
Manter um bom gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares é fundamental para evitar a suspensão dos atendimentos, assegurar a qualidade do hospital em meio à concorrência, conquistar renome na cidade e, principalmente, oferecer um atendimento de qualidade.
Trata-se da aplicação de práticas capazes de identificar a necessidade de certo aparelho e seu tempo de utilização, além do cronograma de manutenção, da programação de novas aquisições e das demais medidas capazes de evitar problemas e riscos desnecessários.
Mas você sabe como realizar essa gestão de maneira eficaz e outros detalhes sobre a importância da manutenção de equipamentos hospitalares? Leia este conteúdo e descubra!
Primeiro, saiba que é importante garantir a manutenção de equipamentos hospitalares por diversas razões, como evitar erros de diagnóstico, aumentar a segurança dos pacientes etc.
A seguir, saiba mais sobre os benefícios proporcionados!
Os maquinários hospitalares são essenciais para intervenções nos pacientes, sejam emergenciais ou não. Se eles não passaram por manutenções recentes, podem não operar como deveriam, o que compromete a segurança dos pacientes.
Outro problema que a falta de manutenção de equipamentos hospitalares pode ocasionar é o erro no diagnóstico do quadro de saúde do paciente. Afinal, os itens precisam de ajuste ou lubrificação, troca periódica da bateria, calibração constante etc.
A manutenção é uma forma de lidar com o desgaste que os equipamentos médicos naturalmente podem sofrer com o passar do tempo. Em alguns casos, o manuseio inadequado, por falta de treinamento dos profissionais de saúde, pode desgastar ainda mais os aparelhos.
O Ministério da Saúde e a Anvisa têm normas que exigem a manutenção periódica dos equipamentos hospitalares. Isso porque você já entendeu que negligenciar essa etapa pode trazer insegurança e diagnósticos imprecisos, prejudicando o paciente.
Existem outros protocolos, como a Norma Técnica Brasileira NBR 15943:2011, que fala sobre o gerenciamento dos equipamentos hospitalares. Nesse sentido, é preciso que a gestão do hospital garanta uma ação coordenada por um profissional de nível superior para gerenciar fases de aquisição, manutenção preventiva e corretiva, implementação, gerenciamento de risco etc.
Veja quais são os diferentes tipos de manutenção que podem ser aplicados em um ambiente hospitalar:
Realizada de maneira programada, conforme a utilização de cada equipamento e as orientações do fabricante. Normalmente, a inspeção é agendada com antecedência e envolve testes de segurança, limpeza e detecção de problemas enquanto ainda são pequenos.
Realizada para desenvolver formas de correção no caso de um dano no equipamento. Sendo assim, ele é devolvido, consertado e calibrado.
Realizada de maneira planejada, com o intuito de averiguar minuciosamente, usando aparelhos específicos. Seu objetivo é antecipar, por meio de resultados da análise, manutenções preventivas e corretivas, elevando o tempo de vida útil e a segurança do aparelho.
A Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) é uma norma emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil e estabelece diretrizes sobre as boas práticas de fabricação de produtos para a saúde, incluindo equipamentos médicos:
Existem algumas práticas que podem ser implementadas como forma de promover um melhor gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares. Veja a seguir as principais!
É preciso elaborar um planejamento para que os equipamentos possam ser revisados periodicamente, o que requer a obtenção de um aparelho reserva, já que a máquina deverá ser aberta para a realização dos procedimentos adequados.
Dessa forma, é preciso criar um plano, estabelecendo a melhor data e o melhor horário para a realização da revisão e da substituição do aparelho reserva, que pode ser um equipamento que já tem no hospital ou, no caso de instituições menores, o aluguel.
Cada equipamento tem utilidades e características diferentes. Alguns são mais usados do que outros. Para que as manutenções sejam eficazes, é preciso conhecer a relevância de cada um e as demandas mais frequentes. Por esse motivo, estipule as prioridades de maneira consciente.
Para reduzir as possibilidades de riscos biológicos, o gerenciamento de manutenção de equipamentos hospitalares deve estar em dia para assegurar a esterilização dos materiais, evitando a utilização de aparelhos infectados e a disseminação de doenças.
Entender o histórico de uso e conservação do equipamento hospitalar é essencial para identificar a situação da sua vida útil. Essa prática pode aperfeiçoar de maneira considerável o fluxo de trabalho dos profissionais de saúde para realizar exames de forma precisa e usar os aparelhos adequadamente, além de reduzir problemas.
Outra prática indispensável é saber a quantidade correta de equipamentos hospitalares e garantir que estejam todos calibrados, lubrificados, conservados, com as peças trocadas no período adequado e com o funcionamento certo.
Um bom controle proporciona todos os aspectos, considerando que contribui para a elaboração de informações precisas a respeito dos aparelhos, o que promove uma gestão eficaz.
Aqui estão alguns dos principais itens que devem ser verificados durante a manutenção de equipamentos hospitalares:
As regulamentações na manutenção de equipamentos hospitalares podem variar de acordo com o país e a região, mas algumas diretrizes gerais são comuns em muitas jurisdições. Aqui estão algumas das principais regulamentações e práticas recomendadas na manutenção de equipamentos hospitalares:
Confira um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar. Gerenciar uma instituição de saúde é uma tarefa que envolve vários desafios, sendo essencial que haja a integração de conhecimentos distintos para o sucesso nesse processo. Administrar um hospital envolve a associação de competências multidisciplinares, sendo importante a busca por uma formação na área para a construção de uma boa carreira.
Isso é importante porque muitos médicos abrem estabelecimentos de saúde, porém, a formação em medicina não prepara para as funções de administração de uma organização focada em cuidado e saúde. Assim, os cursos na área de gestão hospitalar são essenciais para o desenvolvimento de habilidades e repertório para a função.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre os principais cursos direcionados para o gerenciamento de estabelecimentos de saúde. Continue acompanhando para aprender mais sobre o tema e veja um guia rápido com os melhores cursos na área de gestão hospitalar!
A gestão hospitalar é é a área que realiza o gerenciamento de processos na instituição de saúde, envolvendo o corpo de profissionais e equipes, equipamentos, materiais, logística e sistemas. Esse contexto envolve a gestão financeira, controle de custos e despesas, coordenação técnico-administrativa, marketing e a aplicação de tecnologia e inovação no estabelecimento.
Conforme é possível perceber, a multiplicidade de conhecimentos exigidos de quem trabalha na área demanda que o profissional esteja em contínuo investimento em aperfeiçoamento. As exigências do dia a dia do gestor hospitalar demandam a interação de saberes muito diversos, como o alinhamento da expertise em negócios à escuta qualificada e cuidado. Assim, a formação na área e o aprimoramento constante são essenciais.
O gestor hospitalar conta com múltiplas funções na instituição de saúde. Ele auxilia com o planejamento e gerenciamento estratégico de finanças, colaborando com a elaboração de proposta para uso otimizado dos recursos oferecendo máxima qualidade.
Além disso, há os controles logísticos, da conservação e da limpeza, que envolvem sólidas alternativas para controle do estoque e manejo dessas atividades, garantindo melhores condições para profissionais e pacientes. Esses processos também envolvem almoxarifado e compras, controle dos equipamentos hospitalares e gestão de manutenção.
Há demanda para o gestor hospitalar também na gestão da hotelaria e acomodação de pacientes, ou seja, organização das condições ambientais para acolhimento e internação. Acrescentamos ainda entre as funções do gestor hospitalar os serviços de comunicação, marketing e atendimento ao consumidor.
Há vários cursos na áreas de gestão hospitalar. Vamos mostrar os principais a seguir. Veja mais!
A graduação de tecnólogo em gestão hospitalar tem a duração média de 2 a 3 anos. Ela contém disciplinas que abarcam cultura organizacional, ética e bioética, planejamento financeiro e de orçamento, epidemiologia e biossegurança e segurança do paciente.
Outros conhecimentos abordados são legislação e direito aplicado à saúde, gestão de marketing, gestão da cadeia de suprimentos na saúde, serviços de nutrição hospitalar, farmácia e enfermagem, controle de laboratórios e exames e gestão de pessoas. Acrescentamos que há conhecimentos importantes sobre processos de compra e controle de custos, inclusos no currículo da graduação em gestão hospitalar .
As especializações na área de gestão hospitalar são uma ótima opção para formação continuada. Nesse caso, os conhecimentos são mais focalizados em direções específicas. Há, por exemplo, a gestão hospitalar empreendedora, a formação em serviços, especialização em marketing na saúde, gestão hospitalar e de vendas e varejo e serviços.
Na modalidade de atualização, destacamos os cursos de menor duração e que oferecem contribuições e novas informações para o trabalho de gestão hospitalar. Um exemplo é o curso de atualização em biossegurança hospitalar, que disponibiliza informações acerca da proteção dos colaboradores do hospital contra riscos e doenças. Ela envolve a gestão dos equipamentos de proteção manual e coletiva e também no controle de ameaças de contaminação.
Outro curso de atualização que pode contribuir muito com a sua formação é o de sistema de saúde pública e privada. A proposta da formação é se aprofundar nos conhecimentos de gestão e nas distinções entre o sistema público e o privado. Com isso, é possível construir uma rede de atendimento mais sólida, fornecendo condições adequadas para o cuidado e a prestação de serviços em saúde.
Também há os cursos de gestão de equipes em saúde, que contribuem para você compreender estratégias para criar grupos de trabalho realmente funcionais. A formação ajuda na compreensão de dinâmicas interpessoais e no desenvolvimento de alternativas para que a equipe seja produtiva e colaborativa.
Para selecionar um dos cursos na área de gestão hospitalar, é importante avaliar quais são as suas necessidades profissionais. Observe quais são os aspectos principais da sua área de atuação e quais demandas e lacunas de conhecimento podem ter aparecido ao longo da jornada de trabalho. Verifique também quais são seus objetivos em curto, médio e longo prazos na carreira.
O conhecimento em gestão hospitalar pode ser aplicado em laboratórios, consultórios, maternidades, hospitais, unidades de saúde, vigilância sanitária, unidades de pronto-atendimento e serviços públicos de atendimento psicossocial.
As casas de reabilitação e repouso, spas, secretarias de saúde, clínicas e policlínicas também demandam a atuação do profissional da área. Assim, um curso em gestão hospitalar acrescenta múltiplas alternativas para atuação e amplia a capacidade de coordenação do próprio negócio em saúde.
A área de gestão hospitalar é bastante promissora, sendo uma ótima alternativa para médicos que decidem abrir o próprio estabelecimento de saúde e se deparam com as dificuldades na administração de processos. A graduação em medicina não oferece o conhecimento gerencial necessário. Por isso, buscar uma formação complementar em gestão é tão importante.
Enfatizamos que é fundamental avaliar suas perspectivas de carreira e observar suas necessidades de aprendizagem para fazer o investimento certo a formação. Uma especialização, graduação ou curso de atualização deve se encaixar no que a sua instituição precisa, para que seu trabalho ganhe cada vez mais qualidade e eficácia.
E então, gostou de conhecer os principais cursos na área de gestão hospitalar? Aproveite e compartilhe este post com seus colegas nas redes sociais!
Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM. O marketing é uma estratégia que visa à divulgação e ao fortalecimento de uma marca, produto ou serviço para conquistar consumidores e se destacar dos concorrentes. Nesse sentido, como fica o marketing médico? Como utilizá-lo sem ferir os princípios éticos da medicina?
Os médicos podem utilizar essa forma de divulgar sua clínica e serviços, inclusive nos meios digitais, mas devem seguir as normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
Quer entender qual é a importância do marketing médico e como deve ser a conduta do profissional ao utilizar essa estratégia? Acompanhe nosso post e saiba sobre o tema Marketing médico: entenda a importância e as principais regras do CFM!
A concorrência é alta na saúde e os pacientes estão mais informados e buscam um serviço médico que ofereça um diferencial. Nesse contexto, o marketing médico é uma estratégia para atrair e fidelizar o público. No caso das plataformas digitais, por exemplo, é uma forma de se aproximar desses pacientes.
Contudo, diferentemente do que ocorre na divulgação de uma escola de inglês ou de uma loja de eletrodomésticos, o médico não pode promover ações de cunho promocional: elas devem ter um caráter educativo e de esclarecimento para a população.
O marketing médico deve definir quem é seu público-alvo, ou seja, quais pacientes ele pretende alcançar (faixa etária, estilo de vida, que tipo de serviço médico procuram etc.) para construir uma estratégia eficiente para divulgar sua clínica ou especialidade.
É importante ainda que a campanha tenha um objetivo, como: atrair o público, fidelizar os pacientes ou ainda se tornar autoridade em relação a determinado assunto da área médica.
Sabemos que a rotina do médico é corrida e ele não pode perder tempo planejando as melhores estratégias. Dessa maneira, é fundamental firmar parcerias com empresas ou profissionais do marketing para conseguir realizar um trabalho de qualidade.
Por fim, é preciso monitorar os resultados obtidos para saber se estão sendo eficazes ou não, o que pode sinalizar a necessidade de mudar de estratégia ou de explorar novos canais.
Na área da saúde, a divulgação boca a boca, que é quando o paciente faz a indicação de uma clínica ou profissional para pessoas próximas, é um meio importante para atrair o público. Todavia, é possível ter um alcance maior utilizando os recursos digitais.
Isso porque é cada vez mais comum o uso da internet para buscar informações sobre serviços e profissionais de saúde, utilizando o Google, Facebook, Instagram e outras plataformas.
Veja abaixo os canais em que é possível ter sucesso com o marketing médico.
É recomendado que sua clínica ou consultório tenha um site para que o paciente possa encontrar informações sobre endereço, telefone, especialidades, serviços realizados, convênios atendidos, entre outras.
Dentro dessa página, é possível ter uma seção para o blog para que o médico possa divulgar postagens de cunho educativo voltadas à sua área de atuação.
As pessoas buscam informações e interagem com profissionais pelas redes sociais, então, para atrair e fidelizar mais pacientes, é preciso ter uma página nessas plataformas. Porém, não misture a página pessoal com a profissional. É necessário que esse canal seja voltado exclusivamente para a divulgação de serviços.
As redes sociais são um meio interessante para interagir com o público, promover o site e blog, publicar textos, imagens e até vídeos voltados para a área de atuação do médico, prevenção de saúde e qualidade de vida.
Outra ferramenta que o profissional pode explorar é o e-mail marketing. Ele pode enviar mensagens sobre a área de saúde, felicitações em datas especiais e até lembretes sobre a necessidade de realizar um check-up. Porém, ao coletar o e-mail do paciente, é imprescindível que ele concorde em receber esse tipo de mensagem.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece regras para o marketing e publicidade médica no Código de Ética Médica e na Resolução CFM nº 1.974/11. Além disso, há nos conselhos regionais uma Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), que tem o papel de avaliar essas divulgações.
Desse modo, em primeiro lugar, é fundamental que as ações sejam pensadas no paciente que está buscando informações de saúde. Por isso, não são permitidas ações promocionais em que ocorra divulgação de valores, formas de pagamento ou descontos.
Abaixo explicamos as normas que devem ser seguidas ao realizar o marketing médico.
Em todas as campanhas, é preciso deixar claro o nome, especialidade e número de registro do CRM. Além disso, o CFM proíbe o anúncio de especialidades para as quais o profissional não detenha o título.
Em ações de divulgação de clínicas, consultórios, laboratórios ou hospitais, é obrigatório constar o nome e o número de registro do profissional responsável técnico.
O CFM proíbe anúncios de equipamentos ou técnicas realizadas que passem a ideia de capacidade superior ou exclusividade em determinado tratamento. Nesse ponto, o médico não pode se valer de expressões como “o mais eficiente” ou ainda “o único da região”.
O médico também não pode garantir bons resultados nos serviços que realiza, como técnicas e tratamentos. Assim, não pode exibir fotos de pacientes (mesmo com autorização) de antes e depois de um tratamento.
O profissional não pode fazer a divulgação de temas de saúde que causem intranquilidade nas pessoas. Dessa forma, ele fica proibido de divulgar imagens de alterações no corpo humano por conta de alguma patologia de modo que cause pavor nas pessoas.
O marketing médico vai trazer bons resultados na divulgação da sua clínica ou serviços. Basta seguir as regras do CFM para fazer todas as ações dentro dos princípios éticos da profissão. Além desse tipo de ação, deve ser uma preocupação do profissional investir na qualidade de equipamentos e do atendimento para oferecer uma experiência diferenciada ao público.
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7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar. Não é novidade que a área de saúde requer atualização constante. No entanto, isso não se restringe ao conhecimento técnico-científico, já que os administradores de uma instituição de saúde também precisam se manter bem informados. Para isso, há diversos livros para gestor hospitalar que podem ajudar no seu desenvolvimento.
A administração hospitalar é um terreno cheio de desafios comuns a qualquer negócio, acrescidos de nuances e particularidades do cotidiano clínico. Assim, diversos livros se dedicam a abordar temas administrativos, como marketing, gestão de Pessoas, legislação, processos operacionais e outros pertinentes ao cenário da saúde.
Neste post, reunimos uma coletânea capaz de ajudar a responder questionamentos e dúvidas, além de fornecer soluções e ideias para lidar com situações do dia a dia à frente de clínicas e hospitais. Confira 7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar!
Trata-se de um guia completo para gestores da área de saúde. Um livro que apresenta ao leitor os principais desafios enfrentados na gestão de consultórios médicos, clínicas e hospitais — do marketing à fidelização, abordando ainda questões legais e regras do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Com uma linguagem simples e direta, o material é útil tanto para sanar dúvidas de quem já atua no segmento quanto para está começando nessa área. Com dicas e exemplos ilustrados por gráficos e tabelas, o autor Antonio Ribeiro traz assuntos complexos apresentados com clareza e didática.
Fred Lee foi vice-presidente do Florida Hospital, em Orlando, além de trabalhar na Disney University, programa de treinamentos para funcionários da Disney. Em seu livro, ele traz a fusão do aprendizado na indústria do entretenimento com sua experiência na administração médica, ressaltando a importância da qualidade do atendimento na fidelização de pacientes.
Ainda que inicialmente os dois universos não pareçam ter semelhanças, o autor constrói uma narrativa que faz todo o sentido na administração de uma clínica ou hospital, mostrando como é possível encantar pacientes, afetando a sua percepção e satisfação por meio de uma assistência humanizada e diferenciada.
A obra já vendeu centenas de milhares de cópias, tendo sido traduzida para diversos idiomas. Leitura indispensável para quem trabalha com serviços, especialmente na área médica.
O livro de Marinho Jorge Scarpi traz para o gestor hospitalar o olhar de administrador, ajudando-o a ver a clínica ou hospital como um negócio que precisa gerar lucro como outro qualquer. Assim, trata-se de um material fundamental na biblioteca do médico empreendedor.
O livro aborda dicas sobre planejamento, processos e liderança, além de trazer informações sobre questões do cotidiano das clínicas como regras de convênios e planos de saúde, informatização e responsabilidade social.
Autor consagrado do marketing, nesse livro Kotler volta as suas atenções para a área de saúde, dedicando-se a explicar para médicos e administradores hospitalares como o marketing tem a função de criar relacionamento, fidelização e confiança, melhorando a experiência do paciente.
A obra de base teórica, reúne também exemplos práticos para a área de saúde, mostrando como hospitais que investem em uma cultura de marketing tendem a ter melhor desempenho.
O relacionamento de médicos com pacientes é sem dúvida uma das maiores peculiaridades dos negócios na área de saúde. Nesse livro, o autor Cyro Martins, que é psicanalista, aborda diversas questões nesse contexto, desde situações conflituosas até formas e técnicas modernas de lidar com algumas delas.
O livro é recomendado não apenas para profissionais que têm relação direta com os pacientes, mas também para gestores que possam entender as particularidades da questão e identificar os pontos de desafio, orientando sua equipe para o melhor atendimento.
O autor, que também é romancista, apresenta o atendimento ao paciente do ponto de vista humanístico, partindo de sua própria experiência e estudos a cerca da medicina no século XX e sua transformação digital.
De todos os livros da lista, esse é o único que não é exclusivamente voltado para a área de gestão hospitalar. Porém, é muito recomendado para qualquer um que deseje ser um bom líder.
O livro fala do comportamento, mostrando como lidar com pessoas, seja no âmbito pessoal ou profissional. Trata-se de uma ferramenta de gestão de pessoas, ao abordar a linguagem corporal nas interações humanas, facilitar o gestor a compreender a sua equipe além das palavras e interpretar gestos e nuances de seus funcionários.
Com os ensinamentos desse livro, publicado em 1937 e de grande destaque no mundo dos negócios, o gestor aprende a tornar-se referência influenciando as pessoas ao redor, o que o coloca em uma posição muito mais confortável ao lidar com seus próprios funcionários, contando com o apoio deles.
Esse livro traz uma abordagem completa da administração clínica, englobando temas como contabilidade, gestão operacional e marketing. Enfim, questões que permeiam o desempenho de um gestor bem-sucedido.
Uma das grandes dificuldades do médico empreendedor é o fato desses assuntos não serem abordados na formação em medicina. Por isso, uma noção geral sobre o negócio é essencial ao sucesso na gestão em saúde e o livro promete auxiliar o médico a desenvolver essa perspectiva.
A sabedoria popular diz que conhecimento nunca é demais, e é verdade que a leitura traz benefícios para a saúde mental e física, proporcionando ganho intelectual e pessoal. Os livros técnicos são essenciais para complementar a formação profissional, trazendo conteúdo específico e relevante, com abordagens que vão além daquilo que aprendemos nas salas de aula, seja na graduação ou na educação continuada.
Assim, esperamos que nossas sugestões de livros para gestor hospitalar sejam úteis para ampliar seus horizontes como administrador, auxiliando na tomada de decisão e na percepção mais ampla da sua clínica ou hospital como um negócio. Uma seleção eclética, com narrativas dinâmicas e interessantes para médicos empreendedores.
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