o stress é o mal da sociedade contemporânea. As razões para isso podem ser sociais, como o aumento das taxas de desemprego, mas também têm uma forte relação com o estilo de vida atual.
A Isma-BR fez uma pesquisa que aponta que nove em cada dez brasileiros no mercado de trabalho sofrem com os sintomas de ansiedade, uma das consequências dessa tensão constante. As pessoas estão sempre correndo contra o relógio para dar conta de todos os compromissos, trabalham em excesso, enfrentam pressão, prazos apertados e cobrança por resultados. Além disso, não conseguem equilibrar vida pessoal e profissional.
A tecnologia, que deveria ser uma aliada, entrega uma avalanche diária de informações, deixando qualquer um bastante agitado.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros sofrem com ansiedade e 5,8% com depressão. No caso dos profissionais da saúde, a questão é ainda mais alarmante. Uma pesquisa da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto apontou que 40% deles sofrem com stress e depressão.
É necessário se conscientizar sobre o stress porque ele não é um problema passageiro. Pode trazer consequências para a saúde física e emocional e causar afastamentos no trabalho. De acordo como INSS, o stress será um dos principais motivos para faltas e afastamentos até 2020.
Confira a seguir as principais consequências causadas por esse problema.
O stress é sentido no trabalho, pois o profissional fica desmotivado, tem dificuldade de concentração ou até mesmo de raciocínio. Dessa forma, não executa suas funções como deveria.
Além disso, o stress deixa o corpo mais cansado e pode atrapalhar o sono, o que também contribui para um baixo desempenho nas atividades laborais. Tudo isso acaba gerando mais tensão e ansiedade, pois o indivíduo tem consciência de que não está cumprindo seu papel e pode até mesmo ser dispensado.
O stress que sentimos em uma situação de perigo é uma reação natural do organismo e deixa o corpo em alerta, pronto para o combate. Nessa situação, libera hormônios, que atuam no cérebro, musculatura e circulação sanguínea.
Mas quando essa tensão é constante, essa reação do organismo é bastante prejudicial. O aumento do hormônio cortisol, por exemplo, pode levar ao ganho de peso, alterações na pressão arterial e no coração, como crises de angina que acarretam o infarto.
A pessoa pode também sentir:
Sem contar que a tensão vivida no dia a dia afeta em cheio o sistema imunológico. Por isso, o indivíduo pode ficar doente com mais facilidade, perceber as unhas fracas e queda de cabelo. Pode provocar ainda distúrbios de sono e alergias na pele.
Além de afetar o corpo, o stress afeta o cérebro, causando nervosismo, irritação e desequilíbrio emocional. Mas não é só: dificulta a atenção e a memorização, deixa o pensamento acelerado e pode causar esquecimento, impactando negativamente no trabalho e em atividades corriqueiras. Ademais, o quadro pode levar a crises de ansiedade, de pânico e até depressão.
O stress não pode ser negligenciado ou tratado com uma simples irritação. Quando a pessoa começa a sentir os sintomas físicos e emocionais, é importante tomar algumas atitudes para reduzir a sobrecarga.
Confira o que você pode fazer para diminuir e também prevenir o excesso de tensão.
A prática da atividade física e esportiva, além de melhorar o sistema cardiorrespiratório e contribuir para a perda de peso, ajuda a aliviar as tensões. Isso porque o corpo libera endorfina, hormônio que traz a sensação de bem-estar. Ao realizá-lo, você assume o compromisso de cuidar de si mesmo, o que eleva a autoestima.
É essencial, diante de tantos compromissos, aprender a gerenciar o tempo de trabalho. Estipule as prioridades, se concentre em cada atividade e tente evitar as distrações. Em muitos casos, é preciso saber falar “não” de vez em quando para que você consiga cumprir suas obrigações sem atropelos. O importante é conseguir respirar e manter um equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Muitos profissionais querem dar conta de tudo sozinhos. Acreditam que outra pessoa não fará tão bem o trabalho como eles, mas, com isso, podem se estressar. Então, tenha mais confiança na sua equipe e aprenda a delegar tarefas. Você terá um dia mais produtivo e tranquilo.
O trabalho é importante, mas é necessário aproveitar a vida. Assim, separe um período do dia para não pensar em nada e escute uma música que você goste, faça meditação, assista a um filme, pratique um hobby. É necessário também se divertir com a família e amigos, nunca adiar as férias e também viajar quando possível. Tudo isso reduz os níveis de cortisol e deixa seu corpo e mente relaxados.
É fundamental estar atento ao stress que, em grande parte dos casos, surge no ambiente de trabalho. O transtorno não se trata de uma irritação ou nervosismo passageiro e afeta todo o organismo. Em casos mais graves, não hesite em procurar ajuda médica. Importante ressaltar também que as empresas devem estar atentas a seus colaboradores e oferecer apoio quando necessário.
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O autismo é um transtorno de desenvolvimento que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atinge 1 em cada 160 crianças no mundo. No Brasil, estima-se que existam cerca de 2 milhões de autistas. O diagnóstico ocorre geralmente entre os 2 anos e meio a 3 anos, e não existe cura para essa condição. Para dar visibilidade ao tema, foi escolhido o dia 2 de abril como Dia Mundial de Conscientização do Autismo e, para que as ações ocorram no mês todo, foi criada a campanha Abril Azul. A ideia é mostrar as características e as dificuldades do transtorno, incentivando, dessa maneira, a inclusão do autista em sociedade, bem como a criação de políticas públicas voltadas para esse grupo.
Quer entender melhor os objetivos do Abril Azul, a importância de dar destaque para o transtorno e como sua clínica ou hospital pode participar dessa campanha? Acompanhe nosso post e comece a planejar ações para a data!
A Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu o dia 2 de abril como Dia Mundial de Conscientização do Autismo para dar visibilidade ao tema, já que o transtorno ainda é bastante desconhecido pela população. Assim, criou-se também a campanha Abril Azul para que o mês inteiro seja marcado com diversas ações voltadas para o autismo.
Por que a cor azul? Porque o autismo atinge muito mais os meninos do que as meninas (proporção de 4:1), fato que a ciência ainda não consegue explicar.
O Abril Azul é importante porque dá destaque ao transtorno do espectro autista (TEA), um distúrbio neurológico que pode afetar as áreas de comunicação, comportamento e interação social. Além disso, o autista pode ou não ter alguma deficiência intelectual. Em alguns casos, pessoas com o transtorno chegam a surpreender pela inteligência e são chamadas de autistas de alto funcionamento.
A campanha tem o papel de mostrar as características dessa condição especial, destacando que não é uma doença, ou seja, ninguém precisa se afastar de um autista. Pelo contrário: é preciso entender para incluir e ajudar.
Ainda não se sabe ao certo quais as causas para o distúrbio. Acredita-se que a maioria dos casos seja de origem genética: alguns genes seriam responsáveis por essa condição, mas os pesquisadores ainda buscam respostas mais claras sobre essa correlação. Porém, é fato que famílias com um filho autista têm mais chances de ter outro filho com o TEA.
A ciência trabalha ainda com causas ambientais, como complicações no parto ou o uso de medicamentos pela mãe durante a gravidez.
Criou-se um mito que determinadas vacinas, como a de sarampo, caxumba e rubéola, seriam responsáveis pelo autismo. No entanto, não há nenhuma pesquisa que comprove isso, e as famílias devem continuar vacinando seus filhos para não criarem um problema de saúde pública.
As ações da campanha devem deixar claro para a sociedade os sintomas do autismo, que podem variar de indivíduo a indivíduo. É possível que o autista tenha dificuldade para ficar em ambientes muito barulhentos e movimentados, não atenda quando chamado, seja muito agitado, goste de ficar sozinho ou ainda tenha o hábito de fazer movimentos repetitivos. Muitas pessoas no espectro têm ainda seletividade alimentar ou dificuldades para dormir.
Alguns sinais podem surgir logo nos primeiros meses, como bebês que não fazem contato visual, ficam quietos demais quando sozinhos, não estranham quando vão para o colo de estranhos, demoram a falar as primeiras palavras ou a engatinhar e andar. Por isso, é importante que os pais estejam informados para que possam procurar ajuda médica caso notem esses sintomas e investigar se é alguma característica do TEA.
Não existe um exame específico que detecta o transtorno. O diagnóstico é feito a partir do relato dos pais e avaliação médica. No entanto, em alguns casos, pode ser difícil fechar esse diagnóstico, ainda mais em crianças pequenas.
O TEA não tem cura, mas, com sessões de fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, entre outras terapias, é possível ajudar a criança a participar da rotina diária e também, aos poucos, se tornar independente. Em casos mais severos, de autistas que se batem ou ficam muito nervosos, por exemplo, a medicação prescrita pelo neurologista ou psiquiatra pode ajudar.
Em resumo, é essencial dar voz ao autismo, levando informação para a população e, desse modo, reduzir o preconceito. O Abril Azul também tem o papel de pressionar governos para que mais políticas públicas se voltem para esse grupo — como acesso às terapias e serviços de saúde, apoio às famílias, inclusão escolar e também ao mercado de trabalho.
Além disso, é preciso que os profissionais de saúde, como médicos e terapeutas, recebam um treinamento para que consigam identificar o TEA de forma precoce. Pesquisas científicas para trazer mais respostas sobre o autismo também devem ser incentivadas.
O Abril Azul já é celebrado em organizações e entidades voltadas para a causa autista. Mas é preciso mais engajamento, principalmente por instituições de saúde, como clínicas e hospitais. São espaços importantes, que devem dar destaque a temas de saúde como esse.
Como participar e, assim, se engajar nessa causa? É possível criar ações simples para colaboradores, pacientes e comunidade, como:
O Abril Azul deve ser divulgado para a sociedade, a fim de que o autismo ganhe cada vez mais visibilidade. Assim, as entidades do setor público e privado devem se mobilizar e participar dessa campanha para que as pessoas com TEA tenham voz, sejam respeitadas e consigam fazer parte da sociedade, bem como ter os seus direitos garantidos.
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No Brasil, uma das principais causas de óbito ainda é a morte por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Estudos recentes mostram que mesmo com o avanço do diagnóstico cardíaco, até 30% dos óbitos sem causa aparente foram diagnosticados após a morte por IAM. Calcula-se que 40% dos pacientes acometidos por IAM falecem após a primeira hora de evolução do infarto e mais de 50% morrem sem atendimento hospitalar especializado.
O método analítico de diagnóstico do cateterismo cardíaco ainda é um dos mais precisos para se confirmar a presença de obstrução das artérias coronárias ou avaliar o funcionamento das valvas e do próprio miocárdio, músculo do coração, mas – por ser um método invasivo – causa insegurança em alguns pacientes. Os riscos do exame são mínimos, porém existem, como o sangramento no local de acesso do cateter, edema agudo de pulmão e/ou arritmias, infarto agudo do miocárdio e derrame cerebral (AVC). Esse risco mínimo é proveniente de pacientes que já apresentam algum problema cardíaco, renal ou coágulo nas artérias.
Outras alternativas para a avaliação cardíaca são a tomografia e ressonância magnética, exames que produzem imagens de alta qualidade a partir de um equipamento que analisa o corpo inteiro de uma pessoa por meio de várias radiografias produzidas dentro de um túnel, de modo a separá-lo em diferentes “fatias” de imagens. Desse modo, a ressonância magnética tornou-se o mais moderno e perfeito exame de diagnóstico por imagem, fornecendo imagens em alta definição dos órgãos internos, tornando mais preciso o diagnóstico. Contudo, o exame deixa o paciente exposto à radiação – pouca – oriunda do equipamento, por isso o exame é feito por partes, evitando assim que o paciente sofra algum efeito causado por essa exposição.
O Exame de Eletrocardiograma (ECG) é um diagnóstico diferente que permite a avaliação elétrica da atividade cardíaca (eletricidade que ele produz e transmite na pele), registrada em gráficos que são comparados com gráficos padrão e que indicam, assim, o estado de normalidade ou de alteração dos músculos e nervos do coração. Apesar de ser de execução muito simples, o eletrocardiograma é um exame muito importante na cardiologia, pois ele permite diagnosticar desde condições normais de nascença até outras muito graves, como os infartos, crescimento de cavidades e disritmias, por exemplo.
Em um centro médico – seja ele hospitalar ou clínico – equipamentos de diagnóstico cardíaco são indispensáveis, pois, como dito no início, cerca de 30% das mortes sem causa aparente depois são diagnosticadas como mortes por IAM. A avaliação desses pacientes com antecedência é essencial para salvar vidas. A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
